6 de julho de 2016
por esmael
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Ricardo Patah: “UGT é uma central plural, defendemos a CLT e somos contra o PL 4330”

Patah_RossiO presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, encaminhou nota de esclarecimento ao Blog do Esmael, contestando a informação publicada na manhã desta quarta (6) sobre o posicionamento da central acerca das terceirizações e o fim da CLT.

6 de julho de 2016
por esmael
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Central sindical ligada a Michel Temer realiza seminário em Curitiba pelo fim da CLT e em apoio a terceirizações

ugt_seminario_cltA União Geral dos Trabalhadores (UGT), braço sindical do PSD e do governo golpista de Michel Temer (PMDB), escolheu a cidade de Curitiba para realizar, nesta quinta (7), o 2º seminário jurídico nacional para discutir o fim da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o lançamento de uma campanha pela aprovação da terceirização no Senado.

15 de Fevereiro de 2016
por admin
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Artigo: Governistas e oposição unidos pela pauta “cão chupando manga”

Artigo de Milton Alves*

Nesta semana começa de fato o ano político, e tudo indica que vamos atravessar um período de ofensiva conservadora, patronal e antissocial contra direitos e conquistas consagrados na Constituição de 1988 e do longo e duradouro pacto social e laboral expressos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Também alvo da ofensiva, pauta apresentada pelo executivo, de uma extemporânea e regressiva “reforma da Previdência”.

Trata-se como declarou uma liderança sindical, “de uma pauta ruim para a classe trabalhadora, de efeitos terríveis. É o cão chupando manga se essa pauta vingar”.

É uma ofensiva que se concretizada deixará o povo trabalhador completamente desamparado, abrindo espaço para uma precarização sem precedentes da força de trabalho. Uma ameaça de retrocesso que acontece num quadro político de fragilidade do governo, de crescente desemprego e pauperização das camadas mais vulneráveis da sociedade.

Enquanto isso, na superfície, o noticiário político é preenchido sobre propriedades de Lula e FHC (e esposa), impeachment e a ação da Lava Jato. No entanto, o q

11 de Fevereiro de 2016
por esmael
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PSDB “afrouxa a tanga” para ferrar com os trabalhadores do Brasil

Os coxinhas da ultradireita amanheceram o dia irritados, indignados, com a cúpula do PSDB que resolveu “afrouxar a tanga” depois de pesquisas internas realizadas no Carnaval. Portanto, os golpistas que querem atalho para o poder acordaram nesta quinta-feira (11) com uma tremenda ressaca.

Foi o senador Aécio Neves (PSDB-MG) quem sinalizou primeiro o fim da aposta no ‘quanto pior, melhor’, a partir de sondagens que mostram danos à imagem dos tucanos com a estratégia de “tocar fogo no circo”, durante entrevista ao jornalista Ilimar Franco — colunista d’O Globo.

O líder Antonio Imbassahy (PSDB-BA), em entrevista ao jornalista Bernardo Mello Franco, da Folha, também foi na linha de evitar pautas-bombas no Congresso que podem sabotar o ajuste fiscal da presidente Dilma Rousseff.

O diabo é que Aécio, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o governo Dilma disputam entre si a liderança de projetos que acabam com as conquistas do Estado Social brasileiro, obtidas a partir da revolução de 1930 sob a presidência de Getúlio Vargas.

A concessão ao neoliberalismo é evidente tanto no Congresso quanto no governo petista, embora este último negue veementemente que puxa o saco ora do sistema financeiro (crédito consignado com garantia do FGTS), ora do Sistema S quando retira direitos dos trabalhadores. Aliás, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) defende o impeachment enquanto a classe laboral vinha lutando pela permanência de Dilma.

O PT, em sua página oficial, reclama da pauta neoliberal no Congresso que deverá propor a “quebra de ‘um certo’ monopólio da Petrobras, as leis da terceirização e da independência do Banco Central (BC)”.

Por outro lado, os mesmos petistas — capitaneados pelo governo Dilma — irão propor as reformas sindical e da previdência. Ambas as pautas têm tudo para ser um tiro no pé da governabilidade do país. (Ou houve um acordão entre governo e Congresso para ferrar com os trabalhadores?).

