2 de Março de 2018
por esmael
1 Comentário

Pesquisa da CNI: consumidor não confia no golpe nem na mídia

Pesquisa mensal da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta (2), mostra que os brasileiros continuam preocupados com o emprego e pouco dispostos a fazer compras de maior valor. Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
1 Comentário

Pesquisa da CNI: consumidor não confia no golpe nem na mídia

Pesquisa mensal da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta (2), mostra que os brasileiros continuam preocupados com o emprego e pouco dispostos a fazer compras de maior valor. Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
1 Comentário

Pesquisa da CNI: consumidor não confia no golpe nem na mídia

Pesquisa mensal da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta (2), mostra que os brasileiros continuam preocupados com o emprego e pouco dispostos a fazer compras de maior valor. Leia mais

10 de Janeiro de 2018
por esmael
15 Comentários

A pior recessão em 20 anos derrubou IPCA

Na Antártida não há inflação, nem IPCA, porque lá só tem pinguim. Os pinguins não compram nem vendem nada. Por isso naquelas plagas os preços não sobem nem descem. Dito isto, o Brasil de Michel Temer é uma Antártida. O desemprego aumentou, o consumo caiu, e, a exemplo do continente de gelo, não tem escalada inflacionária. Leia mais

29 de novembro de 2016
por esmael
50 Comentários

Beto Richa autoriza aumento acima da inflação para o pedágio mais caro do mundo

richa_pedagio_reajusteO governador Beto Richa (PSDB) autorizou aumento de até 13% nas 27 praças de pedágios nas rodovias que cortam o Paraná. Os novos valores serão aplicados a partir de 1º de dezembro, “data-base” das concessionárias.

8 de Fevereiro de 2016
por admin
10 Comentários

Coluna da Gleisi Hoffmann: As boas notícias do início de 2016

Download áudio

Gleisi Hoffmann*

O preço que pagamos pela energia vai reduzir! É isso mesmo, a partir de março teremos, em média, 3% a menos na conta da luz. Pode parecer pouco, mas a aposta de grande parte do mercado é de que iria subir!

A taxa de juros não subiu! É verdade que ainda está muito alta, mas a avaliação majoritária era de que aumentaria meio ponto percentual. Mesmo não tendo sido uma decisão unânime do Banco Central, o indicativo que temos é de que não subirá no futuro. Espera-se, sinceramente, que comece um processo de redução.

O governo anunciou R$ 85 bilhões em crédito, que vão ajudar a animar a economia. Esse é um dinheiro que já está no mercado, não causará mais inflação e o juro será menor mesmo sem subsídio. São os recursos das ditas pedaladas fiscais, que a presidenta devolveu aos bancos públicos de uma só vez. Com isso, terão mais crédito a agricultura, microempresas, pequenas e médias empresas exportadoras. E não venha o mercado afirmar que não há demanda por crédito. Os bancos privados deixam de emprestar e quando o fazem, é com juros estratosféricos.

O dólar está estabilizando na casa dos R$ 4,00. Isso melhora a competitividade brasileira e faz nossa balança comercial permanecer positiva. Exportamos mais do que importamos.

Nossas reservas internacionais continuam a ser a sexta maior do mundo. São U$ 370 bilhões que protegem o país da especulação. Isso é o diferencial que temos diante de outras crises já enfrentadas pelo Brasil.

Vamos controlar a inflação este ano. A maioria dos analistas avalia que ficaremos perto da meta superior, cerca de 7%, mesmo com a alta deste início de ano, ligada ao reajuste das tarifas de ônibus, mensalidades escolares e preço de alguns alimentos.

As medidas de ajuste foram tomadas em 2015. Houve economia de mais de R$ 100 bilhões no orçamento, despesas foram reduzidas sem afetar os programas sociais. Muitas medidas foram discutidas e aprovadas pelo Congresso, aumentando receita e diminuindo despesas. O novo ministro da Fazenda também informou que colocará em dia o pagamento aos fornecedores de serviços e produtos prestados em convênios com a União.

E uma noticia interessante publicada foi de que as companhias aéreas bateram o recorde de passageiros no final de 2015. Nunca haviam transportado tantas pessoas como nessa temporada.

Apesar disso, a análise majoritária do mercado é de que o Brasil está em recessão, por ter queda no PIB pelo terceiro ano consecutivo, podendo cair mais em 2016 do que o previsto. A queda do PIB vai acontecer, já estava precificado. A economia internacional também vai sofrer reveses, atingindo parceiros importantes do Brasil, como China e Estados Unidos.

