28 de abril de 2016
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Veja como será a marcha que já faz tremer o Palácio Iguaçu

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Nesta sexta-feira em que o massacre de 29 de abril completará um ano, uma grande marcha liderada pelos educadores da rede pública estadual vai sacudir Curitiba. As perspectivas de tamanho, força e repercussão desta mobilização já estão fazendo tremer o governador Beto Richa (PSDB) e sua equipe; a julgar pelos ataques desferidos pela internet e com uma carta falsa distribuída nas escolas.  Leia mais

22 de fevereiro de 2016
por admin
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Beto Richa segue fechando turmas e professores PSS ficam a ver navios

Os professores que trabalham contratados pelo Processo Seletivo Simplificado, os chamados PSS, estão sofrendo mais do que o costume neste início de 2016. Acontece que na maioria dos Núcleos Regionais de Educação (NREs) praticamente não há aulas para esses profissionais.

Por que faltam aulas aos PSS? Ora, porque o governador Beto Richa (PSDB) segue fechando turmas escolares estado afora. Menos turmas significa menos aulas, e, portanto, menos professores.

Só que a demanda e o número de estudantes não diminui, muito pelo contrário. Com a tão falada “crise”, muitas famílias estão desistindo de manter os filhos nas escolas particulares para migrar às escolas da rede pública.

O resultado dessa equação é desastroso. São turmas superlotadas em que um aprendizado satisfatório é praticamente impossível. Professores ficam extenuados, sujeitos ao estresse, a doenças da fala, à depressão. Tudo para o governo do estado economizar o dinheiro que não falta para a publicidade e para a corrupção.

Beto Richa planejava fechar 150 escolas no ano passado. Devido à reação das comunidades escolar, o tucano recuou e ainda fez demagogia contra a extinção de instituições de ensino. Agora, para não chamar a atenção, o governo segue defenestrando as turmas iniciais, de 6° anos do ensino fundamental, e de 1° ano no ensino médio.

Esse procedimento tem efeito cascata. Se uma escola tinha três turmas de 6° ano em 2015, pode ter somente uma em 2016. São duas turmas fechadas agora, quatro ano que vem, e seis no próximo. E por aí vai, até o fechamento “natural” da escola.

Voltemos aos PSS.

Como esses professores não são concursados, eles não têm garantia do emprego. Recebem menos, têm atrasos nos salários, não têm direito a progressões na carreira, etc. São tratados como professores de segunda classe. São “quase-escravos”, pois muitos sequer conseguem trabalhar para assim serem chamados.

Embora sejam menosprezados, os professores PSS sempre estiveram na linha de frente das greves — a exemplo das de 2015. Mesmo que a luta não os beneficie diretamente, e as bandeiras não sejam exatamente as suas, lá estiveram eles no front da batalha de 29 de abril.

A solução para esses profissionais é aguardar a realização de mais concursos, e torcer para que haja vagas nas suas áreas de conhecimento. Ainda restam muitos candidatos aprovados do último concurso q Leia mais

18 de dezembro de 2015
por admin
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2015, o ano que teima não terminar para os educadores do Paraná

O ano de 2015 é aquele que os trabalhadores na educação do Paraná estão torcendo para que termine logo, mas ele teima em não chegar ao fim. O objetivo dos profissionais do magistério é carregado da simplicidade de apenas virar a página para seguir em frente, após aquela “zerada” necessária que somente umas boas férias proporcionariam.

Proporcionariam, pois, infelizmente, não vai ser assim para a maioria dos educadores do estado. Para eles, 2015 ainda vai render muita dor de cabeça. O ano não quer terminar para os educadores paranaenses.

A intransigência do governador Beto Richa (PSDB), como todos nós sabemos, levou os professores e servidores da educação a realizaram duas greves no primeiro semestre de 2015. Por causa da malvadeza do tucano e desorganização da Secretaria de Estado da Educação (SEED), o ano letivo está atrasado e haverá aulas nas escolas estaduais até o dia 19 de fevereiro de 2016.

Em função disso, o mandato dos atuais diretores também vai terminar no dia 19 de fevereiro de 2016. Os novos diretores, eleitos há duas semanas, só assumem no dia 21/02 do ano vindouro.

Mas a escolha e distribuição de aulas para 2016 ainda será feita pelos atuais diretores, o que tem grande potencial para causar confusão. Nas escolas onde houve disputa, o processo pode gerar retaliações e favorecimentos; mais ou menos como uma moeda de troca pelos apoios ou votos.

Além disso, a pressão para o fechamento de turmas é forte. Muitas escolas estão recebendo dos Núcleos Regionais de Educação autorização para abrir somente um terço das turmas iniciais de ensino fundamental ou médio em relação às deste ano. Por exemplo, se uma escola tem “três” sextos anos, a orientação é que só abra “um” no ano que vem. Os alunos restantes que procurem outra escola.

Desta maneira, Beto Richa quer tocar em frente seu plano momentaneamente frustrado de fechar turmas e escolas. Menos turmas representam menos professores, menos pedagogos, menos funcionários e menos recursos para a educação.

Toda essa pressão sobre os educadores vem “coroar” a ano em que eles sofreram calotes em progressões, atraso no pagamento dos terços de férias, tentativa de retirada dos quinquênios, confisco do fundo de aposentadoria e tiveram sonegado o direito à data-base.

