28 de Abril de 2018
por esmael
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Polícia Civil divulga imagens de atirador no acampamento pró-Lula; assista

Por determinação da governadora do Paraná Cida Borghetti (PP), a Polícia Civil divulgou no início desta noite, em Curitiba, as primeiras imagens do atirador que atacou o acampamento Marisa Letícia, no entorno da Polícia Federal, em apoio ao ex-presidente Lula encarcerado ilegalmente desde o dia 7 de abril. Abaixo, assista ao vídeo. Leia mais

10 de Abril de 2018
por esmael
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O tema é: segurança pública

O deputado Requião Filho (MDB) afirma que quando a oferta de emprego é grande e as pessoas vivem com dignidade, o policiamento ostensivo dá lugar ao policiamento comunitário, sendo a polícia uma grande parceira da sociedade. “A desigualdade social também é um grande fator no crescimento criminal”, escreve. Leia mais

29 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Delegados da Polícia Civil divulgam nota contra Beto Richa

Delegados da Polícia Civil divulgam nota contra Beto Richa

O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Paraná (sindepol) e a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol) divulgaram nota conjunta, nesta quinta (29), contra o governador Beto Richa (PSDB) pelo afastamento do delegado Wilkinson Fabiano Oliveira de Arruda da investigação que apura o atentado contra a vida do ex-presidente Lula. Leia mais

29 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Richa minimiza atentado contra Lula

Richa minimiza atentado contra Lula

O governador do Paraná Beto Richa (PSDB), em entrevista à Folha, minimizou nesta quinta (29) o atentado contra a vida do ex-presidente Lula quando ele percorria com sua caravana o trecho entre Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul. Para o tucano, foi um “ataque localizado”. Leia mais

19 de Fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em Protesto termina com ocupação de escritório do ministro da Saúde e Fora Richa no Paraná

Protesto termina com ocupação de escritório do ministro da Saúde e Fora Richa no Paraná

A manifestação contra a reforma da previdência em Maringá, Noroeste do Paraná, nesta segunda (19), terminou em ocupação do escritório político do ministro da Saúde Ricardo Barros (PP) e com gritos de Fora Richa. Leia mais

18 de setembro de 2017
por esmael
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O bicho pegou no Sudoeste do Paraná

Uma força-tarefa da Polícia Civil faz uma devassa nos municípios de Pato Branco, Clevelândia, Saudade do Iguaçu e Francisco Beltrão — todos na região Sudoeste do Paraná. A “OPERAÇÃO HÍGIA”, desta manhã, apura crimes de associação criminosa, fraude a licitações, peculato, concussão, corrupção ativa e passiva, falsidade documental e lavagem de dinheiro, envolvendo servidores públicos e empresários.

4 de novembro de 2016
por esmael
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Wagner Moura: “Não há dúvida que o Brasil vive uma estado de exceção”

O ator Wagner Moura se solidarizou esta sexta (4) com o MST, após o desastroso ataque da Polícia Civil na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema, São Paulo.

19 de outubro de 2016
por esmael
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Richa admite “recuar” de maldade contra servidores e educadores; enquanto isso, greve avança forte para o 4º dia

educacao_rossoniO governador Beto Richa (PSDB) poderá retirar a mensagem 403, na Assembleia Legislativa, que revoga a data-base dos 250 mil servidores do Paraná. O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni (PSDB), pediu até ao meio dia desta quinta (20) para bater o martelo na reivindicação dos grevistas, que impuseram isso como condição para continuar conversando com o tucanato.

19 de outubro de 2016
por esmael
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Ao vivo: Servidores e governo fazem reunião sobre greve no Paraná

Servidores públicos em greve — dentre os quais educadores — participam esta tarde de uma nova rodada de negociações com o governo Beto Richa (PSDB).

19 de outubro de 2016
por esmael
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Greve no PR entra no terceiro dia com paralisação de 70% na educação e 100% na Polícia Civil

richa_greve_temerO governador Beto Richa (PSDB) vê aumentando a adesão à greve nos serviços públicos do Paraná. No terceiro dia de paralisação, 100% dos policiais civis e 70% dos educadores — a maior categoria no funcionalismo — lideram o movimento que ainda espera a deflagração na sexta (21) dos funcionários do judiciário.

