7 de outubro de 2015
por admin
14 Comentários

Coluna do Rafael Greca: Mais Curitiba, menos Brasília

Download

Rafael Greca*

Quem inventou esta inominável dependência curitibana de Brasília? Não fui eu nem foi você. Quem colocou Curitiba na vala comum do pires na mão? Não fui eu nem foi você.

Que raios de discurso é este? Curitiba antes modelo, vai mesmo aceitar calada o título de cidade modelada? Não, mil vezes não. Não foi para isso que você deu o seu voto.

Curitiba está travada, imobilizada. Fruet faz Prefeitura sem frutos, infrutífera; resultado de suas escolhas calculistas e apostas políticas frustadas.

Chegou ao poder bafejado pelos ventos do PT, impulsionado pelos investimentos de Gleisi Hofmann, Paulo Bernardo, Angelo Vanhoni, André Vargas, os grandes escritórios de Brasília, as empresas empreiteiras então íntimas dos sorridentes poderosos do Planalto.

Havia uma expectativa de que os lucros da Copa e programas como “PAC”, “Minha Casa Minha Vida” e o Metrô (lançado aqui três vezes com a presença da presidente Dilma Rousseff), irrigassem as finanças curitibanas.

Em 2012, Ducci e Fruet celebraram o acordo dessa dependência. Chegaram a disputar nos tribunais o direito de ter o sorriso de Dilma nos seus tristonhos programas eleitorais. Hoje, a realidade mudou. Agora tentam se descolar da imagem que eles mesmo colaram, enquanto queimavam o filme.

A recessão/depressão está nas ruas. É visível na cena inaceitável do abandono social, em doentes deambulando pelas marquises dos prédios, traficantes e drogados — travestidos de moradores de rua — ameaçando o direito de ir e vir dos transeuntes e a paz social urbana.

Estamos esperando o Metrô, sentados à beira dos caminhos, nas filas do transporte coletivo desintegrado, com 183 ônibus de vida útil vencida. Na última quinta-0feira, 1º de outubro, às 13 horas, vi o incêndio de um ônibus alimentador do Bacacheri, na avenida Erasto Gaertner,em frente ao Sindacta. Aterrador.

A danosa desintegração do transporte público também faz mal à qualidade de vida do povo trabalh

9 de setembro de 2015
por esmael
7 Comentários

Em nota oficial, governo Richa jura que não falta comida para a Polícia Civil

richa_pc_criseA Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (SESP), em nota, contesta informação publicada pelo Blog do Esmael na última sexta-feira (4) sobre corte de almoço para os investigadores da Polícia Civil (Menos de 24h após anunciar programa de combate à fome, Richa corta almoço de investigadores da Polícia Civil).

“O modelo referido vigia quando os alunos ao realizarem o Curso de Formação não estavam nomeados e nada recebiam”, justifica o governo Beto Richa (PSDB).

O diabo é que o comunicado oficial do dia 3 de setembro último, publicado no site da Escola Superior da Polícia Civil (ESPC), dizia exatamente como registrou o Blog do Esmael, que, além da alimentação, os investigadores devem arcar com os materiais para o curso, que são o uniforme composto por calça preta (tática ou sarja), camiseta branca, calçado preto, calção preto, legging preta e jaqueta ou blusa preta; além de cinto, coldre universal, porta carregador, óculos de proteção, protetor auricular e colete balístico.

Na propaganda milionária de Beto Richa, bancada pelos recursos cortados da merenda escolar e da educação como um todo, “o melhor está por vir” já chegou para a velha mídia — que vendeu sua consciência crítica e a capacidade de discutir um projeto para o Paraná.

Entretanto, o Blog do Esmael é democrático e amante do contraditório. Por isso mesmo, abaixo, publica a íntegra da posição do governo tucano acerca da “crise da marmita” na Polícia Civil.

