6 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Curitiba fascista: Advogado é intimidado pela PM por causa de adesivo com Lula

Curitiba fascista: Advogado é intimidado pela PM por causa de adesivo com Lula

O advogado e professor de Direito Administrativo Tarso Cabral Violin, editor do Blog do Tarso, relatou que foi abordado e intimidado por Policiais Militares, na frente da filha de 12 anos. O motivo foi um adesivo com a imagem de Lula em seu carro. ... 

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5 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em URGENTE: INTERVENÇÃO MILITAR JÁ COMEÇOU PELO PARANÁ

URGENTE: INTERVENÇÃO MILITAR JÁ COMEÇOU PELO PARANÁ

A governadora Cida Borghetti (PP) não quis esperar pela eleição deste domingo (7) nem por uma quartelada das Forças Armadas. Ela determinou uma “intervenção militar” (sic) nas empresas de pedágio do Paraná, que foram alvo da 55ª fase da operação lava jato. ... 

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29 de maio de 2018
por editor
Comentários desativados em Dr. Rosinha detalha arbitrariedades da Prefeitura e da Justiça contra a Vigília Lula Livre; assista

Dr. Rosinha detalha arbitrariedades da Prefeitura e da Justiça contra a Vigília Lula Livre; assista

O presidente do PT-PR, Dr. Rosinha, e a Presidenta da CUT/PR, Regina Cruz, fizeram uma declaração pública sobre a decisão judicial contra a Vigília Lula Livre. O juiz Jailton Tontini determinou o uso da força policial para a retirada da Vigília além de ordenar a cobrança de multa de R$ 500 mil diários contra o PT e a CUT desde 19 de maio. ... 

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29 de abril de 2016
por admin
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Por que lembrar 29 de abril?

lembrar

Ao completar um ano do massacre promovido pelo governador Beto Richa (PSDB) e sua equipe, fica a pergunta: quais os motivos para se preservar na lembrança os fatos ocorridos no Centro Cívico em Curitiba, no dia 29 de abril de 2015? Leia a seguir na coluna de  Bruno Meirinho (PSOL).  Leia mais

16 de abril de 2016
por admin
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Coletes falsificados e assassinato de agricultores no governo Richa

coletesmstEnquanto todos estão atentos ao golpe em Brasília, o governo Beto Richa (PSDB) segue com os absurdos dos coletes vencidos, pondo em risco a vida dos policiais, e os assassinatos de trabalhadores rurais sem terra. Leia e ouça abaixo na coluna de Jorge Bernardi (REDE). Leia mais

14 de abril de 2016
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Ausência de diálogo compromete o governo de Beto Richa

Reinaldo de Almeida Cesar*

Enquanto o mundo tremia na agitação de maio de 1968, por aqui, em terras nativas, os estudantes tomaram a reitoria da UFPR em protesto contra o anunciado acordo MEC-USAID. Na linha de frente, idealistas de ontem e de hoje, como Stenio Jacob, Luis Manfredini, Zequinha Ferreira, Clair Flora Martins e tantos outros. O quadro ficou muito tenso, com ares de tragédia anunciada, pela confirmação de que era iminente uma enérgica intervenção do Exército.

Nesta época, o Paraná tinha um grande, melhor dizendo, um extraordinário governador, Paulo Cruz Pimentel.

Com sua aguçada sensibilidade política, notável inteligência e vocação para o diálogo e para a democracia, Paulo Pimentel — com o auxílio de seu secretário de Segurança Pública, o honrado José Munhoz de Mello, esteio de uma família de grandes juristas — empenhou-se até o último e pessoalmente negociou com os estudantes a saída pacífica do prédio. O Governador Paulo Pimentel evitou, assim, um derramamento de sangue, que mancharia o Paraná para sempre.

É verdade que, na saída da reitoria, os estudantes levaram de arrasto o busto de Flavio Suplicy de Lacerda, mas essa é uma outra e saborosa história.

***

Alvaro Dias teve uma carreira política fulgurante. Chegou ao Senado Federal aos 38 anos de idade, na eleição de 1982, em dobrada com José Richa.

Dali para o Palácio Iguaçu foi um passeio, com um pequeno susto quando algumas forças polí Leia mais

12 de abril de 2016
por admin
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Coluna do Enio Verri: “Quanto vale uma vida, governador?”

