1 de Janeiro de 2018
por esmael
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Um ano depois, a história se repete: novo massacre em presídio brasileiro

Exato um ano após a onda de massacres nos presídios brasileiros, que vitimaram 134 apenados, este 1º de janeiro de 2018 começou com mais mortes: ao menos 13 detentos foram assassinados e tiveram seus corpos carbonizados na Colônia Agroindustrial, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital de Goiás. Leia mais

19 de Março de 2015
por esmael
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Beto Richa enfrenta a 24ª rebelião de presos em um ano

pce.jpgTeve início no fim da tarde desta quinta-feira (19) mais uma rebelião no sistema penitenciário estadual, desta vez na Penitenciária Central do Estado em Piraquara. Dois agentes penitenciários foram feitos reféns. Esta é a 24ª em um ano no governo Beto Richa (PSDB). Leia mais

19 de outubro de 2014
por esmael
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Choque de gestão!: Estoura a 22!ª rebelião em presídios do Paraná

Primeiro Comando da Capital (PCC) vem mostrando que tem a supremacia no sistema carcerário do Paraná; neste domingo (19), estourou a 22!ª rebelião deste ano na Penitenciária de Maringá (PEM); governador Beto Richa, que inspira o choque de gestão! de Aécio Neves, não se pronunciou acerca da crise nos presídios que se arrasta. (Foto: Blog do Leandro Oliveira - http://blogleandrooliveira.blogspot.com.br).

Primeiro Comando da Capital (PCC) vem mostrando que tem a supremacia no sistema carcerário do Paraná; neste domingo (19), estourou a 22!ª rebelião deste ano na Penitenciária de Maringá (PEM); governador Beto Richa, que inspira o choque de gestão! de Aécio Neves, não se pronunciou acerca da crise nos presídios que se arrasta. (Foto: Blog do Leandro Oliveira – http://blogleandrooliveira.blogspot.com.br).

Fontes do Blog do Esmael no comando da Polícia Militar afirmam que estourou no fim da tarde deste domingo (19), por volta das 17h30, uma rebelião na Penitenciária de Maringá (PEM), região Noroeste, que fica na divisa com o município de Paiçandu. Leia mais

14 de outubro de 2014
por esmael
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Vídeo mostra 21!ª rebelião em presídio do Paraná. Modelo para o país?

O vídeo acima é da G + Notícias, uma emissora de TV a cabo de Guarapuava, e mostra alguns trechos da rebelião inciada ontem (13) pela manhã.

A rebelião na Penitenciária Industral de Guarapuava (PIG) completou 24 horas sem perspectiva de desfecho. Doze agentes são mantidos como reféns; pelo menos dez pessoas foram feridas, entre eles um agente penitenciário. As reivindicações dos rebelados já foi encaminhada ao governo do Estado, mas o impasse continua.

Nesta terça-feira (14), um dia depois de o presidenciável tucano Aécio Neves passar pelo estado, onde é apoiado pelo governador Beto Richa, a pergunta que não quer calar é a seguinte: à‰ esse o tipo de modelo que o Paraná quer difundir ao Brasil? Em todas as aparições conjuntas, o mineiro fez questão de frisar que pretende copiar o modelo de gestão do correligionário paranaense.

Ainda durante a campanha do primeiro turno, quando várias rebeliões ocorreram por falta de condições de higiene e comida estragada nos presídios, Richa atribuía a crise aos oposicionistas. E agora que foi reeleito, cadê o governador?

13 de outubro de 2014
por esmael
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Mais uma rebelião, desta vez em Guarapuava, e cadê Beto Richa?

Começou no final da manhã desta segunda-feira (13) mais uma rebelião no sistema penitenciário estadual. Desta vez foram os detentos da Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG).! Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná, doze agentes foram feitos reféns. Para o Departamento de Execução Penal do Estado do Paraná (Depen),! são! oito agentes reféns. Um agente ficou ferido e está hospitalizado.

A Polícia Militar está no local e cerca o prédio. Os funcionários foram retirados e no momento é aguardada a chegada de negociadores. Os rebelados pediram a presença do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB!“PR), Juliano Breda, além de contato com o governador do Estado.

Mas o governador ! Beto Richa (PSDB) ignora esta rebelião que põe em risco a vida dos servidores e dos detentos, pois esta tarde recebeu seu colega de partido, o candidato a presidente Aécio Neves em um evento! de campanha na Universidade Positivo, em Curitiba.

O Blog do Esmael vem noticiando há meses a crise no sistema! penitenciário estadual. Esta é a vigésima primeira rebelião somente em 2014. Os Agentes Penitenciários chegaram a marcar uma greve que iniciaria no fim de setembro, mas o Tribunal de Justiça concedeu liminar vetando a paralisação. A principal reivindicação dos agentes é mais segurança nos presídios.

