23 de novembro de 2016
por esmael
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‘Também é preciso um teto para o pagamento dos juros neste país’, cobra Alvaro Dias

alvarodias_plenarioO senador Alvaro Dias (PV-PR), em sua coluna desta quarta (23), voltou a exigir uma auditoria na dívida do país que ultrapassou os R$ 4 trilhões. Inconformado, ele quer botar um freio nos juros que consomem R$ 1,3 trilhão anual. O parlamentar diz que “… não adianta pensar na contenção de gastos se não alcançarmos a dívida pública, que é o calcanhar de Aquiles, que é a questão crucial para a solução do ajuste fiscal”.

23 de Abril de 2016
por admin
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Richa, Ducci e Fruet endividaram a cidade de Curitiba

prefeitos

As dívidas da prefeitura de Curitiba que não param de crescer vistas por quem acompanha e fiscaliza a administração da capital de perto, da Câmara de Vereadores. São mais de 300 cargos comissionados pendurados na secretaria de governo da atual gestão municipal. Leia e ouça essa história em detalhes na coluna de Jorge Bernardi (REDE), abaixo

13 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: A dívida pública e o BNDES na pauta do processo de impeachment

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Alvaro Dias*

No debate de causas e consequências da crise político-econômica, entenderemos que há uma relação direta entre Operação Lava-Jato, corrupção no País, impeachment da Presidente da República e as mazelas que afligem o povo brasileiro.

A dívida pública do nosso País hoje passa de R$4 trilhões. Em 2015, gastamos R$962 bilhões no refinanciamento dessa dívida. Isso significa que aplicamos a metade do que arrecadamos no País. A Alemanha, por exemplo, consome menos da metade do que gastamos para a administração da dívida pública.

Até 2018, nossa dívida alcançara 85% do PIB. É uma tragédia com a qual o governo não se preocupa. E sem a administração da dívida, não encontraremos solução para tantos problemas que impedem o crescimento econômico do Brasil, como o caos na saúde, a inflação e o desemprego.

Um dos instrumentos do monumental endividamento do País se chama BNDES.O governo se utiliza do BNDES como artifício para tumultuar a administração pública com uma contabilidade anarquizada. O BNDES passou a ser, portanto, um instrumento de políticas desonestas adotadas pe

18 de novembro de 2015
por esmael
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Governo desautoriza Levy, que defende projeto recessivo de Serra

vagner_levyO ministro da Fazenda Joaquim Levy foi desautorizado na manhã desta quarta-feira (18) pelo ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Vagner, acerca de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Leia mais

23 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: O monstro da dívida pública

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Alvaro Dias*

A recessão da economia brasileira será duradoura, e não conseguimos enxergar sinais otimistas por parte do governo Federal. O descontrole dos gastos públicos foi determinante para a completa desestruturação da política econômica.

A expansão fiscal com excesso de desonerações, beneficiando áreas específicas, intervenção na economia com a concessão de juros subsidiados em que o BNDES foi o carro-chefe e a manutenção de uma taxa de câmbio artificialmente controlada foram campo fértil para produzir estragos na economia.

Ao exilar a política econômica estabilizadora, a esquizofrenia catatônica, chamada de nova matriz econômica, gerou consequências trágicas para a sociedade brasileira.

A perda do grau de investimento determinou um caminho mais difícil para sairmos da recessão nos próximos anos.

O Brasil, em dezembro de 2015, terminará o ano com a mais elevada dívida do mundo, na relação do Fundo Monetário Internacional, entre os países emergentes. Batendo na casa dos quatro trilhões de reais, a dívida poderá atingir 70% do PIB.

O impacto da dívida pública na desestruturação das contas do governo não é recente. Ela decorre de empréstimos que o governo toma da sociedade para financiar partes das suas despesas. Os maiores credores são bancos brasileiros com suas carteiras de títulos. No Orçamento de 2015, o governo gastou R$1,356 trilhão para rolar a dívida, correspondendo a 47% do Orçamento. Ou seja, quase metade de tudo o que o povo brasileiro paga de impostos é usado na amortização, no pagamento de juros e serviços dessa monumental dívida.

Se não partir para