12 de março de 2018
por Eugênio Aragão
Comentários desativados em Ministério Público abre investigação contra Beto Richa por fechamento de turmas escolares

Ministério Público abre investigação contra Beto Richa por fechamento de turmas escolares

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2 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Alckmin reprime estudantes em protesto contra fechamento de escolas em SP; presidenta da UBES é presa

O estudante Camila Lanes, presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), foi presa ontem (1) à noite em São Paulo durante protesto contra fechamento de escolas pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB).

A “reorganização” tucana também está em curso no governo Beto Richa (PSDB), no Paraná, que trama o fechamento de escolas “silenciosamente” na virada do ano.

Camila, ex-presidente da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), agora na condição de dirigente estudantil nacional, participava ontem de manifestação promovida pela Escola Estadual Maria José, na Bela Vista, no centro da capital paulista.

A presidenta da UBES Camila Lanes, que é colaboradora do Blog do Esmael, foi solta em seguida, mas a polícia chegou a agredir e prender outros 4 manifestantes.

No Paraná, a UPES segue se preparando para ocupações em caso de fechamento de escolas pelo governador Beto Richa. O novo presidente da entidade, Matheus dos Santos, em entrevista ao Blog do Esmael, avisou o tucano: “Se fechar escolas, a gente ocupa”.

Com informações do Portal Vermelho. Fotos: Sérgio Silva e Jornalistas Livres

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20 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Alckmin e Richa continuam com planos de fechar escolas, mas resistência continua em SP e PR

Apesar de informação veiculada ontem (19) pela Folha de São Paulo, o fechamento de escolas no estado de São Paulo, a exemplo do Paraná, não foi suspenso. Parece que o anúncio da suspensão visava somente desmobilizar os estudantes que, sob a liderança da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), já ocupam pelo menos 74 escolas.

O secretário de Educação do governo Alckmin (PSDB), Herman Voorwald, anunciou uma proposta para desmobilizar as ocupações das escolas. Os estudantes deveriam desocupar as escolas e em 48 horas receberiam material informativo sobre a reestruturação. A partir de então, seriam iniciados debates nas comunidades, entre professores, alunos, pais, associações e conselhos. A proposta original da Secretaria prevê o fechamento de 94 unidades.

Quando questionado pelas entidades estudantis presentes à audiência se a reestruturação estava suspensa até um consenso da base popular, o secretário respondeu de forma evasiva: “As escolas devem enviar uma contraproposta para as diretorias de ensino e iremos avaliar se é viável. Depois vamos ver como será.”

A presidenta da Ubes, Camila Lanes, considera que as ocupações em São Paulo devem continuar até a Leia mais

19 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Tal qual Richa no Paraná, Alckmin “afrouxou a tanga” em São Paulo

do Brasil 247

Os estudantes secundaristas obtiveram uma vitória histórica contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, que pretendia fechar nada menos que 94 escolas, afetando 311 mil alunos.

O secretário estadual de Educação, Herman Voorwald, anunciou na tarde desta quinta-feira 19, durante em audiência de conciliação entre governo, professores e estudantes, que a reorganização do sistema educacional está suspensa e o governo espera, agora, que os alunos desocupem as escolas.

Nos últimos dias, o governo Alckmin chegou a usar a polícia contra alunos e professores, para tentar a reintegração de posse. A ocupação chegou a alcançar 50 escolas, com o apoio de integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

Alguns docentes foram agredidos e duas lideranças estudantis, Camila Lanes, eleita presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, e Angela Meyer, presidente da Upes, chegaram a ser detidas.

No fim, a despeito da truculência, o governo paulista foi derrotado e os

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28 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Rafael Greca: De água parada só se espera o veneno

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Rafael Greca*

Tenho pensado em trocar o nome desta coluna para “Desinteligência Urbana”. Quase tudo que vemos na atual Curitiba são erros de urbanismo somados a erros de administração.

Erros por cima de erros, que a atual prefeitura tenta esconder através um marketing governamental inútil, debochado, mentiroso e dispendioso para os contribuintes. Marketing este tripudiado, na semana que passou, pela prefeitura de São Paulo, para vergonha nossa.

Enquanto tenta tapar o sol, de suas más apostas políticas, com a peneira, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) permanece imóvel. Infrutífero,em sua privilegiada zona de conforto, assistindo como rei de camarote,a deterioração da nossa Cidade de Curitiba, sem esboçar reação em favor dos contribuintes.

Autoridade vem de “augere”, do latim, agir. De um prefeito exige-se ação.

Na última quinta, 22 de outubro, uma chuva de 53 mm quase nocauteou Curitiba. Foram poucas as ruas que não alagaram devido os bueiros entupidos. As construtoras estão livres para amontoar areia, cimento e brita sobre os passeios, em cima dos drenos, ajudando o seu entupimento. Falta ação fiscalizadora.

As velhas galerias estão entulhadas de lixo, e até por cobertores e pertences dos moradores de rua, quando não são suas próprias “moradias”. Falta ação social. Não existe uma política de drenagem e saneamento.

Se tivéssemos implantado os drenos acumuladores de vazão, os bueiros 5 x 1, nos pontos críticos de cheia, uma proposta concreta que fiz na campanha de 2012, Curitiba não teria passado por mais este apuro.

“De água parada só se espera o veneno”, diria William Blake. Por isso, os ratos saem da toca, como aconteceu no CMEI do Ganchinho, creche fechada pelo sindicato por insalubridade e ameaça de leptospirose.

Desde quando creches em Curitiba deixaram de ser endereços saudáveis? Culpa da crise? Tudo é culpa de Brasília agora?

Enquanto ratos vazam nas creches, outro tipo de ratazana invade o outrora seguro transporte coletivo de Curitiba.

Nos últimos dias, três ocorrências graves. A primeira, no último domingo, 25, na boca da noite; um arrastão no Terminal do Portão assaltou os curitibanos que lá estavam.

A segunda, ontem, no final da manhã, na estação-tubo onde a rua Westphalem encontra a André de Barros, um jovem curitibano foi espancado até cair no chão, por dois marginais que pretendiam roubar-lhe o celular.

A terceira, um bandido de arma niquelada se apos Leia mais