O que não pode continuar acontecendo é a apologia

11 de setembro de 2015
por esmael
12 Comentários

Pelo 2º mês consecutivo, tarifaço de Beto Richa causa maior inflação do país na região de Curitiba

richa_inflacaoParece notícia repetida, mas não é. Pelo 2º mês consecutivo, a região metropolita de Curitiba registrou no mês de agosto a maior inflação do país. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve a maior variação em comparação à média nacional: 0,47%. Leia mais

31 de agosto de 2015
por esmael
3 Comentários

Valor do salário mínimo será R$ 865 em 2016; é mole ou quer mais?

da Agência Senado

salario_orcamento2016Salário mínimo de R$ 865,50, crescimento econômico perto do zero e déficit orçamentário de R$ 30 bilhões. Esses são alguns dos principais destaques do projeto do Orçamento de 2016, entregue pelos ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Fazenda, Joaquim Levy, ao presidente do Senado, Renan Calheiros, na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento da União ao Congresso.

O documento apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Previsões sobre o produto interno bruto (PIB) e inflação também constam do texto. Na visão de Renan, o orçamento deficitário revela uma mudança de atitude do governo, que elaborou um orçamento “verdadeiro” e “realista”. Renan pediu entendimento em torno de uma agenda suprapartidária, que preserve o interesse nacional, para enfrentar a situação fiscal do país.

7 de agosto de 2015
por esmael
6 Comentários

Propaganda de austeridade de Richa desmente seu próprio governo

caixabDesde o início da semana, propagandas do governo do estado do Paraná sugerem aos paranaenses que o governo Beto Richa (PSDB) equilibrou as contas e terá dinheiro em caixa. O artifício principal seria o aumento da carga tributária do estado que, segundo o governador, favoreceu a composição dos cofres públicos que há tempos fechavam no vermelho.

Contabilizando um aumento de 89,98% no custo da energia elétrica repassada ao cidadão nos últimos 12 meses, somados ao aumento do ICMS de 12% para 18% em mais de 90 mil produtos no estado, sem esquecer dos 40% de reajuste no IPVA e os 20,5% de reajuste das taxas de água e esgoto somente neste ano, o mais caro do Brasil; o governador comemora a recomposição do caixa nas redes sociais. “O fato é que o ajuste fiscal beneficiou não apenas o Estado, mas também os municípios”, ressalta Richa em sua página no Facebook.

Com o desempenho apresentado, Beto Richa assegura um superávit de R$ 1 bilhão para 2016, o que significa, em meias palavras, dinheiro no caixa. Até aí tudo certo! O problema é que a conta não fecha quando comparados os dados de arrecadação de impostos entre janeiro e agosto de 2014 e no mesmo período em 2015.

De janeiro e agosto de 2014, o estado ultrapassou a marca dos R$ 15 bilhões em arrecadação. Hoje, a receita se mantém muito próxima, perto de R$ 14 bilhões e a conta passa a não fechar. Os dados são da Fazenda Pública, impostômetro e Governo Federal.

A constatação de que receita parecida no ano passado não asseguraram dinheiro em caixa no primeiro semestre de 2015 coloca o próprio governo em contradição. O Paraná iniciou o ano de 2015 com o caixa no vermelho e devendo mais de R$ 6 bilhões a fornecedores em todo o estado. Para “arrumar a casa” a história todo mundo conhece; “tarifaço” na luz, na água, no IPVA, no ICMS, o confisco de R$ 8 bilhões da Paraná Previdência, ato póstumo ao Massacre dos Professores, acompanhados do atraso no pagamento de salários e benefícios dos servidores. Um verdadeiro desastre, avaliaram os mais conceituados economistas do país.

10 de julho de 2015
por esmael
19 Comentários

Tarifaços de Beto Richa causam maior inflação do país em Curitiba

inflacaoA inflação vem apertando o orçamento dos brasileiros nos últimos meses, fruto da crise econômica mundial que chegou forte ao país. Mas no Paraná, a situação é mais grave ainda. Números divulgados esta semana pelo IBGE mostram que Curitiba é a capital com a maior inflação nos últimos doze meses, mas por quê? Leia mais

7 de novembro de 2014
por esmael
21 Comentários

Dilma: Qualquer setor tem regulação, e a mídia não pode ter?!

via Brasil 247

midia.jpg

Em entrevista concedida à  mídia do Palácio do Planalto, presidente Dilma Rousseff encarou temas do que considera centrais de sua próxima gestão. Prometeu reduzir gastos! e apertar o controle da inflação!. Além disso, comentou a questão da regulação da mídia e de comparações de seu governo com o bolivarianismo.

Sobre a mídia, negou qualquer ideia de regulação de conteúdo, mas defendeu o que considera regulação econômica: “Eu defendo a liberdade de expressão e ela não é só liberdade de imprensa, mas é o direito de todo mundo que tiver uma opinião, mesmo que você não concorde com ela, ele tem direito de expressar. Tem direito de se expressar até contra a democracia.

