3 de Janeiro de 2018
por esmael
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Sob Michel Temer, Brasil segue rápido para igualar-se ao Congo, diz o FMI

O Brasil teve queda de 5% na renda per capita (por habitante) entre 2014 e 2017, com destaque acentuado para o ano de 2016, segundo o Fundo Monetário Internacional — o famigerado FMI. A variação foi de 9,1% até 2016. Já o ‘Pibinho’ de Michel Temer, com paridade do poder de compra (PPC), ainda de acordo com o FMI, despencou seis vezes em relação ao número de habitantes (per capita). Portanto, o golpe está levando a economia nacional, em ritmo acelerado, para se igualar a do Congo e outros países miseráveis do continente africano. Leia mais

20 de dezembro de 2016
por esmael
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RS x PR: Richa consegue ser pior avaliado que Sartori, segundo Paraná Pesquisas

O governador do Paraná Beto Richa (PSDB) conseguiu a proeza de terminar o ano de 2016 pior avaliado que seu colega Ivo Sartori (PMDB) do Rio Grande do Sul.

13 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: A dívida pública e o BNDES na pauta do processo de impeachment

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Alvaro Dias*

No debate de causas e consequências da crise político-econômica, entenderemos que há uma relação direta entre Operação Lava-Jato, corrupção no País, impeachment da Presidente da República e as mazelas que afligem o povo brasileiro.

A dívida pública do nosso País hoje passa de R$4 trilhões. Em 2015, gastamos R$962 bilhões no refinanciamento dessa dívida. Isso significa que aplicamos a metade do que arrecadamos no País. A Alemanha, por exemplo, consome menos da metade do que gastamos para a administração da dívida pública.

Até 2018, nossa dívida alcançara 85% do PIB. É uma tragédia com a qual o governo não se preocupa. E sem a administração da dívida, não encontraremos solução para tantos problemas que impedem o crescimento econômico do Brasil, como o caos na saúde, a inflação e o desemprego.

Um dos instrumentos do monumental endividamento do País se chama BNDES.O governo se utiliza do BNDES como artifício para tumultuar a administração pública com uma contabilidade anarquizada. O BNDES passou a ser, portanto, um instrumento de políticas desonestas adotadas pe

3 de Março de 2016
por esmael
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Economia retraiu 3,8% em 2015 devido à crise gerada pela oposição tucana

do Brasil 247

A economia brasileira caiu 3,8% em 2015, ano que foi marcado pela crise política no País. Desde a eleição presidencial, da qual a presidente Dilma Rousseff saiu vitoriosa, o candidato derrotado Aécio Neves (PSDB-MG) protagonizou um movimento para tirar Dilma do poder e assumir a presidência, com a aliança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se tornará réu por corrupção e lavagem de dinheiro pela Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira 3.

Num gesto de vingança, após parlamentares do PT votarem por sua cassação no Conselho de Ética, Cunha aceitou, na Câmara, o pedido de impeachment apresentado pela oposição. Parlamentares liderados por Aécio Neves também atrapalharam votações a fim de impedir que fossem aprovadas medidas do ajuste fiscal, essencial para a recuperação econômica do País. O gesto foi criticado até mesmo por caciques do PSDB, que viram no partido uma tentativa de fazer oposição a qualquer custo, sem pensar no País.

Mais informações na reportagem da Agência Brasil:

IBGE: PIB fecha 2015 com queda de 3,8%

Nielmar de Oliveira – O Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – teve queda de 3,8% em 2015, a maior desde o início da série histórica atual, iniciada em 1996, na série sem ajuste sazonal.

Os dados relativos ao fechamento da economia brasileira no ano passado foram divulgados hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), juntamente com o resultado do PIB do 4º trimestre do ano passado, que fechou com redução de 1,4% na série com ajuste sazonal na comparação com o trimestre anterior. Em valores correntes, o PIB fechou o ano passado em R$ 5,904 trilhões.

