30 de maio de 2014
por esmael
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Deputado tucano confirma falta de equipamentos e cobra urgência na compra de jaquetas para a PM

O deputado estadual Mauro Moraes (PSDB) está cobrando urgência na aquisição de jaquetas e outros itens de vestuário para os Policias Militares. Segundo o parlamentar, estamos em um período frio do ano e os policiais não possuem o fardamento completo. à‰ a confirmação vinda da própria base de que a crise no governo Beto Richa deixa os policiais  e outros setores do governo sem as mínimas condições de trabalho, e passando frio.

O deputado estadual Mauro Moraes (PSDB) está cobrando urgência na aquisição de jaquetas e outros itens de vestuário para os Policias Militares. Segundo o parlamentar, estamos em um período frio do ano e os policiais não possuem o fardamento completo. à‰ a confirmação vinda da própria base de que a crise no governo Beto Richa deixa a polícia! e outros setores do governo sem as mínimas condições de trabalho, e passando frio.

O presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes (PSDB), solicitou, nesta manhã, a compra de jaquetas e cintos de guarnição para PMs e BMs. A medida também atenderá aos policiais antigos (clique aqui). ... 

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30 de abril de 2014
por esmael
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Justiça proíbe ‘contrato secreto’ de Richa nos pedágios do Paraná

O pedágio poderá se transformar numa verdadeira dor de cabeça para o governador Beto Richa (PSDB) nas eleições de outubro. Reportagem de Mariana Franco Ramos, na Folha de Londrina, edição desta quarta (30), revela que a Justiça Federal concedeu uma liminar ao Ministério Público Federal proibindo o tucano de alterar secretamente os contratos com as concessionárias das rodovias paranaenses. Recentemente, o PT acusou o governador do PSDB de agir como “sócio” das empresas devido a retirada de ações judiciais “quase ganhas” pelo Paraná. Nas eleições de 2010, Richa também recebeu R$ 2 milhões de contribuição das pedageiras para a campanha.Leia a matéria abaixo:

Caso Econorte: juiz proíbe alteração contratual “secreta”

A Justiça Federal concedeu uma liminar proibindo novas alterações nos contratos do governo do Paraná com a concessionária Econorte. O despacho foi proferido pelo juiz federal Rogério Cangussu Dantas Cachichi no dia 5 de abril, em resposta a uma ação ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Jazarezinho, no Norte Pioneiro, mas foi confirmada pelo órgão na noite de ontem.

Pela decisão, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) fica proibido de fazer qualquer modificação, pré-contratual ou contratual, no Programa de Estradas e Rodagens (PER) do Paraná de forma secreta, ou seja, sem que seja comunicado e tenha a anuência da União. O magistrado estipula prazo de 60 dias de antecedência para a publicação dos atos passíveis de mudanças no PER, acompanhados de estudos técnicos.

Nesta semana, os deputados Cleiton Kielse (PMDB) e Tercílio Turini (PPS) tornaram público um termo que autoriza dois aumentos de 4,51% nos pedágios da BR-369, o primeiro em dezembro deste ano e o segundo no mesmo mês de 2015. O peemedebista apresentou um requerimento solicitando que o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, que é irmão do governador Beto Richa (PSDB), e o diretor-geral do DER, Nelson Leal Junior, respondessem a questionamentos dos parlamentares sobre a questão no plenário da Assembleia Legislativa (AL). A proposta, porém, foi derrubada ontem por 19 votos a 12.

Conforme o aditivo, assinado em maio de 2013, os valores incidirão sobre as tarifas já praticadas nas praças de Jataizinho, Sertaneja e Jacarezinho, que variam entre R$ 12,20 e R$ 14,20. A contrapartida foi a construção de uma passarela na rodovia, inaugurada este mês, em frente ao Parque de Exposições Ney Braga, de cinco quilômetros de terceira faixa em Cornélio Procópio, de um viaduto no cruzamento com a PR-445 e da duplicação da estrada até a fábrica da Sandoz.

