5 de Fevereiro de 2018
por esmael
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‘Prefeito Rafael Greca levou vaia porque aumentou o IPTU’, avalia deputado

O deputado Ney Leprevost (PSD) afirmou que o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, levou vaia no Teatro Guaíra porque aumentou o IPTU, a taxa do lixo e descuidou com a saúde pública. Leia mais

1 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: Cuidar da Saúde Pública é respeitar o cidadão

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Marcelo Belinati*

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 01/2015 é uma consequência de dois grandes movimentos anteriores da sociedade brasileira, a PEC 29 e o SAÚDE +10, todos objetivando o aumento de recursos para saúde pública.

Os dois primeiros movimentos bateram na trave, e parece que agora vai!

A PEC 01/2015 já foi aprovada em primeiro turno na Câmara – o segundo turno ocorrerá semana que vem – e, em síntese, ela estabelece que 10% de toda a receita corrente bruta (toda arrecadação da União) sejam aplicadas na nossa combalida saúde pública.

Sou médico, e, como costumo dizer, médico “chão de fábrica” (sou médico do SAMU, do INSS e SOS Unimed). Em razão disso, conheço de perto a triste realidade da nossa saúde.

Por um lado, profissionais da saúde fazendo das tripas coração para tentar bem atender a população, muitas vezes sem sequer ter condições de trabalho adequadas.

De outro lado, nossa população sofrendo com os mais diversos tipos de problemas como falta de vagas de UTI, falta de médicos e remédios, filas intermináveis para atendimento, cirurgias / consultas com especialistas / exames que demoram anos para serem realizados, são alguns exemplos. Muita gente morre em razão desse total descaso por parte do poder público.

O problema da saúde pública não é só a falta de recursos, diria que é isso também, mas associado a outros fatores como gestão inade

31 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Requião Filho: Curitiba fez 323 anos com pouco a comemorar

Requião Filho*

Curitiba, antiga cidade modelo, referência em ecologia, planejamento urbano e qualidade de vida, hoje perece a olhos vistos.

Nada de novo foi projetado e o que era bom não foi mantido a contento ou foi abandonado, jogado à própria sorte. As administrações fecharam os olhos para o crescimento populacional e industrial da cidade, o que vem causando, por exemplo, uma degradação da mobilidade urbana.

O transporte coletivo, antes referência mundial, hoje, desintegrado, caro e ineficiente, é um problema diário na vida daqueles cidadãos que dele dependem.

Ruas esburacadas balançam o cotidiano dos curitibanos, de uma forma nenhum pouco agradável e não condizem com a beleza da cidade construída com trabalho dos povos das mais diversas partes do mundo que escolheram Curitiba para viver.

As belas praças e parques da arborizada Curitiba dos anos 90, não possuem mais o mesmo brilho.

Os cartões postais de outrora necessitam de maior atenção, a precária maquiagem aplicada gestão após gestão não foi suficiente para resgatar a altivez dos símbolos municipais, reconhecidos internacionalmente e que não condizem, na atualidade, com uma Capital cosmopolita e antenada com o futuro.

A Capital das oportunidades, que acolhia a todos com calor humano e compreensão social, hoje convive com moradores de rua abandonados, carentes de cuidados, distantes de qualquer proteção, que vivem em busca

25 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: “Prefeito, não deixe fechar o Centro Odontológico para pessoas com deficiência”

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Marcelo Belinati*

Com muita tristeza no coração vi o anúncio de que o Centro de Saúde Especial Bárbara Daher, o Getexcel (Grupo de Estudos para o Desenvolvimento do paciente Excepcional de Londrina), que faz o tratamento – prevenção e cuidados odontológicos das pessoas com deficiência vai fechar.

Após quase 27 anos de excelentes serviços prestados à sociedade de Londrina e região, anunciou o encerramento das atividades no dia 31 de março em razão de dívidas geradas pela falta de maior apoio financeiro por parte da prefeitura de Londrina.

Infelizmente os portadores de deficiência vão ficar sem o humanitário tratamento, o que, certamente, além de dor e sofrimentos, vai trazer sérias complicações de saúde para milhares de pacientes, vítimas do descaso do poder público.