Com informações do G1 e da Gazeta do Povo.

17 de setembro de 2014
por esmael
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Rebelião em Piraquara termina, mas agentes penitenciários decretam greve para o dia 29

Depois de mais de 30 horas, foi selado um acordo que pôs fim à  rebelião na Penitenciária Estadual de Piraquara(PEP II), ! a vigésima no sistema penitenciário estadual neste ano. ! O acordo inclui reforço na separação entre facções rivais, troca de colchões destruídos e retorno a visitação.

A rebelião, que ocorreu no bloco 3 da Penitenciária, teve início por volta das 7h45 da terça-feira (16), na entrega do café da manhã dos presos. O motivo seria o medo de parte dos presos de serem mortos ou torturados por uma facção rival.

Agentes penitenciários de todo o Parana, reunidos em assembléia na manhã de hoje decidiram entrar em greve no dia 29 de setembro. A data coincide com a licença que o governador Beto Richa (PSDB) vai tirar para se dedicar à  campanha eleitoral pela reeleição, que terá a votação em primeiro turno no dia 05 de outubro.

Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), entre as reivindicações estão o aumento do quadro de agentes penitenciários, regulamentação da aposentadoria especial e plano de carreira da categoria, retorno da capacidade de lotação original das unidades penais, ampliação do grupo de intervenção tática em todo o Estado e a implementação de equipamentos de segurança para os agentes (como rádios comunicadores, algemas e cadeados).

A reivindicação dos Agentes Penitenciários é por segurança dentro das unidades penais. A insegurança dentro dos presídios está insustentável. Por isso, infelizmente, não vimos outra opção a não ser deflagrar greve geral para que o governador invista no Sistema Penitenciário do Paraná e que tome medidas de segurança!, explica Antony Johnson, presidente do SINDARSPEN.

Além disso, o Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias (CNPCP), juntamente com os órgãos de execução penal e entidades estaduais de Direitos Humanos do Paraná, realizará uma reunião de emergência na próxima sexta-feira (19) para discutir a situação.

As entidades dos Direitos Humanos não descartam pedir intervenção federal nas penitenciárias paranaenses que, em menos de um ano, enfrentaram vinte rebeli

16 de setembro de 2014
por esmael
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Mais uma rebelião na Penitenciária de Piraquara em menos de três dias

via BandNews FM

Dois agentes penitenciários são feitos reféns em uma rebelião, na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP II), nesta terça-feira. O motim começou por volta das 8 horas, quando o café da manhã era servido aos presos. De acordo com as informações iniciais, quando os agentes entraram na terceira galeria do bloco três, algumas celas estavam abertas e os detentos, soltos, amarraram os dois funcionários.

Um repórter da Band News FM conseguiu ouvir um dos presos rebelados e este afirmou que os agentes estariam apanhando e seriam mortos caso as reivindicações não fossem atendidas.

Este é o segundo motim na mesma penitenciária em um intervalo de pouco mais de dois dias. Na sexta-feira, presos tomaram conta da PEP II e também fizeram reféns. O tumulto só terminou no sábado à  tarde, com a transferência de 43 criminosos.! 

Amanhã de manhã, os agentes penitenciários realizam uma assembleia em frente ao Palácio Iguaçu, quando podem decidir pela greve em todo o Estado. Esta é a quinta rebelião no estado em poucas semanas. Por enquanto, a Secretaria de Justiça ainda não se manifestou. A!  rebelião de hoje é a quinta em menos de um mês no Paraná, incluindo a da Penitenciária de Cascavel que deixou cinco presos mortos e 25 feridos.

13 de setembro de 2014
por esmael
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Depois da 20!ª rebelião, Richa vê “orquestração” nos presídios do PR

Governador Beto Richa levou incríveis 10 meses para descobrir que já houve vinte rebeliões nos presídios do Paraná; neste sábado (13), ele disse suspeitar de "orquestração" e muita coincidência desses eventos com o ano eleitoral; entretanto, desde 2012 o PCC (Primeiro Comando da Capital), o partido do crime organizado, dá as ordens no sistema carcerário do estado; Gleisi e Requião veem incompetência! do adversário tucano.

Governador Beto Richa levou incríveis 10 meses para descobrir que já houve vinte rebeliões nos presídios do Paraná; neste sábado (13), ele disse suspeitar de “orquestração” e muita coincidência desses eventos com o ano eleitoral; entretanto, desde 2012 o PCC (Primeiro Comando da Capital), o partido do crime organizado, dá as ordens no sistema carcerário do estado; Gleisi e Requião veem incompetência! do adversário tucano.