A retração da economia em 2015 reflete retrações em praticamente todos os setores da economia, com destaque para Formação Bruta de Capital Fixo (investimento em bens de capital), com queda de 14,1%

Os dados divulgados hoje indicam também quedas significativas na Indústria (6,2% ) e nos serviços (2,7%). O

8 de Fevereiro de 2016
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: As boas notícias do início de 2016

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Gleisi Hoffmann*

O preço que pagamos pela energia vai reduzir! É isso mesmo, a partir de março teremos, em média, 3% a menos na conta da luz. Pode parecer pouco, mas a aposta de grande parte do mercado é de que iria subir!

A taxa de juros não subiu! É verdade que ainda está muito alta, mas a avaliação majoritária era de que aumentaria meio ponto percentual. Mesmo não tendo sido uma decisão unânime do Banco Central, o indicativo que temos é de que não subirá no futuro. Espera-se, sinceramente, que comece um processo de redução.

O governo anunciou R$ 85 bilhões em crédito, que vão ajudar a animar a economia. Esse é um dinheiro que já está no mercado, não causará mais inflação e o juro será menor mesmo sem subsídio. São os recursos das ditas pedaladas fiscais, que a presidenta devolveu aos bancos públicos de uma só vez. Com isso, terão mais crédito a agricultura, microempresas, pequenas e médias empresas exportadoras. E não venha o mercado afirmar que não há demanda por crédito. Os bancos privados deixam de emprestar e quando o fazem, é com juros estratosféricos.

O dólar está estabilizando na casa dos R$ 4,00. Isso melhora a competitividade brasileira e faz nossa balança comercial permanecer positiva. Exportamos mais do que importamos.

Nossas reservas internacionais continuam a ser a sexta maior do mundo. São U$ 370 bilhões que protegem o país da especulação. Isso é o diferencial que temos diante de outras crises já enfrentadas pelo Brasil.

Vamos controlar a inflação este ano. A maioria dos analistas avalia que ficaremos perto da meta superior, cerca de 7%, mesmo com a alta deste início de ano, ligada ao reajuste das tarifas de ônibus, mensalidades escolares e preço de alguns alimentos.

As medidas de ajuste foram tomadas em 2015. Houve economia de mais de R$ 100 bilhões no orçamento, despesas foram reduzidas sem afetar os programas sociais. Muitas medidas foram discutidas e aprovadas pelo Congresso, aumentando receita e diminuindo despesas. O novo ministro da Fazenda também informou que colocará em dia o pagamento aos fornecedores de serviços e produtos prestados em convênios com a União.

E uma noticia interessante publicada foi de que as companhias aéreas bateram o recorde de passageiros no final de 2015. Nunca haviam transportado tantas pessoas como nessa temporada.

Apesar disso, a análise majoritária do mercado é de que o Brasil está em recessão, por ter queda no PIB pelo terceiro ano consecutivo, podendo cair mais em 2016 do que o previsto. A queda do PIB vai acontecer, já estava precificado. A economia internacional também vai sofrer reveses, atingindo parceiros importantes do Brasil, como China e Estados Unidos.

O que não pode continuar acontecendo é a apologia

8 de dezembro de 2015
por esmael
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“Custo Beto Richa” derruba produção industrial do Paraná em 5,7%

A produção industrial do Paraná despencou 5,7% no mês de outubro, diz pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O custo Beto Richa (PSDB) tem contribuído para a desaceleração da economia. Quando a comparação compreende outubro de 2014 e outubro de 2015, a queda na produção industrial no estado foi de 14,3%.

O setor da metalurgia apresentou a maior taxa de retração, 62,33%, seguido de materiais eletrônicos e de comunicações (24,55%) e veículos automotores (18,36%).

A única atividade que teve crescimento nesse período foi a da industrial do papel e celulose (7,6%).

O desemprego neste ano, de janeiro a outubro, ficou em 4,99% “com viés de alta”.

Antes que o tucano venha falar que “a culpa é da Dilma”, no mês passado ele bateu no peito para reivindicar a ascensão do Paraná à posição de quarta maior economia do Brasil (clique aqui).

