31 de março de 2018
por Eugênio Aragão
Comentários desativados em Assessor da Secretaria de Segurança do Paraná também trabalha para Bolsonaro

Assessor da Secretaria de Segurança do Paraná também trabalha para Bolsonaro

O jornalista Karlos Eduardo Antunes Kohlbach, assessor de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná (SESP-PR), também trabalha como assessor de imprensa do comitê de Jair Bolsonaro (PSL) em Curitiba. Pensando bem, não há muita diferença entre o governo de Beto Richa (PSDB) e as ideias defendidas pelo deputado. ... 

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28 de abril de 2016
por admin
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Veja como será a marcha que já faz tremer o Palácio Iguaçu

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Nesta sexta-feira em que o massacre de 29 de abril completará um ano, uma grande marcha liderada pelos educadores da rede pública estadual vai sacudir Curitiba. As perspectivas de tamanho, força e repercussão desta mobilização já estão fazendo tremer o governador Beto Richa (PSDB) e sua equipe; a julgar pelos ataques desferidos pela internet e com uma carta falsa distribuída nas escolas.  Leia mais

15 de outubro de 2015
por admin
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Deputados podem convocar ex-secretário para explicar desastre na segurança pública de Beto Richa

efetivoO deputado estadual Nereu Moura, líder do PMDB na Assembleia, apresentou um requerimento na Casa de Leis cobrando explicações do governador Beto Richa (PSDB). As inconsistências estão nos números apresentados na propaganda do governo dando conta da contratação de 10 mil novos policiais nos últimos cinco anos.

Nereu Moura afirmou que “existem muitas dúvidas em torno do assunto. Pelo que se sabe, a defasagem do efetivo da Polícia Militar é enorme”.

Ele se baseou em informações fornecidas pelo ex-secretário estadual de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, através de artigo publicado no Blog do Esmael, onde consta que no período ingressaram apenas 6.093 soldados nos quadros da PM, enquanto 3.857 deram a baixa na farda. Leia mais

9 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Beto Richa causa até separação de casais ao não convocar novos PMs

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Reinaldo de Almeida César*

Na semana que passou, o governo mandou rufar tambores e acionou as trombetas para anunciar que novos tempos chegaram, as finanças estão no azul e a terra prometida chegou.

Deve ser mesmo verdade, a se considerar o afofado colchão que o baronato da mídia começa a oferecer ao governo.

Outro indicador seguro de que novos tempos chegaram, com as burras cheias no tesouro estadual, é que acólitos do governo, antes tímidos e acanhados, agora abandonaram as sandálias da humildade e voltaram a circular pela corte com narizes elevados e ares de soberba.

Como paranaense, torço que isso tudo seja verdade, que o Paraná tenha mesmo recuperado sua capacidade de gestão fiscal e que os investimentos que há tantos esperamos, estejam presentes em cada alvorecer.

***

Agora que as finanças encontraram – segundo o governo – o pleno equilíbrio, havendo adequação entre gráfico e físico nos recursos financeiros, o governo pode e deve implementar, a todo vapor, na área da segurança pública, as linhas fundamentais de investimentos do Programa Paraná Seguro.

Um bom começo, seria convocar os quase 3.000 candidatos aprovados no concurso da PM, que desde 2012 vivem a angústia da expectativa de serem, enfim, chamados para a nomeação.

A jornalista Giselle Ulbrich, mostrou, em reportagem lúcida e muito informativa, no Paraná On Line, que esta injustificável demora no chamamento já acarretou separação de casais e perda de emprego. De um lado, dramas pessoais e familiares. De outro, a PM tenta fazer milagre com o baixo efetivo que dispõe e a população aflita, sente a falta de policiamento.

Com fôlego de investimentos renovado, é preciso urgência nos concursos e contratações de 400 delegados para a Polícia Civil e a plena modernização institucional e material das áreas de perícia criminal e medicina legal. Tudo isso, sob a chancela do programa de governo na área de segurança pública, o Paraná Seguro.

Anunciando o governo que agora está tudo bem, que há recursos disponíveis, quem sabe alguém pode, então, resgatar o projeto das Delegacias Cidadãs, ação importante do programa Paraná Seguro e que, até hoje, ninguém sabe, ninguém viu.

Uma vez recomposta a área contábil do Estado, como se propaga na notícia oficial, nada impede que sejam agora retomadas as negociações sobre subsídios e salários da área da segurança pública, assim como restou acordado, em 2011, quando se estabeleceram as novas tabelas remuneratórias para o setor. Naquela ocasião, posso testemunhar, houve compromisso de que melhoradas as finanças, as tabelas de subsídios seriam rediscutidas. Parece ser o caso, hoje, com novo quadro de céu de brigadeiro nos cofres do Estado, tal como anunciado pelo governo.