Outra coisa diferente é confundir isso aí com regulação econômica, que diz respeito a processo de monopólio ou oligopólios que pode ocorrer em qualquer setor econômico, onde se visa o lucro. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) está aí para isso em qualquer setor. Mas qualquer outro setor, como transportes, energia, petróleo… tem regulações e a mídia não pode ter? Estou falando sobre o que ocorre em muitos países do mundo. Centros democráticos. Ou alguém desconhece a regulação que existe nos Estados Unidos? Desconhece a regulação na Inglaterra? Do meu ponto de vista, é uma das mais duras. Estou dando dois exemplos de situações que não temos que ser iguais. Não quero para nós uma regulação tal qual a americana!, disse.

21 de outubro de 2014
por esmael
21 Comentários

Coluna do Verri: Não troque os sonhos atuais pelos pesadelos de antigamente

Enio Verri*

Você já avaliou como era a sua vida era antes dos Governos Lula e Dilma. Qual era o seu emprego? Seu salário? Você tinha a casa própria? Carro? Viajava de avião? Seus filhos tinham oportunidade de ir à  universidade ou ter aulas em algum técnico?

Realmente, quem viveu os governos tucanos não quer trocar os sonhos atuais pelos pesadelos de antigamente. Até por que, mudar por mudar, pode reviver os fantasmas da década de 90 que nos assombraram por tantos anos e ainda dá calafrios em milhões de brasileiros.

No cerne do debate político, dois projetos bem conhecidos por todos nós estão face a face. O primeiro é o mesmo que aliou desenvolvimento econômico e social, resultando na melhora de vida de milhões de brasileiros. O segundo, mesmo que maquiado, é aquele voltado para o mercado internacional da década de 90.

Parece um tanto distante, mas não é. São estas políticas que interferem diretamente no seu emprego, na saúde financeira da sua empresa, na sua renda e capacidade de adquirir bens de consumo.

E você conhece como os dois candidatos pensam inflação, desemprego e bancos públicos? Compare e veja como as escolhas podem mudar totalmente o rumo de nossas vidas:

Inflação:

Dilma Rousseff (PT): A inflação nos Governos do Partido dos Trabalhadores sempre foi tema de muita atenção. A inflação média do Governo Dilma é a menor desde quando foi criado o Plano Real em 1994, mesmo sob uma crise econômica mundial. Ressalta-se, ainda, que nos últimos 11 anos a meta foi atingida em todos os anos.

Aécio Neves: Inconformado com o que ele chama de inflação galopante!, mesmo com índices menores que durante os governos tucanos, o presidenciável prometeu inflação a 3% ao ano. O que ele não conta, é que para atingir essa meta são necessários uma taxa de desemprego em 15% e juros de 25%.

Taxa de Desemprego:

Dilma Rousseff (PT): A taxa de desemprego no Brasil bateu recorde e atingiu o pleno emprego. Fruto de uma política econômica voltada para o mercado interno e geração de renda, a taxa de emprego se mantém nos níveis mais baixos mesmo com a crise mundial.

Aécio Neves (PSDB): Uma das medidas impopulares anunciadas pelo presidenciável condiz com a taxa de desemprego. Para ele, o crescimento da economia brasileira e o controle da inflação estão diretamente ligados a uma procura maior de vagas de trabalho e salário mínimo adequado aos interesses do mercado.

Bancos Públicos

Dilma Rousseff (PT): Os bancos públicos durante o Governo Lula e Dilma foram instrumentos importantes para o desenvolvimento econômico. Uma política de crédito e maior participação destas instituições financeiras fortaleceram os bancos públicos e permitiram a implantação de programas, como o Minha Casa Minha Vida.

Aécio Neves (PSDB): Armínio Fraga, guru econômico tucano, defendeu recentemente a redução dos bancos públicos

12 de setembro de 2014
por esmael
5 Comentários

Economia se recupera com força e aponta para trimestre positivo

via Brasil 247

A economia brasileira cresceu 1,50 por cento em julho sobre o mês anterior, indicou o Banco Central nesta sexta-feira, melhor resultado em seis anos e acima do esperado, um sinal de que a atividade pode ter começado o terceiro trimestre em recuperação.

O àndice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), mostrou que a atividade voltou a crescer após duas quedas mensais seguidas. O resultado de julho passado foi o melhor desde junho de 2008, quando a expansão foi de 3,32 por cento, antes do auge da crise internacional.

Em junho, o indicador havia mostrado contração de 1,51 por cento sobre maio em dados dessazonalizados revisados pelo BC. Anteriormente, havia sido divulgado queda de 1,48 por cento em junho.

O resultado de agora foi também bem melhor que o esperado em pesquisa da Reuters, cuja mediana de 21 projeções apontava alta de 0,80 por cento em julho.

Na comparação com julho de 2013, o IBC-Br recuou 0,31 por cento e acumula alta de 1,14 por cento em 12 meses, ainda segundo dados dessazonalizados.

