Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

23 de novembro de 2016
por esmael
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Greca deverá ser vítima de calote de Richa já no 1° dia de gestão

richa_calote_ritDiretores da COMEC, órgão do governo do Paraná que gerencia (?) o transporte coletivo na região metropolitana de Curitiba, têm desmentido o chefe, o governador Beto Richa (PSDB), dizendo ser “impossível” reintegrar o transporte coletivo em 1º de janeiro de 2017 como prometeu o tucano.

9 de março de 2016
por admin
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Coluna do Rafael Greca: Curitiba vira sapolândia punk; fada madrinha de Fruet cai no buraco da Lava Jato

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Rafael Greca*

Visitei uma Curitiba sobre palafitas que Fruet, ao tentar enganar a torcida, chama de novo “Parque do Bugio”. Nada mais do que um segmento, não urbanizado, do Parque do Iguaçu dos mapas dos prefeitos Jaime Lerner e Saul Raiz.

Descubro que esta parte da cidade precisa mais do que um prefeito. Precisa de um Moisés que salve o povo das águas e do lamaçal da omissão e da corrupção. Fica além do Campo de Santana, pra lá do Bairro dos Cruz, ao sudoeste da Caximba, onde o rio Barigui desagua no rio Iguaçu.

O aterro criminoso com lixo e resíduos de construção civil. Há algo de podre no ar. Nos aguapés, que fedem a esgoto, o chorume mistura-se às águas. Uma sapolândia punk, podem crer, caros leitores.

Fruet é um sapo que agora não vira mais príncipe. Condenado à mentira publicitária, à propaganda enganosa, agora que sua “fada Madrinha de 2012”, a senadora Gleisi caiu no buraco enlamaçado do processo Lava Jato.

O prefeito Fruet mudou pra pior o transporte público de Curitiba. E “fez” o curitibano perder o transporte que o mundo chegou a tomar por modelo. Sem justificativa, Fruet mexeu no sistema que funcionava muito bem há mais de 20 anos.

Eis os 12 pecados de Fruet: 1) Cortou linhas alimentadoras e 2) encurtou trajeto

19 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: Transporte coletivo em Curitiba; o que deve ser feito?

Bruno Meirinho*

A situação do transporte coletivo em Curitiba é dramática. Refém de um sistema em que mandam os empresários, a cidade assistiu à desintegração do transporte metropolitano, que se recupera lentamente, e o aumento abusivo das tarifas.

A licitação do transporte coletivo em Curitiba, realizada em 2010 na gestão Richa/Ducci, instituiu a atual realidade dos contratos, nos quais os empresários mandam muito e a cidade tem que aceitar. A licitação, por si só, já foi viciada: elaborada para favorecer as famílias que já operavam o transporte na cidade, seu resultado consolidou o poder das famílias Gulin/Bertoldi e agregados.

Uma CPI realizada na Câmara de Vereadores já opinou no sentido de que a licitação foi irregular, Tribunal de Contas do Estado, também. Mais de um estudo independente conclui, sem vacilar, que esses contratos da prefeitura com as empresas não podem continuar assim, assim como manifestantes nas ruas.

Com todas as condições para enfrentar o cartel do transporte coletivo, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) mantém-se inerte. Apura fatos aqui e ali, mas não enfrenta os aumentos abusivos das tarifas.

Na melhor das hipóteses, imaginamos que o prefeito tema um caos no transporte coletivo caso venha a enfrentar o cartel das empresas. Por meio de uma manobra, os operadores do transporte poderiam impedir que a cidade funcionasse durante alguns dias, se a gestão lhes desagradasse.

Os próprios empresários já falam abertamente que o atual sistema de transporte não lhes interessa mais, pois dá “prejuízo” às empresas. Mas isso parece impossível, afinal, o sistema arrecada 2 milhões de passagens por dia!

O transporte de passageiros é um negócio extremamente seguro para o empresário, afinal, quase todos precisam se deslocar de um lugar para outro diariamente. O operador pode contar com receitas certas para o futuro, mas não em Curitiba: a má qualidade do serviço e os preços altos espantam os usuários, que reduzem todos os anos.