Neste quinto ano de gestão, o governo comprou menos de 1/3 das viaturas previstas no programa Paraná Seguro e, deixando-as sem manutenção, não preciso nem dizer como estas viaturas hoje se encontram. Nenhuma providência, nem a oficina, nem a divina, dão mais conta destas viaturas.

Assim, tendo recursos agora, o deve governo imprimir força total na aquisição das mais de duas mil viaturas que ainda faltam, previstas no Paraná Seguro.

Se não houver investimento na segurança, continuaremos a ver cenas Leia mais

19 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: 4 anos de “Paraná Seguro”

Reinaldo de Almeida César*

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Confesso-me já desesperançoso em testemunhar nesta vida a tão esperada reforma política no Brasil, que promovesse uma profunda alteração no financiamento das campanhas eleitorais.

O financiamento das milionárias campanhas eleitorais, pelo que está a demonstrar a Lava Jato, está na raiz do processo de corrupção e desvio de recursos públicos no país.

Deputados e senadores parecem teimar em fazer ouvidos moucos, não dando mínima atenção à voz rouca das ruas. As manifestações em 2013, antes mesmo da Copa dos 7 a 1, já pediam por reformas políticas profundas. Suas excelências, no entanto, em matéria eleitoral, parecem fazer como se estivessem tecendo o mais fino traje que lhes caia bem, como se fosse um conjunto “su misura”, confeccionado por habilidosas mãos de Saville Row.

Mas, minha vocação para o sonho não me abandona jamais.

Tenho um sonho, muito, mas muito mais acanhado em relação aquele invocado por Martin Luther King ou mesmo em relação ao sonho que deveria ser sonhado por todos, como pregava Dom Helder Câmara.

Meu sonho é mais modesto. Explico-me.

É que se não temos uma reforma política de peso, que colocasse partidos e candidatos em igualdade de competição e melhorasse a representação popular, poderíamos ter, quando menos, uma mudança na postura dos candidatos a fim de que cumprissem aquilo que efetivamente se comprometeram quando se submeteram ao voto popular.

Bastaria que candidatos dissessem o que pretendiam fazer e, realmente, se eleitos, o fizessem, em vez de se apresentar em caríssimos programas de TV, dirigidos por marqueteiros pagos a peso de ouro, e com o rosto de photoshop estampado em coloridas peças visuais que mais parecem um pacote de M&M.

Nem precisa registrar em cartório. Como bem lembrou o decano do colunismo político do Paraná, Celso Nascimento, na Gazeta de domingo, bastaria o fio de bigode como aval dos compromissos de campanha.

***

Há exatos quatro anos, mais precisamente em 16 de agosto de 2011, o Governador Beto Richa lançava em evento de grande prestígio e repercussão no Canal da Música, o Programa Paraná Seguro.

Em 2014, na campanha para o bi-mandato, Richa apresentou o Paraná Seguro como sendo o seu compromisso na área da segurança pública.

A partir de hoje, passados exatos quatro anos, vamos começar a analisar o que foi feito e o que deixou de ser feito, o que ainda está pendente de realização e que já foi concretizado na execução deste programa de governo, apresentado aos paranaenses como compromisso no setor de segurança pública, que levou o nome de Leia mais

13 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Agentes penitenciários denunciam “2º massacre” do governo Beto Richa

agentesOs agentes penitenciários que participaram das manifestações contra o confisco da previdência dos servidores por parte do governador Beto Richa (PSDB), em particular do massacre do dia 29 de abril, começaram a ser perseguidos pelo Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), órgão da Secretaria de Segurança Pública do Estado.

Ou seja, não bastou o ataque covarde autorizado pelo governdor tucano em que mais de 200 servidores ficaram feridos. Richa agora quer enfraquecer sua representatividade intimidando-os, para que não possam se mobilizar contra novas injustiças por parte do governo.

Em um dos casos denunciados ao Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), um trabalhador que integrava a Divisão de Operações de Segurança, foi retirado do grupo de ações táticas e colocado à disposição do Depen, depois que seu chefe imediato viu sua foto durante a manifestação. Leia mais

4 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Deputado Péricles: ‘Massacre dos professores foi planejado e o confisco da previdência desnecessário’

pericles

O deputado estadual Péricles de Melo (PT) assina artigo publicado na edição de ontem (3) do Jornal da Manhã, no município de Ponta Grossa, em que sustenta que o confisco do fundo de previdência dos servidores foi desnecessário, pois, de acordo com ele, as outras medidas do pacotaço do governador Beto Richa (PSDB) já seriam suficientes para equilibrar as contas do Estado.

Partindo desse princípio, de que o confisco não seria fundamental para a sobrevivência do governo, Péricles conclui que a violência empregada pelo secretário de Segurança Pública Fernando Francischini (SDD) foi proposital, “fruto de uma visão programada, de um estilo de governança que tragicamente tem apoio em determinadas parcelas da sociedade, ou seja, a truculência que dá voto e respaldo para esse modelo de fazer política.”