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Enio Verri*

Quanto vale uma vida? Imensurável e incalculável para a grande maioria, uma vida para o Governador Beto Richa (PSDB), o comando da Polícia Militar do Paraná e a uma minoria fascista e endinheirada que promove a violência e comemora a morte de trabalhadores, é insignificante

Prestes a completar um ano do massacre contra os professores, no dia 29 de abril de 2015, quando o governador e o ex-secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini (SD), colocaram a PM contra os servidores públicos que exigiam apenas os seus direitos, o Governo do Paraná apronta, novamente. Agora, o resultado foi duas mortes e noves feridos.

Na última quinta-feira (07), a Polícia Militar, covardemente, entrou em confronto com trabalhadores do Movimento Sem Terra (MST), acampados no Dom Tomás Baduíno, em Quedas do Iguaçu, vitimando Vilmar Bordim, pai de três filhos e Leomar Bhorbak, que deixa a esposa grávida de nove meses. Uma tragédia que envolve a madeireira Araupel, que há décadas, segundo o Incra, explora ilegalmente a área.

Após a Araupel perder em todas as instâncias julgadas até o momento, as fazendas foram destinadas a União. O MST, que ocupa as terras, pede rapidez na destinação das mesmas a reforma agrária. Já a madeireira, que financiou a campanha de Richa, entre outros candidatos tucanos, questiona a decisão judicial e a presença do movimento na região.

Sob fortes indícios que comprovam uma emboscada e execução dos trabalhadores por parte da Leia mais

10 de março de 2016
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: “A verdade vos libertará”

Reinaldo de Almeida César*

Divirto-me até não mais poder, gargalhando às escancaras, ao observar as manifestações daqueles que, além de se sujeitarem a carregar a liteira no Palácio, ainda acham tempo para me agredir, não aceitando as observações críticas que faço, em relação ao atual governo, na área da segurança pública.

Também acho muita graça quando portadores de inveja ou fomentadores da intriga não se conformam quando elogio, naquilo que me merece, a gestão do secretário Wagner Mesquita.

Considero o secretário Mesquita um bom profissional, jeitoso, de boa conversa, com preparo técnico para o exercício da função. Tem perfil baixo, sabe valorizar a equipe e — importante para ele — está consciente das inevitáveis traições e decepções a que estará sujeito, de onde e quando menos esperar.

Essa consideração pessoal que faço ao secretário Mesquita, sem qualquer favor, não me inibe em dizer que as atuais condições das polícias civil, militar e criminalística, estão muito, muito longe das necessidades destas instituições.

Nada me fará deixar de cobrar o governo, para que valorize as carreiras dos profissionais da segurança pública, convertendo o reconhecimento em salários dignos para oficiais e praças da PM, para delegados, escrivães, investigadores e papiloscopistas da Civil, para médicos-legistas e peritos, entre outros. Leia mais

3 de março de 2016
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: “Quem avisa, amigo é”

Reinaldo de Almeida César*

Não se sabe ao certo se a voz do povo é a voz de Deus. A velha expressão latina “vox populi, vox Dei” é muito contestada, desde sua origem, seja na referência ao deus Hermes, seja em relação à carta do monge Alcuíno para Carlos Magno.

Atenção aqui, prezados leitores, trata-se do deus Hermes da mitologia grega (depois o deus Mercúrio para os romanos) e não o deus Thierry Hermès, cultuado pelos novos e velhos ricos, que frequentam o eixo Centro Cívico-Faubourg Saint-Honoré, à procura de uma Birkin ou de uma gravata de seda em tom laranja, como se estivessem em busca do Santo Graal.

No entanto, a sabedoria popular, consagrou um outro adágio, conhecido por “quem avisa, amigo é”, este sim, verdadeiro e circulante há muitos anos na comunicação popular, leiga e profana.

Aqui, nesta terra de Araucárias, não se consegue entender como o governo não é sacudido um milímetro sequer por este sábio provérbio.

Um dos melhores amigos do governador, Tony Garcia, e o cunhado de Sua Excelência, Avelino Neto, preocupados com o que visualizavam, alertaram o chefe do Executivo sobre erronias na gestão. A propósito, para que não se perca a oportunidade, diga-se que tratam-se de dois boas praças, empresários de sucesso, que sempre me distinguiram com generosos gestos de amizade, pelos quais tenho profundo respeito e que claramente desejam, nas opiniões que emitem nas redes sociais, apenas o melhor para o governador e para o Paraná.

Na área da segurança pública, “quem avisa, também amigo é”.

