13 de Abril de 2018
por esmael
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Bolsonaro é denunciado no STF por racismo às vésperas do Datafolha

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por crime de racismo contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. O diabo é que a representação da procuradora Raquel Dodge ocorre concomitante com a realização de pesquisa Datafolha. Leia mais

12 de Abril de 2018
por esmael
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William Waack recorre aos universitários

O ex-apresentador da Globo William Waack recorreu ao Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) para formar plateia na sua estreia do PainelWW, o novo projeto do jornalista que vai ao ar pela primeira vez nesta sexta, às 14 horas. Leia mais

5 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em William Waack cai na rede

William Waack cai na rede

O jornalista Wlliam Waack, que foi demitido da Globo por racismo, vai estrear um programa na internet chamado de “Painel WW” no final deste mês. Leia mais

18 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Bispo da Igreja Católica afirma que intervenção militar é contra pobres e negros do Rio

O bispo da Igreja Católica Dom Mauro Morelli, pelo Twitter, desmistificou a intervenção militar de Michel Temer afirmando que se trata de uma ação contra os pobres do Rio de Janeiro. Leia mais

24 de novembro de 2017
por esmael
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Pedro Cardoso “quebra a internet” ao abandonar entrevista ao vivo em protesto contra racismo; assista

Quebrou a internet esta semana o protesto do ator Pedro Cardoso, ao vivo, durante o programa Sem Censura na TV Brasil (EBC — Empresa Brasileira de Comunicação). Se você ainda não viu o vídeo, assista abaixo:

9 de novembro de 2017
por esmael
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CAIU WILLIAN WAACK, DA GLOBO

Antes conhecido por seu ódio à esquerda, agora o âncora da Rede Globo também revela uma face racista desconhecida do público que o assistia no telejornal da emissora. Devido à repercussão das imagens nas quais aparece dizendo “é coisa de preto”, os Marinho resolveram afastá-lo da bancada do Jornal da Globo. Ou seria apenas um “gelo” temporário até que um novo escândalo seja fabricado pela própria Globo?

4 de dezembro de 2016
por esmael
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Richa afasta diretor negro por suposto apoio à ocupação de escola por estudantes no Paraná

lidio_richaO governador Beto Richa (PSDB) causou revolta na comunidade escolar do município de Piraquara, região metropolitana de Curitiba, ao afastar o diretor do Colégio Estadual Rosilda Souza Oliveira, Henrique Lidio, devido ao suposto apoio que ele deu à ocupação dos estudantes no mês de setembro. “Entristece-me ser impedido de exercer a atividade que escolhi para minha vida”, lamenta.

27 de novembro de 2015
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: Ao Mestre Pop nossa solidariedade

Downlaod

Bruno Meirinho*

Aconteceu na Câmara Municipal de Curitiba. O vereador Zé Maria (SD) tenta se justificar: “foi só uma piada”. Antes disso, em uma sala em que estavam reunidos alguns vereadores, ele perguntou ao vereador Mestre Pop, um dos poucos vereadores negros da câmara, “Sabe por que preto entra em igreja evangélica?”.

Diante do silêncio, Zé Maria insistiu mais uma vez, e então respondeu: “Para poder chamar o branco de irmão”, e então caiu na risada. Nenhum dos outros vereadores riu. Alguns demonstraram reprovação.

Indignado, Mestre Pop decidiu que faria um boletim de ocorrência, para denunciar o crime cometido por Zé Maria. E está claro que o vereador Zé Maria de fato cometeu uma grave conduta racista, que não se espera de ninguém, muito menos de uma pessoa eleita pela sociedade.

Desde sempre, “piadas” dessa natureza nunca tiveram graça, e já há algum tempo a sociedade tem rejeitado esse tipo de postura, reconhecidamente agressiva. Zé Maria está, no mínimo, desatualizado, mas seu comportamento também reflete uma grave alienação: o vereador não nota que, a sua volta, não se tolera mais isso? Falta ao parlamentar ter mais contato com as pessoas!

A postura de Zé Maria é ainda mais marcante por ser contraditória com sua militância. O vereador se autodenomina defensor das pessoas com deficiência, que também estão em busca de respeito pela sociedade e vítimas de práticas de marginalização e preconceito semelhantes àquelas sofridas pelos negros.

Na sua página na internet, o vereador reivindica um tripé: “respeito, inclusão e dignidade”. Faltou a Zé Maria o verdadeiro compromisso com esses valores, e a solidariedade entre os grupos marginalizados. Solidariedade, aliás, que é o nome do seu partido.

