14 de novembro de 2014
por esmael
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Cristina Kirchner intervém no Banco Central e derruba o dólar em 21%

via Café na Política

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Cristina está flaquita!, como dizem os argentinos. Nestes últimos meses, baixou ao hospital três vezes, por problemas vários de saúde, nenhum grave mas todos relativamente preocupantes. Mas a mulher é uma fera e, ainda da Clínica Otamendi, de onde teve alta no domingo ela ordenou um arrastão contra os doleiros graúdos, ou seja, grandes bancos, financeiras e agências de câmbio, que fez a verdinha baixar 21% diante do peso.

No que poderá se tornar um bom exemplo para sua colega brasileira, Dilma Rousseff, também assediada desde a campanha pelas manobras desestabilizadoras da Bolsa brasileira, a operação atingiu seu ápice na terça-feira, 11 de novembro.

Nesse dia, 250 agentes da AFIP (Receita Federal), munidos de ordem judicial, invadiram 71 sedes de bancos, casas de câmbio e financeiras na capital federal, província de Buenos Aires, Mendoza e Córdoba, com o fim de averiguar denúncias de lavagem de dinheiro e evasão impositiva! de 120 milhões de pesos.

Segundo o vice-diretor Nacional de Grandes Contribuintes, Fabián de Risio, a manobra dessas entidades infratoras, consistia em investimentos através de títulos públicos por parte de empresas que não podem justificar os fundos nem tampouco os têm!. Ele ainda explicou que a operação da AFIP (Administración Federal de Ingresos Públicos) começou com ações de controle e cruzamento dos sistemas. Tais ações detectaram quatro empresas que operaram com títulos de 120 milhões de pesos, através de sociedades da Bolsa, mostrando inconsistências fiscais!.

28 de agosto de 2014
por esmael
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O que é mais grave: o voo de Vargas ou o jato do PSB?

via Brasil 247

Dois pesos e duas medidas. à‰ assim que o deputado federal André Vargas (sem partido-PR) enxerga seu processo, quando o compara a outras atividades irregulares na política. Desta vez, o parlamentar, que teve sua cassação pedida pelo colega Júlio Delgado (PSB-MG) no Conselho de à‰tica da Câmara por ter tomado emprestado o avião do doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato, vê diferença de tratamento entre o episódio vivenciado por ele e o do jato do PSB.

O partido de Delgado, relator de seu processo de cassação na Câmara, usava desde maio um avião adquirido por recursos de caixa dois, pago por empresas fantasmas. Uma delas era uma peixaria falsa. Outra, que assumiu a compra da aeronave, a Bandeirantes Pneus, importava pneus chineses, causava danos ambientais e chegou a ser favorecida por benefícios fiscais pelo ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB).

O Cessna Citation levava Campos ao litoral paulista no último dia 13, quando caiu e causou a morte do então candidato e mais seis pessoas, trazendo também o escândalo à  tona. O uso do avião pelo partido, que fala em empréstimo de empresários amigos de Campos, não era declarado à  Justiça Eleitoral. A nova candidata do PSB, Marina Silva, defensora da “nova política”, também usou a aeronave irregular durante a campanha.

Diante da hipocrisia, Vargas protestou: “Júlio Delgado pediu minha cassação por um voo. Agora podia explicar por que seu partido usava um avião de empresas fantasmas”. Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo no início de agosto, ele lembrou de outro caso: a construção de um aeroporto pelo presidenciável Aécio Neves em terras que pertenciam a sua família quando era governador de Minas Gerais. E constatou: “se Aécio fosse do PT, já teriam pedido cassação”.

2 de junho de 2014
por esmael
Comentários desativados em Triplicam relatórios sobre suspeitas de lavagem de dinheiro no Paraná

Triplicam relatórios sobre suspeitas de lavagem de dinheiro no Paraná

Via Folha de Londrina

De acordo com levantamento do órgão – ligado ao Ministério da Fazenda -, foram 156 relatórios emitidos em 2013 contra 52 em 2011. No ranking dos estados que mais geram relatórios desde 2007, o Paraná está em quinto lugar, atrás apenas do campeão Distrito Federal seguido de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O maior ou menor volume de notificações, conforme explicou o diretor de análise e fiscalização do Coaf, Antônio Carlos Ferreira de Souza, relaciona-se com o Produto Interno Bruto (PIB) de cada estado.

Os documentos são emitidos sempre que operações financeiras consideradas suspeitas são identificadas pelo sistema. Ferreira esclareceu que bancos, corretoras e cooperativas de crédito são obrigados a comunicar todas as operações em dinheiro vivo acima de R$ 100 mil. Também notificam operações que consideram fora do padrão do cliente, como por exemplo a movimentação de recursos muito superiores à  renda e aos valores usualmente presentes na conta corrente. “Quando a instituição financeira não consegue encontrar justificativa para a movimentação, envia para o Coaf, que cruza a informação com um banco de dados. Se não são encontradas explicações, geramos o relatório de inteligência financeira, que é enviado para Ministério Público Federal, Ministérios Públicos Estaduais e Polícia Federal”, esclarece.

São estes relatórios que, muitas vezes, dão início à s investigações sobre lavagem de dinheiro. Este termo, tão presente nos noticiários, nada mais é do que “dar aparência lícita a valores ilícitos”, conforme explicou o diretor.

Setores ligados ao mercado de bens de luxo ou de alto valor, cartões de crédito, joias, pedras ou metais preciosos e objetos de arte ou antiguidades, entre outros, também são obrigados a comunicar operações ao Coaf.

O advogado Douglas Bonaldi Maranhão, professor de Direito Penal na Universidade Estadual de Londrina (UEL), explica que com a lavagem de dinheiro o criminoso não visa o lucro, mas sim a efetiva ocultação ou dissimulação da origem ilícita do bem ou valor.

Maranhão esclarece que este tipo de crime está diretamente ligado ao processo de globalização da economia, o que torna mais complexa a identificação. A Lei 9.613/1998, que dispõe sobre o crime de lavagem de dinheiro, passou por mudanças em 2013. Uma delas é ampliação do rol das condutas antecedentes que serviriam de caminho para a obtenção de bens e valores ilicitamente. “A lei anterior admitia apenas as condutas definidas como crimes e, dentre essas, especificava quais seriam consideradas como conduta anteced