22 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Ao vivo: Band TV realiza 1° debate democrático na eleição pela Prefeitura de Curitiba

A Band TV realiza na noite desta segunda (22) o primeiro democrático com todos os nove candidatos à Prefeitura de Curitiba. Leia mais

11 de maio de 2016
por admin
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Um dia normal em Curitiba

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Enquanto a Capital Federal vive dias atribulados em função do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, Curitiba segue sua vida normal no descaso e na paralisia da administração do prefeito Gustavo Fruet (PDT). Essa é a análise de Rafael Greca (PMN), em sua coluna semanal. Greca descreve um dia comum em uma Curitiba abandonada, carente de cuidados. Leia e ouça a seguir.  Leia mais

4 de maio de 2016
por admin
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Acenda o Farol: Fruet pagou reforma mais cara do que a construção

farol

A atual administração municipal de Curitiba considera os Faróis do Saber “caros e pouco funcionais”. Gastou-se com a reforma desses equipamentos várias vezes o valor que custou a sua construção. As informações são do engenheiro Rafael Greca (PMN), na sua coluna semanal. Greca, em seu mandato de prefeito, foi o responsável pela construção dessas bibliotecas públicas que já nos anos 90 proporcionavam acesso à internet, absoluta novidade na época. Leia, ouça e assista a um vídeo com os detalhes, a seguir.  Leia mais

3 de maio de 2016
por admin
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Guardanapo ou papel higiênico?

papel

Para onde vai o dinheiro arrecadado com as multas de trânsito aplicadas em Curitiba. O advogado Marcelo Araújo explica em sua coluna semanal a legislação sobre o tema e comenta a destinação dada pela Prefeitura de Curitiba para os recursos. Leia e ouça a seguir.  Leia mais

28 de abril de 2016
por admin
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“O frio chegou; e agora, Prefeitura?”

frio

A chegada do frio na cidade de Curitiba reacende o debate sobre a situação dos moradores de rua da cidade. Na visão do deputado estadual Requião Filho (PMDB), a política da Prefeitura no setor mostra-se insuficiente para atender as necessidades desses pessoas. Segundo ele, o fechamento de abrigos e a rígida triagem não atende o interesse público. Leia a seguir a íntegra da coluna.  Leia mais

26 de abril de 2016
por admin
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Sonorizadores no trânsito da cidade

sonorizadores

Mais uma vez a prefeitura de Curitiba promove alterações no trânsito da cidade ignorando o que prevê o Código Brasileiro de Trânsito (CTB). Isso já ocorreu com as “calçadas verdes”, agora a novidade são os sonorizadores; pequenos saliências aplicadas na pista com o objetivo de alertar os motoristas através do barulho. O problema é que o prefeito Gustavo Fruet (PDT) ignorou a restrição do uso desse equipamento em áreas residenciais e aplicou-o justamente na região central da cidade. Os detalhes estão na coluna do advogado Marcelo Araújo. Leia e ouça a seguir.   Leia mais

23 de abril de 2016
por admin
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Richa, Ducci e Fruet endividaram a cidade de Curitiba

prefeitos

As dívidas da prefeitura de Curitiba que não param de crescer vistas por quem acompanha e fiscaliza a administração da capital de perto, da Câmara de Vereadores. São mais de 300 cargos comissionados pendurados na secretaria de governo da atual gestão municipal. Leia e ouça essa história em detalhes na coluna de Jorge Bernardi (REDE), abaixo Leia mais

12 de abril de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: Gustavo Fruet; nosso Midas ao avesso

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Marcelo Araújo*

Imagine comigo uma pessoa posando na frente de um quadro de medalhas e troféus, defronte a um pano azul, todo sorridente e se vangloriando da realização. Mas você olha com mais atenção e vê que essas honrarias não são do personagem, pois sua única obra foi pendurar o pano azul no fundo!