17 de outubro de 2016
por esmael
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Índios, professores, estudantes e polícia pedem “Fora Beto Richa” e “Fora Temer” no Paraná

temer_fora_richaO governador Beto Richa (PSDB) e o presidente Michel Temer (PMDB) não andam muito populares no Paraná. Índios, professores, estudantes e polícia civil pedem abertamente “Fora Richa” e “Fora Temer” — contra o desmonte dos serviços públicos e retirada de direitos.

13 de outubro de 2016
por esmael
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Policiais civis engrossam greve de professores e servidores no Paraná

richa_tiriricaO governador Beto Richa (PSDB) desmente na prática que o palhaço Tiririca estava errado quando afirmou que “pior que tá não fica”, pois, além da greve na educação, a segurança pública também vai parar por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira, dia 17.

3 de setembro de 2016
por esmael
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Delegados ‘abrem fogo’ contra secretário de Beto Richa na Segurança Pública do Paraná

richa_policia_criseA Associação dos Delegados do Paraná (Adepol) ‘abriu fogo’ esta semana contra o secretário de Estado da Segurança, Wagner Mesquita, indicado para o cargo pelo antecessor Fernando Francischini (SD), em mais uma crise na área da segurança. Em documento, os policiais pedem a cabeça do titular da pasta (leia abaixo).

12 de agosto de 2016
por esmael
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Governador Beto Richa declara nova guerra contra os professores do Paraná

servidores_richa_guerraO governador do Paraná Beto Richa (PSDB), em entrevista à TV Veja, afirmou nesta sexta (12) que professores, servidores públicos e adversários são responsáveis pela quebradeira no estado.

10 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: “A verdade vos libertará”

Reinaldo de Almeida César*

Divirto-me até não mais poder, gargalhando às escancaras, ao observar as manifestações daqueles que, além de se sujeitarem a carregar a liteira no Palácio, ainda acham tempo para me agredir, não aceitando as observações críticas que faço, em relação ao atual governo, na área da segurança pública.

Também acho muita graça quando portadores de inveja ou fomentadores da intriga não se conformam quando elogio, naquilo que me merece, a gestão do secretário Wagner Mesquita.

Considero o secretário Mesquita um bom profissional, jeitoso, de boa conversa, com preparo técnico para o exercício da função. Tem perfil baixo, sabe valorizar a equipe e — importante para ele — está consciente das inevitáveis traições e decepções a que estará sujeito, de onde e quando menos esperar.

Essa consideração pessoal que faço ao secretário Mesquita, sem qualquer favor, não me inibe em dizer que as atuais condições das polícias civil, militar e criminalística, estão muito, muito longe das necessidades destas instituições.

Nada me fará deixar de cobrar o governo, para que valorize as carreiras dos profissionais da segurança pública, convertendo o reconhecimento em salários dignos para oficiais e praças da PM, para delegados, escrivães, investigadores e papiloscopistas da Civil, para médicos-legistas e peritos, entre outros.

Nesta semana, o competente secretário Beltrame, do Rio de Janeiro,

18 de Fevereiro de 2016
por esmael
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Richa manda ‘beijinhos no ombro’ ao invés de cumprir palavra com policiais

Reinaldo de Almeida César*

Alertado por um bom amigo, do risco de ver o resultado de minha dedicação e esforços ser esfumaçado por uma descarada usurpação, perdi os freios inibitórios e resolvi assumir os feitos (e também os fracassos) de minha passagem pela Secretaria de Segurança Pública, entre os anos de 2011 e 2012, período em que se elaborou e se apresentou o programa “Paraná Seguro”, que depois foi reeditado e requentado, como compromisso de campanha, na eleição de 2014.

Decidido, pois, a refletir e a registrar tudo o que aconteceu, comecei a escrever e não parei mais.

Resultado, reuni pouco mais de duas centenas de páginas de memórias e documentos sobre os acontecimentos daquele período, divagando de maneira especial sobre a elaboração, o conteúdo e sobre o que já foi realizado no contexto do programa “Paraná Seguro”, tal como concebido.

Contudo, a cada vez que meus indômitos botões me perguntam se algum dia haverei de publicar estas reminiscências na íntegra, acabo me recordando da fina ironia e do humor cortante de Nelson Rodrigues, para quem “todo memorialista é um mentiroso”.