Segundo o artigo de Péricles, “o rombo nas contas públicas, causado pela total incompetência do governo Beto Richa, pode chegar a R$ 6 bilhões, segundo estimativas mais pessimistas, ou a R$ 3 bilhões, na melhor das hipóteses. Isso tudo, apesar do aumento constante de receita do Estado, bem acima da inflação dos últimos quatro anos. Tal distância entre os números se explica pela falta de transparência; as finanças do Estado são uma verdadeira caixa preta.” Leia mais

8 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Veja essa: Censura na Polícia Militar chega às tatuagens

tatooUm memorando do 13° Batalhão da Polícia Militar em Curitiba revoltou vários policiais militares do batalhão. A mensagem exige que os PMs façam uma declaração informando suas tatuagens ou declarando não possuir tatuagens num prazo máximo de 15 dias. ... 

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23 de março de 2015
por Esmael Morais
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Sergio Moro transfere presos da Lava Jato para a guarda de Francischini

transf.jpgO juiz federal Sergio Moro determinou na manhã desta segunda-feira a transferência de doze presos da operação Lava Jato para o Complexo Médico Penal, em Pinhais, que é uma unidade prisional do Estado. ... 

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11 de março de 2015
por Esmael Morais
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De Almeida César para Francischini: achei que estivesse falando de seu chefe, o governador Beto Richa!

O delegado da Polícia Federal, Reinado de Almeida César, ex-secretário de Segurança do Paraná no primeiro mandato do governador Beto Richa (PSDB), escreveu na semana passada um artigo especialmente para o Blog do Esmael, intitulado O Caveirão do Chorume!, sobre o episódio da entrada dos deputados governistas na Assembleia Legislativa dentro de um veículo blindado chamado caveirão!.

O atual secretário, Fernando Francischini, que orquestrou o episódio do caveirão para tentar garantir a votação mesmo com a Assembleia tomada, sentiu-se ofendido e partiu para o! ataque! no Twitter contra Almeida César.

“Escovinha no cabelo e bolsinha Lui Vitton, pode! Pro cara que a maior experiência dele foi carregar a mala do Sarney criticar e fácil! rsrs”, tuitou Francischini na semana passada.

Em resposta, o ex-secretário enviou uma mensagem ao Blog do Esmael com algumas recomendações e comparações que publicamos a seguir. achei que ele estivesse falando de seu chefe, o governador, sabidamente um homem cioso de sua imagem!, fuzilou o delegado Almeida César. Abaixo, leia a íntegra da tréplica.

Como paranaense, fico preocupado.

Alguns requisitos são fundamentais para quem comanda a pasta da Segurança e, por conseguinte, as forças de polícia. O equilíbrio, a temperança e o espírito democrático para saber conviver com a divergência, certamente estão entre eles.

Não quero polemizar com o atual secretário de segurança, Fernando Destito Francischini, que parece não ter entendido o artigo que escrevi sobre a desastrada operação de enfurnar jovens deputadas e experientes deputados num Caveirão.

No artigo, faço até uma certa defesa do secretário, ao lançar dúvida sobre quem teria sido o autor da patética ideia.

Mas, depois, ao ler o texto chulo e destemperado do atual secretário, postado no twitter, fiquei com a certeza que ele tem dificuldades de compreender o vernáculo pátrio e, mais ainda, com línguas faladas no exterior.

Não quero polemizar, mas, vamos à  verdade factual:

1) Quando comecei a ler o texto agressivo e virulento do secretário no twitter, achei que ele estivesse falando de seu chefe, o governador, sabidamente um homem cioso de sua imagem, sempre com o cabelo bem cortado e que cultiva o hábito da elegância no vestir, sempre adornado com roupas, gravatas, cintos, sapatos e relógios das mais caras grifes internacionais, mesmo quando visita rincões de pobreza por este Paraná afora.

2) Trabalhei em várias missões externas, sempre por delegação do Diretor-Geral da PF. Assim, trabalhei no gabinete de segurança da presidência da República (Lula, PT), coordenei a segurança do candidato Geraldo Alckmin (PSDB), fui diretor de segurança do Superior Tribunal de Justiça e trabalhei na segurança da presidência do Senado, na gestão de QUATRO presidentes: Leia mais

2 de fevereiro de 2015
por Esmael Morais
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‘CarnaVibe’ acaba em pancadaria e prisão do diretor FCC. Prefeitura publica nota questionando ação da PM

vibe.jpgA Fundação Cultural de Curitiba (FCC) realizou na tarde do domingo (1!°), na Avenida Mal. Deodoro da Fonseca, a “CarnaVibe”, uma variante do pré-carnaval movida à  música eletrônica.