Para a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), o estado do Paraná respondeu por 6,3% de todas as riquezas produzidas no país em 2013, superando o resultado do Rio Grande do Sul, com 6,2%, “apesar de Beto Richa”.

Agora, a queda do PIB, é atribuída à desastrosa política fiscal do governador do PSDB.

De acordo com a Fiep, o recuo da atividade industrial paranaense tem a ver com o reajuste pedágio mais caro do mundo, fechamento de escolas, aumento de tarifas e tributos, dentre outras maldades do governo do estado.

4 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: O Impeachment, Eduardo Cunha e o povo brasileiro

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Marcelo Belinati*

O processo de impeachment da presidente Dilma (PT) pode se tornar o capítulo derradeiro do roteiro de uma tragédia anunciada.

Situação questionando a legitimidade do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB), oposição defendendo o processo, acusações e mais acusações de ambas as partes. E o povo brasileiro lamentavelmente no meio disso tudo.

E as pessoas? Como ficam?

São graves as consequências para os trabalhadores, aposentados, donas de casa, o pequeno e médio comerciante e industrial, o profissional liberal, enfim, para toda sociedade.

Tem gente perdendo o sono com medo de ficar desempregado….

Aí vem à mente a questão: quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? A crise política ou a crise econômica? A meu ver pouco importa, sabemos que elas se entrelaçam como se fossem elos de uma só corrente. No entanto, sofrendo as consequências disso tudo está o povo brasileiro com seus anseios, suas necessidades, sonhos e esperança.

Indicadores econômicos contaminados, como há décadas não se via, e uma sucessão interminável de escândalos de corrupção formam um cenário devastador que rapidamente está dilapidando não só patrimônio político construído pelo Partido dos Trabalhadores nos últimos 13 anos no exercício do poder como, sobretudo, as conquistas sociais das últimas duas décadas que são inegáveis.

O episódio recente do Mensalão, que culminou com a condenação e a consequente prisão de boa parte da cúpula do partido, não só foi ignorado, como repetido em escala maior como tem demonstrado a Operação Lava Jato.

Juros altos, volta da inflação, disparada do dólar, demissões em massa, aumento da carga tributária, deficit orçamentário, corte de investimentos na educação, na saúde

31 de agosto de 2015
por esmael
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Valor do salário mínimo será R$ 865 em 2016; é mole ou quer mais?

da Agência Senado

salario_orcamento2016Salário mínimo de R$ 865,50, crescimento econômico perto do zero e déficit orçamentário de R$ 30 bilhões. Esses são alguns dos principais destaques do projeto do Orçamento de 2016, entregue pelos ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Fazenda, Joaquim Levy, ao presidente do Senado, Renan Calheiros, na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento da União ao Congresso.

O documento apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Previsões sobre o produto interno bruto (PIB) e inflação também constam do texto. Na visão de Renan, o orçamento deficitário revela uma mudança de atitude do governo, que elaborou um orçamento “verdadeiro” e “realista”. Renan pediu entendimento em torno de uma agenda suprapartidária, que preserve o interesse nacional, para enfrentar a situação fiscal do país.

27 de julho de 2015
por esmael
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O cooperativismo está salvando a lavoura

Luiz Claudio Romanelli*

“O que eu faço é simples: ponho pão nas mesas e compartilho-o”
Madre Teresa de Calcutá

Mesmo a contragosto de setores da oposição ou daqueles que apostam no quanto pior melhor, o Paraná tem o melhor exemplo de um setor que parece desconhecer a crise ao ampliar os investimentos que proporcionam mais empregos e renda, e mantêm parte considerável da economia em franco desenvolvimento.

Estou falando do agronegócio e das cooperativas agrícolas paranaenses que continuam salvando a balança comercial brasileira com os sucessivos saldos positivos, livrando o PIB nacional de índices negativos ou que não atinja o volume morto como aponta a metáfora do ex-presidente Lula. Não é a toa que o PIB paranaense é sempre superior ao brasileiro.