Dia desses eu não acreditei ao ver aquele que dizem ser o prefeito de Curitiba numa propaganda partidária mostrando as realizações de sua gestão, e não é que me aparece a imagem da trincheira da Rua Chile, com seus inconfundíveis ladrilhos azuis!

Eu estava lá! No dia 24 de março de 2012 o prefeito Luciano Ducci inaugurava a dita trincheira no primeiro período da manhã daquele sábado, e logo em seguida, na mesma manhã, inaugurava a trincheira do Bacacheri/ Bairro Alto, obras de R$ 23 milhões para atender diretamente 200 mil pessoas de sete grandes bairros da cidade, além da estrutura viária como um todo.

Nas redes sociais pipocaram algumas postagens indignadas mostrando fotos da época e desmentindo o que havia acabado de ser mostrado. Estranhamente a tal propaganda sumiu, mas tem gente que viu! O Gustavo é o personagem do primeiro parágrafo. Ele aparece diante das grandes obras herdadas e quando você vê com mais atenção de Leia mais

6 de abril de 2016
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Coluna do Rafael Greca: Omissão, tragédia e os moradores de rua

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Rafael Greca*

É fato estranho, muito estranho que a prefeitura fique contra a sociedade na questão do morador de rua. Muito estranho. Haverá algum interesse particular contra a vontade geral da sociedade?

Estará a prefeitura contra a vontade geral da sociedade curitibana para atender algum interesse particular?

O prefeito deve decidir a favor da vontade geral, da vontade social; ou deve decidir a favor vontade particular ou do interesse egoista?

Estou lendo inclusive o Diário Oficial do Município — o maior jornal de oposição a atual administração oficial — para saber mais sobre os convênios celebrados onde os moradores de rua, enquanto pessoas humanas descartadas, são objetos de contratos, de acordos, de parcerias ou outros acertos.

É fato estranho a contradição do discurso da prefeitura. Que gasta dinheiro público para anunciar o aumento de abrigos, sem explicar o fechamento da FAS SOS na rua Conselheiro Laurindo; que gasta dinheiro público para anunciar que aumentou o valor de passagens para o retorno dos moradores de rua; e que mesmo assim (com tanto dinheiro gasto) sustenta que o número de moradores de rua só cresceu, seriam 5 mil, nunca diminuiu.

Tem alguma coisa muito errada aí. E essa coisa muito errada há de aparecer.

O prefeito — récem-citado no listão da Odebrecht — recentemente disse que queria uma lava-jato na pref Leia mais

29 de março de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: ‘Calçadas verdes’; um novo conceito sem definição legal

Marcelo Araújo*

A implantação das ‘Calçadas Verdes’ em Curitiba continua rendendo comentários e questionamentos. Conforme noticiado pela prefeitura, Curitiba não é pioneira, pois a inspiração teria vindo de Nova Iorque e Buenos Aires. Ainda que Curitiba esteja assumindo a condição de ‘República de Curitiba’, a divisão político-administrativa de um país deve ser considerado, o que tem relevância quando se fala em legislação. Coincidentemente ambas as cidades estão dentro de estados do mesmo nome, na verdade província de Buenos Aires no caso da cidade de Buenos Aires e estado confederado de Nova Iorque, no caso de Nova Iorque.

No caso do Brasil a legislação de trânsito deve ser uniforme em todas as unidades ‘federadas’ e suas respectivas cidades, cabendo à União privativamente legislar sobre a matéria. Ainda que o trânsito uma matéria multidisciplinar (engenharia, psicologia, medicina, etc.), a engenharia de tráfego de uma cidade deve se utilizar de sinalização e regras nacionais. No caso de iniciativas pioneiras ainda não amparadas pela legislação, devem se Leia mais

16 de março de 2016
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Coluna do Rafael Greca: Fruet ataca inimigos imaginários

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Rafael Greca*

A última do Gustavo Fruet (PDT), depois que a Sereia do PT caiu no buraco da Lava Jato. Em discurso extemporâneo, dentro de escola pública, falando para uma plateia formada por inocentes crianças, o prefs Fruet deixou escapar o desânimo de sua equipe com as chances de sua reeleição e atacou o que podemos chamar de inimigos imaginários.