No mome Leia mais

11 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Requião Filho: Contra Beto Richa, mas a favor da Polícia Militar do Paraná

Requião Filho*

Ando meio assustado! O mundo está sofrendo de um mal muito perigoso. Um maniqueísmo daltônico vem tomando conta das ideias de muita gente. De repente ser a favor de algo te obriga a ser contra tudo e qualquer coisa mesmo que não seja diretamente antagônica ao que você defende. É pior que torcer fanaticamente para algum time. Isso é muito ruim.

Fui e sou a favor dos nossos professores, e abomino de todas as formas o massacre por eles sofrido em praça pública. Defenderei a classe e buscarei melhores condições de trabalho sempre que tal oportunidade estiver ao meu alcance. Dito isso é imperativo dizer que tenho asco do responsável pelo massacre, não respeito o ato covarde de mandar surrar professores e se esconder a quilômetros de distância.

Isso não me torna inimigo dos policiais militares e não me faz cego ao caos que se encontra nossa polícia e muito menos me faz ignorante do valioso e honrado efetivo da corporação. Defender os professores não me torna inimigo da PM. Querer uma PM com condições de trabalho e reconhecimento por seus atos não me faz apoiar o massacre do dia 29.

Esse maniqueísmo é dizer que bandido bom é bandido morto. Então o pai de família que no desespero da fome de seus filhos furta (subtrair algo sem o uso de violência) um pouco de comida merece o linchamento?

Não é bem essa a ideia de sociedade civilizada que tenho. Tampouco é dizer que o estuprador e assino merece toda a proteção e carinho do mundo esperando por uma segunda chance com marshmallows e purpurina no final do arco-íris.

O mundo não é preto no branco, existe o cinza! Os paladinos da justiça recebem diárias, auxilio moradia e o escambau; o pilantra pode ser um bom pai; o gay pode ter mais valores do que o pai de família que vai à igreja e rouba o dinheiro que era para construir escolas. Todo político é corrupto, todo médico é frio, todo taxista é malandro, todo pastor é estelionatário e todo padre é pedófilo… perigoso isso, não?

A v Leia mais

26 de novembro de 2015
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Coluna do Requião Filho: Assembleia Legislativa entende Regimento Interno como quer

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Requião Filho*

Na última terça-feira a Sessão Plenária da Assembleia Legislativa deixou marcado em sua história que as decisões tomadas em Plenário sempre, ou quase sempre, atenderão os interesses do Governo.

Como é de conhecimento notório, o Estado do Paraná, pensa que a Polícia Militar é exército, como ocorreu no dia 29 de abril de 2015, dia no qual o Centro Cívico se tornou um campo de guerra. Mas ele está errado! Pelo contrário, a PM existe para proteger o cidadão e preservar a ordem, e não causar animosidade e enfrentamento.

Visando o aperfeiçoamento da Polícia Militar, a aproximando do que se almeja em um Estado Democrático de Direito, apresentei um simples Requerimento à Casa, pedindo a instalação de Comissão Especial Temporária. Essa Comissão iria auxiliar os trabalhos de reformulação do Regimento Disciplinar da Polícia Militar do Paraná; mas, acreditem, não foi aprovado.

O Regimento Disciplinar da PMPR, atualmente, está vinculado ao Regimento Disciplinar do Exército, no entanto, o policiamento é atividade específica e que merece um regulamento próprio, além do que alguns dispositivos do RDE são arcaicos e já não mais se coadunam com a realidade atual.

Os estudos da Comissão Especial seriam relevantes tanto para a instituição Polícia Militar quanto para a própria segurança pública.

Estes eram os únicos e legítimos intuitos do Requerimento de formação da Comissão Especial Temporária: fazer um estudo para atualizar a legislação tornando-a contemporânea e constitucionalmente adequada, valorizando o funcionamento interno da Polícia e contribuindo para o aperfeiçoamento da instituição.

Ocorre que, diferente do que se poderia esperar dos deputados, a Assembleia Legislativa do Paraná, através do voto de minerva de seu Presidente, rejeitou o requerimento apresentado, seguindo o raciocínio exposto pelo Líder do Governo, de que o assunto poderia ser tratado em Comissão Permanente, acabou por adotar uma interpretação totalmente desregulada do Regimento Interno da Casa.

Frise-se: durante a sessão o Presidente da ALEP reconheceu a falha do Regimento e entre atender a população, parte mais fraca, ou o Governo, parte dominante, optou, evidentemente, por abaixar a cabeça e seguir os interesses do Poder Executivo.