Para Kielse, a votação é uma demonstração de que não existe transparência na questão pedágio. Ele afirmou que o termo resultará numa rentabilidade de R$ 130 milhões em favor da Econorte. “Essa conta que não fecha está tirando do Paraná R$ 2 bilhões por ano e dando um lucro médio de 60% para as concessionárias, que colocam dinheiro dentro do caixa de pessoas e campanhas eleitorais.”

Já Turini chamou as obras de “presente de grego”. “No momento em que se discute a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) e que a população espera que esse pesadelo do pedágio possa baixar, aparecem mais surpresas desagradáveis.”

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28 de fevereiro de 2014
por esmael
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Viatura da polícia sem combustível é puxada por bois no interior do Paraná

Viatura da PM sem combustível funciona com tração animal no interior do Paraná; bois são utilizados para puxar veículo da polícia; carroças eram usadas pela PMPR até 1909, ou seja, no governo Richa houve uma volta de 105 anos ao passado.

Viatura da PM sem combustível funciona com tração animal no interior do Paraná; bois são utilizados para puxar veículo da polícia; carroças eram usadas pela PMPR até 1909, ou seja, no governo Richa houve uma volta de 105 anos ao passado.

O governo Beto Richa (PSDB) continua batendo biela na área da segurança pública. Além de a pasta estar acéfala, sem titular, agora falta gasolina para as viaturas da Polícia Civil. Ofício encaminhado aos delegados comunica que tem apenas etanol disponível aos veículos. ... 

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4 de dezembro de 2013
por esmael
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Crise financeira no governo Richa já castiga funcionários públicos

Os cerca de 230 mil servidores públicos do Paraná já estão sentindo na pele a crise financeira que assola o governo Beto Richa (PSDB). Além da suspensão de assistência à  saúde, através do SAS, todas as categorias também vêm sofrendo perdas de conquistas trabalhistas importantes na gestão do tucano.

Funcionários da Copel (Companhia Paranaense de Energia) informam que aumentos e promoções definidos em junho deste ano foram congelados pelo governo estadual.

“Assim como muitos colegas de empresa, cheguei a receber os cumprimentos de meu gerente e parabéns pela merecida promoção, que não veio”, lamenta Dionatan Prestes, que trabalha na estatal de energia.

O governo Richa igualmente suspendeu o pagamento de um terço de férias para o funcionalismo. Ou seja, se o servidor agendou suas férias para Janeiro de 2014 não receberá os 33,33% referentes à s suas férias no pagamento deste mês de dezembro, como sempre ocorreu. A promessa é que as férias serão pagas no contracheque de janeiro com o orçamento de 2014.

A professora Luciana Teixeira, do Quadro Próprio do Magistério, conta que tem 20 horas no estado e recebe (oficializado no contracheque) apenas 18 horas. Motivo: a demanda da escola não comporta 20 horas.

“Eu tenho padrão na escola (CEEBJA), escolhi o período noturno, estou afastada para fazer o doutorado, ninguém oficializou nada e simplesmente faz dois meses que não recebo o devido. Alguém pode me justificar este absurdo? Uma vergonha, um descaso”, protesta.

O caso — ou descaso — de Luciana não é isolado na educação paranaense. Professores universitários reclamam de calotes do governo, bem como os educadores das escolas da rede pública estadual também reivindicam R$ 74 milhões atrasados relativos a avanços e promoções.

Não se sabem ainda se o governo Richa conseguirá sair dessa crise financeira. Ele não tem conseguido cumprir acordos com fornecedores que, inclusive, paralisaram obras importantes por falta de pagamento.

Em novembro, viaturas da PM e do Corpo de Bombeiros ficaram paradas por falta de gasolina ou por falta de pagamento de oficinas que fazem manutenção mecânica dos veículos. Telefones da Polícia Militar e da própria Secretaria da Segurança ficaram mudos por 24 horas devido à  falta de pagamento da conta.

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