Foi um discurso acentuadamente eleitoral. A quadra coberta de uma escola pública virou palanque  para o mais tacanho proselitismo político. Conduta vedada pela legislação. Deu-se na última quinta-feira, dia 10 de março, durante inauguração de minúsculas melhorias na Escola Municipal Leonor Castellano, no Boqueirão.

O evento abriu a programação de aniversário dos 323 anos de Curitiba, segundo informou, pomposa, a áulica e caríssima assessoria da Prefs sem feitos.

O prefeito disse que o ano eleitoral será de “ofensas e mentiras”. Da nossa parte, não! Cremos firmemente que só a Verdade nos libertará. Só a Realidade bem observada pode gerar a verdadeira consciência.

Fruet prometeu manter “serenidade e a responsabilidade”, e ao mesmo tempo des Leia mais

9 de março de 2016
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Garganta Profunda do Centro Cívico: Prefeito Fruet incomoda até sono eterno dos mortos de Curitiba

Garganta Profunda do Centro Cívico, novo X-9 do Blog do Esmael instalado na antessala do prefeito Gustavo Fruet (PDT), delata — para usar um termo da moda — que sepulturas antigas do Cemitério Municipal de Curitiba, no Alto São Francisco, estão sendo “desapropriadas” e vendidas novamente para novos “fregueses”. Leia a íntegra do relato do nosso Julian Assange do Palácio 29 de Março:

“O macabro esquema funciona assim: a administradora do cemitério identifica sepulturas antigas, pouco cuidadas, e fixa sobre elas um aviso para que a família dona no lote a procure e “regularize a situação”; caso isso não aconteça, o lote é posto à venda.

“Segundo a denúncia, há mais de setenta sepulturas antigas sendo desapropriadas, com os restos mortais sendo removidos não se sabe para onde, ficando prontas para receberem novas sepulturas.

“O negócio não poupa nem figuras conhecidas, e a sepultura da família do falecido jornalista Cândido Gomes Chagas estaria entre as ameaçadas de despejo. Mas a maioria seria mesmo de famílias pouco conhecidas, imigrantes, sepultados há mais de um século.

“Além de ser um desrespeito às famílias, a prática destrói parte da história da cidade, desfigurando seu principal cemitério. Com a palavra, o prefeito Gustavo Leia mais

9 de março de 2016
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Coluna do Rafael Greca: Curitiba vira sapolândia punk; fada madrinha de Fruet cai no buraco da Lava Jato

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Rafael Greca*

Visitei uma Curitiba sobre palafitas que Fruet, ao tentar enganar a torcida, chama de novo “Parque do Bugio”. Nada mais do que um segmento, não urbanizado, do Parque do Iguaçu dos mapas dos prefeitos Jaime Lerner e Saul Raiz.

Descubro que esta parte da cidade precisa mais do que um prefeito. Precisa de um Moisés que salve o povo das águas e do lamaçal da omissão e da corrupção. Fica além do Campo de Santana, pra lá do Bairro dos Cruz, ao sudoeste da Caximba, onde o rio Barigui desagua no rio Iguaçu.

O aterro criminoso com lixo e resíduos de construção civil. Há algo de podre no ar. Nos aguapés, que fedem a esgoto, o chorume mistura-se às águas. Uma sapolândia punk, podem crer, caros leitores.

Fruet é um sapo que agora não vira mais príncipe. Condenado à mentira publicitária, à propaganda enganosa, agora que sua “fada Madrinha de 2012”, a senadora Gleisi caiu no buraco enlamaçado do processo Lava Jato.