Foram precisos 10 meses e vinte rebeliões nas penitenciárias do Paraná para que o governador Beto Richa (PSDB) percebesse que há uma “orquestração” nos recentes motins de presos em Cascavel, Guarapuava, Cruzeiro do Oeste e agora Piraquara. Leia mais

10 de setembro de 2014
por esmael
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Gleisi Hoffmann critica nova rebelião com reféns em Cruzeiro do Oeste

A população do Paraná passa por mais uma rebelião em menos de 20 dias. Desta vez foi na Penitenciária de Cruzeiro do Oeste, no Noroeste do estado. A rebelião começou por volta das 15 horas desta quarta-feira (10).

No fim de agosto, o presídio de Cruzeiro do Oeste recebeu 124 presos que foram transferidos, vindos da Penitenciária de Cascavel , após uma rebelião que durou 45 horas onde cinco detentos foram mortos – dois deles decapitados – e 25 feridos.

No último dia (7) ocorreu um motim na carceragem da 14!ª Subdivisão Policial (SDP) de Guarapuava, no Centro-Sul do Estado.

Problemas na Segurança Pública do atual governo ganham destaque no noticiário e demonstra fragilidade nas ações internas gerando insegurança para a população.

A candidata ao governo do Paraná pela coligação Paraná Olhando Pra Frente, lamenta que o estado tenha deixado a segurança pública chegar a este nível de insegurança nas cidades onde há penitenciárias e até mesmo nas delegacias superlotadas.

Assim como todos os paranaenses, estou preocupada com a situação caótica dos presídios e das delegacias do nosso Estado, que não garantem condições mínimas para a permanência e estada dos detentos! destaca Gleisi.

Nos três casos, os presos reivindicam melhores condições de higiene, alimentação e espaço. Desde o final do ano passado, cerca de 18 rebeliões aconteceram no estado do Paraná, segundo o Sindarspen, Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado do Paraná.

Descaso

O caos no sistema penitenciário do Paraná mostra o descaso do governo do Estado, que não consegue garantir condições dignas para detentos, muito menos a segurança para os trabalhadores do sistema e para a população.

Rebeliões, viaturas da PM sem combustível, cachorro sem comida, estão se tornando cenas comuns no cotidiano dos paranaenses, que não aguentam mais conviver com o medo e a insegurança. Isso acontece porque falta competência e planejamento.

Os paranaenses precisam de um governo que cuide, de fato, da sua população ao invés de só fazer propaganda.

9 de setembro de 2014
por esmael
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Pastoral Carcerária recomenda fim da privatização das penitenciárias

Ao contrário do que defende o candidato do PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), Geonísio Marinho, ao governo do Estado do Paraná, a privatização do sistema prisional não traz benefícios nem ao poder público, nem aos presos. Essa é a conclusão da Pastoral Carcerária depois de inspecionar oito dos 23 estabelecimentos prisionais administrados por empresas privadas em funcionamento no Brasil. A entidade recomenda que o processo de privatização seja imediatamente revertido.

A Pastoral concluiu que a privatização dessas unidades como alternativa à  incapacidade do Estado de garantir a segurança e o bem-estar dos presos não tem sido vantajosa para a administração pública nem financeiramente nem legalmente.

A entidade aponta falta de transparência dos contratos firmados entre governos estaduais e empresas e classifica como ilegal a iniciativa do Estado de delegar à  iniciativa privada atividades como custódia, segurança e vigilância interna de unidades prisionais. A Pastoral pede que o Poder Público encontre meios de tornar a administração penitenciária estatal mais eficiente.

Os estados devem romper imediatamente os contratos com a iniciativa privada e devolver a custódia dos presos a agentes públicos concursados!, recomenda a Pastoral Carcerária em um relatório obtido com exclusividade pela Agência Brasil. O documento reúne observações, conclusões e recomendações dos pesquisadores e agentes da pastoral que visitaram as instalações privatizadas e conversaram com detentos, funcionários e diretores das unidades de seis estados: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina e Tocantins.< à€ época da visita, as oito unidades eram administradas por cinco diferentes empresas e abrigavam cerca de 20 mil presos de um total de mais de 520 mil pessoas privadas de liberdade em todo o país. Ao fim da pesquisa, coordenada pelo assistente jurídico da Pastoral, José de Jesus Filho, a entidade concluiu que não há como comparar os resultados alcançados em unidades privatizadas com aqueles obtidos pelos estabelecimentos públicos, uma vez que os dois modelos funcionam com lógicas distintas e diferentes recursos materiais, humanos e financeiros. Quando uma unid

27 de agosto de 2014
por esmael
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Penitenciária virou um cenário de calamidade, um quadro de guerra! afirma Defensor Público

A rebelião na Penitenciária Estadual de Cascavel deixou saldo de cinco mortos, 25 pessoas feridas e dois agentes penitenciários ficaram reféns por mais de 40 horas. Ainda há sete presos desaparecidos, que podem estar mortos nos escombros. Agora, a Defensoria Pública do Paraná espera que o governo estadual adote medidas já reivindicadas há tempos, como a contratação de mais agentes penitenciários.