Na verdade, a interpretação do regimento, exposta pelo Presidente, pende “pra cá” ou “pra lá”, dependendo se o deputado é da situação ou da oposi Leia mais

5 de novembro de 2015
por admin
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Coluna do Requião Filho: Audiência Pública para debater e modernizar a Polícia Militar do Paraná

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Requião Filho*

Há muitos e muitos anos, houve no Brasil uma Polícia Militar que seguiu rigorosamente a força bruta de um Regimento Disciplinar do Exército que dirigia o comportamento de todos os militares.

O tempo passou, as dificuldades mudaram, o conceito de democracia se tornou mais presente em nossa sociedade, porém, no Paraná nunca se abriu qualquer possibilidade de debate público sobre a mudança destas normas e o aprimoramento das mesmas.

Mudaram as regras do país, mudaram os conceitos de família, religião, educação e a segurança pública ficou esquecida… lá no fundo do Baú, querendo reger até hoje tudo aquilo que com o tempo se modificou.

É hora de falar sobre o assunto. Não dá mais para esperar! Marquei para o próximo dia 12 de novembro uma Audiência Pública para debater um novo Regimento, para atender às demandas dos militares e, por consequência, da sociedade paranaense.

O que todos esperam sair ganhando é com maior oportunidade de diálogo, sem mordaças, sem punições extremas por motivos fúteis, ínfimos, que já não fazem mais sentido para os dias atuais.

É preciso encontrar saídas modernas, que respeitem a corporação, independentemente do posto ocupado dentro da hierarquia, pois o praça, tal qual o cidadão na sociedade como um todo, também tem o direito de ser ouvido por seu superior, com respeito e atenção.

Entretanto, há grandes dificuldades no atual governo estadual que talvez impeçam este tipo de atitude revolucionária. Afinal, playboy não gosta de polícia, a não ser que seja em seu próprio benefício.

A PM Paraná sofre com a falta de atenção, pois só é lembrada na hora de bater em professor. A academia do Guatupê está esquecida. Grandes profissionais já se formaram lá, orgulhos da corporação.

Porém, hoje… estão sem chão, envergonhados com tamanho descaso. Concursados não são chamados! Mentiras e mais mentiras são vendidas em lindas propagandas, enquanto a PM Paraná segue sucateada e sem condições de realizar um bom trabalho.

Os profissionais que integram este time defensor do Paraná são dignos de louvor, pois todos os dias trabalham sem condições de equipamentos e não tem garantida sua própria segurança. Estão à mercê da emergente crimin Leia mais

29 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Não há corruptos no Paraná?

Reinaldo de Almeida César*

O Paraná é um estado maravilhoso.

É indisfarçável nosso orgulho de sermos paranaenses, mesmo nestes tempos tristes e bicudos de agressão a professores e fechamento de escolas públicas.

Ao lado dos seus belíssimos recursos naturais, do seu recorte com abundantes bacias hidrográficas e de generosos relevo e clima, o Paraná é um mosaico de diversidade étnica e cultural, o que explica, na perspectiva histórica, muito da nossa admirada organização social.

Cada região tem suas características próprias, fruto de seu processo de colonização.

Todo o norte do Paraná – em especial, Londrina – tem como traço característico abrigar gente boa, honesta, trabalhadora e, sobretudo, uma comunidade muito informada e politizada.

Não sem razão, grandes lideranças políticas e democráticas ocuparam o cenário nacional, dando os primeiros passos em Londrina, a exemplo de Olivir Gabardo, Helio Duque, Alvaro Dias, Oswaldo Macedo, Leite Chaves, José Tavares, além do sempre lembrado Richa, pai.

Na semana que passou, esta mesma sociedade londrinense, crítica e atuante, resgatou seus melhores valores cívicos e, com muito espírito crítico, fez um verdadeiro emparedamento do governo, cobrando soluções na área da segurança pública.

Nada menos que 75 entidades da sociedade civil organizada, na sequência de numerosa reunião ocorrida na Câmara de Vereadores, assinaram uma Carta Aberta onde desnudam a precariedade do governo no setor, naquela importante região.

É de bom tom, ao se receber uma missiva, respondê-la. Com a palavra, pois, o governo.

***

Já que falamos no magistério estadual, tão agredido fisicamente e que continua sendo vilipendiado de todas as formas na via moral, já com profundas cicatrizes no corpo e na alma, registro a conclusão, pela Polícia Militar, do inquérito policial militar que apurou a tragédia do 29 de abril.

Eu já havia defendido, aqui no Blog do Esmael, que nada havia de errado com o adiamento da entrega do relatório final, contrastando com a desconfiança de muitos.

Conforta-me saber, agora, que o IPM foi muito bem conduzi Leia mais

22 de outubro de 2015
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Ajustes nas Polícias Civil e Militar

Reinaldo de Almeida César*

Recebo boas notícias vindas da área da segurança pública.

