30 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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Requião Filho: No final do governo, Beto Richa virou motivo de piadas no Paraná e no Brasil

As promessas não cumpridas e os escândalos de corrupção no governo Beto Richa (PSDB) viraram motivos de piada no Paraná e no Brasil. “Piada sem graça, é claro”, esclarece o deputado Requião Filho (MDB). O parlamentar escreve sobre a agonia envolta de “mentiras” nos momentos finais do tucano no Palácio do Iguaçu. ... 

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2 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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Flávio Dino, do PCdoB, lidera ranking nacional de promessas cumpridas em 2017

O governador do Maranhão Flávio Dino, do PCdoB, lidera o ranking nacional com 91,89% das promessas cumpridas em 2017, segundo o portal de notícias G1, que acompanha os programas e promessas de campanha registrados no TSE. ... 

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16 de outubro de 2016
por Esmael Morais
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Ricardo Barros, ministro dos Planos de Saúde, será investigado pelo Ministério Público Federal

barros_richa_silvioO ministro dos Planos de Saúde Ricardo Barros será investigado pelo Ministério Público Federal por sua atuação em campanhas eleitorais. Leia mais

4 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Beto Richa vai registrar em cartório promessa de reajuste a professores e servidores em greve

O governador Beto Richa (PSDB) deverá registrar em cartório, na semana que vem, a nova promessa de reajuste na data-base que fez ontem (3) a professores e servidores públicos em greve.

Segundo uma fonte do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu, o tucano não quer deixar margem para desconfianças acerca do comprimento de eventual acordo com as categorias em greve.

Em todas as campanhas eleitorais que disputou para cargos majoritários, Richa usou do mesmo expediente em cartório quando colocaram em xeque suas propostas. Agora, a ideia registrar o documento partiu do recém-contratado ‘comitê de gerenciamento de imagem’ do governador.

Pela proposta do governador, 3,45% seria pago no mês de outubro em parcela única. Esse percentual é relativo à inflação entre maio e dezembro de 2014.

Em janeiro do ano que vem, é prevista reposição de 8,5% da inflação medida pelo IPCA durante todo o ano de 2015.

A APP-Sindicato convocou assembleia geral de “avaliação” para a próxima terça-feira (9), em Curitiba. E com certeza o registro em cartório, das promessas do governador Beto Richa, poderão “mudar os rumos” do movimento. A conferir.

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1 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Reinaldo Almeida César: “Maior feito na segurança de Richa foi a apreensão de mil borboletas”

Reinaldo Almeida César*

Agentes penitenciários no Paraná fizeram protestos, com pauta legítima que merece nosso integral apoio.

Querem apenas condição digna e segura de trabalho. Não suportam mais conviver com tantas ameaças de rebelião, chorando a morte de colegas assassinados brutalmente, dentro e fora de presídios.

Agentes penitenciários são imprescindíveis na administração da justiça criminal. A classe deveria ser fortalecida, prestigiada, bem remunerada pelo governo. Novos concursos, com oportunidades de capacitação na carreira, ao lado de investimentos e novas vagas no sistema penitenciário deveriam ser realizados. Fortalecer a Secretaria de Justiça seria imperativo.

Assim foi prometido pelo então candidato Beto Richa por duas vezes, no “Metas de Governo 2011-2014” e, quatro anos depois, em “Plano de Metas 2015-2018”.

Numa época em que a palavra da classe política anda tão combalida, o governador Beto Richa ameaça estender esta falta de crédito também para documentos lavrados em cartório, algo tão sagrado no nosso traço cultural, pela herança dos meirinhos de Portugal.

Pergunto, em jogo rápido: quantos novos presídios você viu o governador Beto Richa construindo e inaugurando?

A equação é dramática. Crescem os crimes violentos, a polícia se desdobra de maneira heróica, o Ministério Público e o Judiciário fazem sua parte. Resultado, novas massas de encarcerados, que se somam a milhares de tantos outros já privados de liberdade.

Isso sem contar que o Paraná tem 25 mil mandados de prisão em aberto, segundo dados recentes do CNJ. Entre eles, os de Marcio Lima, da Receita Estadual e o de Ernani Delicato, do DETO, celebridades nos malfeitos da organização criminosa do norte do Estado.

O sistema carcerário deve ser assunto de primeira grandeza. Somente o Estado tem o monopólio do julgamento e da privação da liberdade. É assim e tem sido desde o pacto social desenhado por Rousseau.

A grande maioria dos estados brasileiros adota o formato clássico da Secretaria de Justiça na condução do sistema penitenciário. Alguns já avançaram e criaram até mesmo uma pasta autônoma, uma Secretaria de Administração Penitenciária, pela importância que o setor encerra.

Aqui, tudo diferente. No apagar das luzes do ano passado, o governo surpreendeu, decidindo andar décadas em marcha ré, em alta velocidade. A novidade que apresentou foi colocar a administração penitenciária na já complexa Secretaria de Segurança Pública, tão sacrificada pelo estrangulamento do FUNESP e de seu orçamento.

Assim, enquanto assistimos os crimes violentos dispararem em Curitiba e no Paraná, caixas eletrônicos explodirem pelos ares, vigilantes bancários e taxistas serem covardemente assassinados e o comércio de Curitiba registrar um assalto a cada duas horas, os policiais do Paraná agora são obrigados a deixar suas atribuições legais de lado para se ocuparem do reforço do sistema penitenciário, em flagrante desvio de função, empregando tempo e energia em escolta e vigilância de presos, que nada tem a ver com a função policial.