O prefeito Fruet mudou pra pior o transporte público de Curitiba. E “fez” o curitibano perder o transporte que o mundo chegou a tomar por modelo. Sem justificativa, Fruet mexeu Leia mais

8 de março de 2016
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Coluna do Marcelo Araújo: Se não tem pena, não falta nada

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Marcelo Araújo*

Durante o curto período de 17 anos que tive a alegria de contar com a presença de meu pai nesta vida, sempre bem humorado, por vezes eu ouvia ele dizer uma frase ao deparar-se com alguém que fizesse algo estúpido. Ele dizia: ‘Pra burro só falta pena!’. Diante do comentário obvio que vinha a seguir de que burro não tem pena, ele deixava o interlocutor concluir.

Na semana passada o prefeito anunciou mais uma de suas obras, a implantação das ‘Calçadas Verdes’! Trata-se de pintar no leito da via, na pista de rolamento de veículos, uma determinada área na cor verde, a qual deve ser entendida como uma extensão da ‘calçada’, ampliando o espaço dos pedestres. Dizem que quando viu o projeto a primeira vez o prefeito pensou tratar-se de restaurante popular já que a cor verde lhe abre o apetite.

Independente de ter sido inspirado em Nova York, São Paulo ou Cornélio Procópio vamos a uma análise com a seriedade que o caso merece.

Pelo Anexo I do Código de Trânsito, ‘Calçada’ é parte da via, normalmente segregada e em nível diferente… , portanto ‘calçada’ não é. O Anexo II do CTB estabelece a sinalização de trânsito e não há qualquer previsão de uso da cor ‘verde’ para nenhuma finalidade que objetive dar signifi Leia mais

2 de março de 2016
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Coluna do Rafael Greca: À sombra de árvores mortas, assassinadas pelo prefeito, espero cerejeiras em flor

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Rafael Greca*

Começou março, o mês do último signo do zodíaco, peixes. O mês do dia Internacional da Mulher, 8 de março, dia muito lembrado apenas no dia, esquecido no resto do ano. O do dia Internacional contra a Discriminação Racial, 21 de março, pouco comemorado, apesar de fundamento para a convivência social. O do dia mundial da Água, pouco comemorado ou com muito pouco a comemorar. O do aniversário de Curitiba, dia 29. E o do meu, dia 17 — também dia de São Patrício. Todos de verde.

Houve um tempo em que os prefeitos de Curitiba gostavam das expressões do verde que brotam da Terra e da Gente do Paraná. Gostavam tanto, mas tanto, que o seu amor pela Natureza desta terra verde fez brotar símbolos que duram até hoje, através de desenhos inspiradores de pinhas e pinhões estilizados — traço de Lange de Morretes e de artistas neoparanistas — espalhados em mosaicos de pedra nas calçadas para brilhar nas luzes da cidade.

Curitiba sempre amou e amará o  verde, exigência para que a emocionante explosão de cores e aromas da floração, ornamente e perfume a ventura que é a seiva.

Comecei março plantando uma muda. Meus amigos Andressa Speranceta e Leopoldino José de A Leia mais

24 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Rafael Greca: Fruet na lanterna dos afogados

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Rafael Greca*

Anteontem, durante o temporal de 50mm, ocupando o cargo de prefeito, nós não estaríamos debaixo da mesa ou da cama, como ficou o Fruet — pois ninguém mais uma vez o viu, como sempre ninguém o vê, é ausente. Também não colocaríamos o terceiro escalão da prefeitura para falar — não usaríamos funcionários públicos de escudo, esperando a chuva passar.

Estaríamos na linha de frente, na rua; desentupindo bueiros; salvando gente; resgatando a cidade; e, sobretudo, aprendendo as lições para que a surra que a intensa chuva localizada nos deu, não mais se repetisse.