Em março último, desacompanhado de seu secretário de segurança à época, o governador Beto Richa esteve em visita na sede da Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos Inativos e Pensionistas – AMAI, importante entidade de representação de policiais militares.

A visita solitária parece ter sido muito profícua, a se considerar o desenrolar de vários acontecimentos, a partir de então.

Naquela tertúlia, a diretoria da AMAI, liderada pelo incansável Coronel Eliseo Furquim, entregou ao governador um pacote de reivindicações históricas dos praças e dos oficiais, fazendo-o acertadamente em nome do fórum de entidades que representam os policiais militares.

Agora, com o acompanhamento e a atuação proativa do secretário Wagner Mesquita, as coisas começam a sair do papel.

A comissão tripartite que engloba – além da SESP e da AMAI – também representantes da Secretaria de Administração, caminha a passos largos para corrigir distorções históricas e estabelecer normativos mais consentâneos com os dias atuais, a começar pela revisão do processo disciplinar e pela extinção da prisão militar, verdadeiro instrumento de subjugação e assédio moral.

Ponto para o governo, indiscutível.

***

Soube também que o governo dá sinais positivos para vitaminar a tramitação do novo estatuo da Polícia Civil.

Outra grande notícia. É preciso dar roupagem institucional adequada à Polícia Civil.

Espera-se, como é natural, que a “pedra de toque” do novo estatuto seja a efetiva equiparação remuneratória entre delegados e procuradores do Estado e, a partir daí, novo realinhamento de subsídios, com novos reenquadramentos em parcela única, que corrijam os já defasados padrões de remuneração para todos os policiais, civis e militares.

E mais, que a alocação de quem quer que seja na desejada “coluna 11” das tabelas de remuneração, contemple igualmente e de forma extensiva todos os que sejam equivalentes.

Quem tra Leia mais

21 de outubro de 2015
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Coluna do Rafael Greca: Curitiba sem botão de socorro

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Rafael Greca*

Na noite da última sexta, 16, ferviam os bares e fervilhavam as ruas do Batel. As calçadas da Vicente Machado, Carlos de Carvalho e praça da Espanha estavam em superlotação. Noite amena, 18º C, sem chuva. No ar, a doce expectativa da paixão, para muitos jovens a única diversão possível na crônica falta de um lazer orientador.

Olhando pela janela, o bairro parecia vivo, alto astral, ponto de encontro gerador de ânimo, anima e renda, um local por certo merecedor de atenção e que deveria estar cercado de cuidados e muito bem protegido, como deve acontecer em pontos de concentração.

Contudo, no começo da madrugada sobreveio a tragédia: um aziago tiroteio.

Na ex-alameda Taunay, entre a Vicente Machado e a Carlos de Carvalho, tombou Mateus Godoy Bueno, de apenas 16 anos, alvejado por 4 tiros. Foi supostamente executado por traficantes.

O jovem chacinado tombou embaixo de um outdoor com uma foto da “Tour Eiffel” de Paris, cena que nos remeteu às viagens internacionais do nosso governador Beto Richa, fora do Paraná há 10 dias.

Apenas a mãe chorou pela vida abreviada do filho assassinado. Triste. Outros dois jovens, personagem do mesmo trágico acerto de contas, foram recolhidos ao Evangélico, com gravíssimos ferimentos. Lamentável.

A sensação de insegurança não impera apenas no cobiçado Batel. A insegurança pública está generalizada, distribuindo o horror e a dor também em outros pontos de Curitiba.

Como no Tarumã, onde outro jovem, Dionatan Henrique Peruzzo, de 19 anos, tombou morto a tiros, ao amanhecer de sábado, na saída da balada country Victória Villa.

Como no Sambaqui, entre o Bairro Novo e Vila Osternack, onde o taxista William Felipe Cardoso, de 23 anos e apenas três meses na praça tombou esfaqueado nas costas, no pescoço e no abdômen, no último domingo.

Estamos vivendo dentro uma série de terror?

A Polícia, ou o que sobrou da Polícia, apareceu apenas para fazer o B.O…

Digo “o que sobrou da Polícia”, porque sabemos que o Paraná tem o 2º menor número de PMs por Habitante no Brasil: 1 PM para cada 630 paranaenses — abaixo da média nacional de 1 PM para cada 473 habitantes.