4 de setembro de 2015
por esmael
12 Comentários

Menos de 24h após anunciar programa de combate à fome, Richa corta almoço de investigadores da Polícia Civil

espcMenos de 24 horas depois de o governador Beto Richa (PSDB) anunciar um “pacote anticrise” — ou de maldades, parte 3, para os mais céticos — chega a informação ao Blog do Esmael que falta comida para os policiais civis em curso na Escola Superior da Polícia Civil (ESPC). Leia mais

17 de agosto de 2015
por esmael
24 Comentários

Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O legado da democracia

Luiz Claudio Romanelli*

Download

A primeira faixa que vi da manifestação deste domingo, 16 de agosto, em Curitiba, me deixou perplexo: “intervenção militar já!”

O dia foi marcado por manifestações de apologia ao golpe contra a democracia, nas principais cidades do Brasil. Um movimento, diga-se, articulado por grupos de direita, que se comunicam pelas redes sociais na internet, e velhas raposas da política que desejam um terceiro turno da eleição de 2014. Nunca é demais lembrar as palavras do filósofo e escritor Umberto Eco: “O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade”.

Muito embora havia entre os manifestantes, cidadãos conscientes protestando contra a corrupção, contra à deterioração da economia e os cortes em direitos trabalhistas e sociais, m‎uitos foram as ruas, qual boiada desgovernada, para vociferar contra a presidente Dilma, o ex-presidente Lula, o PT, os partidos políticos, os políticos em geral, contra a própria democracia. O que mais se viu foram discursos autoritários e anticonstitucionais, discursos de ódio, que põem em jogo a ainda incipiente democracia brasileira.

Defendo o direito a livre manifestação, mas não compactuo com os que bradam pelo impeachment da presidente legitimamente eleita por mais de 54 milhões de eleitores, numa eleição acirrada, já com a Operação Lava Jato protagonizando o debate. ‎

‎Dias desses, li um texto muito bom de autoria do jornalista paranaense Otavio Duarte, no qual ele faz uma analise precisa e inteligente sobre o nosso país e lembra que “é bom ter distanciamento, perspectiva, e um pouco de história não faz mal a ninguém”, para concluir que embora ainda haja muito a fazer, “o Brasil hoje é muito melhor do que antes”.

Quem, como eu, viveu e combateu a ditadura, sabe bem que a melhoria na vida dos brasileiros é o grande legado da democracia.

Nos últimos 30 anos, entre erros e acertos, o Brasil implantou políticas públicas que transformaram o país. De uma Nação atrasada e pobre, nos tornamos um país admirado e respeitado mundialmente, com muitos desafios ainda à enfrentar, mas num outro patamar.

Sarney viabilizou e consolidou a transição democrática, Collor (apesar de todos os pesares) abriu o país ao mercado internacional. Itamar Franco estancou a inflação com a criação do Real, Fernando Henrique Cardoso criou as bases da estabilização econômica, regulamentou e implantou várias políticas sociais que estavam previstas na Constituição de 1988 – a carta que inaugurou a moderna democracia brasileira.

A Constituição trouxe inovações que hoje parecem triviais. Durante mais de 150 anos, os analfabetos – outrora um número expressivo da população – estiveram excluídos da vida política. Pois a Constituição garantiu a eles o direito ao voto, assim como aos jovens entre 16 e 18 anos. Também concedeu a todo cidadão o direito de saber todas as informações sobre ele próprio e sobre o governo.

Depois da Constituição, foram elaborados nos anos seguintes um novo Código Civil, o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto do Idoso. O racismo passou a ser considerado crime inafiançável. Há ainda um capítulo inovador sobre meio ambiente e uma legislação sobre a questão indígena que, se não evita conflitos pontuais, pelo menos protege a minoria.

Garantiu ainda verbas

15 de junho de 2015
por esmael
17 Comentários

Coluna da Gleisi Hoffmann: Graças ao governo federal, o Paraná tem investimentos

Gleisi Hoffmann*

Há algum tempo corre a discussão, diria a acusação, de que o governo federal discrimina o Paraná, não faz investimentos, não garante as obras importantes à infraestrutura do Estado.