Mais do que nunca, é fundamental que os partidos (inclusive os setores mais consequentes do PT), os movimentos populares e sindicais, saiam às ruas contra o desmonte do Estado Social para salvaguardar os interesses das velhas oligarquias que sempre arrancaram o couro dos brasileiros.

Na verdade, a unidade entre PT, PSDB, e o que tem de pior do PMDB, pelo ajuste fiscal, é a própria pauta-bomba no Congresso. É a fórmula perfeita para amplificar a crise econômica nos seios populares e possibilitar o surgimento de um programa desenvolvimentista a exemplo do que propõe ao país o senador Roberto Requião (PMDB-PR) — “o nosso Bernie Sanders”, segundo o também senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

20 de dezembro de 2014
por esmael
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Richa colocou a raposa para cuidar do galinheiro, isto é, da Copel

vianna_richa.jpgA guinada à  direita do segundo mandato do governador Beto Richa (PSDB) poderá trazer sérias consequências para a Companhia de Energia do Paraná, a nossa Copel, que correrá muito risco de sucateamento e privatização nos próximos quatro anos. Leia mais

30 de julho de 2014
por esmael
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Pró-Saúde é investigada em seis estados por irregularidades

Após a Prefeitura de Araucária romper o contrato com a Pró-Saúde, que administrava o Hospital Municipal da cidade desde 2008, veio à  tona um histórico de denúncias envolvendo a Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar. A Pró-Saúde é acusada de irregularidades em pelo menos SEIS estados onde administra hospitais públicos: Paraná, São Paulo, Tocantins, Pará, Goiás e Espírito Santo.

A Associação é investigada pelo Ministério Público por má-gestão, falta de prestação de contas do que arrecada e investe, sumiço de medicamentos, superfaturamento de serviços e por descumprir contratos de gestão firmados com governos estaduais e municipais.

A Pró-Saúde responde a 2 mil protestos que somam cerca de R$ 20 milhões em dívidas. A lista de ações judiciais inclui reclamações trabalhistas por contratações irregulares, atraso nos salários e falta de pagamento de horas extras dos médicos e servidores da saúde. Em cada um dos estados onde atua, a Pró-Saúde foi ou está sendo investigada por diferentes tipos de denúncias.

No Paraná, o contrato com a prefeitura de Foz do Iguaçu, município onde a Pró-Saúde prestava serviços foi rompido por ordem da Justiça. Uma das causas foi contratação irregular de funcionários.

No estado de Tocantins, o Ministério Público Federal propôs ação civil pública requerendo a nulidade dos contratos firmados com a Pró-Saúde para administrar 17 hospitais públicos no estado.

Auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus) identificou várias irregularidades denunciadas pelo MPF do Tocantins, como a precariedade na distribuição e controle de estoque de medicamentos, milhares de remédios com data de validade vencida, insuficiência na gestão de pessoal, falta de inspeção sanitária, atraso no pagamento de fornecedores e funcionários, superfaturamento de serviços em 260% e até falta de comida nos hospitais do Tocantins.

O governo do Pará também amargou um revés na saúde desde que transferiu a administração de quatro hospitais públicos para as mãos da Associação. As contas da Pró-Saúde foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estad

21 de Maio de 2014
por esmael
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Justiça põe freio na “privatização branca” da Copel. E agora Richa?

Após a tentativa do ex-governador Jaime Lerner de privatizar a Copel no início dos anos 2000, que gerou fortes protestos e a histórica jornada chamada A Copel é Nossa!!, o governo Beto Richa repete a receita privatista de forma mais sutil, mas não sem trágicas consequências. A crescente terceirização das atividades fins da Copel é uma forma de privatizar a energia por dentro. Atentos aos danos que essa privatização! causa ao patrimônio dos paranaenses, uma série de sindicatos de trabalhadores liderados pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) recorreu a justiça para barrar e reverter esse processo.

