4 de junho de 2018
por editor
Comentários desativados em Revista Veja é condenada por ‘fake news’ contra Alexandre Padilha

Revista Veja é condenada por ‘fake news’ contra Alexandre Padilha

A Revista Veja foi condenada por danos morais contra o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) e sua esposa Thassia Alves por notícias falsas divulgadas em 2015. O então colunista da revista, Felipe Moura Brasil, publicou um texto dizendo que o parto de Thassia no SUS havia sido uma farsa. Leia mais

11 de agosto de 2016
por esmael
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Servidores e usuários do SUS estudam pedido de impeachment do ministro da Saúde

barros_impeachment_susO ministro da Saúde Ricardo Barros (PP) corre risco de sofrer impeachment do cargo por incompetência e má-fé. Servidores e usuários do SUS debaterão essa proposta na próxima terça, 16 de agosta durante o seminário “Estado de sítio fiscal no SUS – Debate Futuros do Brasil”.

23 de julho de 2016
por esmael
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Ricardo Barros, do PP, partido mais citado na Lava Jato, homenageou Sérgio Moro

moro_barrosCoube ao ministro interino da Saúde, Ricardo Barros (PP), a honra de entregar ao juiz federal Sérgio Moro a comenda ‘Ordem do Mérito do Comércio do Paraná’, da Fecomércio-PR, durante jantar realizado na noite desta sexta-feira (22) em Curitiba. De 50 investigados pela Lava Jato, 32 são filiados ao PP do ministro; 7 são filiados ao PMDB; 6 seis no PT.

13 de agosto de 2015
por esmael
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Privatização do SUS seria um “desastre”, diz ex-ministro de Lula

temporaoO ex-ministro da Saúde no governo Lula e atual diretor-executivo do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde, José Gomes Temporão, considerou como sendo uma “ideia desbaratada” a proposta encaminhada ao Planalto pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que prevê a cobrança dos atendimentos feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“A proposta de cobrança no SUS é uma ideia desbaratada que não resolve nada. Politicamente é um desastre e conceitualmente é um equívoco: é radicalmente oposta ao que está na Constituição. Significa mais uma tentativa de colocar sobre as famílias brasileiras o ônus do financiamento da saúde”, afirmou.

Segundo Temporão, o projeto encaminhado pelo Senado “soa mais como uma provocação do governo em relação à saúde pública. Não há ninguém no setor que sustente uma proposta que é absolutamente nefasta para a saúde no país”.