Alguns fatores explicam o grande impulso das cooperativas na última década e que têm o ambicioso projeto de dobrar de R$ 50,9 bilhões para R$ 100 bilhões o faturamento nos próximos cinco anos e crescer numa média de 12% ao ano. Eu aponto quatro fatores: a própria organização eficaz e dinâmica de todo sistema, a rede de cooperados espalhados pelo estado e que inclui pequenos produtores, o ambiente favorável à produção de alimentos em grande escala, a própria cultura agrícola que se criou por décadas no Paraná e o suporte e apoio do Estado neste setor que representa 77% das exportações paranaenses.

Da parte do Estado, o exemplo claro está nas linhas de créditos abertas pelo BRDE e que financiaram mais de R$ 852 milhões somente neste primeiro semestre às cooperativas e aos produtores. São nada menos que R$ 575 milhões às cooperativas e mais de R$ 277 milhões aos produtores rurais. Os financiamentos, em sua maioria, foram para projetos de investimento, principalmente, em armazenagem, suinocultura, avicultura, produção de leite e agregação de valor à produção no campo.

O Paraná tomou ainda diversas medidas para o fortalecimento do setor, entre elas, a criação da Agência de Defesa Agropecuária, a construção de 10 mil casas rurais e a recuperação e modernização de três mil quilômetros de estradas rurais com o programa Patrulha do Campo. O Estado também já formalizou parceria com a iniciativa privada que resultam em R$ 1 bilhão em obras rodoviárias, recuperação de estradas, construção de pontes e de outras obras que atendem o escoamento da produção. No programa de incentivos fiscais do governo, nove cooperativas foram incluídas e estão investindo outros R$ 924,4 milhões no interior do Estado.

De um segmento considerado primário há poucos anos, baseado quase exclusivamente na produção de grãos e de carne, a atividade está ligada à agropecuária que responde hoje por 9% do PIB paranaense e a participação sobe para 35% quando se leva em conta toda a cadeia de produção, que inclui a industrialização e outros serviços como logística e transporte. No Ipardes é o setor que registrou um crescimento de 5,9% no primeiro semestre de 2015.

Traduzindo em outros números. O Paraná tem 240 coop

1 de junho de 2015
por esmael
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O PIB e a economia do Paraná

romanelli_jornaisLuiz Claudio Romanelli*

Vivemos em tempos conflagrado de posições extremas, onde as boas notícias se perdem em função do apelo midiático do denuncismo e da espetacularização da violência sobrepondo à qualquer fato que possa levar a uma reflexão mais profunda daquilo que tenha impacto na nossa vida do ponto de vista econômico, político e social.

Neste sábado, 30, os jornais Folha de Londrina e O Diário de Maringá, nas suas manchetes principais, trazem, de forma positiva, um bom exemplo disso. O PIB, aquilo que chamamos do conjunto de riquezas produzidas no país, retraiu, entrou no negativo, ou seja, pior que a estagnação, o Brasil entrou em recessão, o que afeta a economia, o consumo e o emprego.

É um quadro grave que desencadeou a série de ajustes e cortes nas despesas e nos investimentos do governo federal e dos governos estaduais, entre eles o Paraná, que saiu na frente nas medidas que vem tomando desde o final do ano passado. Mas o que tem de bom na má notícia da economia brasileira. É o Paraná e um setor da economia que continua crescendo na contramão, como diriam alguns, daquilo que acontece no campo nacional.

28 de novembro de 2014
por esmael
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Economia brasileira cresce 0,1% no terceiro trimestre

via Agência Brasil
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O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o período anterior. A soma do PIB no trimestre correspondeu a R$ 1,29 trilhão. No segundo trimestre, a economia brasileira caiu 0,6%. Os dados foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a economia brasileira recuou 0,2%. No ano, o PIB acumula alta de 0,2%. Já no período de 12 meses, a taxa acumulada de crescimento é de 0,7%.