E o episódio aconteceu no mês da consciência negra, que alguns querem minimizar. A urgência da questão também é visível na composição da câmara: são 38 vereadores, dos quais menos de 10% são negros.

Pode-se dizer, talvez, que o Mestre Pop seja o único negro da legislatura. E a realidade é nacional: dos deputados federais, cerca de 20% são negros, proporção semelhante entre os senadores; e na Assembleia Legislativa do Paraná, nenhum negro.

Por tudo isso, não

20 de novembro de 2015
por esmael
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Consciência Negra: “Precisamos falar sobre racismo e preconceito no Brasil”

Mesael Caetano dos Santos*

“Racismo é a convicção sobre a superioridade de determinadas raças, com base em diferentes motivações, em especial as características físicas e outros traços do comportamento humano”, define o Aurélio.

A lei 7.716/89, em seu artigo 1º, diz que serão punidos os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, e descreve nos artigos seguintes os tipos penais que serão considerados racismo no Brasil.

O legislador de 1988 classificou o racismo como crime inafiançável e imprescritível, deixou claro no artigo 3º da Constituição que combatê-lo é um dos objetivos da República.

O processo para o fim da escravidão no Brasil foi longo e penoso. Negros e parte de brancos lutaram até 1888 de maneira ferrenha, travando batalhas tanto nas ruas, nas senzalas e nos quilombos, quanto nos campos ideológico, político e jurídico.

Com a abolição, venceu-se uma etapa nefasta, mas que até hoje marca a história de nosso país. Permanecem o preconceito e o racismo, alimentado por parte da sociedade brasileira.

Precisamos discutir esse tema e outras formas de discriminação, para que possamos avançar para sua extinção.

Com a superação do período escravocrata no Brasil 126 anos se passaram, no entanto, a peja do racismo do preconceito em nosso país está longe de ser superado em parte de brasileiros que herdaram em seu DNA a semente do mal, em fim, ovo da serpente continua a ser gestado geração em geração.

A sociedade dominante no Brasil sempre procurou sustentar a imagem de um povo cordial, pacífico sem preconceito de raça e religião, entretanto, no silêncio das relações interpessoais as pessoas negras e seus descendentes sempre foram tratados com pessoas de segunda classe.

A professora Maria Luiza em brilhante obra Racismo na Historia no Brasil (op.cit. pg.5) sustentando essa tese de que o Brasil sempre o foi um país racista, afirma que basta olhar em sua volta, procure ver onde os negros trabalham, vejam uma revista, na televisão, quantos negros em papéis de relevância, veja no governo federal, estadual e municipal quantos cidadãos que representam essa etnia estão em cargos de grande importância ou até mesmo em papeis secundários.

Talvez muitos dissessem que racismo é coisa do passado, no Brasil o racismo e traiçoeiro é camuflado, quem é racista age sorrateiramente na escuridão das relações sociais. Esse aspecto do racismo no Brasil está oculto na história oficial, certos assuntos são evitados para não ferir a memória de quem foi escravocrata e de quem continua secretamente a ferir.

No campo jurídico destacam-se os avanços que vieram com a Constituição de 1988, no Art. 1º diz que República Federativa do Brasil, formada pela uniã

3 de julho de 2015
por esmael
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‘Todo racista é um FDP’: Maju, a garota do tempo no JN, é alvo de racismo nas redes sociais

do Brasil 247

maju

A jornalista Maria Júlia Coutinho, a “Maju”, que apresenta a previsão do tempo no Jornal Nacional, foi vítima de racismo nas redes sociais. Comentários preconceituosos foram publicados em um post do JN no Facebook na noite desta quinta-feira 2. Leia mais

13 de Maio de 2015
por esmael
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Advogado dos Pobres: “127 anos depois do fim da escravidão, ainda há preconceito e desigualdade”

negros

O advogado Mesael Caetano dos Santos, conhecido como Advogado dos Pobres, presidente da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Paraná, em artigo especial para o Blog do Esmael, afirma que “127 anos depois do fim da escravidão, ainda há preconceito e desigualdade”.

“Não há como negar que ainda há um abismo social muito grande, fruto da escravidão”, observa o Advogado dos Pobres.

A seguir, leia a íntegra do artigo em alusão a data de 13 de Maio:

28 de Março de 2015
por esmael
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OAB publica ‘Nota de Repúdio’ sobre caso de racismo contra médica afrodescendente

oab2A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seção Paraná, publicou através da Comissão de Igualdade Racial e de Gênero, presidida pelo advogado Mesael Caetano dos Santos, uma nota de repúdio sobre o caso de racismo contra uma médica gaúcha do programa Mais Médicos, que trabalha no município de Santa Helena, no Oeste do Paraná.

