10 de Janeiro de 2018
por esmael
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Bolsonaro com medo de avião

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) jura de pés juntos que não viajará de jatinho particular durante a campanha presidencial. Ele teme o mesmo destino que teve o socialista Eduardo Campos, em 2014, e o ministro do STF Teori Zavascki, no início de 2017, ambos mortos em quedas de avião. Leia mais

8 de Janeiro de 2018
por esmael
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Bolsonaro pode ter destino “parecido” com o de Eduardo Campos?

Na eleição de 2014, Eduardo Campos, então candidato a presidente pelo PSB, atrapalhava o projeto eleitoral do senador Aécio Neves, do PSDB. Durante a campanha, cabummmm, o avião com o socialista caiu em circunstâncias nunca bem esclarecidas… Leia mais

21 de junho de 2016
por esmael
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O objetivo da mídia bandida agora é abater voo presidencial de Marina Silva

marina_silva_jato_eduardo_camposA seletividade da mídia bandida brasileira chega a dar asco até no mais pacato cidadão. Vide o caso que hoje vem à tona, o do jato do ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB), morto num acidente aéreo em plena campanha de 2014. O objetivo agora é abater Marina Silva (REDE), a segunda colocada nas pesquisas.

1 de julho de 2015
por esmael
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Dilma vence batalha na Câmara contra a redução da maioridade penal

reducaoO Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, na madrugada desta quarta-feira (1º), o texto da comissão especial para a PEC que reduziria a maioridade penal (PEC 171/93). Foram 303 votos a favor, quando o mínimo necessário eram 308. Foram 184 votos contra e 3 abstenções.

A rejeição à PEC é uma vitória pessoal da Presidenta Dilma Rousseff (PT) que há semanas vem se manifestando contrária a proposta e tentou, inclusive, negociar alternativas como alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para que os menores infratores tivessem medidas educativas mais longas.

A presidenta Dilma chegou a publicar um artigo em sua página no Facebook e em outras redes sociais combatendo a redução da maioridade penal. Segundo Dilma, “lugar de meninos e meninas é na escola. Chega de impunidade para aqueles que aliciam crianças e adolescentes para o crime.”

13 de outubro de 2014
por esmael
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Marina traiu Eduardo ao se aliar com Aécio, acusa presidente do PSB

A fissura no PSB poderá ganhar proporções dramáticas nos próximos dias, a julgar pelas posições públicas do presidente nacional da sigla, Roberto Amaral, que divulgou um manifesto aos militantes acusando a ex-presidenciável Marina Silva de trair o legado de Eduardo Campos ao se aliar, neste segundo turno, ao tucano Aécio Neves.

Eleitor declarado de Dilma Rousseff, o presidente da agremiação socialista afirma no documento que “ao aliar-se à  candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a nociva e artificial polarização entre PT e PSDB”.

“Como honrar o legado do PSB optando pelo polo mais atrasado?”, questiona Amaral, acusando seu próprio partido de já fazer divisão de cargos e ministérios no governo federal antes mesmo da eventual eleição de Aécio.

Na semana que se passou, assessores do PSDB atestaram que Aécio ofereceu a Marina o Ministério das Relações Exteriores em troca do apoio no segundo turno anunciado neste domingo 12 (clique aqui). Portanto, a ex-candidata do PSB, ao confirmar o lema “é dando que se recebe”, mostra é que “mais do mesmo” ao ajudar a perpetuar a “velha política” que tanto dizia combater durante a campanha do primeiro turno.

A seguir, leia a íntegra do presidente nacional do PSB:

Mensagem aos militantes do PSB e ao povo brasileiro

A luta interna no PSB, latente há algum tempo e agora aberta, tem como cerne a definição do país que queremos e, por consequência, do Partido que queremos. A querela em torno da nova Executiva e o método patriarcal de escolha de seu próximo presidente são pretextos para sombrear as questões essenciais. Tampouco estão em jogo nossas críticas, seja ao governo Dilma, seja ao PT, seja à  atrasada dicotomia PT-PSDB !“ denunciada, na campanha, por Eduardo e Marina como do puro e exclusivo interesse das forças que de fato dominam o país e decidem o poder.

Ao aliar-se acriticamente à  candidatura Aécio Neves, o bloco que hoje controla o partido, porém, renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores !“ entre os quais me incluo !“ e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática.