Isso é mentira. Infelizmente essa conversa voltou com a divulgação da segunda fase do PIL – Programa de Investimento em Logística, na semana passada, em Brasília. Diga-se, por justiça, que ela concentra-se no governo do Estado e em algumas entidades, que conhecem a realidade dos investimentos, mas optam por um discurso político fácil.

É claro que queremos muitos e mais investimentos para o nosso Estado. O Paraná contribui muito com o PIB nacional, seja por sua produção, seja por sua arrecadação. Mas é de má fé dizer que o Paraná não recebe investimentos ou é discriminado pelo governo federal.

Neste último Plano federal, o Paraná vai contar com investimentos de aproximadamente R$ 11 bilhões. Se levarmos em conta critérios como população, PIB, extensão territorial, por exemplo, e que 20 dos 27 Estados receberão investimentos, veremos que esse montante não pode ser considerado discriminatório com nosso Estado.

São investimentos em parcerias público-privadas que vêm ao encontro de antigas reivindicações, como a duplicação da BR-476, trecho Lapa/União da Vitória; duplicação da BR-116 da Fazenda Rio Grande ao município de Rio Negro; faixas adicionais na BR-101, divisa com Santa Catarina; investimentos para melhorar as ferrovias existentes, como novos pátios, aumento de capacidade de tráfego, novos ramais ferroviários, redução de interferências urbanas. Soma-se a isso a licitação de seis terminais no Porto de Paranaguá, aumentando o número de berços, dando mais capacidade de movimentação portuária.

Todas essas obras vão somar-se a outras já previstas no PAC e que estão em fase de licitação, contratação ou ordem de serviço, como a BR-163, entre Toledo e Marechal Cândido Rondon e o trecho de Cascavel a Marmelândia; a segunda ponte Internacional em Foz do Iguaçu; o Contorno Sul de Curitiba; o novo acesso ao Porto de Paranaguá; a finalização da Estrada da Boiadeira no trecho Tuneiras do Oeste a Porto Camargo; construção da BR-153, trecho Alto do Amparo a Imbituva.

Para que não pairem dúvidas, é bom relacionar as obras já concluídas no Paraná com recursos federais, hoje o terceiro Estado com maior investimentos em rodovias pelo DNIT, o departamento do Ministério dos Transportes responsável pela área. São elas: BR-153 – Construção do trecho Ventania – Alto do Amparo; BR-153 – Adequação de Capacidade União da Vitória – Divisa PR/SC; BR-153 – Construção e Vias Marginais no Perímetro Urbano de Ventania; BR-163 – Restauração e Adequação do

4 de julho de 2014
por esmael
12 Comentários

Velha mídia usa tragédia em BH para sua revanche na Copa

do Brasil 247
Até aqui, a imprensa familiar brasileira vinha sofrendo a maior goleada da história das Copas. Depois de apostar no fiasco da Copa do Mundo de 2014 e usar seus colunistas para disseminar o pânico de um vexame internacional, o pequeno oligopólio da mídia no Brasil tentou marcar nesta sexta-feira, dia em que o Brasil decide contra a Colômbia uma vaga nas semifinais, um golzinho de honra. Nem que para isso tenha sido necessário explorar uma tragédia, ocorrida ontem em Belo Horizonte, onde um viaduto desabou e matou duas pessoas.

O lamentável acidente, decorrente de uma provável falha de engenharia da empreiteira Cowan, ganhou uma embalagem peculiar nos jornais brasileiros, com sabor de vingança. Na Folha, o fato se transformou na manchete “Obra inacabada da Copa desaba e mata 1 em BH”. No Globo, “Viaduto de obra da Copa desaba e mata 2 em BH”. No Estado, “Viaduto planejado para Copa cai e mata 2”. Ou seja: depois da constatação de que os aeroportos funcionaram a contento e de que os estádios (que para determinado grupo de mídia ficariam prontos apenas em 2038) encantaram o mundo, caiu um viaduto. Era o que bastava para a execução da revanche.

