16 de agosto de 2016
por esmael
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A máfia dos radares em Curitiba

fruet_radar_marceloO advogado Marcelo Araújo, especialista em multa e trânsito, destaca em sua coluna desta terça (16) a máfia dos radares que atravessou incólume durante toda a gestão do prefeito Gustavo Fruet (PDT), em Curitiba. “Sem que houvesse nova licitação”, denuncia. Abaixo, leia, ouça, comente e compartilhe a íntegra do texto:

23 de Fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: Esforço X Capacidade

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Marcelo Araújo*

Dia desses, um amigo que tem proximidade tanto com o prefeito quanto com sua secretária de trânsito ponderava comigo para ter mais compaixão, pois reconhecia que ambos eram esforçados. Concordei com ele no adjetivo, porém lembrei que o esforço é inócuo quando não há capacidade. Capacidade é ineficaz sem investidura, então não adianta eleger pessoas esforçadas, mas incapazes. Um dos argumentos do anão era que o prefeito estava pronto, mas não esclareceu que era pronto para começar a aprender e que seríamos as cobaias.

Na última sexta-feira o Tribunal de Contas do Paraná noticiou que está notificando a Prefeitura de Curitiba para que no prazo de 30 dias regularize uma série de impropriedades (ilegalidades) em relação aos radares. O fato de ser Advogado do Bruxo Chik Jeitoso nos ataques judiciais desesperados e covardes que sofre do Prefeito e de seu Chefe de Governo não me conferiu o dom da premonição, mas por lógica e conhecimento eu já havia

10 de Fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Rafael Greca: #InventeUmaDesculpaProFruet

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Rafael Greca*

O que fizeram com a nossa casa? O que foi feito da qualidade de vida da nossa Curitiba? Como Fruet conseguiu aniquilar uma Prefeitura que já foi modelo de serviço público?

São perguntas que não calam. E como estamos no último ano desta desprefeitura, cabe a pergunta das perguntas: o que foi feito prefeito?

É dever de um prefeito entregar ao sucessor uma Cidade melhor, mais justa e mais bela do que a recebeu. O que foi feito prefeito?

Silêncio nos tribunais das calçadas, onde quem cala consente. Jogar a culpa em Brasília, não cola. Jogar a culpa nos protestos curitibanos, não cola. Acabou o milho, acabou a pipoca. A fábrica de desculpas faliu, por isso o movimento #voltacuritiba lançou a tag #InventeUmaDesculpaProFruet.

A cidade nunca esteve tão maltratada. O desprefeito não cuida da cidade, nem olha para as pessoas. Não há obras, não há ação social, nem coragem política. Falta presença e a marca até agora só a molecagem no Facebook, que seria cômico, se não fosse trágico. Há sangue nas calçadas, muita violência. Há moradores de rua, há ratos, há buracos, há pichações. Por sorte ainda existe o prédio da prefeitura, só não há prefeito, mas um colegiado nepotista ávido por aumentar taxas, tarifas e impostos.

Sem resposta para a pergunta o que foi feito prefeito, a ausência de Gustavo Fruet na sabatina da Gazeta do Povo foi uma confissão de desonestidade e de desrespeito ao povo de Curitiba. Não prestar contas não combina com Curitiba e muito menos combina com a autoproclamada “honestidade”, da qual Fruet tanto se gaba.

Não é honesto Fruet ter duplicado a dívida da Prefeitura em 4 anos. Não é. A desculpa “culpa do Ducci”, perdeu o prazo de validade. FRUET passou quatro anos montado na desculpa que herdou do dívidas do Ducci, mas não denunciou o Ducci. Por que? Poderia e deveria ter encaminhado uma denúncia séria contra o antecessor, mas não denunciou. Deixou quieto.

Até os paralepípedos desta cidade sabem que vários cargos ficaram na mão dos mesmos, assim como foram renovados todos os contratos, da Consilux ao ICI. Ficou tudo como era antes. Foi eleito para mudar, e não mudou.

Ou Fruet é duas vezes incompetente, ou é duas vezes conivente.

O que foi feito, Prefeito? Prefeito é um substantivo que tem “feito” no nome. Fruet não tem nenhum feito. Será por isso que Fruet é só Prefs?

Perdi a eleição de 2012 para uma fotografia b

2 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Rafael Greca: Não existe área calma onde ronca a motosserra

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Rafael Greca*

Três imagens recentes traduzem bem a desorientação do atual prefeito de Curitiba.

A primeira, o massacre das magnólias da Inácio Lustoza, derrubadas cruelmente pela prefeitura.

A segunda, o outdoor-pegadinha dos deficientes, narcisismo da infrutífera gestão publicitária municipal — que chamou mais atenção para a campanha que para o problema, feriu o CONAR, recebeu nota negativa da OAB-PR e foi rejeitado, como “brincadeira de mau gosto”, pelas sérias entidades que lutam com o devido respeito e cuidado pela inclusão dos nossos irmãos deficientes.

defic

E a terceira, a mal ensaiada jogada de rompimento do prefeito com o queimado PT na véspera da eleição, para escapar da ira de uma Cidade capital da Lava-Jato.

Sobre a primeira, disse o seguinte: não existe área calma onde ronca a motosserra. Foi o pensamento que saltou-me diante da cena terrível das perfumadas magnólias massacradas na rua onde fui menino, rua da casas de meus pais e meus avós,a rua Inácio Lustoza.

A troca do perfume de magnólias centenária pelos abusivos radares Consilux — máquinas mortas da indústria da multa, metálicas, sem folhas, sem perfume, sem viva natureza — desencadeou na consciência curitibana uma revolta e um processo de reflexão: a que ponto chegamos?

