24 de outubro de 2016
por Esmael Morais
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“Os tiozinhos do MBL merecem cadeia”, diz deputado do Paraná

tadeu_ocupa_prO deputado Tadeu Veneri (PT) pediu da tribuna da Assembleia Legislativa, nesta segunda (24), que o governador Beto Richa (PSDB) determine a prisão dos “tiozinhos do MBL” que empregam violência e assediam sexualmente meninas e meninos nas ditas “desocupações” de escola no Paraná. Leia mais

7 de setembro de 2016
por Esmael Morais
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Fruet pagará R$ 1 milhão por assédio sexual na Urbs, diz Justiça

fruet_abuso_urbsA gestão do prefeito Gustavo Fruet (PDT) fez acordo ontem (6), na Justiça do Trabalho, reconhecendo assédio sexual e moral na Urbs — empresa que gerencia o transporte em Curitiba. Os termos do acordo custarão R$ 1 milhão aos cofres municipais, conta que ficará para o próximo gestor. Leia mais

20 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: Fruet tolera os “abusos no busão” da Urbs?

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Marcelo Araújo*

Na semana passada, o assédio moral e sexual deixaram discussões de tarifa e qualidade do transporte na coadjuvância entre as artes praticadas na Urbs.

A empresa não se manifesta publicamente sob o argumento da concessão do segredo de justiça do caso. O segredo de justiça busca principalmente proteger a fragilidade do ofendido diante da opinião pública, e no processo foi pedido do Ministério Público.

Ao perceber que tal condição protegia mais o ofensor que os ofendidos o MPT entendeu desnecessário, e foi então que o ofensor (Urbs) pediu sua manutenção, colocando em xeque os princípios de publicidade e transparência que devem reger a administração pública.

Mas, apesar de não ser mais segredo pra ninguém, não falaremos do processo propriamente, que é o que está sob sigilo. Como as demissões não são objeto do processo por serem posteriores a ele, falamos diretamente com os demitidos:

Pergunta: É verdade que você foi demitido logo após a Urbs ter recebido uma ordem judicial para parar de te assediar ?

Resposta – Advogado 1: “Fui intimado pelo Ministério Público para ser testemunha em um processo que trata de diversos casos de assédio moral e sexual ocorridos na Urbs. O Ministério Público reconheceu que o assédio existiu e ajuizou Ação Civil Pública para corrigir a situação. O Juiz se convenceu que havia realmente o assédio e deu uma liminar para que a Urbs parasse de assediar, que foi recebida pela empresa em 22/09/2015. Um dia depois, em 23/09/2015, fui demitido por justa causa, em nítida retaliação”

Pergunta: Devo entender que quem é assediado e não aceita isso sofre retaliações na Urbs?

Resposta – Advogado 2: Sim, quiseram mostrar o que acontece com quem depõe no MPT, até mesmo para intimidar outros assediados, um desrespeito ao Ministério Público e aos funcionários, que tem que aceitar o assédio quietos, pois caso contrário são demitidos, ainda que instituições como o Ministério Público e a Justiça do Trabalho reconheçam isso.assediados.

Pergunta: E quanto ao caso de assédio sexual? Sua indignação pode ser entendida como lesbofobia, vez que partiu de uma mulher para outra mulher?

Resposta: Advogada 3: “O caso de assédio sexual foi levado ao Gestor Jurídico à época que nada fez, porque é amigo íntimo da pessoa que m Leia mais

16 de outubro de 2015
por admin
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Greve da Guarda Municipal, protesto de agentes de saúde e caos na Urbs; seria o inferno astral de Fruet?

As coisas não andam muito boas para as bandas da Prefeitura de Curitiba. Gustavo Fruet (PDT), o prefeito da capital paranaense, vem colecionando desacertos e impopularidades.

O atento leitor pode dizer que isso não é exclusividade dele. Beto Richa (PSDB) e Dilma Rousseff (PT)  não estão rindo à toa, e a moral dos legislativos também anda pior que o normal. Mas de todos esses, somente Fruet está prestes a disputar a reeleição, além dos vereadores, é claro.

E faltando agora menos de um ano para as eleições municipais, Gustavo Fruet parece estar no pior e mais atribulado momento do seu mandato no comando da administração, com greves e protestos estourando em todos os quadrantes da capital da capivara.

Há dias vem repercutindo na imprensa uma série de desmandos na empresa Urbanização de Curitiba, a Urbs. O alto preço das passagens, a desintegração com a Região Metropolitana e os ônibus com prazo de validade vencidos já eram graves, mas surgiu um escândalo de assédio moral e sexual para coroar a pataquada.

Pois agora é a Guarda Municipal que anuncia greve geral por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (19). Eles protestam contra a redução dos proventos, resultado da mudança do cálculo das escalas, a falta de investimentos na estrutura da guarda e a precarização das condições de trabalho.

Segundo o Sindicato da Guarda Municipal de Curitiba, Sigmuc, a mudança no cálculo das escalas causará redução de 20% a 40% nos salários, já a partir de novembro. Além disso a entidade denuncia que houve a redução do número de viaturas, muitas delas estão paradas por falta de manutenção e até mesmo combustível.

“A redução nos salários e a falta de investimentos em equipamentos e estrutura são os principais motivos que levaram a categoria a deflagrar essa greve geral”, afirma o presidente do Sigmuc, Luiz Vecchi. Ele lembra ainda que desde que assumiu a prefeitura(Fruet), nunca houve um diálogo direto entre o prefeito e o sindicato.