Nós sabemos fazer, porque já fizemos antes. Foi assim que vencemos a enchente em janeiro de 1995, quando estava em curso a canalização do rio Ivo, obra de nossa administração, pouco lembrada, porque subterrânea, mas de útil até hoje.

Imagine como teriam ficado Vicente Machado, Rua XV, Praça Zacarias, Praça Carlos Gomes, Pedro Ivo, anteontem sem o canal de vazão construído por nós? Só imagine.

Naquele janeiro de 1995 tivemos uma cheia do Iguaçu. Choveu muito mais do que 50mm. Deixei de ir à China. Voltei do aeroporto. Decretei a emergência. Chamei o Engenheiro sênior Nicolau Kluppel.

Cavamos com urgência urgentíssima dois canais extravasores, um de cada uma das margens – a direita e a esquerda do rio Iguaçu. Retiramos os moradores nas áreas de risco do vale entre Uberaba, e deixamos livres o vale onde depois surgiram o Parque Japonês – ainda inacabado e não usado – e a Vila Icaraí.

Em tempo recorde, rebaixamos o leito dos rios. E canalizamos e dragamos dez rios: 1) o Ivo; 2) o Boqueirão; 3) o Ribeirão dos Padilha; 4) o Henry Ford; 5) o Atuba; 6) o Tarumã; 7) o Juvevê;8) o rio Ponta Grossa; 9) o rio Uvú; 10) o rio Passaúna;11) o Bacacheri;12) o Belém, próximo de sua foz.

O trabalho não parou por aí. Revisando o mapa de nossas 6600 obras em Curitiba, na sede do Instituto Farol do Saber, relembrei que refizemos 200 pontes, em apenas quatro anos.

Destaco “em apenas quatro anos” para deixar claro que a obra acontece quando existe vontade de fazer; que a obra acontece quando o prefeito sabe como fazer — vontade que atualmente não há; capacidade de realizar que atualmente não existe.

Nós sabemos como fazer. E nós viemos de longe. Da luta pela libertação dos escravos, ideal do meu bisavô, Comendador Macedo, junto com o Barão do Sêrro Azul, na loja maçônica curitibana “Luz Invisível”. Ajudavam negros escravos em risco a f Leia mais

17 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Rafael Greca: Fruet fecha até comércio ao deixar gente na rua da miséria

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Rafael Greca*

A atual gestão da Prefeitura de Curitiba, sob direção de Gustavo Fruet (PDT), tem fechado portas e cortado sonhos. Abandona, larga, descarta seres humanos na rua da miséria. A omissão do nosso primeiro mandatário e seu secretariado é corrosiva. Clama providências. Curitiba inspira cuidados.

O que fizeram da nossa Casa?

Como conseguiram, em tão pouco tempo, destruir a qualidade de vida de uma Cidade que já mereceu da ONU o Prêmio Mundial do Habitat 1996. Foi um reconhecimento mundial pela qualidade humanitária de nossas políticas públicas de desenvolvimento sustentável, ecologia, transportes, cidadania, saúde, segurança, cultura, educação e promoção social dos excluídos.

Fruet fechou a integração do Transporte Coletivo. Fechou portas dentro dos terminais, dividindo o público como se gado fosse, cada rebanho na sua baia, sem possibilidade de ir e vir com liberdade. Benefícios que todos os cidadãos metropolitanos já usufruíam desde 1993-1996 quando fui o Prefeito implantou a grande Rede Integrada Metropolitana de Transportes, com uma única tarifa social. Avanço social sem precedentes.

Fruet fechou a UPA da Fazendinha. Era para ter aberto ontem, mas, as obras não ficaram prontas. O material atrasou, a tinta não secou, o dinheiro não deu, a RPC noticiou ontem no jornal das 19:00 horas. O que não contaram é que – depois que Fruet entregou a Saúde Pública de Curitiba ao seu PT – uma UPA custa R$ 2 milhões por mês. Fechada, já durante três meses, e prometida só para daqui um mês, a UPA da Fazendinha pode “render” R$ 8 milhões à sanha arrecadadora desta ‘Prefs’ sem nenhum feito.