A entidade tem atualmente 5.800 pacientes cadastrados, oferecendo em média 200 atendimentos/mês, a grande maioria de famílias de baixa renda e que não têm outras opções para realizar esse importante atendimento social. O Getexcel tem o seu inestimado valor justamente pelo atendimento diferenciado que faz às pessoas com deficiência.

Atendimento especializado (muitos pacientes necessitam inclusive serem anestesiados para fazerem o tratamento odontológico), muito amor, carinho, atenção, compreensão e comprometimento, são o diferencial dessa instituição que tem pro

16 de Março de 2016
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Coluna do Rafael Greca: Fruet ataca inimigos imaginários

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Rafael Greca*

A última do Gustavo Fruet (PDT), depois que a Sereia do PT caiu no buraco da Lava Jato. Em discurso extemporâneo, dentro de escola pública, falando para uma plateia formada por inocentes crianças, o prefs Fruet deixou escapar o desânimo de sua equipe com as chances de sua reeleição e atacou o que podemos chamar de inimigos imaginários.

Foi um discurso acentuadamente eleitoral. A quadra coberta de uma escola pública virou palanque  para o mais tacanho proselitismo político. Conduta vedada pela legislação. Deu-se na última quinta-feira, dia 10 de março, durante inauguração de minúsculas melhorias na Escola Municipal Leonor Castellano, no Boqueirão.

O evento abriu a programação de aniversário dos 323 anos de Curitiba, segundo informou, pomposa, a áulica e caríssima assessoria da Prefs sem feitos.

O prefeito disse que o ano eleitoral será de “ofensas e mentiras”. Da nossa parte, não! Cremos firmemente que só a Verdade nos libertará. Só a Realidade bem observada pode gerar a verdadeira consciência.

14 de Março de 2016
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Beto Richa também foi alvo de protestos no interior do Paraná; assista

Apesar da velha mídia tentar mostrar que as manifestações deste domingo (13) tenham sido somente contra Dilma, Lula e o PT, sobrou para os tucanos e aliados em todo o país. O senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin do PSDB foram hostilizados, chamados de corruptos e tiveram que sair fugidos da Avenida Paulista, em São Paulo.

O governador Beto Richa (PSDB) foi alvo de protestos em Curitiba e no interior do Paraná. No município de Manoel Ribas, região central do estado, um protesto organizado por professores fez com que Richa cancelasse a visita que estava marcada marcada ontem à tarde.

Richa cumpriria uma agenda para entrega de um(!) micro-ônibus para a saúde, daqueles usados para levar os doentes à Curitiba, dentre outras solenidades. Mas ao saber do protesto, o tucano nem quis saber de parar no município.

O presidente da Companhia de Saneament

7 de Março de 2016
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Em giro pelo interior, Beto Richa colhe vaias e protestos; assista ao vídeo

O governador Beto Richa (PSDB) visitou algumas cidades do interior do Paraná na quinta (3) e sexta-feira (4) da semana passada. Embora esteja com o governo mergulhado na lama da corrupção, o tucano defendeu “punição exemplar” aos denunciados na operação Lava Jato ao comentar o sequestro do ex-presidente Lula.

Sempre tentando reaver um pouco da popularidade perdida com as ações desastrosas de seu governo, Richa atrai protestos por onde passa. Mesmo cercado por forte aparato policial, que impede a aproximação de qualquer pessoa não alinhada a ele, os constrangimentos são inevitáveis.

Foi assim nos municípios de União da Vitória e Telêmaco Borba, na quinta-feira (3).

Nas duas cidades os compromissos foram para a “inauguração” de Batalhões da Polícia Militar que ainda nem existem. Segundo a população de Telêmaco, o futuro batalhão da cidade vai servir mesmo é para defender o patrimônio da empresa Klabin.

Na sexta-feira (4) os compromissos do governador foram em Maringá e Umuarama. Em ambas as cidades, Richa participou de inaugurações de equipamentos hospitalares. Em Umuarama, mesmo afastadas por uma cerca montada pela PM, os manifestantes fizeram bastante barulho, atrapalhando o discurso de Richa. Confira a seguir.