Vamos procurar discutir com o governo formas de resolver problemas crônicos, como a falta de agentes penitenciários, mas não descartamos, se necessário, entrar com uma ação judicial!, disse o defensor público Eduardo Abraão. A defensoria vai tomar as medidas que forem necessárias para tentar contornar esse problema, pois se certas medidas já eram necessárias, agora, se tornaram extremamente urgentes!.

Abraão e uma equipe da Defensoria Pública de Cascavel acompanham a situação desde o início da rebelião. Ao entrar no presídio após o fim do motim, o defensor disse ter se deparado com um cenário de calamidade; um quadro de guerra!.

Segundo Abraão, os presos alegavam diversas razões para fazerem dois agentes penitenciários de reféns. Não havia uma única suposta causa, assim como não havia uma liderança bem identificada. Eles reclamavam da falta de material de higiene, da má qualidade da comida e até do descumprimento de alguns direitos, como ao estudo, ao trabalho e até ao banho de sol. Direitos que vinham sendo limitados em função do diminuto número de agentes penitenciários na unidade!.

De acordo com Abraão, a reclamação de presos quanto à  impossibilidade de estudar e até trabalhar é recorrente entre presos de várias unidades prisionais do estado. Pelo que acompanhamos no nosso dia a dia, o número limitado de agentes penitenciários nas poucas unidades tem paralisado ou diminuído a oferta desses direitos!.

As observações do defensor público são reiteradas pelo presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Cascavel, Juliano Murbach. Segundo ele, a rebelião foi uma tragédia anunciada! e a entidade apoiará qualquer medida que a Defensoria Pública julgar necessária para motivar o Poder Público a adotar medidas eficientes e concretas para garantir a segurança dos presídios.

Se o estado [do Paraná] não fizer os investimentos necessários, corremo

26 de agosto de 2014
por esmael
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“Rebelião termina, mas problemas nos presídios tendem a se agravar”, preveem agentes penitenciários

A rebelião na Penitenciária Estadual de Cascavel iniciada na manhã de domingo (24) foi encerrada na madrugada desta terça-feira (26) com a libertação do último refém, durando cerca de 46 horas. Mas o fim da revolta dos presos não significa o fim dos problemas. Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (SINDARSPEN), o sistema carcerário do estado não tem condições de desenvolver as atividades essenciais com segurança e os presos não têm seus direitos básicos atendidos.

Segundo o SINDARSPEN, garantias relativas a Direitos Humanos e Dignidade da Pessoa Humana são violadas constantemente através da precariedade dos serviços prestados pelo Estado, que vai desde atendimento médico, jurídico, social, direito ao estudo, trabalho, até condições de higiene e alimentação. O Governo abandonou os presídios e, com isso, a maior crise do Sistema Penitenciário se instalou nas unidades.

O presidente do Sindicato dos Agentes afirma que o descaso do Governo do Estado é o principal motivo da precariedade do Sistema Penitenciário no Paraná.

Não foi construída nenhuma unidade prisional durante essa gestão, apenas foram superlotadas as penitenciárias já existentes. Não foi destinado o investimento necessário para sequer suprir as necessidades básicas. Não foram contratados funcionários suficientes para atender à  demanda da população carcerária. Não foi implantada uma política pública de enfrentamento ao crime organizado. Todas estas omissões resultaram nessa crise que estamos enfrentando nos últimos tempos!, avaliou Antony Johnson.

Comissão de Direitos Humanos da Câmara

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Assis do Couto, emitiu uma nota manifestando preocupação com os efeitos da rebelião e com os desdobramentos das transferências dos mais de 800 detentos que deixaram a PEC. Segundo ele existem relatos à  Comissão de Direitos Humanos que a maior parte das penitenciárias ficará superlotada e com poucas condições de abrigar os detentos transferidos de Cascavel.

O deputado afirmou que a comissão está disponível para acompanhar as transferências, identificar os detentos mortos durante a rebelião, e colaborar para garantir o respeito aos direitos fundamentais, tanto da população carcerária quanto dos trabalhadores do sistema carcerário no Paraná.

Ato Público

O SINDARSPEN está convocando os agentes penitenciários de Cascavel e região para Ato Público na cidade de Cascavel. A manifestação é devido à  crise instalada no Sistema Penitenciário do Paraná que causou a violenta rebelião na PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel) por dois d