Como resultado da ação, a Justiça do Trabalho determinou que a Copel ponha fim à  terceirização de atividades fins, que abrangem a geração, distribuição e manutenção da rede elétrica, e que hoje atinge 70% dos serviços prestados pela empresa, segundo investigação do Ministério Público. Por decisão unânime, os desembargadores da 7!ª turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 9.!ª Região definiram que a Companhia Paranaense de Energia deve rescindir os contratos com as empresas terceirizadas, além de pagar danos morais coletivos no valor de R$ 150 mil, a serem revertidos para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A estatal paranaense tem 180 dias para encerrar os contratos vigentes com terceiros, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A decisão judicial foi proferida, no último dia 29 de abril, pelo relator do processo, Desembargador do Trabalho, Ubirajara Carlos Mendes.

A decisão do TRT foi em resposta à  ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho, motivada por denúncia do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) e outras seis entidades sindicais que representam os trabalhadores da empresa.

A crescente terceirização na Copel tem se refletido na precarização do serviço prestado pela empresa e no crescente número de mortes de trabalhadores terceirizados na execução de serviços em redes de energia!, alerta o presidente do Senge-PR, Ulisses Kaniak.

No Paraná, de acordo com o Dieese, foram registradas, 22 mortes decorrentes de acidente de trabalho envolvendo a rede elétrica na Copel !“ dados relativos à  Copel Distribuição e Copel Geração e Transmissão entre 2009 e 2012. Do total de mortos, 16 eram empregados terceirizados da empresa.

A denúncia feita pelo Senge-PR – juntamente com o Sindicato dos Eletricitários de Cascavel (Siemcel); Sindicato dos Eletricitários de Londrina e Região (Sindel); Sindicato dos Eletricitários de Foz do Igua

25 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Deputados votam hoje projeto de Richa que privatiza a Saúde

Todas as vezes que os deputados estaduais atentaram contra o patrimônio público ou afrontaram a opinião pública, a Assembleia Legislativa do Paraná acabou sendo "ocupada" pelos movimentos sociais; em 2001, contra a privatização da Copel a sessão foi suspensa depois de o plenário tomado pelos estudantes; nesta terça (25), novamente, entidades sindicais promovem nova batalha contra privatização na Saúde promovida pelo tucano Beto Richa.

Todas as vezes que os deputados estaduais atentaram contra o patrimônio público ou afrontaram a opinião pública, a Assembleia Legislativa do Paraná acabou sendo “ocupada” pelos movimentos sociais; em 2001, contra a privatização da Copel a sessão foi suspensa depois de o plenário tomado pelos estudantes; nesta terça (25), novamente, entidades sindicais promovem nova batalha contra privatização na Saúde promovida pelo tucano Beto Richa.

A Assembleia Legislativa do Paraná transformará o plenário, nesta terça (25), a partir das 14 horas, em comissão geral para acelerar a votação da mensagem do governador Beto Richa (PSDB) que privatiza o serviço público da Saúde. Leia mais

21 de outubro de 2013
por esmael
Comentários desativados em Em Foz, congresso de trabalhadores defende maior protagonismo na política em 2014

Em Foz, congresso de trabalhadores defende maior protagonismo na política em 2014

Denilson Pestana, presidente da NCST, vê precarização do trabalho se projeto que regulamenta terceirizações for aprovado pelo Congresso Nacional; trabalhadores reunidos em Foz do Iguaçu, de hoje até amanhã, querem maior protagonismo da classe trabalhadora na política em 2014; entidades sindicais também discutem um plano para "ocupar" as redes sociais como forma de mobilização e de luta das categorias.

Denilson Pestana, presidente da NCST, vê precarização do trabalho se projeto que regulamenta terceirizações for aprovado pelo Congresso Nacional; trabalhadores reunidos em Foz do Iguaçu, de hoje até amanhã, querem maior protagonismo da classe trabalhadora na política em 2014; entidades sindicais também discutem um plano para “ocupar” as redes sociais como forma de mobilização e de luta das categorias.

Cerca de 300 delegados de diversos sindicatos participaram nesta segunda (21), em Foz do Iguaçu, da abertura do 3!º Congresso Estadual da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), seção Paraná, onde o tema central foi estimular maior participação da classe nos rumos políticos de 2014. Leia mais