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20 de Fevereiro de 2016
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Coluna do Jorge Bernardi: Cidadão comemora as Forças Armadas nas ruas

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Jorge Bernardi*

Num tempo em a extrema direita pede a volta dos militares ao poder, as Forças Armadas deram um exemplo de civismo ao sair as ruas, na última semana, para combater o inimigo público nº 1, o mosquito Aedes Aegypti.

Mais de 220 mil homens e mulheres, do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, estão percorrendo casa por casa de mais de 400 cidades brasileiras orientando as pessoas sobre os perigos e as doenças causadas por este mosquito, que transmite doenças como a dengue, chikungunya e o vírus Zika.

Já falaram até em suspender as Olimpíadas no Rio de Janeiro deste ano, caso a epidemia se agrave. O vírus Zika está infectando milhares de pessoas no Brasil e no mundo, causando morte e microcefalia em bebês. E pensar que o Brasil, há cerca de 60 anos, em 1955, extinguiu o Aedes Aegypti. Saliente-se que os cientistas ainda não tem certeza absoluta de que o vírus Zika é transmitido por este mosquito.

Acompanhei o trabalho dos militares no bairro onde moro em Curitiba, no sábado 13/02, e pude ver e ouvir, vários moradores agradecendo a eles por levar orientações sobre como combater e evitar os focos do mosquito. Pude perceber que as pessoas se sentiam seguras, protegidas, cuidadas.

Os militares estavam cumprindo o que diz a Constituição (art. 147): “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

As Forças Armadas são essenciais no estado democrático de direito na defesa da nação, garantia dos direitos fundamentais e na manutenção da lei e da ordem. Aos militares não é permitido se sindicalizarem, fazerem greve e se filiarem a partidos políticos.

Os brasileiros querem as Forças Armadas auxiliando no combate ao crime organizado, construindo estradas, ferrovias, protegendo fronteiras, espaço aéreo, e os nossos mares. A nação não aceita e nem mesmo os militares querem outras atribuições a não ser aquelas que a Constituição lhes assegura.

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16 de Fevereiro de 2016
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Coluna do João Arruda: Os sonhos de Bernie Sanders também são nossos

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João Arruda*

A sensação do período pré-eleitoral dos Estados Unidos chama-se Bernie Sanders. Ele é um senador de 74 anos que disputa a indicação do Partido Democrata para ser candidato a presidente. Aliás, sou a favor do modelo das prévias. Elas ampliam o debate e enfraquecem a fisiologia. Na troca de ideias, as propostas são comparadas e as posições vêm à tona. Tudo fica mais às claras.

Mas eu não quero falar das prévias e, sim, das ideias de Sanders. No País onde uma educação decente custa caro, ele defende o ensino superior gratuito. “A universidade é o novo ensino médio”, diz o senador, para quem a igualdade de classes não será possível se a maior parte da população estiver sem acesso ao ensino universitário.

Sanders reforça a luta contra o racismo, um cadáver insepulto da América. Em encontros com ativistas, o pré-candidato à presidência dos EUA admite que a alta taxa de desemprego e encarceramento entre afro-americanos significa que há racismo sistêmico nos Estados Unidos, o que poderia ser combatido com a reforma da Justiça.

O senador não teme mexer no vespeiro de Wall Street, a quem acusa de conduzir o governo dos EUA. Sanders acredita que pode financiar a maioria de suas propostas com novos impostos e taxas, principalmente sobre os mais ricos, como gestores de fundos, especuladores do mercado financeiro e grandes empresários.

“Os Estados Unidos deveriam adotar o sistema universal de saúde, pago pelo governo federal”, defende Sanders. A proposta conquista corações e mentes da população mais empobrecida, uma vez que nos EUA, onde o modelo de saúde é privado, médico é para quem tem dinheiro. Ele não para por aí.