Nos três três jornais, a ênfase foi dada ao fato de se tratar de uma obra do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento, que, embora federal, depende da execução de estados e municípios. No caso concreto, embora a obra tenha recebido financiamento de R$ 171,7 milhões do governo federal, a responsabilidade pela execução era da prefeitura de Belo Horizonte, governada por Marcio Lacerda, do PSB e aliado do PSDB na política mineira.

Na Folha, que foi o jornal que produziu a manchete mais milimétrica contra a Copa após o incidente, houve ainda espaço para um editorial, chamado “Humor de Copa”, sobre o impacto do sucesso do Mundial na mais recente pesquisa Datafolha, onde a presidente Dilma foi de 34% a 38% das intenções de voto. Num dos trechos, comentou-se o incidente de ontem em Belo Horizonte. “Verdade que, até quarta-feira, registravam-se somente incidentes operacionais de menor impacto; o mais grave deles havia sido a invasão de chilenos no Maracanã, fruto de uma falha de segurança. Nada comparável à  queda de um viaduto em Belo Horizonte. O acidente, ocorrido ontem, resultou na morte de ao menos uma pessoa e deixou 22 feridos. A obra faz parte do pacote de melhorias de mobilidade urbana e não ficou pronta no prazo prometido. Não foi, felizmente, tragédia de maiores proporções. Serve para lembrar, ainda assim, o quanto houve de irresponsabilidade e improviso, para nada dizer de corrupção, na organização do Mundial. O primeiro jogo da Arena das Dunas, em Natal, deu-se sem a liberação dos bo

29 de Maio de 2014
por esmael
14 Comentários

Dilma terá palanque duplo no Paraná com Gleisi e Requião

Prefeito de Pinhais, Luizão Goulart, do PT, na tarde desta quinta (29), foi o anfitrião de um evento que simboliza o surgimento do palanque duplo de Dilma no Paraná; sentaram-se à  mesa Gleisi e Requião, que hoje voltou declarar voto para a reeleição da presidenta; evento contou ainda com a presença do vice-presidente Michel Temer.

Prefeito de Pinhais, Luizão Goulart, do PT, na tarde desta quinta (29), foi o anfitrião de um evento que simboliza o surgimento do palanque duplo de Dilma no Paraná; sentaram-se à  mesa Gleisi e Requião, que hoje voltou declarar voto para a reeleição da presidenta; evento contou ainda com a presença do vice-presidente Michel Temer.

Na noite da última terça, em Brasília, a presidenta Dilma agradou bastante o senador Roberto Requião (PMDB) durante jantar na casa do vice Michel Temer. Ao contínuo, nesta quinta (29), em Curitiba, o pré-candidato ao governo do Paraná ciceroneou o presidente nacional do PMDB licenciado. Leia mais

12 de Abril de 2014
por esmael
24 Comentários

Gustavo Fruet entrega hoje o “Viaducci Estaiadis” em Curitiba

Por questões políticas, a Prefeitura de Curitiba evita inauguração do viaduto estaiado, que também é chamado por correligionários do ex-prefeito Luciano Ducci de "Viaducci Estaiadis"; obra será "entregue" aos curitibanos à s 14 horas deste sábado ao custo final de R$ 115 milhões; cartão postal da Copa era orçado em R$ 95 milhões, mas recebeu aditivo de R$ 17 milhões na gestão Gustavo Fruet.

Por questões políticas, a Prefeitura de Curitiba evita inauguração do viaduto estaiado, que também é chamado por correligionários do ex-prefeito Luciano Ducci de “Viaducci Estaiadis”; obra será “entregue” aos curitibanos à s 14 horas deste sábado ao custo final de R$ 115 milhões; cartão postal da Copa era orçado em R$ 95 milhões, mas recebeu aditivo de R$ 17 milhões na gestão Gustavo Fruet.

