21 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Curitiba: Uma cidade PARA todos, onde todo mundo fica parado!

marcelo_transito_fruetMarcelo Araújo, especialista em trânsito e multa, em sua coluna desta terça (21), abre fogo contra a gestão do prefeito Gustavo Fruet (PDT) que ampliou o número de “vias calmas”. Segundo o colunista, Curitiba deveria adotar como lema “uma cidade PARA todos, onde todo mundo fica parado”. Abaixo, leia, ouça, comente e compartilhe a íntegra do texto: Leia mais

20 de novembro de 2015
por admin
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30 mil servidores municipais de Curitiba em ‘estado de greve’ contra confisco da aposentadoria

greveOs 30 mil servidores municipais de Curitiba, representados por quatro sindicatos (Sismuc, Sismmac, Sigmuc e Afisc), decidiram em assembleia geral na última quarta-feira (18) entrar em ‘estado de greve’ com indicativo de greve geral por tempo indeterminado.

O movimento é uma reação dos servidores à proposta do prefeito Gustavo Fruet (PDT) de reduzir o valor do repasse mensal feito ao Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC).

Pela proposta, o pedetista cortaria cerca de R$ 10 milhões do repasse mensal. Segundo os sindicatos, esse corte pode inviabilizar o IPMC e as aposentadorias dos servidores. Leia mais

4 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Para salvar Richa, velha mídia nacional “demite” Francischini

Desde a manhã de ontem (3) trama-se no Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, a queda do secretário da Segurança Pública, Fernando Francischini, o Batman, aponta como responsável pelo massacre contra os professores no último dia 29 de abril.

O jornal O Estado de S. Paulo, o Estadão, edição desta segunda-feira (4), coloca Francischini na “corda bamba” ao responsabilizá-lo pelos excessos da Polícia Militar na semana passada. A reportagem cita o deputado federal Valdir Rossoni, presidente regional do PSDB, como porta-voz do governador Beto Richa (PSDB) para o pedido de demissão do Batman.

“Francischini está deitado no caixão, com algodão no nariz. A demissão é questão de horas. É o método Beto Richa de exonerar auxiliares”, avaliou para o Blog do Esmael um deputado governista.

O jornal Folha de S. Paulo, também edição de hoje, imputa a culpa do massacre a Francischini, mas exime o governador do PSDB de qualquer responsabilidade pela violência policial contra os professores.

Entretanto, o jornalista Ricardo Noblat, d’O Globo, faz leitura diferente em seu blog. Aponta o governador Beto Richa como culpado pelo massacre. Ele cita os apelos do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), e do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para que o tucano parasse de atirar bombas contra os professores.

Resta saber: Francischini, responsável ou não, assumirá a bronca sozinho ou vai arrastar junto o mandante do massacre contra os professores?

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