Bernie pretende dobrar o valor do salário mínimo, além de criar políticas de apoio aos imigrantes. Ele insiste: só a união de todos, juntos (“together”, em inglês, lema de sua campanha), pode transformar a realidade. Seu caráter solidário faz do senador do pequeno estado de Vermont um sopro de esperança diante da campanha preconceituosa e obscurantista do republicano Donald Trump.

A forma de Sanders fazer política merece ser observada com atenção, principalmente no Brasil. Como dizem seus correligionários, esta não é a campanha do “não dá pra

10 de Fevereiro de 2016
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Coluna do Rafael Greca: #InventeUmaDesculpaProFruet

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Rafael Greca*

O que fizeram com a nossa casa? O que foi feito da qualidade de vida da nossa Curitiba? Como Fruet conseguiu aniquilar uma Prefeitura que já foi modelo de serviço público?

São perguntas que não calam. E como estamos no último ano desta desprefeitura, cabe a pergunta das perguntas: o que foi feito prefeito?

É dever de um prefeito entregar ao sucessor uma Cidade melhor, mais justa e mais bela do que a recebeu. O que foi feito prefeito?

Silêncio nos tribunais das calçadas, onde quem cala consente. Jogar a culpa em Brasília, não cola. Jogar a culpa nos protestos curitibanos, não cola. Acabou o milho, acabou a pipoca. A fábrica de desculpas faliu, por isso o movimento #voltacuritiba lançou a tag #InventeUmaDesculpaProFruet.

A cidade nunca esteve tão maltratada. O desprefeito não cuida da cidade, nem olha para as pessoas. Não há obras, não há ação social, nem coragem política. Falta presença e a marca até agora só a molecagem no Facebook, que seria cômico, se não fosse trágico. Há sangue nas calçadas, muita violência. Há moradores de rua, há ratos, há buracos, há pichações. Por sorte ainda existe o prédio da prefeitura, só não há prefeito, mas um colegiado nepotista ávido por aumentar taxas, tarifas e impostos.

Sem resposta para a pergunta o que foi feito prefeito, a ausência de Gustavo Fruet na sabatina da Gazeta do Povo foi uma confissão de desonestidade e de desrespeito ao povo de Curitiba. Não prestar contas não combina com Curitiba e muito menos combina com a autoproclamada “honestidade”, da qual Fruet tanto se gaba.

Não é honesto Fruet ter duplicado a dívida da Prefeitura em 4 anos. Não é. A desculpa “culpa do Ducci”, perdeu o prazo de validade. FRUET passou quatro anos montado na desculpa que herdou do dívidas do Ducci, mas não denunciou o Ducci. Por que? Poderia e deveria ter encaminhado uma denúncia séria contra o antecessor, mas não denunciou. Deixou quieto.

Até os paralepípedos desta cidade sabem que vários cargos ficaram na mão dos mesmos, assim como foram renovados todos os contratos, da Consilux ao ICI. Ficou tudo como era antes. Foi eleito para mudar, e não mudou.

Ou Fruet é duas vezes incompetente, ou é duas vezes conivente.

O que foi feito, Prefeito? Prefeito é um substantivo que tem “feito” no nome. Fruet não tem nenhum feito. Será por isso que Fruet é só Prefs?

Perdi a eleição de 2012 para uma fotografia b

9 de dezembro de 2015
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Coluna do Rafael Greca: “Fruet, se está difícil, deixa que eu faço”

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Rafael Greca*

Não existe tempo ruim pra ser prefeito de Curitiba. Quem diz que “administrar Curitiba é receber uma herança maldita”, não merece administrar Curitiba. Nossa cidade não pode ser resumida a medida da frustração e do infortúnio. Não aceito ver tudo encolher em Curitiba.

Acostumado à grandeza generosa de nossa amada Cidade e da minha boa gente curitibana; conhecedor da gloriosa trajetória de Curitiba em seus mais de 300 anos de existência; e tendo conseguido boa resposta a todos os desafios da minha gestão de prefeito (1993-1996) — quando devolvi uma Curitiba maior, melhor e mais bela do que recebi — não aceito ver tudo encolher em Curitiba.