A principal obra na gestão do prefeito Gustavo Fruet (PDT), em um ano e 3 meses, será a conclusão do viaduto estaiado na Avenida das Torres — ou “Viaducci Estaiadis”, como gosta de chamar o colunista Marcelo Araújo, especialista em multas e trânsito, que escreve neste blog nas segundas-feiras, referindo-se ao ex-prefeito Luciano Ducci (PSB), considerado pai! da obra. Leia mais

18 de dezembro de 2013
por esmael
45 Comentários

Coluna do Ademar Traiano: “As hienas petistas riem dos calotes de Dilma?”

Deputado Ademar Traiano, principal ideólogo do Palácio Iguaçu, em sua coluna de hoje, compara os petistas à s sorridentes hienas prenhas; líder do governo Beto Richa, ele enumera calotes do governo Dilma Rousseff em várias áreas, citando atrasos no bolsa-atleta, no Pronatec e nas obras do PAC; colunista jura que dificuldades econômicas do Paraná são momentâneas e que já estariam sendo sanadas com liberação de empréstimos; "se o governo federal não tem recursos para pagar aposentados, merenda escolar, atletas, alunos do Pronatec, do que riem as hienas petistas mensaleiras?", fuzila, referindo-se de forma velada ao deputado André Vargas, também colunista neste espaço; leia o texto.

Deputado Ademar Traiano, principal ideólogo do Palácio Iguaçu, em sua coluna de hoje, compara os petistas à s sorridentes hienas prenhas; líder do governo Beto Richa, ele enumera calotes do governo Dilma Rousseff em várias áreas, citando atrasos no bolsa-atleta, no Pronatec e nas obras do PAC; colunista jura que dificuldades econômicas do Paraná são momentâneas e que já estariam sendo sanadas com liberação de empréstimos; “se o governo federal não tem recursos para pagar aposentados, merenda escolar, atletas, alunos do Pronatec, do que riem as hienas petistas mensaleiras?”, fuzila, referindo-se de forma velada ao deputado André Vargas, também colunista neste espaço; leia o texto.

por Ademar Traiano*

O PT tem vocação para substituir fatos por fábulas. Sobre investimentos federais no Paraná, por exemplo, petistas recitam um dicionário de maravilhas rodoviárias e ferroviárias que resolveriam todos nossos problemas de transporte. O problema, é que essas realizações são imaginárias. Tão fantasiosas quanto o viés democrático da guerrilha do José Genoino no Araguaia, a modéstia do José Dirceu, a lisura do Delúbio Soares, ou a castidade do ex-assessor da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Leia mais

3 de outubro de 2013
por esmael
42 Comentários

Richa vai pegar carona no trator de Dilma

 Governador Beto Richa prefere uma carona no trator de Gleisi e Dilma a ficar a pé; tucano avisa que comparecerá em evento do PAC 2 em Campo Mourão, Noroeste do Paraná; ele, que vai tentar a reeleição, não quer ficar de fora da foto no momento da entrega de equipamentos a 154 municípios;  deputado André Vargas não poupou: Richa já está acostumado a pegar carona  nas obras do governo federal no Paraná!.


Governador Beto Richa prefere uma carona no trator de Gleisi e Dilma a ficar a pé; tucano avisa que comparecerá em evento do PAC 2 em Campo Mourão, Noroeste do Paraná; ele, que vai tentar a reeleição, não quer ficar de fora da foto no momento da entrega de equipamentos a 154 municípios; deputado André Vargas não poupou: Richa já está acostumado a pegar carona nas obras do governo federal no Paraná!.

A presença da presidenta Dilma em Campo Mourão, no Noroeste do Paraná, nesta sexta (4), está mexendo com os sentimentos mais primitivos da frente política. Leia mais