6 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro quer driblar julgamentos no STF

Bolsonaro quer driblar julgamentos no STF

Brasília – O deputado Jair Bolsonaro discute com a deputada Maria do Rosário durante comissão geral, no plenário da Câmara dos Deputados, que discute a violência contra mulheres e meninas, a cultura do estupro, o enfrentamento à impunidade e políticas públicas de prevenção, proteção e atendimento às vítimas no Brasil (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), réu em dois processos, quer driblar o Supremo Tribunal Federal (STF) até depois das eleições de outubro. Ele responde pelos crimes de injúria e incitação ao estupro. ... 

Leia mais

8 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Hoje é Dia da Mulher, Dia de Dilma

Hoje é Dia da Mulher, Dia de Dilma

8 de Março é Dia de Dilma Rousseff. A presidente eleita é o símbolo mais realístico da vítima do misoginia, do machismo e da violência contra a mulher brasileira. Quem acompanhou a deposição desta mulher honesta sabe que, do outro lado, homens desonestos a agrediram e agrediram uma nação inteira para tomar o poder, massacrar trabalhadores e trabalhadoras, escravizar, privatizar, instituir um país para poucos. ... 

Leia mais

4 de setembro de 2017
por Esmael Morais
7 Comentários

Romanelli: A vergonhosa rotina de violência contra a mulher

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) não tem dúvidas de que “ejacular” em ônibus, sem consentimento, configura-se em violência contra a mulher. Leia mais

30 de novembro de 2015
por admin
9 Comentários

Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Chega de violência contra a mulher

Download

A vocês, eu deixo o sono.
O sonho, não! ‎Este eu mesmo carrego!
Paulo Leminski

Luiz Cláudio Romanelli*

Na semana em que foi celebrado o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, 25 de novembro, duas mulheres foram vítimas de agressão em Curitiba por serem muçulmanas. Uma delas, Luciana Velloso, de 33 anos, foi apedrejada. A outra, Paula Zahra, de 34 anos, foi atingida por uma cusparada. Na mesma semana, a polícia prendeu, na RMC, um homem que se diz pastor, acusado de estuprar três irmãs de 10, 12 e 14 anos e outro que assaltava mulheres puxando-as pelos cabelos, em Curitiba.

São apenas exemplos da violência que diariamente acontece com mulheres e meninas.

Dados do Núcleo de Apoio às Vítimas de Estupro (Naves) criado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) revelam que mais de 400 mulheres foram vítimas de estupro apenas em 2015.

O Paraná deixou a 3ª colocação, de 2012, para ocupar a 19ª posição no ranking de assassinatos de mulheres, com uma taxa de 5,2 homicídios para 100 mil habitantes, conforme o Mapa da Violência 2015. Entre as capitais, Curitiba aparece em 17º lugar, com 6,2 mortes para cada 100 mil habitantes.

A violência contra as mulheres segue vitimando milhares de brasileiras: 43% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente; para 35%, a agressão é semanal. Esses dados foram revelados no balanço dos atendimentos realizados em 2014 pela Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. Em 10 anos de funcionamento o Ligue 180 fez cinco milhões de atendimentos.

Em 2014, do total de 52.957 denúncias de violência contra a mulher, 27.369 corresponderam a denúncias de violência física (51,68%), 16.846 de violência psicológica (31,81%), 5.126 de violência moral (9,68%), 1.028 de violência patrimonial (1,94%), 1.517 de violência sexual (2,86%), 931 de cárcere privado (1,76%) e 140 envolvendo tráfico (0,26%).

Nas palavras da diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, a violência contra a mulher é “a violação de direitos humanos mais tolerada no mundo”.

O atendimento integral às mulheres em situação de violência ainda é um desafio a superar. Durante a 1ª Jornada Nacional Mulher Viver Sem Violência, realizada em Curitiba, de 22 a 25 de novembro, a  bioquímica e farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes,  que deu nome à Lei nº 11.340/2006 falou sobre a importância de denunciar o agressor.

“A mulher tem que denunciar, mas, antes disso, tem Leia mais

25 de novembro de 2015
por Esmael Morais
2 Comentários

Curitiba realiza às 13 horas ato pelo ‘Dia da Não Violência Contra a Mulher’

violencia_mulherOs movimentos feministas do Paraná promovem nesta quarta-feira (25), às 13h, na Praça Santos Andrade (UFPR),  um ato pelo ‘Dia da Não Violência Contra a Mulher’. Militantes vão pedir o fim da impunidade e mais políticas públicas para combater o feminicídios e outras práticas constante de agressões contra as mulheres.

“A cada duas horas uma mulher é assassinada no Brasil e uma em cada cinco mulheres já sofreu algum tipo de violência cometida por um homem. Enquanto isso, observamos uma total ausência de políticas públicas para prevenir estes crimes e ao mesmo identificar e punir os responsáveis pelos atos já cometidos”, protesta a secretária da Mulher da CUT Paraná, Anacélie Azevedo. Leia mais

4 de novembro de 2015
por admin
6 Comentários

Manifestação contra a impunidade no caso da menina Rachel Genofre

rachelHá sete anos a menina Rachel Genofre, de 9 anos, foi violentada, brutalmente assassinada e teve seu corpo largado dentro de uma mala, num corredor da Rodoviária de Curitiba. Após uma série de investigações que se mostraram insuficientes, a família ainda convive com a dor da perda e com a impunidade.