Encolheu a oferta de vagas para pessoas em situação de risco de rua. Fecharam sem justificativa a FAS-SOS, a Fazenda Solidariedade, a Casa da Acolhida e do Regresso, o Linhão Sopão, o Vale Vovó, nossos Restaurantes de R$ 1. Resultado: hordas de desvalidos arrastam-se pelas marquises, acampam nos gramados das praças.

Encolheu a limpeza pública. Já não se fazem mutirões Tudo Limpo. E cortaram o serviço de desratização. Resultado: os desmanches e terrenos baldios cheios de lixo proliferam nos 75 bairros; e a cidade foi tomada por roedores de todas as estirpes.

A prefeitura deve estar esperando a importação de algum flautista de Hamelin, para nos livrar da maldição dos ratos; ou de algum guitarrista de Medellín, para nos livrar dos crackeiros.

Bueiros fedem a esgoto sanitário. Os calçadões a mijo seco. E até o mosquito Aedes Egypt já nos manda lembranças, trazendo nas suas asas o mal da Dengue, da Xincungunha e da microcefalia.

Pra combinar com o Brasil do PT, será que vamos mudar o nome do Conjunto Oswaldo Cruz para Conjunto do Mosquito? Devemos trocar a antiga glória do sanitarista por um problema de saúde pública que não conseguimos resolver?

Encolheu também a autonomia municipal, quem controla tudo é o ICI; controla até os códigos fonte de lançamento de impostos, enquanto a Prefeitura aceita passivamente tamanha irregularidade chumbada pelo TCE — a organização particular prestadora de servi

1 de dezembro de 2015
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Comentários desativados em Coluna do João Arruda: Dinheiro repatriado deve ir para a Saúde

Coluna do João Arruda: Dinheiro repatriado deve ir para a Saúde

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João Arruda*

O déficit de R$ 10 bilhões no orçamento do Ministério da Saúde alerta: 2016 pode ser um ano de caos no setor. Duvida? Acompanhe comigo.

1) Os recursos para atendimentos de média e alta complexidade nos hospitais, por exemplo, só são suficientes para o primeiro semestre.

2) Farmácia Popular? Pode esquecer, também. Cortaram os recursos para bancar remédios mais baratos.

3) A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) não terá dinheiro para combater o Aedes aegypti, que transmite dengue e zyca – o surto de microcefalia vai piorar.

4) As ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) vão parar.

5) As Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, também vão parar, a não ser que estados e municípios banquem 100% do atendimento. Quem tem dinheiro?

É preciso considerar que, além do crescimento vegetativo da população, há também um aumento do número de pessoas que passaram a usar a rede pública de saúde por causa da crise.

Sou o relator do orçamento da União para a saúde, condição que me obriga a buscar medidas que evitem mais sofrimento à população que depende do SUS.

Nós já fizemos uma mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias para garantir mais R$ 3 bilhões para a saúde no ano que vem. Mesmo que o governo não vete, porque há esse risco, é insuficiente.

O único meio de evitar o caos na saúde pública em 2016 é encontrar novas fontes de recursos. Eu tenho uma proposta: aumentar a previsão da receita do dinheiro que será repatriado e colocar R$ 7 bilhões a mais no orçamento da saúde para 2016.

O projeto de lei aprovado na Câmara regulariza, mediante pagamento de multa, o dinheiro enviado por brasileiros ao exterior sem declaração à Receita Federal.

Com a cobrança de multas e de Imposto de Renda, o governo espera legalizar os recursos para elevar a arrecadação e equilibrar as contas pública

4 de novembro de 2015
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Coluna do Rafael Greca: Curitiba merece tranquilidade e saúde

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Rafael Greca*

O drama da atual precariedade de atendimento básico de Saúde ao Povo Brasileiro também lança suas sombras – de medo e morte – sobre nossa Grande Curitiba.

Informa a Associação Médica Brasileira que nos últimos 7 anos, no Brasil, foram fechados 70 mil leitos de SUS.

Esta retração no sistema de saúde pública também aconteceu na Curitiba metropolitana: fecharam leitos no Hospital de Clínicas, no Hospital Evangélico, na Santa Casa. O Hospital Nossa Senhora das Graças deixou de atender o SUS, com perda de 300 leitos.