A festa superou as expectativas e reuniu cerca de 40 mil pessoas. Até aí tudo ótimo, não fosse a confusão acorrida ao fim do evento com pancadaria, vandalismo, truculência policial e até a prisão do diretor da FCC, Marcos Cordiolli.

Durante a confusão, Cordiolli teria usado o microfone de um carro de som e tentado orientar os policiais, que interpretaram sua fala como desacato e o prenderam.

Nas redes sociais, a ação da PM também vem recebendo muitas críticas em que a truculência está sendo atribuída ao novo secretário de segurança pública do governo do estado Fernando Francischini, o Batman!. Os internautas afirmam que o novo secretário não vê diferença entre criminosos e jovens se divertindo e manda descer a borduna por igual.

Confira abaixo o texto publicado no perfil social da Prefeitura e veja que as diferenças entre a ‘Prefs’ e o governo Beto Richa já vão além do subsídio para o transporte público: Leia mais

27 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Penitenciária virou um cenário de calamidade, um quadro de guerra! afirma Defensor Público

A rebelião na Penitenciária Estadual de Cascavel deixou saldo de cinco mortos, 25 pessoas feridas e dois agentes penitenciários ficaram reféns por mais de 40 horas. Ainda há sete presos desaparecidos, que podem estar mortos nos escombros. Agora, a Defensoria Pública do Paraná espera que o governo estadual adote medidas já reivindicadas há tempos, como a contratação de mais agentes penitenciários.

Vamos procurar discutir com o governo formas de resolver problemas crônicos, como a falta de agentes penitenciários, mas não descartamos, se necessário, entrar com uma ação judicial!, disse o defensor público Eduardo Abraão. A defensoria vai tomar as medidas que forem necessárias para tentar contornar esse problema, pois se certas medidas já eram necessárias, agora, se tornaram extremamente urgentes!.

Abraão e uma equipe da Defensoria Pública de Cascavel acompanham a situação desde o início da rebelião. Ao entrar no presídio após o fim do motim, o defensor disse ter se deparado com um cenário de calamidade; um quadro de guerra!.

Segundo Abraão, os presos alegavam diversas razões para fazerem dois agentes penitenciários de reféns. Não havia uma única suposta causa, assim como não havia uma liderança bem identificada. Eles reclamavam da falta de material de higiene, da má qualidade da comida e até do descumprimento de alguns direitos, como ao estudo, ao trabalho e até ao banho de sol. Direitos que vinham sendo limitados em função do diminuto número de agentes penitenciários na unidade!.

De acordo com Abraão, a reclamação de presos quanto à  impossibilidade de estudar e até trabalhar é recorrente entre presos de várias unidades prisionais do estado. Pelo que acompanhamos no nosso dia a dia, o número limitado de agentes penitenciários nas poucas unidades tem paralisado ou diminuído a oferta desses direitos!.

As observações do defensor público são reiteradas pelo presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Cascavel, Juliano Murbach. Segundo ele, a rebelião foi uma tragédia anunciada! e a entidade apoiará qualquer medida que a Defensoria Pública julgar necessária para motivar o Poder Público a adotar medidas eficientes e concretas para garantir a segurança dos presídios.

Se o estado [do Paraná] não fizer os investimentos necessários, corremos o risco de ver novos episódios como esse. A OAB e a imprensa, há tempos, vêm alertando para as dificuldades do sistema carcerário estadual !“ que não é o pior do país, melhorou muito, mas tem seus defeitos e não é de hoje. Faltam mais investimentos, faltam agentes penitenciários, presídios, qualidade!, disse Murbach à  Agência Brasil, confirmando que, durante a rebelião, as queixas mais comuns diziam respeito à  má qualidade da comida e Leia mais

19 de novembro de 2013
por Esmael Morais
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Governo Richa rebate críticas sobre segurança na coluna de André Vargas

Governo Beto Richa, por meio da Secretaria da Segurança Pública, rebate críticas do colunista André Vargas; ressaltando o espírito democrático e privilegiando o contraditório, este blogueiro concede direito de resposta à  pasta comandada pelo secretário Cid Vasques; leia a íntegra do texto.

Governo Beto Richa, por meio da Secretaria da Segurança Pública, rebate críticas do colunista André Vargas; ressaltando o espírito democrático e privilegiando o contraditório, este blogueiro concede direito de resposta à  pasta comandada pelo secretário Cid Vasques; leia a íntegra do texto.

O governo Beto Richa (PSDB) endereçou um pedido de direito de resposta em cima da coluna de André Vargas, vice-presidente da Câmara, publicada hoje neste blog sob o título Aumenta violência em Curitiba, mas governo Richa manipula índices na mídia! (clique aqui para ler a íntegra). A pasta da segurança rebate todos os dados levantados pelo colunista. ... 

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