14 de setembro de 2016
por Esmael Morais
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Lula diz que é vitima de uma “farsa” chamada Lava Jato

deltan_chefao_lulaO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva postou nas redes sociais, nesta quarta (14), que está sendo vítima de uma grande “farsa” chamada Lava Jato. Leia mais

24 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: A restauração do delegado Michelotto e os ataques de Mauro Ricardo

Reinaldo Almeida César*

Registo aqui meu apoio e aplauso para a lúcida decisão do delegado geral e do Conselho da Polícia Civil, restaurando a dignidade pessoal e profissional do delegado Marcus Vinícius da Costa Michelotto, designando-o para a direção do Instituto de Identificação.

A decisão unânime do colegiado no Tribunal de Justiça é reta e clara. Todo procedimento instaurado em desfavor de Michelotto deve ser trancado por ausência de justa causa, nos termos do voto proferido pelo relator Marcel Rotoli de Macedo, cujos conhecimentos jurídicos e tradição familiar no Direito o iluminaram na correta decisão.

Logo, não há qualquer razão para impor a Michelotto (e sua família) uma espécie de tortura, pena ou castigo infamante, próprios do Código Filipino, que regia entre nós nos tempos do Brasil colônia.

Conheço o Delegado Michelotto há quase trinta anos.

Quando estava iniciando minha carreira no magistério, como assistente do Professor René Dotti, lecionei na turma onde ele era aluno, na Faculdade de Direito.

Nessa época, lembro-me que ele dividia os encargos do estudo universitário com a função de bancário, no Bamerindus, onde conheceu sua esposa e companheira de sempre, Cristine.

Depois acompanhei, à distância, sua trajetória de êxitos na Polícia Civil e na Secretaria de Defesa Social de Curitiba.

Faço justiça ao governador Beto Richa, ao rememorar que tive ampla autonomia e absoluta carta branca para compor minha equipe na SESP, no final de 2010.

Escolhi pessoalmente, sem qualquer sugestão, interferência ou pedido – e assumo a responsabilidade das escolhas – os comandantes da PM (coronéis Scheremetta e, depois, Bondaruk), os comandantes do Corpo de Bombeiros (coronéis Domaneschi, Donadello, Ferreira e Pombo), o diretor da Criminalística (Antonio Siqueira), do IML (Porcídio Vilanni), do Instituto de Identificação (Newton Rocha) e do GRAER (coronel Orlando Artur).

Não tive um insta Leia mais