Com menos usuários e o mesmo sistema funcionando, os custos não são reduzidos, então a passagem aumenta. Essa armadilha não tem fim.

É preciso enfrentar com coragem as empresas do transporte coletivo. Para ele, questionar os aumentos e, se não houver acordo, levar para a justiça a discussão sobre a diferença. Quando falo sobre isso, me lembro das palavras do colega Daniel Godoy Junior. Ele divulgou que no Distrito Federal, por exemplo, justiça anulou a licita

15 de abril de 2015
por esmael
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Escândalo: Rafael Greca publica foto com “chupeta” em plena luz do dia

Ex-prefeito Rafael Greca postou no Facebook uma inusitada foto com "chupeta", em plena luz do dia, entre viaturas da PM e Guarda Municipal de Curitiba.

Ex-prefeito Rafael Greca postou no Facebook uma inusitada foto com “chupeta”, em plena luz do dia, entre viaturas da PM e Setran (Secretaria Municipal de Trânsito de Curitiba).

O ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMDB), em momento Bocage, ironizou esta noite (15) pane nas viaturas da PM e da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran), flagradas com capôs abertos no centro da capital paranaense. Leia mais

15 de abril de 2015
por esmael
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Fim da integração do transporte na Região Metropolitana é bomba estourando no colo de Fruet

romaA quebra de braço entre o governador Beto Richa (PSDB) e o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), que resultou no fim da integração financeira do transporte coletivo de Curitiba com a Região Metropolitana, atingiu de maneira nefasta um grande número de moradores das cidades no entorno da capital. Foi um duro golpe principalmente nos trabalhadores mais carentes, que dependem de ônibus e se locomovem por grandes distâncias para chegar ao trabalho. Leia mais

3 de fevereiro de 2015
por esmael
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Fruet eleva preço da passagem de ônibus em Curitiba para R$ 3,30

tarifa_zero_fruetO prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), alheio aos protestos de rua, vai reajustar o preço do ônibus de R$ 2,85 para R$ 3,30, nesta sexta (6), para os passageiros que pagarem a tarifa em dinheiro vivo. Para quem usa o cartão-transporte o valor saltará para R$ 3,15. Leia mais

11 de março de 2014
por esmael
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Ratinho Jr ‘não dá conta do recado’ na Comec, dizem prefeitos

Pela enésima vez, os prefeitos vinculados à  Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec) voltaram se reunir ontem (10) para encontrar uma solução para o transporte nas 13 cidades que compõem a Rede Integrada de Transporte (RIT). Ninguém quer gerenciar “de fato” as linhas de ônibus metropolitanas. Nem o governo estadual, nem a prefeitura da capital.

Sob a batuta do maestro Luizão Goulart (PT), prefeito de Pinhais e presidente da Assomec, sobrou críticas à  Coordenação da Região Metropolitana (Comec). O órgão está sob as asas do secretário do Desenvolvimento Urbano (SEDU), Ratinho Júnior (PSC), que não compareceu ao encontro. No seu lugar esteve o chefe da Casa Civil, Reinold Stephanes (PSD), que nada decidiu.

Prefeitos saíram da reunião de ontem com a sensação que uma solução só será encontrada quando o Saci-Pererê cruzar as pernas ou o sargento Garcia prender o Zorro. Ninguém quer ficar com o ônus da região metropolitana, mas todos querem o bônus do mercado consumidor e a mão de obra — de preferência barata — encontrada em abundância nesses municípios.

Ao blog, com sua simplicidade típica, um dos prefeitos que participou da reunião na Comec deu sua impressão sobre o impasse: o secretário Ratinho Júnior não consegue dar conta do recado.

Antes do feriadão de Carnaval, prefeitos da mesma Assomec questionaram a competência de gestão de Ratinho (clique aqui). Em nota oficial, a entidade colocou “panos quentes” no assunto (relembre aqui).

Segundo o presidente da Assomec e prefeito de Pinhais, Luizão Goulart é necessário que a Comec assuma definitivamente o gerenciamento do transporte coletivo da Região Metropolitana.