O caso veio a público nesta semana quando a médica Thatiane Santos da Silva registrou queixa contra a secretária municipal de Saúde de Santa Helena, Terezinha Madalena Bottega, alegando comentários racistas por causa do penteado no estilo “dreadlock” que ela usa. Leia a nota a seguir.

16 de dezembro de 2014
por esmael
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Coluna do Enio Verri: Homofóbico e machista, deputado Bolsonaro é o porta-voz dos fascistas na Câmara

bolsonaro_enio.jpgEnio Verri*

Na última semana, a Comissão Nacional da Verdade (CNV) entregou a presidente, Dilma Rousseff, o relatório final com 4.328 páginas que apontam os responsáveis diretos ou indiretos pelas torturas e assassinatos durante a ditadura militar entre 1964 e 1985. Leia mais

26 de novembro de 2014
por esmael
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Em 2!º dia de protestos por morte em Ferguson, multidão vai à s ruas em 170 cidades dos EUA

via! Opera Mundi

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No segundo dia de manifestações nos Estados Unidos por conta da morte do jovem negro Michael Brown em Ferguson, os protestos se estenderam nesta quarta-feira (26/11) para mais de 170 cidades espalhadas em 37 estados do país.

Milhares de pessoas foram à s ruas interditando estradas e pontes para pedir justiça, após o Judiciário norte-americano decidir não indiciar o policial Darren Wilson, responsável pelos seis disparos que mataram Michael Brown, desarmado, no mês de agosto.

Na cidade de Ferguson, no estado do Missouri, as forças de segurança locais usaram bombas de gás lacrimogêneo contra a multidão que protestava. O levante de manifestações registrou, em alguns casos, episódios de maior violência: uma viatura da polícia foi incendiada nesta segunda noite de protestos, por exemplo.

No total, a Guarda Nacional, destacada para patrulhar a região, enviou 2 mil efetivos a Ferguson. Embora a polícia local descreva a madrugada desta quarta como “muito mais tranquila”, 44 pesssoas foram detidas pelas autoridades.

Ao redor do país, Washington, Nova York, Los Angeles, Atlanta, Boston, Filadélfia, Oakland e Seattle foram as cidades onde aconteceram as maiores concentrações, que se desenvolveram de forma majoritariamente pacífica, salvo por alguns incidentes isolados e detenções.

24 de setembro de 2014
por esmael
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Dilma defende combate ao racismo e à  homofobia em discurso na ONU

da Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff defendeu hoje (24), em discurso na abertura da 69!ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o combate ao racismo, à  homofobia e à s desigualdades entre homens e mulheres.

Ao lado do desenvolvimento sustentável e da paz, a ordem internacional que buscamos construir funda-se em valores. Entre eles, destacam-se o combate a todo o tipo de discriminação e exclusão!.

Dilma disse que a promoção da igualdade racial no Brasil é uma forma de compensar os séculos de escravidão a que os negros foram submetidos e que a miscigenação é um orgulho para os brasileiros.

O racismo, mais que um crime inafiançável, é uma mancha que não hesitamos em combater, punir e erradicar. O mesmo empenho que temos em combater a violência contra as mulheres e os negros, os afro-brasileiros, temos também contra a homofobia!, disse a presidenta, ao citar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Acreditamos firmemente na dignidade de todo ser humano e na universalidade de seus direitos fundamentais. Estes devem ser protegidos de toda seletividade e de toda politização tanto no plano interno como no plano internacional!, acrescentou.

Durante o discurso, em que falou principalmente de economia e questões internacionais, Dilma também defendeu um novo modelo de governança da internet para garantir o respeito aos direitos humanos nos mundos real e virtual.

Em setembro de 2013, propus aqui, no debate geral, a criação de um marco civil para a governança e o uso da Internet com base nos princípios da liberdade de expressão, da privacidade, da neutralidade da rede e da diversidade cultural. Noto, com satisfação, que a comunidade internacional tem se mobilizado, desde então, para aprimorar a atual arquitetura de governança da internet!, avaliou.

Dilma também falou sobre as negociações para um novo acordo global sobre o combate à s mudanças climáticas e voltou a defender um texto equilibrado, justo e eficaz! e com graus diferentes de responsabilidades para países ricos e nações em desenvolvidos.

Esperamos que os países desenvolvidos, que têm a obrigação não só legal, mas também política e moral de liderar pelo exemplo, demonstrem de modo inequívoco e concreto seu compromisso de combater esse mal que aflige a todos nós!, cobrou. A presidenta defendeu a criação de mecanismos de desenvolvimento e transferência de tecnologias limpas, principalmente em favor dos países mais pobres.