6 de novembro de 2014
por esmael
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Norte e Nordeste que ‘reelegeram’ Dilma puxam crescimento do país

via Agência Brasil

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A produção industrial brasileira desconcentrou-se das regiões Sul e Sudeste e está mais presente no Norte, Nordeste e Centro-Oeste ao longo de uma década. No Sudeste, o estado de São Paulo, maior parque industrial do Brasil, foi o responsável pela retração, já que o Rio de Janeiro e Minas Gerais registraram aumento na participação produtiva. Os dados estão em mapa divulgado hoje (6), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o perfil do setor nos 27 estados.

Segundo o levantamento da CNI, entre 2001 e 2011, o Norte, Centro-Oeste e Nordeste, aumentaram, respectivamente, 1,9; 1,3 e 0,6 ponto percentual a participação no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos no país) da indústria. No Sul e Sudeste, o movimento foi contrário, com queda respectiva de 2,1 e 1,7 ponto percentual na participação.

25 de setembro de 2014
por esmael
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Taxa de desemprego em agosto fica em 5%, a menor do mês desde 2002

via Agência Brasil

A taxa de desemprego em agosto deste ano ficou em 5%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), anunciada hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A entidade também divulgou hoje as taxas médias completas de julho (4,9%), junho (4,8%) e maio (4,9%), que haviam sido informadas anteriormente sem os dados de todas as regiões metropolitanas, devido à  greve dos servidores do instituto, que terminou em agosto.

Normalmente, a PME é feita em seis regiões metropolitanas: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. No entanto, devido paralisação, os números divulgados em maio, junho e julho não incluíam as taxas de Salvador e Porto Alegre. Sem os dados das seis capitais, o IBGE não pôde divulgar uma média nacional.

A taxa de desocupação de 5% é o menor índice para meses de agosto desde o início da série histórica, em 2002. Em agosto do ano passado, a taxa havia sido de 5,3%. Em agosto deste ano, a população desocupada – 1,2 milhão de pessoas, ficou estável nas comparações com julho deste ano e com agosto do ano passado. Já o contingente de ocupados – 23,1 milhões, cresceu 0,8% em relação a julho e manteve-se estável na comparação com agosto de 2013.

O número de trabalhadores com carteira assinada (11,8 milhões) ficou estável em ambas as comparações.

Entre os grupamentos de atividades, na comparação com julho, apenas o ramo da construção teve aumento da população ocupada (5,1%). Os serviços domésticos tiveram queda (-3,9%) e as demais atividades mantiveram-se estáveis. Já na comparação com agosto do ano passado, os serviços domésticos tiveram queda de 7,2%, enquanto as demais atividades mantiveram-se estáveis.

12 de setembro de 2014
por esmael
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Economia se recupera com força e aponta para trimestre positivo

via Brasil 247

A economia brasileira cresceu 1,50 por cento em julho sobre o mês anterior, indicou o Banco Central nesta sexta-feira, melhor resultado em seis anos e acima do esperado, um sinal de que a atividade pode ter começado o terceiro trimestre em recuperação.

O àndice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), mostrou que a atividade voltou a crescer após duas quedas mensais seguidas. O resultado de julho passado foi o melhor desde junho de 2008, quando a expansão foi de 3,32 por cento, antes do auge da crise internacional.

Em junho, o indicador havia mostrado contração de 1,51 por cento sobre maio em dados dessazonalizados revisados pelo BC. Anteriormente, havia sido divulgado queda de 1,48 por cento em junho.

O resultado de agora foi também bem melhor que o esperado em pesquisa da Reuters, cuja mediana de 21 projeções apontava alta de 0,80 por cento em julho.

Na comparação com julho de 2013, o IBC-Br recuou 0,31 por cento e acumula alta de 1,14 por cento em 12 meses, ainda segundo dados dessazonalizados.

A economia brasileira entrou em recessão no primeiro semestre, afetada sobretudo pela indústria e pelos investimentos em queda. O cenário de atividade fraca vem junto com o de inflação ainda elevada, num momento em que a presidente Dilma Rousseff (PT) tenta a reeleição.