Para marcar a data e cobrar uma solução para o caso, os movimentos feministas do Paraná organizam uma manifestação nesta quinta-feira (5), com concentração às 16h na Praça Rui Barbosa seguida de uma caminhada até a Rodoferroviária, com um ato marcado para as 18 horas. Leia mais

6 de julho de 2015
por Esmael Morais
23 Comentários

Coluna da Gleisi Hoffmann: Não é só pela Dilma #‎ÉPelaDignidadeFeminina; #SomosTodosMaju

Gleisi_Maju_DilmaGleisi Hoffmann*

Na semana que passou presenciamos maneiras das mais abjetas de tratar uma pessoa, ridicularizar sua condição de mulher, sua raça, pregar agressão sexual. Fiquei, como milhões de homens e mulheres, indignada com a violência de gênero cometida contra a presidenta Dilma Rousseff com a criação de adesivos misóginos, que incitam ao preconceito, desrespeito e agressão, e com os ataques racistas sofridos pela apresentadora de TV Maria Júlia.

Em relação à presidenta, não foi uma forma de protesto ou argumento político. Foi um desrespeito à mulher, mãe, avó Dilma, a representante do Estado Brasileiro e de seu povo. Atingiu a todas nós, mulheres.

As críticas políticas são essenciais ao processo democrático; gostar ou não de um dirigente político, querer mudanças, fazer campanha contra, é da democracia. O que não podemos admitir, sob pena de enfraquecer a democracia, é o ódio e preconceito que, infelizmente, estão tomando conta da política brasileira. A política e as redes sociais não podem ser o lugar da destruição, da agressão. Os autores desses adesivos são criminosos. Esse tipo de ação é um incentivo ao estupro. Não há nada de argumento político nisso. Apenas preconceito, misoginia e ódio. Leia mais

19 de maio de 2015
por Esmael Morais
13 Comentários

Presidente do PSDB ‘machista’ vira alvo de mulheres no Congresso Nacional

rossoni_gleisi_vanessaA senadora Gleisi Hoffmann (PT) protocolou na manhã desta terça-feira (19), no Senado, uma representação contra declaração do presidente do PSDB do Paraná e deputado federal Valdir Rossoni no Facebook, no último fim de semana, na qual o tucano xinga a professora curitibana Adriane Sobanski de “biscate”.

A senadora do PT encaminhou a denúncia à procuradora da mulher no Senado, senadora Vanessa Graziottin (PCdoB-AM). Ela vai encaminhar ao MP, à Procuradoria da Mulher da Câmara e também um voto de repúdio ao deputado e presidente do PSDB paranaense.

Gleisi Hoffmann, em sua coluna semanal no Blog do Esmael, classificou ontem (18) a atitude de Rossoni como mais uma “violência contra a mulher”.

“Chega de homem achar que pode ficar chamando mulher de vadia, vaca, biscate. O machismo deve ser punido em todas suas manifestações”, disse a senadora paranaense. Leia mais

8 de março de 2015
por Esmael Morais
57 Comentários

Projeto da deputada Maria Victoria estimula reflexões nas escolas sobre o combate à  violência contra a mulher

vic_maria_penha.jpgA deputada estadual Maria Victória (PP) conseguiu aprovar semana passada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Assembleia Legislativa, um projeto de lei que institui nas escolas estaduais do Paraná a Semana Estadual Maria da Penha!.

Segundo o projeto, no mês de março de cada ano serão realizadas atividades nos colégios com o objetivo de apresentar aos alunos a Lei Maria da Penha, que criminaliza e pune atos de violência contra a mulher.

A ideia da parlamentar é estimular reflexões contra atos de violência e também conscientizar a comunidade escolar sobre a importância do respeito aos direitos humanos. Leia mais

12 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
6 Comentários

Um estranho caso de violência e invasão na hora do parto

gravidac.jpg

Há alguns anos vem crescendo o! movimento pela humanização do parto, e, junto com ele, surge uma série de denúncias de casos de violência obstétrica! sofridas por mulheres no momento de dar à  luz. Porém, um! caso ocorrido em Curitiba há algumas semanas chama a atenção, pois a violência não partiu de nenhum dos profissionais que assistem a paciente no parto e sim da! Justiça.

Por força de uma ordem judicial, uma pessoa estranha à  equipe médica, funcionário de um laboratório, presenciou todo o parto e, ao final, recolheu uma amostra do cordão umbilical para exame de DNA para! confirmação da paternidade da criança. Nesse caso, a violência obstétrica foi submeter a mãe, no íntimo e delicado momento do parto, à  presença de um estranho. Leia mais

17 de outubro de 2013
por Esmael Morais
21 Comentários

Coluna do Maurício Requião: “Outubro Rosa e a violência contra a mulher”

Maurício Requião, em sua coluna semanal, sai do ambiente das disputas partidárias para falar sobre sua especialidade: políticas públicas; colunista aborda a proteção das crianças, fulmina a indústria da pornografia presente nas tevês, na internet, e destaca a importância da campanha Outubro Rosa! na luta contra o câncer de mama; ele também sugere maior atenção à  violência emocional de gênero nas redes sociais e lamenta a "coisificação" da mulher neste mundo machista; leia o texto.

Maurício Requião, em sua coluna semanal, sai do ambiente das disputas partidárias para falar sobre sua especialidade: políticas públicas; colunista aborda a proteção das crianças, fulmina a indústria da pornografia presente nas tevês, na internet, e destaca a importância da campanha Outubro Rosa! na luta contra o câncer de mama; ele também sugere maior atenção à  violência emocional de gênero nas redes sociais e lamenta a “coisificação” da mulher neste mundo machista; leia o texto.

por Maurício Requião* ... 

Leia mais