Fruet fechou o Farol do Saber da Praça Espanha. Pintado de preto, dizem que por obra da Copa, R$ 5 milhões depois, o Farol Miguel de Cervantes está transformado em cenário de abandono e cracolândia. Privado dos seus 15 mil livros, 10 mil deles em espanhol, síntese da literatura na língua de Dom Quixote, presente que consegui para Curitiba junto ao Instituto Cervantes , através do detentor do Prêmio Nobel de Literatura Mário Vargas Llosa que, ao meu tempo de prefeito, nos visitou. E deixou seu encantamento por escrito num artigo publicado no jornal El País. Naquela praça, transformada em cenário de repetidos homicídios, até a estátua de Cervantes, em bronze, presente do Rei da Espanha, sumiu, substituída po Leia mais

10 de fevereiro de 2016
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Coluna do Rafael Greca: #InventeUmaDesculpaProFruet

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Rafael Greca*

O que fizeram com a nossa casa? O que foi feito da qualidade de vida da nossa Curitiba? Como Fruet conseguiu aniquilar uma Prefeitura que já foi modelo de serviço público?

São perguntas que não calam. E como estamos no último ano desta desprefeitura, cabe a pergunta das perguntas: o que foi feito prefeito?

É dever de um prefeito entregar ao sucessor uma Cidade melhor, mais justa e mais bela do que a recebeu. O que foi feito prefeito?

Silêncio nos tribunais das calçadas, onde quem cala consente. Jogar a culpa em Brasília, não cola. Jogar a culpa nos protestos curitibanos, não cola. Acabou o milho, acabou a pipoca. A fábrica de desculpas faliu, por isso o movimento #voltacuritiba lançou a tag #InventeUmaDesculpaProFruet.

A cidade nunca esteve tão maltratada. O desprefeito não cuida da cidade, nem olha para as pessoas. Não há obras, não há ação social, nem coragem política. Falta presença e a marca até agora só a molecagem no Facebook, que seria cômico, se não fosse trágico. Há sangue nas calçadas, muita violência. Há moradores de rua, há ratos, há buracos, há pichações. Por sorte ainda existe o prédio da prefeitura, só não há prefeito, mas um colegiado nepotista ávido por aumentar taxas, tarifas e impostos.

Sem resposta para a pergunta o que foi feito prefeito, a ausência de Gustavo Fruet na sabatina da Gazeta do Povo foi uma confissão de desonestidade e de desrespeito ao povo de Curitiba. Não prestar contas não combina com Curitiba e muito menos combina com a autoproclamada “honestidade”, da qual Fruet tanto se gaba.

Não é honesto Fruet ter duplicado a dívida da Prefeitura em 4 anos. Não é. A desculpa “culpa do Ducci”, perdeu o prazo de validade. FRUET passou quatro anos montado na desculpa que herdou do dívidas do Ducci, mas não denunciou o Ducci. Por que? Poderia e deveria ter encaminhado uma denúncia séria contra o antecessor, mas não denunciou. Deixou quieto.

Até os paralepípedos desta cidade sabem que vários cargos ficaram na mão dos mesmos, assim como foram renovados todos os contratos, da Consilux ao ICI. Ficou tudo como era antes. Foi eleito para mudar, e não mudou.

Ou Fruet é duas vezes incompetente, ou é duas vezes conivente.

O que foi feito, Prefeito? Prefeito é um substantivo que tem “feito” no nome. Fruet não tem nenhum feito. Será por isso que Fruet é só Prefs?

Perdi a eleição de 2012 para uma fotografia banhada em ouro. Ouro da corrupção denunciada pela Lava Jato. Esta fotografia revelou Leia mais

9 de fevereiro de 2016
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Curitibanos politizam Carnaval contra Richa e Fruet, mas mídia esconde

carnaval2016
O Carnaval é a festa nacional de maior expressão e liberdade popular. A folia que precede a quaresma se consolidou como o momento para extravasar sentimentos, entre eles a indignação.