***
Assim que assumi a SESP, em janeiro de 2011, logo de imediato, não mais que de repente, um enorme problema tomou espaço em minha mesa de trabalho e em minhas preocupações.

Ocorre que, no apagar das luzes da legislatura anterior, em plena efervescência do período eleitoral de 2010, a Alep aprovou a PEC 64, ao apreciar a Emenda 29, estabelecendo um prazo fatal de 180 dias para o governo implantar o subsídio previsto constitucionalmente como forma de remuneração para policiais civis, militares e bombeiros.

Faço uma apertada síntese dos fatos para dizer que, ao final e ao cabo, depois de muita argumentação, exaustivas reuniões e de legítimas manifestações sindicais e classistas, conquistou-se para nossos dedicados policiais, em maio de 2012, a maior remuneração entre as forças de segurança do Brasil, tendo como pano de fundo a implantação do subsídio.

As tabelas de vencimentos das polícias do Paraná foram, então, ao topo da escala remuneratória nacional, servindo a partir daí de referências nas pretensões e reivindicações salariais das forças de polícia pelo Brasil afora, incluindo a Polícia Federal.

Lembro-me do telefonema que recebi do então presidente da Associação Nacional dos Delegados da PF, Marcos Leoncio, pedindo-me que lhe enviasse com urgência a nova tabela implantada, a fim de que na audiência que teria naquele dia com o Ministro da Justiça, pudesse ele mostrar a tabela do Paraná, onde delegados da Civil tinham ultrapassado o patamar de remuneração dos delegados federais.

O governador Alckmin, certa feita, disse ao governador Beto Richa que as novas tabelas das polícias do Paraná haviam lhe criado enormes dificuldades em São Paulo.

Os policiais do Paraná devem muito deste extraordinário resultado obtido na implantação do subsídio ao então secretário de Administração, Luis Eduardo Sebastiani, que soube compreender a fundamental importância de se remunerar com dignidade os trabalhadores da segurança pública.

Abro aqui um parênteses para dizer que Sebastiani é filho de uma das mais importantes e referenciais figuras da história política do Paraná, o íntegro e honrado Sylvio Sebastiani. A Ordem Estadual da Comenda do

24 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: A restauração do delegado Michelotto e os ataques de Mauro Ricardo

Reinaldo Almeida César*

Registo aqui meu apoio e aplauso para a lúcida decisão do delegado geral e do Conselho da Polícia Civil, restaurando a dignidade pessoal e profissional do delegado Marcus Vinícius da Costa Michelotto, designando-o para a direção do Instituto de Identificação.

A decisão unânime do colegiado no Tribunal de Justiça é reta e clara. Todo procedimento instaurado em desfavor de Michelotto deve ser trancado por ausência de justa causa, nos termos do voto proferido pelo relator Marcel Rotoli de Macedo, cujos conhecimentos jurídicos e tradição familiar no Direito o iluminaram na correta decisão.

Logo, não há qualquer razão para impor a Michelotto (e sua família) uma espécie de tortura, pena ou castigo infamante, próprios do Código Filipino, que regia entre nós nos tempos do Brasil colônia.

Conheço o Delegado Michelotto há quase trinta anos.

Quando estava iniciando minha carreira no magistério, como assistente do Professor René Dotti, lecionei na turma onde ele era aluno, na Faculdade de Direito.

Nessa época, lembro-me que ele dividia os encargos do estudo universitário com a função de bancário, no Bamerindus, onde conheceu sua esposa e companheira de sempre, Cristine.

Depois acompanhei, à distância, sua trajetória de êxitos na Polícia Civil e na Secretaria de Defesa Social de Curitiba.

Faço justiça ao governador Beto Richa, ao rememorar que tive ampla autonomia e absoluta carta branca para compor minha equipe na SESP, no final de 2010.

Escolhi pessoalmente, sem qualquer sugestão, interferência ou pedido – e assumo a responsabilidade das escolhas – os comandantes da PM (coronéis Scheremetta e, depois, Bondaruk), os comandantes do Corpo de Bombeiros (coronéis Domaneschi, Donadello, Ferreira e Pombo), o diretor da Criminalística (Antonio Siqueira), do IML (Porcídio Vilanni), do Instituto de Identificação (Newton Rocha) e do GRAER (coronel Orlando Artur).