Que inconsciência é esta que desadministra Curitiba, capital que consagrou a área verde como princípio urbano?

arvores

Que tipo de gente co

17 de novembro de 2015
por esmael
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Indústria da multa e ‘vias calmas’ puxam críticas a Fruet na internet

radar_fruetO prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), virou alvo de críticas nas redes sociais.

Nesta terça-feira (17), por exemplo, circula “meme” com uma foto do pedetista com a inscrição “Olá curitibano. Como posso atrapalhar a sua vida hoje?” (sic).

A bronca dos moradores da capital com Fruet tem a ver com a implantação das ‘vias calmas’, locais em que a velocidade máxima foi reduzida para 40 km/h.

Além da redução do limite da velocidade, o prefeito instalou dezenas de novos radares fixos e opera outros móveis, verdadeiros caça-níqueis.

Detalhe da indústria da multa gustavista: esses equipamentos operam sem contrato, via Consilux — aquela empresa das propinas no Fantástico.

13 de novembro de 2015
por admin
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Indústria da multa atua sem contrato na “área calma” de Gustavo Fruet

A novela da área calma de Curitiba teve mais um capítulo surreal nesta semana. Não pela restrição da velocidade em si, mas pelo ímpeto da administração municipal em implantar o programa mesmo sem ter condições e infraestrutura para isso.

Como todos sabem, a Prefeitura de Curitiba não tem contrato com a empresa Consilux, que é dona dos radares utilizados no trânsito da cidade.

A confusão começou em 2011, quando o programa Fantástico da Rede Globo veiculou reportagem apontando a existência de uma máfia da indústria da multa em diversos pontos do País, que manipularia licitações, pagando propina para obter contratos com prefeituras para a operação de radares e lombadas eletrônicas. Entre as envolvidas estaria a Consilux, que desde 1998 mantém contratos com a Prefeitura de Curitiba.

Devido à divulgação das denúncias e à repercussão nacional do caso, o então prefeito Luciano Ducci (PSB) havia determinado a suspensão do contrato com a Consilux, anunciando a “estatização” de radares e lombadas, o que de fato não se concretizou.

Para resumir a história, a Prefeitura paga até hoje mensalmente, em caráter emergencial, para a tal Consilux pela utilização dos radares. E são 16 desses aparelhos da Consilux que estão sendo instalados na dita “área calma”.

A primeira pergunta que surge é por que a Prefeitura simplesmente não faz uma nova licitação? Já se passaram quatro anos desde o rompimento e a Consilux continua atuando e faturando às custas das multas aplicadas nos curitibanos.

O advogado especialista em trânsito, Marcelo Araújo, chama atenção para um outro detalhe bizarro: quem está fazendo a mudança desses aparelhos? Não se trata de uma operação simples.

O jornal 

3 de Março de 2014
por esmael
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Coluna do Marcelo Araújo: “As bravatas e o continuísmo do ‘xerife’ Fruet”

Advogado Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda-feira de Carnaval, ironiza o prefeito Gustavo Fruet que, no auge da greve dos ônibus, ameaçou prender sindicalistas e empresários pela prática de locaute!; Falou e tomou Doril, sumiu. Coube à  vice-prefeita, Mirian Gonçalves, assumir as negociações e pôr fim à  greve dos ônibus!, registrou o especialista em multas; colunista também observa que Fruet realiza uma gestão de continuidade quando o assunto é trânsito e multas eletrônicas: Se continua a ocupação dos equipamentos da Consilux é porque a solução encontrada na gestão anterior !” do prefeito Luciano Ducci !” foi correta e assim parece que vai continuar!, espinafra; leia o texto.

Advogado Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda-feira de Carnaval, ironiza o prefeito Gustavo Fruet que, no auge da greve dos ônibus, ameaçou prender sindicalistas e empresários pela prática de locaute!; Falou e tomou Doril, sumiu. Coube à  vice-prefeita, Mirian Gonçalves, assumir as negociações e pôr fim à  greve dos ônibus!, registrou o especialista em multas; colunista também observa que Fruet realiza uma gestão de continuidade quando o assunto é trânsito e multas eletrônicas: Se continua a ocupação dos equipamentos da Consilux é porque a solução encontrada na gestão anterior !” do prefeito Luciano Ducci !” foi correta e assim parece que vai continuar!, espinafra; leia o texto.

Marcelo Araújo*

Na semana passada uma palavra passou a fazer parte do vocabulário cotidiano devido aos conflitos do transporte coletivo que é “lock out”, ou aportuguesado “locaute”, numa tradução livre chaves pra fora ou porta trancada, que seria a “greve dos patrões”. O prefeito Gustavo Fruet bradou retumbante que pediria a prisão se fosse caracterizada tal prática. Falou e tomou Doril, sumiu. Coube à  vice-prefeita, Mirian Gonçalves, assumir as negociações e pôr fim à  greve dos ônibus. Leia mais

8 de Abril de 2012
por esmael
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Artigo de Edson Feltrin: “O início da decadência tucana no Paraná”

por Edson Feltrin*

O grupo político do PSDB do Paraná, comandado pelo governador Beto Richa, está em franca decadência depois de uma rápida ascensão. Senão vejamos: Como sabemos, Richa se elegeu prefeito de Curitiba em 2.004, foi reeleito em 2.008 e, logo em seguida, 2.010, foi eleito governador do estado do Paraná.

Ao assumir o governo em 1!° de janeiro de 2.011 em seu discurso de posse, não faltaram arroubos de que, o Paraná, a partir daquele instante viveria uma nova era de realizações. Ledo engano.

Constatar-se-ia mais tarde que o discurso era vazio, cheio de promessas demagógicas, muito engodo e nada de concreto. Naquela oportunidade, para enganar a torcida, não faltaram críticas ácidas contra seus antecessores, Roberto Requião e Orlando Pessuti.