Apesar de uma parcela mais conservadora dos curitibanos defender que Curitiba não é lugar de Carnaval, a festa de Momo vem crescendo e atrai cada vez mais gente nas suas mais diversas manifestações. Temos os Blocos de Pré-carnaval, o desfile dos Blocos e Escolas de Samba, o Psycho Carnival, a Zombie Walk… Enfim, Carnaval para todos os gostos.

E no meio de tanta folia, o que apareceu com força nos últimos dias foi a politização bem humorada da festa. Como não poderia deixar de ser, sobrou para o governador Beto Richa (PSDB) e para o prefeito Gustavo Fruet (PDT). O estranho é que a grande mídia escondeu essa faceta do Carnaval, mostrando somente as mulheres seminuas e os enredos menos politizados (abaixo, assista ao vídeo). Leia mais

9 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: Falsa valentia ou declarada covardia?

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Marcelo Araújo*

Primeiramente quero cumprimentar o leitor e ouvinte da minha coluna no Blog do Esmael, os que concordam e discordam das minhas opiniões, em especial àqueles que dedicam seu tempo a comentar, protegidos ou não pelo anonimato e pelo pseudônimo, os quais sempre que possível procuro responder.

Apesar da crença que o ano só começa a partir de amanhã, à tarde, no cenário político municipal já tivemos um aperitivo interessante com a sabatina da Gazeta do Povo aos pré-candidatos à prefeitura de Curitiba que se deu a partir de 18 de janeiro.

Houve a participação de sete pré-candidatos escolhidos pelo aleatório critério de possuir mais de 4% de índice nas pesquisas. Me parece que este critério de corte nesse momento preliminar não ofereceu a todos a oportunidade de se expor e expor. Ter índice abaixo de 4% não significa necessária indiferença ao processo eleitoral, pois 5 candidatos com 3% representariam 15% dos votos, sem as margens de erro.

Uma análise do perfil dos pré-candidatos também expôs um lado preconceituoso do jornal, pois apenas citou e não entrevistou duas mulheres e ainda destacou a ausência de um negro, mesmo já tendo feito correções em matérias anteriores reconhecendo a presença de um negro, o que mostra que quem escreve na Gazeta não lê a Gazeta.

Mas, o mais surpreendente, inesperado, inexplicável e em momento algum analisado pela Gazeta foi a ‘recusa’ do atual prefeito a participar da sabatina. Não se analisou se é estratégia de não se expor e não arriscar queda nos atuais índices, se é medo ou falta de propostas.

Ao contrário, numa inversão de valores o jornal foi desrespeitoso àqueles que se dispuseram a participar da sabatina, covardemente acusados de frágeis tecnicamente e ignorantes da realidade, impossibilidade de realizações e falsa valentia. Entre acusar de falsa valentia e não apontar a declarada covardia do atual prefeito não sei o que é pior.

O fato é que os sabatinados, tratados pela alcunha de ‘bolas murchas’, genericamente criticados, deveriam interpelar o periódico para esclarecer quem é acusado do que e sob quais fundamentos e provas, ou meras palavras lançadas a esmo.

Vamos ver até onde a estratégia avestruz do atual prefeito receberá essa blindagem, pois nem precisa ser analista político para concluir que ele é tecnicamente frágil, ignorante da realidade, não real Leia mais

Esmael Morais 2009-2018. O Blog do Esmael é liberto das excludentes convenções mercantis Copyright ©. O site não cobra pelos direitos autorais, portanto, pode e deve ser reproduzido no todo ou em parte, além de ser liberado para distribuição desde que preservado seu conteúdo e o nome do autor. | A política como ela é em tempo real.

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