7 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Trump sofre derrota política com eleição de deputadas negras, lésbicas, muçulmanas, indígenas e governador gay

Trump sofre derrota política com eleição de deputadas negras, lésbicas, muçulmanas, indígenas e governador gay


O presidente Donald Trump, republicano, sofreu nesta terça-feira (6) um revés político nas chamadas eleições de meio do mandato. Pela primeira vez na história, o país elegeu mulheres indígenas e muçulmanas e o primeiro governador gay. A eleição foi uma derrota para a política conservadora e de direita de Trump contra os imigrantes, mulheres e as chamadas “minorias”. ... 

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5 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em William Waack cai na rede

William Waack cai na rede

O jornalista Wlliam Waack, que foi demitido da Globo por racismo, vai estrear um programa na internet chamado de “Painel WW” no final deste mês. ... 

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9 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em A morte do Facebook

A morte do Facebook

A Folha de S. Paulo anunciou nesta quinta (8) que deixou de publicar suas matérias jornalística no Facebook. Em tom de editorial, o jornalão rogou praga na rede social de Mark Zuckerberg e sugeriu que o aplicativo virou um disseminador de fake news (notícias falsas) por utilizar um algoritmo que esconde os conteúdos profissionais dos usuários da rede. ... 

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9 de novembro de 2016
por Esmael Morais
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Hillary perde nos EUA; Brasil também gera seu Trump com a PEC 55

requiao_trump_sandersA democrata Hillary Clinton perdeu a disputa pela Casa Branca, portanto, os Estados Unidos serão governados pelo republicano Donald Trump. Antes de demonizar o quintal alheio, lembre-se, caro leitor, que o Brasil também gera um Trump com a PEC 55 (antiga 241), como alertou profeticamente nesta terça (8) o senador Roberto Requião (PMDB-PR) em artigo especial. Leia mais

16 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do João Arruda: Os sonhos de Bernie Sanders também são nossos

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João Arruda*

A sensação do período pré-eleitoral dos Estados Unidos chama-se Bernie Sanders. Ele é um senador de 74 anos que disputa a indicação do Partido Democrata para ser candidato a presidente. Aliás, sou a favor do modelo das prévias. Elas ampliam o debate e enfraquecem a fisiologia. Na troca de ideias, as propostas são comparadas e as posições vêm à tona. Tudo fica mais às claras.

Mas eu não quero falar das prévias e, sim, das ideias de Sanders. No País onde uma educação decente custa caro, ele defende o ensino superior gratuito. “A universidade é o novo ensino médio”, diz o senador, para quem a igualdade de classes não será possível se a maior parte da população estiver sem acesso ao ensino universitário.

Sanders reforça a luta contra o racismo, um cadáver insepulto da América. Em encontros com ativistas, o pré-candidato à presidência dos EUA admite que a alta taxa de desemprego e encarceramento entre afro-americanos significa que há racismo sistêmico nos Estados Unidos, o que poderia ser combatido com a reforma da Justiça.

O senador não teme mexer no vespeiro de Wall Street, a quem acusa de conduzir o governo dos EUA. Sanders acredita que pode financiar a maioria de suas propostas com novos impostos e taxas, principalmente sobre os mais ricos, como gestores de fundos, especuladores do mercado financeiro e grandes empresários.

“Os Estados Unidos deveriam adotar o sistema universal de saúde, pago pelo governo federal”, defende Sanders. A proposta conquista corações e mentes da população mais empobrecida, uma vez que nos EUA, onde o modelo de saúde é privado, médico é para quem tem dinheiro. Ele não para por aí.

Bernie pretende dobrar o valor do salário mínimo, além de criar políticas de apoio aos imigrantes. Ele insiste: só a união de todos, juntos (“together”, em inglês, lema de sua campanha), pode transformar a realidade. Seu caráter solidário faz do senador do pequeno estado de Vermont um sopro de esperança diante da campanha preconceituosa e obscurantista do republicano Donald Trump.

A forma de Sanders fazer política merece ser observada com atenção, principalmente no Brasil. Como dizem seus correligionários, esta não é a campanha do “não dá pra fazer”, nem para diminuir os nossos sonhos. Afinal, se queremos um mundo mais Leia mais