Para a polícia bolsonarista, não houve motivação política em morte do tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu

Governo Richa adianta que colocará a PM para assegurar votação do pacotaço de Greca

O governo Beto Richa (PSDB) vai jogar pesado para que o aliado Rafael Greca (PMN), prefeito de Curitiba, consiga aprovar na segunda-feira (26) o pacotaço desfavorável aos 33 mil servidores municipais de Curitiba. Para isso, o tucano disponibilizou todo o efetivo da Polícia Militar para conter manifestantes, se preciso, com a força física (leia-se “violência”).

Delegados ‘abrem fogo’ contra secretário de Beto Richa na Segurança Pública do Paraná

richa_policia_criseA Associação dos Delegados do Paraná (Adepol) ‘abriu fogo’ esta semana contra o secretário de Estado da Segurança, Wagner Mesquita, indicado para o cargo pelo antecessor Fernando Francischini (SD), em mais uma crise na área da segurança. Em documento, os policiais pedem a cabeça do titular da pasta (leia abaixo).

PM-PR prepara greve contra Richa

richa_massacre3Os 23 mil policiais e bombeiros militares do Paraná deverão deflagrar greve geral nos próximos meses, informaram esta sexta-feira (13) fontes do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu. O alvo são os constantes calotes do governador Beto Richa (PSDB) nas praças e oficiais da corporação.

O Blog do Esmael teve acesso a ríspidas mensagens do secretário da Segurança, Wagner Mesquita, postadas num grupo de WhatsApp. “Enquanto isso, mais uma vez recebi um ataque gratuito da ASSOFEPAR questionando cargos e salários na SESP….”, reclamou o secretário em relação à associação de oficiais militares.

A avaliação nos quartéis da PM é que essa briga com o secretário pode antecipar a greve, pois os policiais e bombeiros dizem que o governo deu calote neles de R$ 60 milhões. São valores relativos a promoções, tempo de serviço, aulas ministradas e transferências desde 2011.

Coluna do Reinaldo de Almeida César: Sobre a (in)Segurança Pública do Paraná

Reinaldo de Almeida César, excepcionalmente, escreve nesta sexta-feira (8) sobre a “insegurança” pública no Paraná do governador Beto Richa (PSDB); na condição de ex-secretário da pasta, articulista compara a atuação do atual titular Vagner Mesquita, também delegado da Polícia Federal, com “Mem de Sá” – segundo definição de Joãozinho: “Professora, ele fez o que pode”; Almeida César afirma ainda que burguesia se apavorou nos últimos meses com escalada da violência, por isso entrou nas manchetes de jornais, como assaltos a bares, restaurantes, casas de juízes e promotores; colunista voltará neste fim de semana, em artigo especial, sobre a morte de dois sem terras no acampamento Araupel, em Quedas do Iguaçu; abaixo, leia, opine e compartilhe o texto.
Reinaldo de Almeida César, excepcionalmente, escreve nesta sexta-feira (8) sobre a “insegurança” pública no Paraná do governador Beto Richa (PSDB); na condição de ex-secretário da pasta, articulista compara a atuação do atual titular Wagner Mesquita, também delegado da Polícia Federal, com “Mem de Sá” – segundo definição de Joãozinho: “Professora, ele fez o que pode”; Almeida César afirma ainda que burguesia se apavorou nos últimos meses com escalada da violência, por isso entrou nas manchetes de jornais, como assaltos a bares, restaurantes, casas de juízes e promotores; colunista voltará neste fim de semana, em artigo especial, sobre a morte de dois sem terras no acampamento Araupel, em Quedas do Iguaçu; abaixo, leia, opine e compartilhe o texto.

Coluna do Reinaldo de Almeida César: “A verdade vos libertará”

verdade
Em sua coluna semanal, Reinaldo de Almeida César fala da necessidade de se fazer maciços investimentos em segurança pública para reverter a atual escalada de violência a qual o Paraná está submetido. Segundo ele, isso inclui a urgente valorização das carreiras tanto na Polícia Militar, como na Civil. Reinaldo comenta que o bilhão desviado da receita estadual, num esquema desvendado pelo Gaeco, estaria fazendo falta nos investimentos necessários ao programa Paraná Seguro. Ele opina ainda que as delações premiadas da Operação Lava Jato têm servido para desvelar “sacripantas achacadores” que já eram conhecidos em determinados círculos políticos. Leia, comente e compartilhe.