O governo do estado criou o subsídio e tem a legitimidade de gerenciar o transporte, não podemos ficar neste “empurra, empurra” entre URBS e Comec, pois a cada inicio de ano vivemos uma grande “novela” na RMC!, ponderou.

Para os prefeitos o que falta principalmente é informação. Segundo o prefeito de Itaperuçu, Neneu Artigas (PDT), os prefeitos ficam de mãos atadas! e mesmo assim depois correm o risco de serem responsabilizados pela falta de ações efetivas no que se refere ao transporte coletivo.

Em nossa região, por exemplo, existe um grande monopólio, já que há mais de 20 anos as mesmas empresas administram o transporte e nós não podemos nem questionar!, salientou.

Durante a reunião o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT) mostrou-se a favor dos municípios e da integração com a região metropolitana, no entanto, alertou mais uma vez que a capital não pode continuar arcando com as despesas sem que haja ajuste na tarifa.

à‰ necessário pensar o mais rápido possível em um novo modelo de governança para o transporte, pois não é possível que Curitiba continue assumindo o gerenciamento das linhas metropolitanas após uma série de acréscimos na tarifa técnica, sendo que o subsídio do governo estadual continua o mesmo do ano passado!, defendeu.

Representando o governador Beto Richa (PSDB) durante a reunião, Reinhold Stephanes admitiu falta de planejamento nos últimos anos para que novas alternativas para o transporte coletivo na RMC fossem implantadas com êxito.

Reconhecemos que o governo estadual tem responsabilidade em resolver este problema, assim como os municípios também tem a responsabilidade de cobrar e ajudar a encontrar soluções!, destacou.

Durante o encontro,

17 de dezembro de 2013
por esmael
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Se Fruet não repassar R$ 55 milhões, empresas ameaçam parar ônibus na véspera do Natal

 Governador Beto Richa e prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, novamente, se estranham por causa de calote no subsídio do ônibus que garante tarifa única na Rede Integrada de Transporte (RIT); em nota oficial, pedetista garante que não repassará R$ 55 milhões pedidos pelas empresas que operam o sistema e, segundo fontes na prefeitura, há possibilidade de a Guarda Municipal assumir a boleia caso haja locaute (greve dos empresários); Fruet também ameaça romper contrato, se 2,3 milhões de usuários da RIT forem prejudicados neste final de ano; locaute ou lockout é proibido pela Lei 7.783/89, pois, segundo a legislação brasileira, essa prática de chantagem patronal, usando inclusive os trabalhadores para obter vantagem econômica, constitui-se crime contra o interesse público.


Governador Beto Richa e prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, novamente, se estranham por causa de calote no subsídio do ônibus que garante tarifa única na Rede Integrada de Transporte (RIT); em nota oficial, pedetista garante que não repassará R$ 55 milhões pedidos pelas empresas que operam o sistema e, segundo fontes na prefeitura, há possibilidade de a Guarda Municipal assumir a boleia caso haja locaute (greve dos empresários); Fruet também ameaça romper contrato, se 2,3 milhões de usuários da RIT forem prejudicados neste final de ano; locaute ou lockout é proibido pela Lei 7.783/89, pois, segundo a legislação brasileira, essa prática de chantagem patronal, usando inclusive os trabalhadores para obter vantagem econômica, constitui-se crime contra o interesse público.

O Sindicato das Empresas de Transporte Público de Curitiba (Setransp) colocou a faca no pescoço do prefeito Gustavo Fruet (PDT) neste final de ano. Alegando falta de dinheiro para honrar o 13!º salário de motoristas e cobradores, a entidade ameaça parar a operação dos ônibus na Rede Integrada de Transporte (RIT). Leia mais

3 de dezembro de 2013
por esmael
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Pós-CPI: Richa ameaça, outra vez, cortar subsídio de R$ 100 mi ao transporte coletivo de Curitiba

O governador Beto Richa (PSDB) estuda acabar com o subsídio de R$ 100 milhões ao ano para a Rede Integrada de Transporte (RIT), que permite que usuários de Curitiba e mais 13 municípios da região metropolitana paguem a mesma tarifa.