Esse caminhar tortuoso contradiz a oposição que o Partido sustentou ao longo do período de políticas neoliberais e desconhece sua própria contribuição nos últimos anos, quando, sob os governos Lula dirigiu de forma renovadora a política de ciência e tecnologia do Brasil e, na administração Dilma Rousseff, ocupou o Ministério da Integração Nacional.

Ao aliar-se à  candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a nociva e artificial polarização entre PT e PSDB. A sociedade brasileira, ampla e multifacetada, não cabe nestas duas agremiações. Por isso mesmo e, coerentemente, votei,

8 de outubro de 2014
por esmael
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Poder de transferir votos de Marina para Aécio é questionável

do Brasil 247
Marina Silva tem reproduzido sinais de que irá mesmo apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff. No entanto, para a jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, esse movimento pode não significar muita coisa para o tucano em termos de votos. Ela questiona a capacidade da ex-senadora de influenciar seus eleitores. Leia:

A união com Eduardo Campos quase nada agregou ao então candidato do PSB

Embora vá cozinhar o anúncio até quinta-feira, Marina Silva está decidida a apoiar Aécio Neves. Segundo fontes do PSB, ela tem avaliado que o apoio a Dilma é impossível, pois seus próprios eleitores não a perdoariam, e que a neutralidade também a desgastaria muito junto a uma parte importante de sua base política. Apoiar Aécio será a opção de menor custo político, embora vá também descontentar a ala esquerda de seu eleitorado. Será um trunfo importante para o tucano, que já ganhou o apoio do PPS e colherá o do PSB, embora rachado: a secção do Rio, liderada pelo ex-deputado Vivaldo Barbosa, já avisou que ficará com Dilma. A repercussão positiva de um fato político traz ganhos eleitorais, sem dúvida, mas outra coisa é a capacidade de transferir votos, um atributo que nem todos os políticos têm. Marina, até aqui, não demostrou possui-lo. Na história recente, ninguém superou Leonel Brizola neste especialidade. Ela transferiu para Lula praticamente todo a sua votação no primeiro turno de 1989.

Em 2010, a capacidade de transferência de votos de Marina nem foi testada, na medida em que ela ficou neutra. Pelo resultado final, viu-se que os 20 milhões de votos que ela obteve no primeiro turno dividiram-se entre Dilma e Serra no segundo, com alguma vantagem para a petista. Mas em sua aliança com Eduardo Campos, o resultado neste quesito não foi bom. Quando o TSE barrou a Rede, em outubro de 2013, Marina tinha cerca de 20% de preferência nas pesquisas. Eduardo Campos tinha 5%. Os dois se uniram, ela se tornou sua vice mas Eduardo cresceu muito pouco. Sua maior marca, segundo a série do IBOPE, foi em junho, quando

28 de agosto de 2014
por esmael
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O que é mais grave: o voo de Vargas ou o jato do PSB?

via Brasil 247

Dois pesos e duas medidas. à‰ assim que o deputado federal André Vargas (sem partido-PR) enxerga seu processo, quando o compara a outras atividades irregulares na política. Desta vez, o parlamentar, que teve sua cassação pedida pelo colega Júlio Delgado (PSB-MG) no Conselho de à‰tica da Câmara por ter tomado emprestado o avião do doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato, vê diferença de tratamento entre o episódio vivenciado por ele e o do jato do PSB.

O partido de Delgado, relator de seu processo de cassação na Câmara, usava desde maio um avião adquirido por recursos de caixa dois, pago por empresas fantasmas. Uma delas era uma peixaria falsa. Outra, que assumiu a compra da aeronave, a Bandeirantes Pneus, importava pneus chineses, causava danos ambientais e chegou a ser favorecida por benefícios fiscais pelo ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB).

O Cessna Citation levava Campos ao litoral paulista no último dia 13, quando caiu e causou a morte do então candidato e mais seis pessoas, trazendo também o escândalo à  tona. O uso do avião pelo partido, que fala em empréstimo de empresários amigos de Campos, não era declarado à  Justiça Eleitoral. A nova candidata do PSB, Marina Silva, defensora da “nova política”, também usou a aeronave irregular durante a campanha.