Não tive um insta

22 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Ajustes nas Polícias Civil e Militar

Reinaldo de Almeida César*

Recebo boas notícias vindas da área da segurança pública.

Em março último, desacompanhado de seu secretário de segurança à época, o governador Beto Richa esteve em visita na sede da Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos Inativos e Pensionistas – AMAI, importante entidade de representação de policiais militares.

A visita solitária parece ter sido muito profícua, a se considerar o desenrolar de vários acontecimentos, a partir de então.

Naquela tertúlia, a diretoria da AMAI, liderada pelo incansável Coronel Eliseo Furquim, entregou ao governador um pacote de reivindicações históricas dos praças e dos oficiais, fazendo-o acertadamente em nome do fórum de entidades que representam os policiais militares.

Agora, com o acompanhamento e a atuação proativa do secretário Wagner Mesquita, as coisas começam a sair do papel.

A comissão tripartite que engloba – além da SESP e da AMAI – também representantes da Secretaria de Administração, caminha a passos largos para corrigir distorções históricas e estabelecer normativos mais consentâneos com os dias atuais, a começar pela revisão do processo disciplinar e pela extinção da prisão militar, verdadeiro instrumento de subjugação e assédio moral.

Ponto para o governo, indiscutível.

***

Soube também que o governo dá sinais positivos para vitaminar a tramitação do novo estatuo da Polícia Civil.

Outra grande notícia. É preciso dar roupagem institucional adequada à Polícia Civil.

Espera-se, como é natural, que a “pedra de toque” do novo estatuto seja a efetiva equiparação remuneratória entre delegados e procuradores do Estado e, a partir daí, novo realinhamento de subsídios, com novos reenquadramentos em parcela única, que corrijam os já defasados padrões de remuneração para todos os policiais, civis e militares.

E mais, que a alocação de quem quer que seja na desejada “coluna 11” das tabelas de remuneração, contemple igualmente e de forma extensiva todos os que sejam equivalentes.

Quem trabalhar na surdina para excluir policiais da “coluna 11” será no futuro considerado um “quinta coluna”. Pode anotar.

Certamente o governo estará também atento nas recomposições remuner

15 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: A vida difícil e incerta dos policiais

Reinaldo de Almeida César*

A prisão do Delegado Rubens Recalcatti mexeu com corações e mentes, ocupando significativo espaço na mídia impressa tradicional, nas redes sociais e nas rodas de palitinho na Boca Maldita.

Por dever de consciência, registro aqui uma palavra de estímulo e solidariedade, sem prejuízo do reconhecimento do trabalho muito técnico levado a efeito, uma vez mais, pelo Gaeco.

O delegado Recalcatti é um dos mais extraordinários profissionais que conheci. Competente, dedicado, muito vocacionado para a atividade investigativa e incansável para o trabalho. É verdadeiramente, um líder admirado na sua instituição.

Ao tempo em que ocupei a SESP, só tenho boas lembranças e as melhores referências e elogios a lhe fazer, dizendo isso sem favor algum ao Recalcatti, que nunca me pediu nada, nunca foi meu assessor direto, mas sempre apresentou ótimos resultados no combate à criminalidade.

Fico na torcida, então, que pela ampla defesa e exercendo o contraditório, ele possa rapidamente dissipar os fatos que motivaram sua privação de liberdade.

***

Já disse várias vezes e em tantas outras fui irritantemente repetitivo ao escrever que o policial – militar ou civil – é uma categoria diferenciada no funcionalismo.

Não é nem melhor, nem pior que as outras. Mas, é diferenciada.

A começar pelo fato de que os policiais formam a única categoria do serviço público (ao lado do efetivo das Forças Armadas, é óbvio), que ao tomar posse juram solenemente exercer a função entregando a própria vida, se preciso.

Vivem sob constante tensão, em stress permanente, com adrenalina a mil.

Muitos sucumbem à embriaguez, acabam tendo desajustes familiares, cometem suicídio.

Não raras vezes, policiais militares evitam tragédias em família e fazem parto em viatura a caminho do hospital. Bombeiros retiram crianças quase já em óbito no mar revolto, para recuperá-las para a vida, nas areias da praia.

Tente imaginar viver a rotina diária em um quartel, um batalhão, uma delegacia abarrotada de presos, uma ronda em local ermo, um confronto aberto com cri