O tucano deverá tomar a decisão tendo como base o relatório final da CPI do Transporte, concluída semana passada pela Câmara Municipal de Curitiba, que afirma haver “gordura” de R$ 0,48 no preço da tarifa. O presidente da comissão, vereador Jorge Bernardi (PDT), advoga a tese de que a tarifa tem que baixar para R$ 2,22.

Além de Bernardi, que é líder do PDT no legislativo municipal, partido prefeito Gustavo Fruet, o governador Beto Richa também se apoia em parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que analisou contratos e planilhas de custo do sistema de ônibus em Curitiba. No relatório, produzido em setembro, órgão afirma que a passagem de ônibus deveria custar, no máximo, R$ 2,25 aos passageiros.

O subsídio concedido pelo governo do estado serve para compensar o valor da tarifa técnica da passagem, ou seja, aquela que é efetivamente paga à s empresas. Enquanto os usuários arcam com R$ 2,70, as empresas de ônibus recebem, atualmente, R$ 2,99 por cada passageiro transportado.

Depois dos protestos de junho nas ruas da capital, Fruet reduziu a tarifa nas linhas da Rede Integrada de Transporte de R$ 2,85 para R$ 2,70, equivalente a 5,23%, que vigora desde 1!º de julho.

No esforço para garantir a tarifa em R$ 2,70, até o presidente da Câmara, Paulo Salamuni (PV), se somou ao esforço ao destinar R$ 10 milhões de sobra do orçamento para os cofres municipais.

Como confusão pouca é bobagem, de posse do relatório da CPI do Transporte, vereadores de todos os partidos se movimentam no sentido de cobrar de Roberto Gregório da Silva Junior, presidente da Urbs (Urbanização de Curitiba S/A), a empresa que gerencia o transporte em Curitiba, que reduza a tarifa do ônibus para R$ 2,20 conforme determinou a comissão de investigação presidida pelo líder do partido do prefeito Fruet.

Na prática, a CPI do Transporte deu a Richa o álibi que precisava: a tarifa tem uma gordura e o município não precisa de subsídio do governo do estado; ou a CPI é laranja?

2 de dezembro de 2013
por esmael
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Dra. Jozélia Nogueira fez de bobos os vereadores de Curitiba

Secretária de Estado Jozélia Nogueira, da Fazenda, deixou vereadores curitibanos chupando dedos na manhã desta segunda (2); ela deveria ter comparecido à  Câmara para discutir isenção do ICMS sobre o óleo diesel usado no transporte coletivo; parlamentares foram insensíveis, pois quiseram falar em corda na casa de enforcado; governo do estado não tem dinheiro nem para pagar o cafezinho, gasolina para viaturas da PM, enfim, até salários e 13!º ainda correm risco de não cair na conta dos servidores públicos estaduais; vereador Chico do Uberaba (PMN) recebeu e-mail de um assessor da secretária informando a ausência.

Secretária de Estado Jozélia Nogueira, da Fazenda, deixou vereadores curitibanos chupando dedos na manhã desta segunda (2); ela deveria ter comparecido à  Câmara para discutir isenção do ICMS sobre o óleo diesel usado no transporte coletivo; parlamentares foram insensíveis, pois quiseram falar em corda na casa de enforcado; governo do estado não tem dinheiro nem para pagar o cafezinho, gasolina para viaturas da PM, enfim, até salários e 13!º ainda correm risco de não cair na conta dos servidores públicos estaduais; vereador Chico do Uberaba (PMN) recebeu e-mail de um assessor da secretária informando a ausência.

A secretária de Estado da Fazenda, Dra. Jozélia Nogueira, nesta segunda (2), deu um “olé” na Câmara Municipal de Curitiba. Os vereadores a esperaram pela manhã inteira, feitos bobos, mas a moça não compareceu para falar sobre a isenção do ICMS sobre o óleo diesel usado no transporte coletivo. Leia mais