Diante da hipocrisia, Vargas protestou: “Júlio Delgado pediu minha cassação por um voo. Agora podia explicar por que seu partido usava um avião de empresas fantasmas”. Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo no início de agosto, ele lembrou de outro caso: a construção de um aeroporto pelo presidenciável Aécio Neves em terras que pertenciam a sua família quando era governador de Minas Gerais. E constatou: “se Aécio fosse do PT, já teriam pedido cassação”.

27 de agosto de 2014
por esmael
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Na entrevista com Marina, pouca coisa o Jornal Nacional pôde fazer por Aécio; assista ao vídeo e opine

A expectativa era de que Willian Bonner massacrasse a presidenciável Marina Silva, do PSB. Não conseguiu. Quem assistiu teve a impressão de que foi o jornalista quem acabou “massacrado” pela herdeira de Eduardo Campos. Leia mais

27 de agosto de 2014
por esmael
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Morte de Eduardo Campos: Assessor de Richa tem 48 horas para explicar acusação contra PT

Júlio Jacob Júnior, assessor do governador Beto Richa (PSDB) e presidente da Copel Participações S/A, terá 48 horas para se explicar sobre acusação que fez contra o PT no caso da morte do ex-presidenciável Eduardo Campos; Reafirmo, suspeito sim de sabotagem, típica de fanatísmos como vários radicais do PT!, escreveu ele nas redes sociais, o que causou forte reação dos internautas; decisão é da juíza Letícia Marina Conte, da 4!ª Vara Criminal de Curitiba, que acolheu nesta quarta-feira (27) parecer do Ministério Público.

Júlio Jacob Júnior, assessor do governador Beto Richa (PSDB) e presidente da Copel Participações S/A, terá 48 horas para se explicar sobre acusação que fez contra o PT no caso da morte do ex-presidenciável Eduardo Campos; Reafirmo, suspeito sim de sabotagem, típica de fanatísmos como vários radicais do PT!, escreveu ele nas redes sociais, o que causou forte reação dos internautas; decisão é da juíza Letícia Marina Conte, da 4!ª Vara Criminal de Curitiba, que acolheu nesta quarta-feira (27) parecer do Ministério Público.

No Paraná, o cadáver do ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB) continua insepulto.

A juíza Letícia Marina Conte, da 4!ª Vara Criminal de Curitiba, acolheu nesta quarta-feira (27) parecer do Ministério Público que dá prazo de 48 horas para que o advogado Júlio Jacob Júnior, assessor do governador Beto Richa (PSDB) e presidente da Copel Participações S/A, explique a acusação que fez ligando o PT a atentado contra o ex-governador pernambucano (clique aqui). Leia mais

24 de agosto de 2014
por esmael
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Marina no JN: Bonner planeja espancar! morto Eduardo Campos para ressuscitar tucano Aécio Neves

à€s favas o pouco de escrúpulo que resta! Resta? Existe algum escrúpulo na TV Globo? Na quarta (27), Bonner e Poeta, no JN, deverão partir para o ataque contra Marina Silva. O tema deverá girar em torno do jato que caiu e matou Eduardo Campos. Sem condição de defesa, o morto deverá ser acusado de caixa 2 !“ de não ter declarado a aeronave na prestação de contas [poderia fazê-la até o segundo turno, conforme a legislação eleitoral]. A tese da velha mídia abutre é que isso seria motivo para cassação da candidata do PSB à  Presidência da República. Ou seja, vale até espancar o morto para garantir o senador tucano Aécio Neves no segundo turno contra a presidenta Dilma Rousseff.

à€s favas o pouco de escrúpulo que resta! Resta? Existe algum escrúpulo na TV Globo? Na quarta (27), Bonner e Poeta, no JN, deverão partir para o ataque contra Marina Silva. O tema deverá girar em torno do jato que caiu e matou Eduardo Campos. Sem condição de defesa, o morto deverá ser acusado de caixa 2 !“ de não ter declarado a aeronave na prestação de contas [poderia fazê-la até o segundo turno, conforme a legislação eleitoral]. A tese da velha mídia abutre é que isso seria motivo para cassação da candidata do PSB à  Presidência da República. Ou seja, vale até espancar o morto para garantir o senador tucano Aécio Neves no segundo turno contra a presidenta Dilma Rousseff.