No Brasil, o Paraná está em penúltimo lugar no número de efetivo policial por h Leia mais

15 de outubro de 2015
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: A vida difícil e incerta dos policiais

Reinaldo de Almeida César*

A prisão do Delegado Rubens Recalcatti mexeu com corações e mentes, ocupando significativo espaço na mídia impressa tradicional, nas redes sociais e nas rodas de palitinho na Boca Maldita.

Por dever de consciência, registro aqui uma palavra de estímulo e solidariedade, sem prejuízo do reconhecimento do trabalho muito técnico levado a efeito, uma vez mais, pelo Gaeco.

O delegado Recalcatti é um dos mais extraordinários profissionais que conheci. Competente, dedicado, muito vocacionado para a atividade investigativa e incansável para o trabalho. É verdadeiramente, um líder admirado na sua instituição.

Ao tempo em que ocupei a SESP, só tenho boas lembranças e as melhores referências e elogios a lhe fazer, dizendo isso sem favor algum ao Recalcatti, que nunca me pediu nada, nunca foi meu assessor direto, mas sempre apresentou ótimos resultados no combate à criminalidade.

Fico na torcida, então, que pela ampla defesa e exercendo o contraditório, ele possa rapidamente dissipar os fatos que motivaram sua privação de liberdade.

***

Já disse várias vezes e em tantas outras fui irritantemente repetitivo ao escrever que o policial – militar ou civil – é uma categoria diferenciada no funcionalismo.

Não é nem melhor, nem pior que as outras. Mas, é diferenciada.

A começar pelo fato de que os policiais formam a única categoria do serviço público (ao lado do efetivo das Forças Armadas, é óbvio), que ao tomar posse juram solenemente exercer a função entregando a própria vida, se preciso.

Vivem sob constante tensão, em stress permanente, com adrenalina a mil.

Muitos sucumbem à embriaguez, acabam tendo desajustes familiares, cometem suicídio.

Não raras vezes, policiais militares evitam tragédias em família e fazem parto em viatura a caminho do hospital. Bombeiros retiram crianças quase já em óbito no mar revolto, para recuper Leia mais

16 de setembro de 2015
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Segurança e Cidadania

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Reinaldo de Almeida César*

Na última segunda-feira, a Polícia Militar deflagrou uma operação de combate aos táxis clandestinos no Aeroporto Afonso Pena.

Este é, infelizmente, um fenômeno mundial. Basta desembarcarmos em um aeroporto qualquer e logo vem a irritante abordagem, oferecendo veículos supostamente em melhor estado e com corridas a preços mais convidativos.

Além da flagrante irregularidade, com motoristas não credenciados e não identificados, pilotando carros de duvidosa procedência e sem qualquer taxímetro, este serviço de transporte não controlado submete incautos passageiros a todo tipo de risco patrimonial e pessoal.

A argumentação que se faz em contrário é que a corrida é mais barata. Talvez seja mesmo verdade.

Curitiba e São José dos Pinhais sempre viveram às turras sobre a questão da localização do aeroporto Afonso Pena e isso se refletiu nas permissões para táxis. A corrida de lá para cá, do aeroporto para a cidade, fica encarecida, pois paga-se também o retorno, uma vez que nem táxis de São José podem regressar com passageiros embarcados em Curitiba, nem os taxistas de Curitiba podem aproveitar a corrida de retorno do aeroporto.

Resultado, a corrida fica mesmo mais cara. Nenhuma culpa dos profissionais taxistas.

Por todas as razões imagináveis, então, a PM merece nosso aplauso ao apertar a fiscalização sobre a atividade desses táxis piratas.

Porém, como se dizia na roma antiga, est modus in rebus.

Veículos, motoristas e empresas regularmente registrados para atuarem no transporte privado, ainda que não sejam identificados como “táxis”, não podem ser tolhidos na atividade de levar ou buscar passageiros que tenham previamente contratado tais serviços, como aliás, também ocorre de forma muito transparente nos maiores aeroportos do mundo.

Táxi em aeroporto é fundamental e muito importante, mas não é serviço cartorial. Nem a plataforma de desembarque deve ser área de feudo.

***

Alô, alô, Ministério Público, já que falamos em constrangimentos em aeroporto, que tal algum ilustre membro do parquet formatar estudos e propor ação, em nome da defesa dos direitos difusos e coletivos, para varrer dos aeroportos aquela empulhação de venda de assinatura de revistas, disfarçadas em brindes oferecidos por sorridentes moçoilas?

