Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

16 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Rafael Greca: As alianças do casamento Fruet-PT foram compradas na joalheria OAS?

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Rafael Greca*

O prefeito Gustavo Fruet (PDT) está uma onça com sede. Mas não com sede de água. Uma onça com sede de outras onças. Das onças que ornamentam a nota de 50 reais.

Na contramão da economia popular, sem justificativa técnica, a toque de caixa, sem a devida audiência pública, Fruet criou e aprovou na Câmara dos vereadores mais nove novas taxas na cidade: 1.Taxa de Bloqueio de Estacionamento para Obras e Mudanças; 2.Taxa de Bloqueio Parcial de Calçada; 3. Taxa de Bloqueio em Faixa de Via Pública; 4. Taxa de Trânsito Especial; 5.Taxa de Caçamba; 6.Taxa Valet Park; 7. Taxa Operação Escola; 8. Taxa de Operação de Igreja; 9. Taxa de Eventos.

E, como se já não bastasse, no dia de fúria arrecadadora Fruet aumentou em 18% a Taxa de Iluminação Pública, no segundo aumento deste ano. Voracidade espantosa.

Taxas e multas de R$47,65, R$ 68,73, de R$ 68,73, R$ 99,23, de R$ 120,31, de R$ 164,80, de R$ 193,89, multiplicadas por Vagas de Estar que se cancelam temporáriamente, ou por horas trabalhadas de agentes públicos.

Taxas e multas que dificultarão a congregação religiosa; levantarão barreiras burocráticas contra a participação social; e encarecerão o preço dos serviços de logística, do embarque e desembarque, e que assim vão impactar no já combalido bolso dos consumidores, no seu bolso, por consequência.

Da taxa de eventos, nem procissão escapa. Seja Corpus Christi, seja Marcha para Jesus, seja Lavagem do Rosário em dia de Consciência Negra.

Pelo visto, lido e escutado, Fruet ainda não pensou na criação da Taxa para Ocupação de Calçadas e Marquises e Estações-tubo do morador abandonado pela abandonada F.A.S. fechada; nem a Taxa para Traficante de Crack e Drogas Sintéticas nas dezenas de centenas territórios liberados entregues ao descaso; nem a Taxa do Churrasquinho e das Batas Fritas nas Praças que enc

20 de março de 2015
por esmael
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Paulo Rossi: “O prefeito Fruet também frequentava o ‘Comitê Lealdade'”

O fantasma do “Comitê Lealdade” formado por dissidentes do PRTB, em 2008, para apoiar a reeleição do então prefeito Beto Richa (PSDB), voltou neste início de outono a assombrar os políticos curitibanos.

O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Paulo Rossi, nesta sexta, pediu direito de respostas em cima da coluna do secretário Municipal de Governo, Ricardo Mac Donald, que enxergou viés político-eleitoral na greve dos garis encerrada ontem.

Mac Donald afirmou na coluna que conhece a ficha do dirigente Manassés Oliveira, do Siemaco, sindicato dos trabalhadores na limpeza pública, ex-comandante do “Comitê Lealdade” financiado com recursos de caixa 2. “Vemos uma greve política com objetivo de desgastar a administração municipal”, disparou.

Pois bem, Paulo Rossi divulgou esta tarde fotos de quando o então deputado Gustavo Fruet era assíduo frequentador do mesmo “Comitê Lealdade”.

“Ao invés de tentar desqualificar o trabalho de dirigentes que lutam pela classe que representam, o secretário deveria cobrar a empresa que detém a coleta de lixo, a CAVO, importante doadora de recursos em campanhas eleitorais, reconhecimento do trabalho dos garis”, contra-atacou o presidente da UGT.

A seguir, leia a íntegra do direito de resposta:

Prezado amigo e blogueiro Esmael Morais,

No seu respeitado blog desta sexta-feira, o secretário de governo(?) da Prefeitura de Curitiba, Ricardo Mac Donald, na coluna semanal, tenta vincular a greve dos garis, encerrada ontem, quinta-feira, ao fato do companheiro Manassés Oliveira, presidente do Siemaco – Sindicato que representa a categoria, então vereador em 2008, ter participado do “Comitê Lealdade” de apoio à reeleição do prefeito Beto Richa(PSDB).

O mesmo secretário e colunista nas horas vagas tenta fugir das responsabilidades do município em garantir salários e condições dignas de trabalho aos trabalhadores da limpeza urbana da capital paranaense, imputando ao movimento paredista a sua relação com grupos de oposição ao atual prefeito.

Ao invés de tentar desqualificar o trabalho de dirigentes sindicais que lutam pela classe que representam, o principal secretário da prefeitura, cujo papel principal seria de agir como bombeiro e não como um incendiário, deveria cobrar a empresa que detém a coleta de lixo, a CAVO, importante doadora de recur

20 de março de 2015
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: “A greve do lixo em Curitiba”

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, afirma que  conhece a ficha dos dirigentes do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba (Siemaco); ele se refere ao presidente da entidade, Manassés Oliveira, ex-comandante do Comitê Lealdade na campanha de reeleição do então prefeito Beto Richa (PSDB), em 2008, financiado com recursos de caixa 2; capitão do time do atual prefeito Gustavo Fruet (PDT) não tem dúvidas: “Vemos uma greve política com objetivo de desgastar a administração municipal”; leia a íntegra do texto.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, afirma que conhece a ficha dos dirigentes do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba (Siemaco); ele se refere ao presidente da entidade, Manassés Oliveira, ex-comandante do Comitê Lealdade na campanha de reeleição do então prefeito Beto Richa (PSDB), em 2008, financiado com recursos de caixa 2; capitão do time do atual prefeito Gustavo Fruet (PDT) não tem dúvidas: “Vemos uma greve política com objetivo de desgastar a administração municipal”; leia a íntegra do texto.

Ricardo Mac Donald*

Como no ano passado, quando o Sindicato da categoria firmou acordo vantajoso para os trabalhadores, e depois incentivou uma greve desnecessária, vemos hoje a repetição da mesma tática, colocando a cidade como refém desses dirigentes. Leia mais

17 de março de 2015
por esmael
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Em Curitiba, greve dos trabalhadores da limpeza pública avança para o 2º dia

siemaco.jpgOs coletores de lixo, varredores, roçadores e serventes da limpeza pública de Curitiba iniciaram na manhã desta terça-feira (17) uma greve por tempo indeterminado. Eles reivindicam aumento salarial e melhores condições de trabalho.

Os 2.500 trabalhadores rejeitaram a proposta de empresa Cavo, de reajuste salarial de 4% para 7,7% em março e mais 1,3% em setembro nos salários e 10% de reajuste nos tíquetes.

O presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação (Siemaco), Manassés de Oliveira, ao Blog do Esmael, disse agora à noite que a categoria continuará em greve nesta terça. Segundo ele, o Ministério do Trabalho está intermediando as negociações com a Cavo, empresa responsável pelo serviço de limpeza da cidade.