Os jornalistas William Bonner e Patrícia Poeta já têm prontas as perguntas que farão na próxima quarta-feira (27), na bancada do Jornal Nacional, a Marina Silva, candidata do PSB à  Presidência da República. Leia mais

18 de agosto de 2014
por esmael
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Datafolha: Dilma lidera, Marina ultrapassa Aécio na corrida eleitoral

O Datafolha divulgou nesta segunda-feira (18) a primeira pesquisa depois da morte de Eduardo Campos. A presidenta Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida com 36%. A herdeira do ex-governador pernambucano, Marina Silva (PSB), já aparece em segundo lugar com 21%. Aécio Neves (PSDB) vem em terceiro lugar com 20%.

Pastor Everaldo (PSC), Zé Maria (PSTU) e Eduardo Jorge (PV) tem 1% cada um. Os demais candidatos não atingiram 1%.

Já na simulação de segundo turno, Marina fica numericamente à  frente de Dilma, com 47 por cento das intenções de voto contra 43 por cento da presidente que busca a reeleição.

No último sábado (16), o Blog do Esmael registrou reviravolta eleitoral em que Aécio corria risco de não avançar para o segundo turno (clique aqui).

O Datafolha ouviu 2.843 eleitores nos dias 15 e 16 de agosto em 176 municípios paranaenses. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Veja o desempenho dos candidatos no infográfico:

17 de agosto de 2014
por esmael
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Vídeo mostra Lula e Dilma aplaudidos no velório de Campos; confira

A velha mídia brasileira manipula como pode a emoção dos brasileiros com velório de Eduardo Campos. Utiliza-se do cadáver do socialista para fazer uma sórdida disputa do poder. Somente o mais desavisado não percebe essa questão. Leia mais

17 de agosto de 2014
por esmael
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Dilma, Lula e Aécio dão o último adeus a Eduardo Campos

do Brasil 247
O velório de Eduardo Campos se transformou num ato ecumênico da política. Por volta de 10h, chegaram ao Palácio das Princesas a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Quando Dilma chegou, houve um princípio de vaia, rapidamente abafado por aplausos. Lula abraçou com força os filhos de Eduardo de Campos. Dilma fez o mesmo com a viúva Renata Campos.

Pouco depois chegaram ao local lideranças do PSDB, como o governador Geraldo Alckmin, o ex-governador José Serra e o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), vice na chapa de Aécio Neves, cuja chegada era esperada para esta manhã.

Alckmin entregou cinco medalhas que foram encontradas pela equipe de resgate em Santos à  viúva Renata.

à€s 10h28, teve início a celebração da missa campal, em memória de Eduardo Campos, quando o senador Aécio Neves chegou ao local.

Leia, abaixo, reportagem da Agência Brasil:

Ivan Richard – Enviado Especial

Começa, neste momento, em frente ao Palácio das Princesas, sede do goveno de Pernambuco a missa campal de corpo presente, que será celebrada pelo arcebispo de Recife e Olinda, dom Fernando Saburido.

A presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente lula chegaram há pouco ao local para o velório de Eduardo Campos, que morreu vítima de acidente aéreo, em Santos (SP). Dilma chegou a ser vaiada, mas, em seguida, foi apçaudida pelas mihares de pessoas que ocupam a Praça da República para a cerimônia. O ex-presidente pegou no colo o filho mais novo de campos, Miguel, de 6 meses, e abraou os outros filhos do ex-governador e a viúva Renata Campos.

Neste momento, também prestam condolências à  família de Campos o ex-governador de São Paulo José Serra, o ex-ministro da Saúde e candidato ao governo paulista Alexandre Padilha, entre outras autoridades.

A todo instante, as pessoas que estão na fila se emocionam ao ver o caixão de Campos. Algumas fazem reverências ao ex-governador.

17 de agosto de 2014
por esmael
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Velório de Eduardo Campos mistura emoção e propagada política

do Brasil 247
O velório de Eduardo Campos, iniciado ontem à  noite, quando os restos mortais do ex-governador de Pernambuco chegaram ao Recife, foi também um ato político, o primeiro da campanha de Marina Silva à  presidência da República.

No caminhão do corpo de bombeiros, estava colada a frase “Não vamos desistir do Brasil”, a última dita por Eduardo Campos, no Jornal Nacional, na véspera de sua morte.