Que estranho poder é este da INFRAERO em ceder espaço público para uma exploração econômica visivelmente constrangedora ? Que interesses estão ocultos nessa indevida permiss Leia mais

9 de setembro de 2015
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Beto Richa causa até separação de casais ao não convocar novos PMs

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Reinaldo de Almeida César*

Na semana que passou, o governo mandou rufar tambores e acionou as trombetas para anunciar que novos tempos chegaram, as finanças estão no azul e a terra prometida chegou.

Deve ser mesmo verdade, a se considerar o afofado colchão que o baronato da mídia começa a oferecer ao governo.

Outro indicador seguro de que novos tempos chegaram, com as burras cheias no tesouro estadual, é que acólitos do governo, antes tímidos e acanhados, agora abandonaram as sandálias da humildade e voltaram a circular pela corte com narizes elevados e ares de soberba.

Como paranaense, torço que isso tudo seja verdade, que o Paraná tenha mesmo recuperado sua capacidade de gestão fiscal e que os investimentos que há tantos esperamos, estejam presentes em cada alvorecer.

***

Agora que as finanças encontraram – segundo o governo – o pleno equilíbrio, havendo adequação entre gráfico e físico nos recursos financeiros, o governo pode e deve implementar, a todo vapor, na área da segurança pública, as linhas fundamentais de investimentos do Programa Paraná Seguro.

Um bom começo, seria convocar os quase 3.000 candidatos aprovados no concurso da PM, que desde 2012 vivem a angústia da expectativa de serem, enfim, chamados para a nomeação.

A jornalista Giselle Ulbrich, mostrou, em reportagem lúcida e muito informativa, no Paraná On Line, que esta injustificável demora no chamamento já acarretou separação de casais e perda de emprego. De um lado, dramas pessoais e familiares. De outro, a PM tenta fazer milagre com o baixo efetivo que dispõe e a população aflita, sente a falta de policiamento.

Com fôlego de investimentos renovado, é preciso urgência nos concursos e contratações de 400 delegados para a Polícia Civil e a plena modernização institucional e material das áreas de perícia criminal e medicina legal. Tudo isso, sob a chancela do programa de governo na área de segurança pública, o Paraná Seguro.

Anunciando o governo que agora está tudo bem, que há recursos disponíveis, quem sabe alguém pode, então, resgatar o projeto das Delegacias Cidadãs, ação importante do programa Paraná Seguro e que, até hoje, ninguém sabe, ninguém viu.

Uma vez recomposta a área contábil do Estado, como se propaga na notícia oficial, nada impede que sejam agora retomadas as negociações sobre subsídios e salários da área da segurança pública, assim como restou acordado, em 2011, quando se estabeleceram as novas tabelas remuneratórias para o setor. Naquela ocasião, posso testemunhar, houve compromisso de que melhoradas as finanças, as tabelas de subsídios seriam rediscutidas. Parece ser o caso, hoje, com novo quadro de céu de brigadeiro nos cofres do Estado, tal como anunciado pelo governo.

Neste quinto ano de gestão, o governo comprou menos de 1/3 das viaturas previstas no programa Paraná Seguro e, deixando-as sem manutenção, não preciso nem dizer como estas viaturas hoje se encontram. Nenhuma providência, nem a oficina, nem a divina, dão mais conta destas viaturas.

Assim, tendo recursos agora, o deve governo impr Leia mais

2 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: A dura realidade das polícias do Paraná

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Reinaldo de Almeida César*

Num tempo de ouro da política do Brasil e do Paraná, em plena redemocratização, o jornal Folha de Londrina tinha um timaço de jornalistas de primeira linha, que poderiam ter assinado editoriais em qualquer jornalão do mundo.

Sob o olhar atento do divertidíssimo João Milanez e sempre com a atenta percepção dos irmãos Maccarini, a partir da sede de Londrina até o imóvel que abrigava a sucursal de Curitiba na rua Augusto Severo, um grupo de jornalistas geniais cravou um marco no que houve de melhor na mídia impressa do Paraná, transformando um jornal de âmbito municipal em referência no jornalismo nacional.

Lembro-me de como li e reli tantos textos tamborilados pelo talento de Nilson Monteiro, Luis Geraldo Mazza, Pedro Arlant, Malu Maranhão, Sandro Guidalli, Vanderlei Rebello, Tereza Martins, Thomas Trauman, Deonilson Roldo e do doce poeta Zeca Correa Leite.

***

Esse espírito do bom jornalismo, livre de amarras, liberto das verbas oficiais e, por isso mesmo, crítico e fiel à verdade factual, às vezes ainda dá as caras por aqui.

Na semana que passou, na edição de quinta-feira, a Folha de Londrina estampou matéria de capa que honrou os melhores momentos do passado recente do jornal.