A economia brasileira entrou em recessão no primeiro semestre, afetada sobretudo pela indústria e pelos investimentos em queda. O cenário de atividade fraca vem junto com o de inflação ainda elevada, num momento em que a presidente Dilma Rousseff (PT) tenta a reeleição.

Em julho, a produção industrial havia avançado 0,7 por cento frente a junho após cinco meses de queda, ainda que os dados tenham sido encarados com cautela por agentes econômicos, que ainda não estavam convencidos na tendência de recuperação.

No mesmo período, no entanto, as vendas no varejo recuaram 1,1 por cento, muito pior do que o esperado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia: serviços, indústria e agropecuária, assim como os impostos sobre os produtos.

5 de agosto de 2014
por esmael
22 Comentários

Coluna Enio Verri: Bons resultados na economia colocam em xeque terrorismo econômico!

Enio Verri, em sua coluna desta quarta, estabelece uma comparação entre índices inflacionários e preços dos produtos nos governos Lula e Dilma com os da era tucana; colunista também critica o terrorismo midiático, dos jornalões e dos urubólogos, que, depois agourar a seleção na Copa, agora torcem contra as conquistas dos brasileiros; à‰ mais uma derrota daqueles que sentem saudades dos tempos de Fernando Henrique Cardoso e das grandes filas em busca de emprego, inflação alta e dos empréstimos do Fundo Internacional Monetário!, critica o deputado do PT; leia o artigo e compartilhe.

Enio Verri, em sua coluna desta quarta, estabelece uma comparação entre índices inflacionários e preços dos produtos nos governos Lula e Dilma com os da era tucana; colunista também critica o terrorismo midiático, dos jornalões e dos urubólogos, que, depois agourar a seleção na Copa, agora torcem contra as conquistas dos brasileiros; à‰ mais uma derrota daqueles que sentem saudades dos tempos de Fernando Henrique Cardoso e das grandes filas em busca de emprego, inflação alta e dos empréstimos do Fundo Internacional Monetário!, critica o deputado do PT; leia o artigo e compartilhe.

Enio Verri*

Brasil 7 x 1 urubólogos e vira-latas de plantão. O sucesso da organização da Copa do Mundo parece não ter desanimado aqueles que torcem contra o nosso País. Especialistas! e jornalistas imparciais! agora concentram suas forças no terrorismo econômico. Leia mais

30 de julho de 2014
por esmael
11 Comentários

Globo constrói novo alvo na América Latina: a “Dilma Bolivariana”

do Brasil 247
O jornal O Globo, da família Marinho, inicia, nesta quarta-feira, a construção de um novo personagem: a Dilma Rouseff bolivariana, que adotaria métodos chavistas de confronto e intimidação na sua relação com o setor privado.

Na manchete do jornal, informa-se, a partir de depoimentos de fontes anônimas (em off, no jargão jornalístico), que os bancos farão análises mais conservadoras sobre a economia brasileira, temendo represálias do governo federal.

à‰ mais uma fraude jornalística. Os bancos continuarão fazendo as mesmas análises de antes. Uns vão acertar suas previsões, favorecendo seus clientes, outros errarão feio, atingindo sua própria credibilidade.

Já houve exemplos no Brasil, por exemplo, de bancos como o Credit Suisse que previram queda de 5% do PIB em anos de estabilidade econômica. Nos tempos atuais, as análises de Ilan Goldfajn, economista do Itaú Unibanco, são ainda mais ácidas do que as do Santander, e nada indica que isso mudará ou que o governo federal pretenda fazer qualquer coisa a respeito.

Qual foi, então, o erro do Santander? Basicamente, a distribuição aos clientes pessoas físicas, nos seus extratos, de uma análise pessoal de uma analista. Análise esta que, como disse o presidente mundial do banco, Emilio Botín, não refletia a posição da instituição e, portanto, não poderia ser enviada aos clientes, que, por acaso, são também eleitores e votarão nas eleições de outubro. Dizer a um poupador que a reeleição de Dilma poderia afetar suas economia é algo, segundo Botín, que fere as regras de conduta do próprio banco.

O dono do Santander foi ainda mais claro quando disse que ela foi demitida “porque fez coisa errada”. Ou seja, a única represália do caso partiu do próprio comando do Santander, que, antes mesmo da demissão, estampou um gigantesco pedido de desculpas aos clientes (e não ao governo), na home page de seu site.

No entanto, o jornal O Globo constrói a tese de que uma Dilma chavista estaria emergindo, disposta a enfrentar e a confrontar o setor privado. Na mesma reportagem, o jornal também a compara à  presidente argentina Cristina Kirchner, que censuraria a divulgação de dados de inflação.

Não foi por acaso. A imagem de um setor privado amedrontado e apavorado diante de um governo intimidador é o novo mito a ser criado até as eleições de outubro.