Fecharam definitivamente suas portas os hospitais do Carmo – no Boqueirão, São Carlos – no Jardim das Américas, Erasmo de Roterdam – na rua Mateus Leme.

Para piorar a atual Prefeitura de Curitiba ainda está em débito com os Hospitais. Atrasa pagamentos de serviços realizados. Só ao Hospital Pequeno Príncipe, R$ 10 milhões. No Erasto Gaertner arrastam-se obras de ampliação, ainda que a qualidade do serviço permaneça humanitária.

A conta negativa não foi zerada pela abertura do Hospital do Idoso, do Hospital Rocio em Campo Largo, ou por ampliação do Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.

Outros hospitais – bandeira de promessas eleitorais de Fruet, Ducci, Ratinho – tipo Hospital da Mulher, Hospital do Homem, Hospital da Zona Norte, não passam de névoas do nada.

O Centro de Especialidades Médicas previsto para o terreno anexo à Arena do Atlético chafurda no fiasco, sepultado na lama da última Copa do Mundo.

Também endereços tradicionais de solícito atendimento psiquiátrico desapareceram ou encolheram. Em 2005 tínhamos 542 leitos de SUS para psiquiatria em Curitiba.

Nas eras Ducci e Fruet o quadro piorou: no final de 2013, foram descredenciados 182 leitos. Apenas 67 vagas foram criadas.

Perdemos o Hospital Bom Retiro para a especulação imobiliária. Encolheu Hospital N. S. da Luz, por ordens do Ministério da Saúde, cumprindo a Lei de Reforma Psiquiátrica. Seus substitutivos, os CAPS – Centros de Atendimento Psicosocial, ligados à F.A.S., deixam a desejar.

O ponto mais crítico é que os doentes

16 de setembro de 2015
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Professores e ‘cadáveres insepultos’ no IML geram protestos contra Beto Richa em Ponta Grossa

pontagrossaPonta Grossa, a próspera capital dos Campos Gerais, completou 192 anos ontem, dia 15 de setembro. Entre as comemorações pela passagem da fundação do quarto município mais populoso do Paraná houve manifestação e bronca no governador Beto Richa (PSDB). Leia mais

10 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Requião Filho: O exemplo de Júlia na batalha pela vida

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Requião Filho*

Quando nos deparamos com tamanha força de um ser tão pequeno, logo a gente se pergunta: como isto é possível? Só quem já passou por uma UTI sabe a provação que é.

Estou falando da pequena Júlia, uma paranaense que nasceu prematura, em agosto de 2014. Desde o primeiro instante, ela convive com inúmeros desafios para se manter viva e tem surpreendido médicos, enfermeiros, amigos e até mesmo sua mãe e sua avó.

Nasceu de seis meses, com pouco mais de meio quilo e, hoje, um ano depois, com quase três quilos e meio, após inúmeras cirurgias e internações, Julinha está quase tendo alta. Deve ir para casa, pela primeira vez, nesta sexta-feira (11), embora seu caso continue exigindo cuidados tais como um aparelho complicado chamado de homecare que monitorará tudo. Sua mãe Ângela e sua avó Lenilde são duas guerreiras, são duas pessoas que os antigos diriam serem pessoas de luz. A dupla é o que se pode chamar de pessoas de bem, pessoas de uma força e fé inigualável.

Poucos sabem, mas sou pai de dois meninos, Marcelo e Matheus. Meus filhos são gêmeos e também nasceram prematuros. Porém, por causa dessa pressa em nascer, eles passaram um mês na UTI do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. E foi naqueles dias que conheci a menina/mãe, Ângela Dal Santos, e ela com seus 20 e poucos anos acolheu a mim e a minha esposa, e nos explicou tudo sobre aquele que seria nosso périplo.

Ângela estava lá com a Julinha, lutando pela vida. Antes de nossa chegada, Julinha teve uma complicação e após inúmeros procedimentos perdeu todo o intestino delgado e metade do grosso, e sua única chance de viver normalmente é fazer um transplante, somente realizado com sucesso em Miami, nos Estados Unidos. Entretanto, esta cirurgia custa mais de um milhão de dólares!