Em ótima matéria assinada por Rafael Fantin, a Folha de Londrina mostrou a dura realidade das polícias do Paraná, repercutindo estudos feitos pelo IBGE.

O Paraná tem uma temerária – para não dizer ridícula – proporção entre o efetivo policial e sua população.

Segundo a matéria da Folha, estamos à frente apenas do Maranhão.

Contra números não se briga.

Basta ler, na matéria, o que disseram dois legítimos líderes em suas corporações, o competente Coronel Cesar Alberto Souza e o aguerrido Delegado Claudio Marques Rolim e Silva, sobre as agruras vividas pelas forças policiais que representam.

Com base em dados oficiais, esta coluna já havia apresentado para reflexão, aqui no Blog do Esmael, em 22 de abril de 2015, a dura realidade que desmente a propaganda oficial. O governo conta só um pedaço da história ao dizer que contratou 10.000 policiais. Nunca informa quantos policiais saíram, ao longo dos últimos 5 anos.

Até abril deste ano, na PM, foram admitidos 655 (2011), 2581 (2012), 2577 (2013), 215 (2014) e 11 (2015) novos policiais e bombeiros militares.

Na via oposta, deixaram a corporação 787 (2011), 1198 (2012), 856 (2013), 800 (2014) e 216 (2015).

Isso resulta dizer que, na atual gestão, 6093 policiais militares ingressaram e o expressivo número de 3857 policiais deixaram a cor Leia mais

26 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: “Quem mandou bater nos professores? Fala, Francischini!”

Reinaldo de Almeida César*

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Como se fosse uma boa decantação, uma filtragem a jorrar água límpida, as coisas começam a se normalizar, a ficar cristalinas, na área da segurança pública.

Alguns fatos são reveladores de novos e arejados tempos, depois da confirmação do Secretário Wagner Mesquita no cargo.

Na solenidade de comemoração dos 161 anos da PM, o governo anunciou a retomada dos investimentos no setor. Já era hora, depois da tungada nos recursos da SESP, com a extinção do Fundo Estadual de Segurança Pública, o FUNESP.

Além disso, em entrevista coletiva, o comandante geral da corporação, o competente Coronel Maurício Tortato, garantiu que os quase 3.000 aprovados no concurso da PM, que aguardam chamamento serão, finalmente convocados, a partir de janeiro de 2016.

Em comunicado público, o Presidente da Comissão de Segurança Pública na Alep, Deputado Mauro Moraes (PSDB) – que, justiça seja feita, é sempre dedicado e zeloso com as questões que envolvem policiais e a SESP – assegurou que obteve do governador e do secretário da Fazenda, o compromisso de que o governo vai zerar seu débito com promoções, progressões e remoções de policiais e bombeiros militares e que, até o final deste ano, o Estado quitará todas as dívidas na área da segurança.

Esta coluna estará vigilante em relação a todos estes anúncios. Como se diz lá em Ponta Grossa, mutuca tira o boi do mato.

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Ainda pelas bandas da PM, outra boa nova trazida na solenidade de outorga de comendas e medalhas foi saber que a lista de agraciados com a mais alta honraria concedida pela PM, a Medalha Coronel Sarmento, pelo menos neste ano, parece ter sido mais criteriosa. Desta feita, corri os olhos e não vi na lista nenhum suposto primo.

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Por falar nos 161 anos da PM, vale lembrar que historiadores apontam a Polícia Civil e a Polícia Militar como os mais antigos órgãos públicos do Paraná, criados logo na sequência da emancipação política do Estado.

O triste é constatar que, passados quase dois séculos, a Polícia Civil do Paraná não possui sede administrativa própria, obrigando sua cúpula diretiva e servidores da alta direção à se sujeitarem a um prédio alugado, sem qualquer condição de trabalho e que, se observado algum rigor fiscalizatório, talvez nem alvará de funcionamento pudesse ter. Só falta agora me dizerem que a locação do imóvel teria sido renovada, a um custo altíssimo.

Para corroborar que as coisas começam a caminhar melhor, é só observar que boas figuras nas duas instituições começam a ser melhor aproveitadas, tendo havido o reconhecimento de suas formações, habilidades e currículos. Veja-se o exemplo do Coronel Pericles Mattos, que assumiu o Primeiro Comando Regional da PM e dos Delegados Rafael Vianna e Rogerio Lopes, o primeiro assumindo a chefia da especializada de Furtos e Roubos, e o segundo, emprestando sua vocação acadêmica na direção da Escola Superior de Policia Civil.

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Muito grave a Leia mais