Em julho, a produção industrial havia avançado 0,7 por cento frente a junho após cinco meses de queda, ainda que os dados tenham sido encarados com cautela por agentes econômicos, que ainda não estavam convencidos na tendência de recuperação.

No mesmo período, no entanto, as vendas no varejo recuaram 1,1 por cento, muito pior do que o esperado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia: serviços, indústria e agropecuária, assim como os impostos sobre os produtos.

6 de agosto de 2014
por esmael
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Sob Richa, Paraná teve “pibinho” se comparado ao governo Requião

Sob a gestão de Beto Richa o estado teve um "pibinho" acumulado real de 12,53% ao passo que a arrecadação cresceu 25,25%. "A arrecadação cresceu duas vezes mais rápido do que a produção", análise obtida pelo Blog do Esmael; a título de comparação, o crescimento acumulado real no governo Requião (2007-2010) foi de 20,83%, ainda que afetado negativamente pela crise mundial de 2009; no período, a arrecadação de ICMS cresceu 24,04%; pelo Twitter, senador do PMDB promete acabar com a "farra da substituição tributária que está quebrando empresas no Paraná" caso seja eleito para um quarto mandato.

Sob a gestão de Beto Richa o estado teve um “pibinho” acumulado real de 12,53% ao passo que a arrecadação cresceu 25,25%. “A arrecadação cresceu duas vezes mais rápido do que a produção”, análise obtida pelo Blog do Esmael; a título de comparação, o crescimento acumulado real no governo Requião (2007-2010) foi de 20,83%, ainda que afetado negativamente pela crise mundial de 2009; no período, a arrecadação de ICMS cresceu 24,04%; pelo Twitter, senador do PMDB promete acabar com a “farra da substituição tributária que está quebrando empresas no Paraná” caso seja eleito para um quarto mandato.

O Blog do Esmael teve acesso a um detalhado estudo sobre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Paraná nos últimos três anos do governo Beto Richa (PSDB). Segundo as análises, sob a gestão do tucano o estado teve um “pibinho” acumulado real de 12,53% ao passo que a arrecadação cresceu 25,25%. “A arrecadação cresceu duas vezes mais rápido do que a produção”, observa o documento vazado por membros das secretarias da Fazenda e do Planejamento. Leia mais

3 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Rocha Loures: Impostos são a principal barreira ao crescimento

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, critica a excessiva carga tributária no país, que, segundo ele, chega a 40% do PIB; à‰ muito elevada mesmo em relação a países desenvolvidos, que devolvem o arrecadado à  população na forma de serviços públicos de qualidade!, reclama o empresário, que aponta a alta e complexa carga tributária! praticada pelos governos federal, estaduais e municipais como causa principal do crescimento pífio do país; colunista afirma que os estados abusam da substituição tributária e denuncia que o Paraná é um dos estados com a maior alíquota de ICMS sobre o consumo de energia e de telecomunicações (29%); O ICMS é pago antes das mercadorias chegarem à s mãos dos consumidores!, afirma Rocha Loures, que então sugere uma Reforma Tributária para que Brasil volte a crescer; leia o texto e compartilhe.

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, critica a excessiva carga tributária no país, que, segundo ele, chega a 40% do PIB; à‰ muito elevada mesmo em relação a países desenvolvidos, que devolvem o arrecadado à  população na forma de serviços públicos de qualidade!, reclama o empresário, que aponta a alta e complexa carga tributária! praticada pelos governos federal, estaduais e municipais como causa principal do crescimento pífio do país; colunista afirma que os estados abusam da substituição tributária e denuncia que o Paraná é um dos estados com a maior alíquota de ICMS sobre o consumo de energia e de telecomunicações (29%); O ICMS é pago antes das mercadorias chegarem à s mãos dos consumidores!, afirma Rocha Loures, que então sugere uma Reforma Tributária para que Brasil volte a crescer; leia o texto e compartilhe.