Logo, menor presença de polícia nas ruas fazendo policiamento preventivo e menos polícia judiciária investigando.

Visitar as custódias desumanas nos distritos policiais do Paraná, significa se deparar com a visão dos círculos e fossos descritos no primeiro livro de Dante.

Nesta surpreendente mudança de rota, o governo acenou aos agentes penitenciários com uma falsa sensação de que a passagem para a SESP seria, enfim, um cenário de redenção, a terra prometida.

Ledo engano, a Secretaria de Segurança tem muitos filhos para dar atenção. Em boa hora, aliás, desobrigou-se do DETRAN, dirigido pel Leia mais

26 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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A equiparação salarial dos professores com as demais carreiras do Estado

Ricardo Fernandes Bezerra*, especial para o Blog do Esmael

VERDADES SOBRE O SALàRIO DOS PROFESSORES

A valorização dos professores nunca foi tão respeitada quanto na gestão Requião. Podemos relacionar como os fatores mais determinantes da valorização, além do respeito, o salário, a carreira e a formação continuada.

Vamos abordar neste artigo a questão do salário dos professores. Temos alguns personagens importantes, cada um a seu tempo, que no exercício do poder no Paraná, tiveram influência neste tema tão importante para a qualidade da educação. Estamos falando do Lerner, do Richa e do Requião.

Lerner assume o governo do estado em 1995 e sob o seu governo, os professores amargaram, praticamente durante os oito anos da sua gestão, um grande arrocho salarial, sob a alegação de indisponibilidade de recursos, que não faltaram para diversos outros investimentos de necessidade e importância duvidosa.

à‰ bom não esquecer, que no segundo mandato de Lerner, o descaso com os professores chegou a ponto da gratificação de férias ser paga em parcelas mensais, isso mesmo, em parcelas como se fosse um crediário de uma loja popular e não um direito inquestionável, não só do servidor público, mas de todos os trabalhadores, previsto na legislação.

O Beto Richa fala insistentemente em seu programa eleitoral que foi o responsável pela equiparação salarial dos professores aos demais servidores do estado, o que é uma meia verdade, ou se preferir, para ser mais preciso, um quarto de verdade. Já vamos esclarecer.

Vejamos: Requião assumiu o governo do Paraná pela segunda vez em janeiro de 2003, com um difícil cenário orçamentário e financeiro, um longo e grave achatamento salarial que envolvia todos os servidores do estado, com maior impacto para os professores, pois eles tinham como agravante, o salário extremamente defasado em relação aos demais servidores públicos.

à‰ importante rememorar um pouco da história para se dar valor ao que se alcançou, e certamente os professores da educação básica do estado do Paraná lembram e podem confirmar.!  No final do governo Lerner, em 2002, o salário inicial dos professores precisava de um reajuste de 98,06% (é isso mesmo!) para se equiparar ao salário dos demais profissionais do estado que tinham como requisito de ingresso licenciatura/graduação de nível superior, como era o caso dos professores.

O salário inicial dos professores, na época, era de R$ 770,08, enquanto os demais profissionais ingressavam no estado com um salário de R$ 1.525,25.!  Vamos enfatizar, para não deixar cair em esquecimento: à  época, era necessário quase dobrar o salário inicial dos professores para equiparar ao salário dos demais profissionais do estado. Lembrem que o salário dos demais profissionais também estava arrochado

Apenas na primeira gestão do Requião, a diferença entre o salário de ingresso dos professores e dos técnicos do estado se reduziu quase à  metade.!  Em 2006, a diferença estava em 56,94%, uma aproximação em 4 anos de 41,12%.!  Requião manteve a firme política de recuperação salarial dos professores, sem descuidar da recuperação do salário dos demais servidores públicos, concedendo ao mesmo tempo contínuos aumentos salariais para todos os servidores de todas as carreiras do funcionalismo.

Agindo com responsabilidade e respeito aos professores, ao final da gestão Requião, a diferença salarial havia se reduzido para apenas 25,97%, menos da metade da diferença que havia no inicio do segundo período de governo. Em oito anos, Requião reduziu em 72% a difer Leia mais

26 de novembro de 2013
por Esmael Morais
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“Fruet prometeu, agora tem que cumprir com educadores”, cobram duccistas

Na campanha de 2012, candidatos a prefeito, inclusive Fruet, assinaram compromisso com educadores; quando precisava de votos, pedetista prometeu reformular o plano de carreira dos educadores da educação infantil, equiparando-o aos dos professores, com os mesmos direitos, incluindo aposentadoria especial; grevistas cruzaram os braços para cobrar a fatura; daí, Fruet, vai cumprir a promessa assinada com os educadores?

Na campanha de 2012, candidatos a prefeito, inclusive Fruet, assinaram compromisso com educadores; quando precisava de votos, pedetista prometeu reformular o plano de carreira dos educadores da educação infantil, equiparando-o aos dos professores, com os mesmos direitos, incluindo aposentadoria especial; grevistas cruzaram os braços para cobrar a fatura; daí, Fruet, vai cumprir a promessa assinada com os educadores?

Correligionários do ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) dizem assistir de camarote greve geral dos educadores municipais de Curitiba, iniciada hoje, reivindicando isonomia salarial com o magistério. ... 

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