Meus meninos logo tiveram alta, mas elas, Julia, Ângela e Lenilde continuaram lá, naquela batalha diária. A Angela explica que “Ninguém tem muita informação sobre o transplante de intestino no Brasil”. O que ela busca é levar a Julinha para o exterior onde a cirurgia necessária já é mais difundida, apesar de extremamente complicada. No Brasil a cirurgia ainda é pouco estudada e realizada. “Apenas seis casos foram tentados aqui e, em todos eles, as crianças morreram durante ou depois da cirurgia.”

Outro caso semelhante é o da menina paulista Sofia Gonçalves de Lacerda, de um ano e meio. Desde o dia 10 de abril ela se recupera de um transplante de cinco órgãos do aparelho digestivo (inclusive o de intestino), realizado com sucesso no mesmo hospital em Miami ao qual queremos levar a Julinha. Através de uma campanha na internet que mobilizou 1,5 milhão de pessoas, a família conseguiu arrecadar parte do valor e, o restante, foi bancado pela União por determinação da Justiça brasileira. Esta é a esperança também da pequena Júlia.

Nos Estados Unidos, a cirurgia é mais comum e com uma taxa bem maior de sucesso. O difícil é conseguir a cirurgia e m

3 de setembro de 2015
por esmael
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Beto Richa deixa doentes crônicos sem medicamentos no Paraná

medicamentosNo afã de arrecadar cada vez mais e ‘gastar’ menos, o governador Beto Richa (PSDB) demonstrou que é capaz de medidas duras, mesmo atingindo os setores mais vulneráveis da sociedade. Foi assim no confisco da aposentadoria dos servidores e na redução do valor a ser pago imediatamente nas pequenas dívidas do estado. Leia mais

13 de agosto de 2015
por esmael
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Privatização do SUS seria um “desastre”, diz ex-ministro de Lula

temporaoO ex-ministro da Saúde no governo Lula e atual diretor-executivo do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde, José Gomes Temporão, considerou como sendo uma “ideia desbaratada” a proposta encaminhada ao Planalto pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que prevê a cobrança dos atendimentos feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“A proposta de cobrança no SUS é uma ideia desbaratada que não resolve nada. Politicamente é um desastre e conceitualmente é um equívoco: é radicalmente oposta ao que está na Constituição. Significa mais uma tentativa de colocar sobre as famílias brasileiras o ônus do financiamento da saúde”, afirmou.

Segundo Temporão, o projeto encaminhado pelo Senado “soa mais como uma provocação do governo em relação à saúde pública. Não há ninguém no setor que sustente uma proposta que é absolutamente nefasta para a saúde no país”.

11 de agosto de 2015
por esmael
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Coluna do Enio Verri: Arrecadação cresce, mas Richa corta repasses para saúde e educação

cortesEnio Verri*

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O Paraná registrou no primeiro semestre de 2015 um crescimento de 14% na Receita Corrente Líquida em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo uma arrecadação de R$ 15,2 bilhões. O montante superou as expectativas do próprio governo, que previa um crescimento da RCL na ordem de 10%. O aumento de quatro pontos percentuais na receita em relação à expectativa gerou um incremento inesperado de R$ 500 milhões no caixa do Estado no primeiro semestre.

A explosão na receita é reflexo da enxurrada de tarifaços e aumento de impostos colocados em prática pelo governo Richa desde o final do ano passado. Entre 2014 e 2015, por exemplo, a energia elétrica da Copel passou por um reajuste de 96%, e o IPVA de 40%.

O crescimento da receita também é resultado do aumento da alíquota do ICMS para 90 mil produtos de 12% para 18% – uma variação de 50% -, além das mudanças na Paranaprevidência.

Entretanto, ao mesmo tempo em que registrou crescimento superior às expectativas na receita, o governo tucano escolheu reduzir o repasse de recursos para as áreas de saúde e educação.

Os relatórios fiscais do primeiro semestre indicam que houve retração de 3,09%