3 de Maio de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Gomyde: Vamos dar uma banana para o racismo na Copa!

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, detona uma praga chamada racismo no futebol: "Vamos dar uma banana para o racismo durante os jogos da Copa do Mundo no Brasil", avisa o colunista, que é do Ministério do Esporte e um dos organizadores do evento no país; ele pede punições mais rigorosas para atos de racismos como aquele contra Daniel Alves, lateral-direito do Barcelona e da Seleção Brasileira, que foi agredido com uma banana atirada ao campo; Se for brasileiro, deve ser banido. E se for estrangeiro, deve ser impedido de entrar em nosso país e, por consequência, dos nossos estádios!, opina Ricardo Gomyde, que posou ao Blog do Esmael segurando uma banana em solidariedade a Daniel Alves e em campanha pela punição rigorosa aos racistas antes, durante e depois da Copa; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, detona uma praga chamada racismo no futebol: “Vamos dar uma banana para o racismo durante os jogos da Copa do Mundo no Brasil”, avisa o colunista, que é do Ministério do Esporte e um dos organizadores do evento no país; ele pede punições mais rigorosas para atos de racismos como aquele contra Daniel Alves, lateral-direito do Barcelona e da Seleção Brasileira, que foi agredido com uma banana atirada ao campo; Se for brasileiro, deve ser banido. E se for estrangeiro, deve ser impedido de entrar em nosso país e, por consequência, dos nossos estádios!, opina Ricardo Gomyde, que posou ao Blog do Esmael segurando uma banana em solidariedade a Daniel Alves e em campanha pela punição rigorosa aos racistas antes, durante e depois da Copa; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde*

Na última semana, repercutiu no mundo inteiro a reação do lateral-direito do Barcelona e da Seleção Brasileira, Daniel Alves, diante de um infeliz episódio de racismo cometido contra ele durante partida do Campeonato Espanhol. Independente de todas as polêmicas que pegaram carona nessa situação,sejam elas de oportunismo ou mercadológicas, não podemos deixar de considerar a resposta dada por Daniel como ousada e forte. Leia mais

15 de Março de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Gomyde: “Racismo: esta discussão não pode esfriar”

Ricardo Gomyde, neste sábado, retoma em sua coluna a questão do racismo nos estádios de futebol nas vésperas da Copa do Mundo; o organizador do campeonato mundial revela que o governo federal baterá duro contra o preconceito e antecipa medidas como relançamento do livro O Negro no Futebol Brasileiro!, publicado originalmente em 1947 pelo jornalista Mário Filho e elevado como um estudo clássico do esporte no País; a presidenta Dilma e o Ministério do Esporte também articulam junto à  Fifa e ONU a transformação do mundial na "Copa da Paz"; "O Brasil é fortemente miscigenado. Um branco que hostiliza um negro ou um negro que discrimina um branco deveriam saber que carregam em seu DNA genes que determinaram a cor da pele do outro", ensina o colunista; "Por isso vamos dar um cartão vermelho ao racismo durante a Copa"; leia o texto.

Ricardo Gomyde, neste sábado, retoma em sua coluna a questão do racismo nos estádios de futebol nas vésperas da Copa do Mundo; o organizador do campeonato mundial revela que o governo federal baterá duro contra o preconceito e antecipa medidas como relançamento do livro O Negro no Futebol Brasileiro!, publicado originalmente em 1947 pelo jornalista Mário Filho e elevado como um estudo clássico do esporte no País; a presidenta Dilma e o Ministério do Esporte também articulam junto à  Fifa e ONU a transformação do mundial na “Copa da Paz”; “O Brasil é fortemente miscigenado. Um branco que hostiliza um negro ou um negro que discrimina um branco deveriam saber que carregam em seu DNA genes que determinaram a cor da pele do outro”, ensina o colunista; “Por isso vamos dar um cartão vermelho ao racismo durante a Copa”; leia o texto.

Ricardo Gomyde*

Na última quinta-feira (13.03), a presidenta Dilma Rousseff e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, receberam o volante Tinga e o árbitro gaúcho Marcio Chagas. Mais do que mostrar solidariedade à s recentes vítimas de racismo em partidas de futebol, eles também reiteraram a disposição do governo federal em combater este tipo de crime e o preconceito de maneira geral. à‰ muito importante não deixarmos a discussão esfriar porque é necessária uma mudança de postura de toda a sociedade. Leia mais