Ao receber o caixão do pai, os filhos de Eduardo Campos também usavam uma camisa amarela, estampada com os mesmos dizeres. Estavam de luto, mas vestiam algo que transmitia uma mensagem política.

A frase “Não vamos desistir do Brasil” vem sendo tratada por integrantes do PSB e colunistas da mídia como o “testamento político” de Eduardo Campos. Visa atingir uma grande parcela do eleitorado, que hoje parece mais propensa a anular o voto. A esperança, entre os integrantes do PSB que apoiam a candidatura de Marina Silva, é que a ex-senadora consiga fisgar esses eleitores desencantados com a política tradicional.

Do lado de fora do Palácio das Princesas, que recebeu o caixão de Eduardo Campos, militantes gritavam “Justiça” e outras palavras de ordem, como se Eduardo Campos tivesse sido assassinado – e não vítima de um trágico acidente. Na transmissão, o maior foco se dava em Marina Silva, herdeira do espólio político de Campos.

17 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Rocha Loures: A Nação de Luto pela morte de Eduardo Campos

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, registra testemunho sobre convivência com o ex-governador Eduardo Campos no Ministério da Ciência e Tecnologia. Fui indicado por ele para integrar o Conselho de Ciência e Tecnologia da Presidência da República!, conta o ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep); colunista afirma que desaparecimento do presidenciável deixa uma lacuna política e de gestão na administração pública brasileira; Junto-me ao luto de toda a nação brasileira, neste momento de angústia e dor, desejando conforto espiritual a todos os seus familiares e amigos!, escreve Rocha Loures; leia o texto e compartilho.

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, registra testemunho sobre convivência com o ex-governador Eduardo Campos no Ministério da Ciência e Tecnologia. Fui indicado por ele para integrar o Conselho de Ciência e Tecnologia da Presidência da República!, conta o ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep); colunista afirma que desaparecimento do presidenciável deixa uma lacuna política e de gestão na administração pública brasileira; Junto-me ao luto de toda a nação brasileira, neste momento de angústia e dor, desejando conforto espiritual a todos os seus familiares e amigos!, escreve Rocha Loures; leia o texto e compartilho.

Rodrigo da Rocha Loures*

A semana que passou foi marcada pela lamentável tragédia da morte do candidato à  Presidência da República Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco. Além da inestimável perda humana, da imensa dor dos familiares, amigos e simpatizantes, abriu-se um vazio na política brasileira, tão carente de lideranças lúcidas de envergadura nacional, que dificilmente será ocupado, com o mesmo talento e carisma que possuía, num futuro tão próximo. Leia mais

16 de agosto de 2014
por esmael
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Reviravolta: Aécio corre risco de não avançar para o segundo turno

O diretor-presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, foi o entrevistado pela reportagem de capa da Revista à‰poca desta semana. O assunto, óbvio, não poderia ser outro: a morte Eduardo Campos (PSB), sua substituição pela vice Marina Silva e a reviravolta nas eleições presidenciais. O especialista diz que o quadro mudou e que haverá segundo turno em uma disputa “embolada” entre Marina e Aécio Neves. Confira trecho da entrevista:

Logo depois de saber da morte de Eduardo Campos, o economista Murilo Hidalgo, dono do instituto Paraná Pesquisas, foi a campo fazer um levantamento telefônico com o nome de Marina no lugar de Eduardo. O resultado dá uma dimensão do tamanho da reviravolta que ela pode provocar. Como o levantamento não foi registrado, a Justiça Eleitoral proíbe a divulgação de seus resultados. Eles servem, porém, para balizar o impacto do ingresso de Marina na disputa pelo Planalto. As respostas obtidas pelo Paraná Pesquisas sugerem que haverá segundo turno se Marina entrar. A soma das intenções de voto em Marina e no tucano Aécio Neves é largamente superior ao total obtido pela presidente Dilma Rousseff. Mais: os números tabulados sugerem que Marina entra no jogo em patamares próximos aos que tinha em abril, quando estava na segunda colocação da disputa eleitoral. Tanto a distância dela para Dilma quanto para Aécio ficam dentro da margem de erro desse levantamento. Marina chegaria a esse nível capturando o eleitorado fiel a Eduardo Campos, arregimentando parte do eleitorado até agora contado entre os indecisos e, em menor grau, roubando um quinhão dos votos de Dilma.