Rodrigo da Rocha Loures*

A principal causa do crescimento pífio do Brasil é a alta e complexa carga tributária, praticada pelos três níveis de governo, sobretudo o federal. Esta carga está em torno dos 40% do PIB. à‰ muito elevada mesmo em relação a países desenvolvidos, que devolvem o arrecadado à  população na forma de serviços públicos de qualidade. Leia mais

14 de julho de 2014
por esmael
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Copa no Brasil injeta R$ 30 bi na economia; velha mídia perde mais essa

do Brasil 247
A Copa do Mundo no Brasil terminou ontem com sucesso nos gramados e fora de campo com uma estimativa de R$ 30 bilhões que devem ser injetados na economia, segundo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) para o governo. Resultado equivale a cerca de 0,6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

A projeção foi feita a partir de um estudo sobre o impacto econômico da Copa das Confederações, realizada em junho de 2013 nas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. De acordo com a pesquisa, o torneio do ano passado adicionou R$ 9,7 bilhões ao PIB brasileiro.

Entre as entidades consultadas pela pesquisa, o banco Itaú prevê que o torneio deve incrementar o PIB entre 1% e 1,5% –efeito que começou em 2011, com o início das obras, que geraram emprego e renda no país. A estimativa é baseada no que ocorreu em outros países que sediaram o evento desde 1982.

A Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014 também deve gerar cerca de 1 milhão de empregos no país, o que equivalente a mais de 15% dos 4,8 milhões de empregos formais criados ao longo do governo da presidenta Dilma Rousseff. Para o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Vicente Neto, trata-se de um número extremamente significativo que nós estamos comemorando neste momento. à‰ um legado humano extraordinário!, disse.

18 de Março de 2014
por esmael
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PIB, indústria e emprego superam previsões. Crise? Que crise?

do Brasil 247Os pessimistas sobre a capacidade de a economia brasileira enfrentar e vencer a crise internacional têm de refazer suas contas. Mais uma vez. Contra a unanimidade de críticos plantados na mídia familiar e tradicional, o Brasil real mostrou em números o que se pode constatar, a olho nu, no dia a dia das cidades: o mercado de trabalho vive um momento de aquecimento. E, com ele, cresce a atividade industrial e comercial, estão mantidos os investimentos e o PIB já apresenta números positivos. Na primeira safra de indicadores, todos os resultados, sem exceção, pegaram os pregadores do catastrofismo na contra-mão dos fatos.

Segundo as medições realizadas pelo banco Itaú, uma das instituições de proa na oposição à  política econômica do governo, a atividade da indústria de transformação cresceu 3,1% em janeiro deste ano sobre dezembro do ano passado. O comércio varejista, em toada semelhante, verificou aumento de 2,1% no mesmo período.

Um dos medidores de Produto Interno Bruto mais respeitados pelo mercado, o IBC-Br (àndice de Atividade Econômica do Banco Central) projetou uma expansão de 1,26% em janeiro sobre dezembro. A ser divulgado esta semana, a marca oficial do IBGE, acredita-se, ficará bem próxima desse resultado. Com isso, quem apostou numa queda sobre o último mês de 2013 mostrou falta de sintonia com os fatos.

Mas o que marcou mesmo a primeira safra de resultados de 2014 foi o indicador de criação de empregos, divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho. O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) apresentou saldo de 260,1 mil novos empregos, um crescimento de 111% sobre janeiro do ano passado. Nem mesmo os chamados otimistas em relação ao quadro econômico do País ousaram fazer uma previsão tão alvissareira.

Os negativistas, por outro lado, perderam em todas as frentes. Comentaristas com espaço garatindo em colunas e nas entrevistas para o noticiário do dia a dia apostavam num recuo completo da economia, com queda no PIB, na atividade dos setores primário e terciário e, por consequência, na geração de empregos. Igualmente, vaticinaram que os investimentos estrangeiros iriam escassear de imediato, em razão de medidas do Federal Reserve. Não foi o que aconteceu.

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou em palestras