29 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi: “É crime atrelar os preços dos combustíveis no Brasil ao dólar”

Gleisi: “É crime atrelar os preços dos combustíveis no Brasil ao dólar”

A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, publicou um vídeo nesta terça-feira (29) no qual afirma que Michel Temer comete crime ao atrelar aumentos de combustíveis à cotação do dólar e à variação internacional do petróleo. “Os trabalhadores não recebem em dólar”, disse. ... 

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4 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi: ‘Veja ou mente ou comete crime’

Gleisi: ‘Veja ou mente ou comete crime’

A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, foi benevolente ao deixar duas opções acerca da matéria de capa da Veja, detalhando a cela do ex-presidente Lula: “se não é mentirosa é, no mínimo, criminosa”. São as duas coisas juntas, maximizadas, cara parlamentar. ... 

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2 de novembro de 2016
por Esmael Morais
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Bertoldi assume cadeira na Câmara após absolvição da acusação de estupro da ex-noiva

O empresário Osmar Bertoldi (DEM) assumiu na tarde desta terça-feira (1º), em Brasília, o mandato de deputado federal. A posse foi dada pelo 1º vice-presidente da Câmara Federal, deputado Waldir Maranhão (PP-MA) e pelo 1º Secretário Beto Mansur (PRP-SP). Leia mais

8 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Sobre a (in)Segurança Pública do Paraná

MEM DE SÁ E A VIOLÊNCIA NO PARANÁ

Reinaldo de Almeida Cesar*

Conta o anedotário popular que, certo dia, numa sala de aula qualquer, a professora de Joãozinho – ele, sempre ele – perguntou-lhe na prova oral de história sobre “o que o governador-geral Mem de Sá fez pelo Brasil, na época colonial”.

Depois de ficar em silêncio por alguns segundos, não sabendo a resposta, Joãozinho encheu o peito e respondeu: “Professora, ele fez o que pode”.

***

O secretário Wagner Mesquita, que tantas vezes já elogiei aqui, candidata-se com muita velocidade a vestir os adereços de Mem de Sá, na visão do ladino Joãozinho, fazendo o que pode.

Numa escalada sem precedentes de crimes violentos patrimoniais por todo o Paraná, o secretário esforça-se, corre de um lado para outro, desdobra-se em busca de respostas à sociedade. Sem recursos, como Joãozinho, faz o que pode.

Policiais são assassinados em série, Londrina entra em pânico, e lá está o titular da SESP prometendo instituir força-tarefa e botar mais polícia na rua. Passados alguns dias, nada muda, e o governo até cassa a decisão judicial que mandava reforçar o efetivo policial na cidade.

Cascavel arde com os ônibus incendiados, e lá está o secretário montando o forte apache na cidade. Pergunte aos moradores do Oeste se sentiram alguma diferença, dias após a comitiva do secretário ter deixado a cidade.

Quem assistiu o primeiro e excelente “Tropa de Elite”, de José Padilha, sabe que enquanto a violência corre solta na periferia geográfica e social dos grandes centros, ela é desapercebida, passa a ser vista como corriqueira e quase normal, digamos até, tristemente compreensível. Agora, quando ela chega no andar de cima, a coisa muda de figura.

Foi o que aconteceu agora. Depois de uma série de assaltos em Curitiba, atingindo redes de supermercados e de farmácias, em salões de beleza onde até cabelo levaram, em conhecidas e tradicionais casas de comércio, depois que as residências de dez magistrados e oito promotores foram assaltadas, e depois de uma sequência de episódios violentos de arrastões com troca de tiros em restaurantes no Cabral, Juvevê e no Batel, a grande mídia já não teve mais como esconder: os crimes patrimoniais com violência explodiram em Curitiba.

A solução apontada pela SESP para conter a escalada da desenfreada violência em Curitiba foi anunciar que contratará mais 2000 policiais e colocará em circulação novas Leia mais

2 de junho de 2014
por Esmael Morais
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Governo federal promete cacete e polícia nos Black Blocs

do Brasil 247
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reagiu à  informação de que os black blocs, que comandam manifestações violentas no Brasil, estão se associando à  facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para transformar a Copa do Mundo em um caos!.

Em entrevista ao Estado de S. Paulo no final de semana, um dos membros do grupo de mascarados disse que não está em curso a formação de uma aliança, mas a expectativa é um somatório de esforços em comum.

Não temos aliança nem somos contra o PCC. Só que eles têm poder de fogo muito maior do que o MPL (Movimento Passe Livre, que iniciou as manifestações, há um ano, com ajuda dos Black Blocs). Pararam São Paulo!.

Segundo ele, quando integrantes do movimento foram presos durante por participarem de manifestações violentas no ano passado, líderes do PCC teriam se solidarizado com eles durante o tempo em que permaneceram nos presídios paulistas.

à‰ inadmissível que pessoas queiram se associar ao crime para fazer reivindicações!, declarou Cardozo. Não toleraremos abuso de qualquer natureza, e as pessoas que praticarem ilícitos responderão nos termos da lei penal!. Segundo ele, o governo está monitorando todos os setores considerados estratégicos, que poderão criar algum tipo de problema, e salientou que existe uma cooperação entre os serviços de inteligência dos governos federal e estadual para acompanhar as mais diversas situações! (leia mais).

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26 de novembro de 2013
por Esmael Morais
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Coluna do André Vargas: “Paraná quebrado, refém do crime e da violência”

André Vargas, em sua coluna desta terça, acusa o governador Beto Richa (PSDB) de quebrar o Paraná; segundo denúncia do parlamentar, furo no caixa do estado chega a R$ 4 bilhões; petista volta à  questão dos números da criminalidade, aponta descompromisso com a segurança pública, apontando viaturas da PM sem combustível, telefones cortados e falta de alimentação para policiais em serviço; colunista diz ainda que a sociedade está refém do crime e da violência; Um Paraná irreal, com àndices de Desenvolvimento Humano (IDH e EDEB) abaixo do desejado, que nos envergonham, além do descontentamento crescente de professores, diretores, pais de alunos e alunos!, escreve o vice-presidente da Câmara; leia o texto.

André Vargas, em sua coluna desta terça, acusa o governador Beto Richa (PSDB) de quebrar o Paraná; segundo denúncia do parlamentar, furo no caixa do estado chega a R$ 4 bilhões; petista volta à  questão dos números da criminalidade, aponta descompromisso com a segurança pública, apontando viaturas da PM sem combustível, telefones cortados e falta de alimentação para policiais em serviço; colunista diz ainda que a sociedade está refém do crime e da violência; Um Paraná irreal, com àndices de Desenvolvimento Humano (IDH e EDEB) abaixo do desejado, que nos envergonham, além do descontentamento crescente de professores, diretores, pais de alunos e alunos!, escreve o vice-presidente da Câmara; leia o texto.

por André Vargas* ... 

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