Isso tudo sem falar no massacre de 29 de abril, na rede de intrigas e mentiras montada pelo governador Beto Richa para denegrir a imagem dos professores, na mudança das regras para a eleição dos diretores de escola, só para citar os ataques mais sofridos.

A resistência dos professores conseguiu manter a categoria de cabeça erguida, mas, literalmente, a custa de sofrimento e sangue Leia mais

18 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Governo Beto Richa “segue em frente” massacrando a verdade; assista

propagandaO governador Beto Richa (PSDB) e sua equipe de marqueteiros tentam melhorar a própria imagem apostando em mentiras, massacrando a verdade e torturando números. O tucano tenta convencer a população de que o tarifaço, o confisco da aposentadoria dos servidores e o arrocho na data-base dos professores foram necessários e que agora “o melhor está por vir”.

Para isso, o governo do PSDB está veiculando uma nova peça publicitária nas TVs mostrando uma “realidade” que o cotidiano insiste em desmentir.

Richa não economiza dinheiro público com a propaganda exibida em horário nobre.

O diabo que essa farra publicitária choca-se com o discurso de “austeridade” e “aperto fiscal” que o governo embalou os últimos meses. O arrocho, no caso, ficou para o funcionalismo e a população penalizada pelos tarifaços.

A rigor, a propaganda veiculada no rádio e na TV é paga pelos aumentos do IPVA, da conta de luz e da água, com o dinheiro da previdência, bem como pela taxação de 95 mil produtos com o ICMS — inclusive os da cesta básica.

Para que os espectadores não tenham muito tempo para pensar, tudo é muito rápido, desde a fala, os números, as imagens, e até os apresentadores do comercial, que estão praticamente correndo por um cenário onde tudo é perfeito.

Entre as mentiras mais difíceis de se engolir, está de volta a história dos 60% de aumento para os professores. Mas como, se em abril nem a data-base de 8,17% exigida por lei o governo se dignou a conceder?

O deputado Requião Filho (PMDB), vice-líder da oposição, adiantou que pedirá informações do governo do estado acerca dessa nova farra publicitária.

Assista ao vídeo:  Leia mais

18 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Velha mídia que jogou contra os professores é a mesma que agora joga contra Dilma; compare as imagens

Não é novidade que a tradicional velha mídia tem lado e é contra o governo da presidenta Dilma Rousseff, assim como foi contra os governos do Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT).

Uma comparação entre duas capas recentes do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, mostra que o diário também tem dificuldades para trabalhar com a verdade factual.

A comparação compartilhada no Facebook por Augusto Ferreira mostra a capa da “Velha Senhora” no dia 26 de fevereiro, com uma foto da passeata dos professores e servidores do Paraná em greve, ocorrida no dia anterior (25), como tendo 10 mil participantes. Na matéria, o jornal credita os números à Polícia Militar, mas é evidente, pela foto, que havia muito mais gente.

É bom recordar que o jornal curitibano registrou em vários editoriais ser contra as reivindicações dos professores e servidores públicos em greve (clique aqui para relembrar).

Já a capa desta segunda-feira (17) mostra uma foto semelhante, só que da passeata contra a presidente Dilma Rousseff e o PT. Semelhante pelo enfoque, do alto, porque havia menos gente — é evidente. Mas o número divulgado pela Gazeta foi de 60 mil pessoas. Onde elas estavam?

Será que a Gazeta do Povo, cujo cacoete é o mesmo da velha mídia nacional, queria diminuir o movimento dos professores e aumentar a manifestação contra o PT? Esta é uma pergunta que fica para os leitores responderem.

Os motivos para cada qual ser favor ou contra o governo não faria a menor diferença se o que se dissemina não ocorresse por ‘meios de comunicação’ concessionados, isto é, propriedade de todos nós brasileiros. É o caso das emissoras de rádio e TV, que, Brasil afora, são propriedade do mesmo grupo que monopoliza internet, jornal impresso, etc. Funciona assim: o que um veículo escreve é reverberado pelo outro e vice-versa, até uma mentira vire verdade pela técnica da exaustiva repetição.

Acerca dessa guerra de números nos protestos de domingo, Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisas, afirmou que os veículos de comunicação “chutam” os números sem compromisso algum com a realidade.

Para ele, as divergências entre órgãos de imprensa acerca do número de manifestantes são tão ridículas que ultrapassam o limite do absurdo.

“Não existe uma metodologia para contagem de gente. Trata-se de chute. A única corporação que tem condições de aferir com mais exatidão é a Polícia Militar”, disse o experiente Hidalgo. Entretanto, ressalva o pesquisador: esses comandos são políticos e ligados ao governante de plantão.

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27 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Professores protestam contra Beto Richa em “Arraiá dos Breque Broque”

arraiaProfessores do Núcleo Sindical Curitiba Norte da APP-Sindicato realizaram no domingo (26) uma festa julina em formato de protesto bem humorado contra os desmandos do governo Beto Richa (PSDB). Foi o “Arraiá dos Breque Broque”, referência ao massacre promovido pelo governo do estado contra os professores e servidores no dia 29 de abril. ... 

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