14 de julho de 2017
por esmael
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Aldo Rebelo faz agenda “presidencial” em Curitiba

O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (PCdoB) faz um périplo político em Curitiba, nesta sexta-feira (14), às vésperas da queda de Michel Temer. Cotado para a “vice” na chapa de Rodrigo Maia (DEM-RJ), numa eventual eleição indireta, Aldo encontra-se hoje com sindicalistas, intelectuais e com o mundo político-partidário num casamento suprapartidário.

11 de julho de 2017
por esmael
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“Vice” Aldo Rebelo em Curitiba nesta sexta

O ex-ministro Aldo Rebelo (PCdoB) desembarca em Curitiba, nesta sexta-feira (14), para participar de um simpósio sobre soberania nacional no campus da Praça Osório da Universidade Positivo.

21 de agosto de 2014
por esmael
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Indicativo de greve: Richa deverá enfrentar paralisação na Cohapar

O governador Beto Richa (PSDB), em campanha pela reeleição, deverá enfrentar greve dos funcionários da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) no começo do mês de setembro.

Há dois anos sem negociação salarial, os empregados da companhia em Curitiba aprovaram por ampla maioria, nesta quarta-feira (20), indicativo de greve da categoria. A decisão foi tomada em assembleia dos funcionários, realizada em frente a sede da empresa.

As perdas acumuladas pelos funcionários, devido aos anos em que não houve acordo de trabalho firmado entre os sindicatos e a empresa, chegam a 30% dos benefícios, como no vale-alimentação. Neste ano, retomada as negociações das entidades com a Cohapar, vem insistindo numa proposta que não contempla os prejuízos de seus funcionários.

Outra medida da Cohapar na atual negociação é a vinculação da aprovação das propostas à  desistência de ações judiciais movidas pelos sindicatos pelo cumprimento dos reajustes previstos nas convenções do setor durante os anos em que não houve negociação de acordo.

Segundo o diretor-secretário do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR), Leandro Grassmann, a negociação salarial da Cohapar é reflexo de uma política de repressão e não reconhecimento da valorização do seu quadro funcional.

Além de acumularem perdas históricas no salário e nos benefícios, os empregados da Cohapar tiveram, de forma opressora por parte da empresa, o dia de pagamento de seus salários alterados, o que causa um transtorno a todos os funcionários. A insatisfação dos empregados com o desrespeito da empresa, não apenas nas questões salariais mas na falta de qualidade das relações de trabalho, está muito bem representada na aprovação do indicativo de greve!, afirma o diretor do Senge-PR, uma das entidades sindicais que representam os funcionários da empresa de habitação.

A definição da data de paralisação dos empregados será votada em assembleia da categoria a ser realizada até o dia 1.!º de setembro. O Senge-PR, e os demais sindicatos realizarão na próxima semana, assembleias nas regionais da empresa para votação do indicativo de greve.

21 de Maio de 2014
por esmael
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Justiça põe freio na “privatização branca” da Copel. E agora Richa?

Após a tentativa do ex-governador Jaime Lerner de privatizar a Copel no início dos anos 2000, que gerou fortes protestos e a histórica jornada chamada A Copel é Nossa!!, o governo Beto Richa repete a receita privatista de forma mais sutil, mas não sem trágicas consequências. A crescente terceirização das atividades fins da Copel é uma forma de privatizar a energia por dentro. Atentos aos danos que essa privatização! causa ao patrimônio dos paranaenses, uma série de sindicatos de trabalhadores liderados pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) recorreu a justiça para barrar e reverter esse processo.

Como resultado da ação, a Justiça do Trabalho determinou que a Copel ponha fim à  terceirização de atividades fins, que abrangem a geração, distribuição e manutenção da rede elétrica, e que hoje atinge 70% dos serviços prestados pela empresa, segundo investigação do Ministério Público. Por decisão unânime, os desembargadores da 7!ª turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 9.!ª Região definiram que a Companhia Paranaense de Energia deve rescindir os contratos com as empresas terceirizadas, além de pagar danos morais coletivos no valor de R$ 150 mil, a serem revertidos para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A estatal paranaense tem 180 dias para encerrar os contratos vigentes com terceiros, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A decisão judicial foi proferida, no último dia 29 de abril, pelo relator do processo, Desembargador do Trabalho, Ubirajara Carlos Mendes.

A decisão do TRT foi em resposta à  ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho, motivada por denúncia do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) e outras seis entidades sindicais que representam os trabalhadores da empresa.

A crescente terceirização na Copel tem se refletido na precarização do serviço prestado pela empresa e no crescente número de mortes de trabalhadores terceirizados na execução de serviços em redes de energia!, alerta o presidente do Senge-PR, Ulisses Kaniak.

No Paraná, de acordo com o Dieese, foram registradas, 22 mortes decorrentes de acidente de trabalho envolvendo a rede elétrica na Copel !“ dados relativos à  Copel Distribuição e Copel Geração e Transmissão entre 2009 e 2012. Do total de mortos, 16 eram empregados terceirizados da empresa.

A denúncia feita pelo Senge-PR – juntamente com o Sindicato dos Eletricitários de Cascavel (Siemcel); Sindicato dos Eletricitários de Londrina e Região (Sindel); Sindicato dos Eletricitários de Foz do Igua