Aldo Rebelo faz agenda “presidencial” em Curitiba

O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (PCdoB) faz um périplo político em Curitiba, nesta sexta-feira (14), às vésperas da queda de Michel Temer. Cotado para a “vice” na chapa de Rodrigo Maia (DEM-RJ), numa eventual eleição indireta, Aldo encontra-se hoje com sindicalistas, intelectuais e com o mundo político-partidário num casamento suprapartidário.

“Vice” Aldo Rebelo em Curitiba nesta sexta

O ex-ministro Aldo Rebelo (PCdoB) desembarca em Curitiba, nesta sexta-feira (14), para participar de um simpósio sobre soberania nacional no campus da Praça Osório da Universidade Positivo.

Indicativo de greve: Richa deverá enfrentar paralisação na Cohapar

Os funcionários da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), empresa de economia mista que atua na execução dos programas habitacionais do governo do Estado, aprovaram nesta quarta-feira (20), indicativo de greve. Eles alegam que estão há dois anos sem negociação salarial e que as perdas chegam a 30%.
Os funcionários da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), empresa de economia mista que atua na execução dos programas habitacionais do governo do Estado, aprovaram nesta quarta-feira (20), indicativo de greve. Eles alegam que estão há dois anos sem negociação salarial e que as perdas chegam a 30%.
O governador Beto Richa (PSDB), em campanha pela reeleição, deverá enfrentar greve dos funcionários da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) no começo do mês de setembro.

Há dois anos sem negociação salarial, os empregados da companhia em Curitiba aprovaram por ampla maioria, nesta quarta-feira (20), indicativo de greve da categoria. A decisão foi tomada em assembleia dos funcionários, realizada em frente a sede da empresa.

As perdas acumuladas pelos funcionários, devido aos anos em que não houve acordo de trabalho firmado entre os sindicatos e a empresa, chegam a 30% dos benefícios, como no vale-alimentação. Neste ano, retomada as negociações das entidades com a Cohapar, vem insistindo numa proposta que não contempla os prejuízos de seus funcionários.

Outra medida da Cohapar na atual negociação é a vinculação da aprovação das propostas à  desistência de ações judiciais movidas pelos sindicatos pelo cumprimento dos reajustes previstos nas convenções do setor durante os anos em que não houve negociação de acordo.

Justiça põe freio na “privatização branca” da Copel. E agora Richa?

Sob pena de multa diária de R$ 50 mil, TRT obriga a Copel a rescindir, em 180 dias, os contratos com empresas que realizavam atividades fins da companhia. Trabalhadores terceirizados correspondem a cerca de 40% do total do quadro da empresa. A terceirização das atividades seria a principal causa da queda da qualidade dos serviços prestados pela Copel, isso sem falar nos acidentes e mortes que não param de aumentar.
Sob pena de multa diária de R$ 50 mil, TRT obriga a Copel a rescindir, em 180 dias, os contratos com empresas que realizavam atividades fins da companhia. Trabalhadores terceirizados correspondem a cerca de 40% do total do quadro da empresa. A terceirização das atividades seria a principal causa da queda da qualidade dos serviços prestados pela Copel, isso sem falar nos acidentes e mortes que não param de aumentar.
Após a tentativa do ex-governador Jaime Lerner de privatizar a Copel no início dos anos 2000, que gerou fortes protestos e a histórica jornada chamada A Copel é Nossa!!, o governo Beto Richa repete a receita privatista de forma mais sutil, mas não sem trágicas consequências. A crescente terceirização das atividades fins da Copel é uma forma de privatizar a energia por dentro. Atentos aos danos que essa privatização! causa ao patrimônio dos paranaenses, uma série de sindicatos de trabalhadores liderados pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) recorreu a justiça para barrar e reverter esse processo.

Como resultado da ação, a Justiça do Trabalho determinou que a Copel ponha fim à  terceirização de atividades fins, que abrangem a geração, distribuição e manutenção da rede elétrica, e que hoje atinge 70% dos serviços prestados pela empresa, segundo investigação do Ministério Público. Por decisão unânime, os desembargadores da 7!ª turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 9.!ª Região definiram que a Companhia Paranaense de Energia deve rescindir os contratos com as empresas terceirizadas, além de pagar danos morais coletivos no valor de R$ 150 mil, a serem revertidos para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).