“Isso mostra o total desinteresse dessa administração que até agora sequer nomeou um secretário para a pasta da Defesa Social”, concluiu.

Uma manifestação dos Guardas Municipais está marcada para a segunda-feira (19), Leia mais

16 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: A Urbs une o inútil com o desagradável

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Bruno Meirinho*

“Aplicar princípios empresariais à administração pública”. Nos anos 80, chegou com tudo o pensamento que defende a aplicação, no setor público, do comportamento empresarial como a melhor maneira de alcançar eficiência e produtividade.

O raciocínio desse pensamento é o seguinte: os empresários se esforçam para conquistar clientes, para isso melhoram seus serviços, seu atendimento e sua eficiência. Na administração pública, por outro lado, ocorre o contrário: burocratizada e ineficiente, o setor publico é avesso à criatividade, pois não tem necessidade de atrair clientes.

Tem algumas verdades aí, porém, deve-se lembrar de que ao lado de eventuais vantagens do setor privado, também encontramos problemas: a precarização do trabalho, o lucro acima de tudo, o assédio moral, etc.

Os vícios do ambiente empresarial são a parte indesejada da cultura do setor privado. A combinação ideal seria: a visão criativa e dinâmica do setor privado somado com as condições de trabalho adequadas, uma vantagem típica do setor público. Unir o útil ao agradável.

Mas quando vemos a situação atual das instituições públicas transformadas pela cultura empresarial, a frustração é total. Vamos falar do caso da URBS S/A, uma sociedade de economia mista do município de Curitiba, responsável pela gestão do transporte coletivo.

A URBS tem ficado em evidência pelos sucessivos erros na gestão do transporte coletivo na cidade. Aumentos abusivos das tarifas, benefícios imorais aos empresários do setor, falhas no controle de qualidade dos serviços e escândalos de corrupção são as manchetes mais frequentes, quando se fala em URBS, que se tornou um aparelho burocrático subserviente aos empresários do transporte.

Mais recentemente, a região metropolitana de Curitiba sofreu com a desintegração do transporte metropolitano, uma das marcas da propaganda oficial da cidade. Tudo isso, com razão, é atribuído à URBS, a empresa pública responsável pelo tema.

Ocorre que a URBS é uma “sociedade de economia mista”, um tipo de empresa pública organizada a partir de regras e princípios empresariais privados.

E estouram na URBS denúncias de demissões arbitrárias, como a demissão de um funcionário que foi testemunha em um processo de assédio sexual movido contra um dos chefes da empresa. Em outro caso, um funcionário que se recusava a assinar documentos flagrantemente ilegais foi para a “geladeira”, e chegou a ser removido para uma claustrofóbica sala “sem janelas”, que passou a ser seu local de trabalho, tudo como punição tácita pela insubordinação.

Com esse tipo de cultura empresarial no espaço público, nos deparamos com a fórmula inversa da combinação entre criatividade e trabalho digno. É o inútil com o desagradável: a empresa de economia mista com condutas de assédio moral e sexual sobre os trabalhadores, e totalmente ineficiente na gestão do serviço público.

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14 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Em meio à denúncia de ‘orgia sexual’, ônibus pode subir a R$ 4 em Curitiba

assedio_urbs_fruetO k-suco está fervendo na Prefeitura de Curitiba e na Urbs (Urbanização de Curitiba S/A), empresa que deveria gerenciar o transporte coletivo na capital de todos os paranaenses.

Para entender esse quiproquó danado, o Blog do Esmael entrevistou o presidente do Sindiurbano (Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do Paraná), Valdir Mestrini, que prevê tarifa do ônibus a R$ 4 até fevereiro de 2016.

Os trabalhadores na Urbs denunciam orgia, assédio sexual e tarifa alta nos ônibus. “Tudo com vistas grossas do prefeito Gustavo Fruet (PDT)”, denunciam os sindicalistas.

O Sindiurbano realiza daqui a pouco, às 18h30, no Senge (Sindicato dos Engenheiros), uma plenária para debater essa crise no transporte coletivo. Na reunião, eles pedirão a cabeça do presidente da Urbs, Roberto Gregório, que, segundo os sindicalistas, estaria mancomunado com a máfia das empresas em desfavor dos usuários dos ônibus.

A seguir, leia a íntegra da entrevista: Leia mais

9 de outubro de 2015
por admin
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Trabalhadores da Urbs são demitidos por justa causa após testemunharem em ação de assédio moral e sexual

urbsDois trabalhadores da área jurídica da Companhia de Urbanização de Curitiba, a Urbs, que gerencia o transporte, foram demitidos por justa causa após terem testemunhado em uma ação trabalhista de assédio moral e sexual contra diretores da empresa que pertence à Prefeitura de Curitiba.

A ação é resultado de uma denúncia anônima feita ano passado para a Procuradoria Regional do Trabalho que instaurou procedimento investigatório para averiguar casos de assédio moral e sexual na empresa, ouvindo diversas testemunhas. A partir dessa investigação, o Ministério Público do Trabalho (MPT) propôs, em agosto de 2015, a ação civil pública para pôr fim aos abusos cometidos.

A demissão dos trabalhadores ocorreu em 23 de setembro, um dia após a Urbs ter sido notificada de liminar concedida pela Justiça do Trabalho, para que deixasse de assediar seus empregados. Leia mais