15 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Em nota, Greca diz que teve a aposentadoria autorizada pelo próprio Fruet

greca_fruetO candidato Rafael Greca (PMN), em nota, afirmou nesta segunda (15) que teve a aposentadoria deferida pelo gabinete do próprio prefeito Gustavo Fruet (PDT). Leia mais

15 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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GUERRA DE FANTASMAS: Fruet acusa ex-prefeito Greca de ser “fantasma” de Renan no Senado

greca_renan_fruetO prefeito Gustavo Fruet (PDT) vai pedir na Justiça a cassação da aposentadoria de R$ 12 mil concedida ao ex-prefeito Rafael Greca (PMN), pela Prefeitura de Curitiba, desde 1º de janeiro de 2016, depois de ter sido fantasma de Renan Calheiros (PMDB-AL) no Senado. Leia mais

13 de abril de 2016
por admin
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Coluna do Rafael Greca: Curitiba não se resume à desventura, Curitiba é Luz dos Pinhais

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Rafael Greca*

Terminei meu novo livro. “Luz dos Pinhais, História e Estórias de Curitiba“. Será publicado, ainda este ano, pela editora Solar do Rosário. São 99 capítulos, aproximadamente 600 páginas, onde reúno apontamentos para o estudo da mentalidade curitibana. Alegria pelo dever cumprido para com minha terra e minha gente.

Nas palavras deste livro, a Luz dos Pinhais vai revogando a escuridão e o silêncio da noite dos tempos em que jaziam imersas as terras que servem de berço ao rio Iguaçu. Acredito em Dante Alighieri quando diz que a “escuridão é o silêncio da luz”.

Invocamos a mesma Luz dos Pinhais para resgatar das névoas do esquecimento a memória coletiva de um povo singular: os curitibanos.

Aqui nascidos, ou que aqui escolheram viver. É extensa a bibliografia sobre a cidade de Curitiba, o povoamento da região da capital do Paraná, no vale do rio Iguaçu.

Ponto de passagem do Caminho do Peabirú, trilha indígena pré-cabralina, Curitiba fez-se marco da ocupação portuguesa do Brasil Meridional.

Já em 1639, o governador ibérico de São Paulo, autoriza a “posse dos Campos do rio Mbyrigüi” (o nosso atual rio Barigüi) em favor de Matheus Luiz Grou.

A “entrada” em território até então espanhol, favoreceria após a restauração do Reino de Portugal (em 1640)*, a revogação do Tratado de Tordesilhas (1492) pelos Tratados de Madrid (1750), Tratado de El Pardo (1762) e Leia mais

8 de março de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: Se não tem pena, não falta nada

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Marcelo Araújo*

Durante o curto período de 17 anos que tive a alegria de contar com a presença de meu pai nesta vida, sempre bem humorado, por vezes eu ouvia ele dizer uma frase ao deparar-se com alguém que fizesse algo estúpido. Ele dizia: ‘Pra burro só falta pena!’. Diante do comentário obvio que vinha a seguir de que burro não tem pena, ele deixava o interlocutor concluir.

Na semana passada o prefeito anunciou mais uma de suas obras, a implantação das ‘Calçadas Verdes’! Trata-se de pintar no leito da via, na pista de rolamento de veículos, uma determinada área na cor verde, a qual deve ser entendida como uma extensão da ‘calçada’, ampliando o espaço dos pedestres. Dizem que quando viu o projeto a primeira vez o prefeito pensou tratar-se de restaurante popular já que a cor verde lhe abre o apetite.

Independente de ter sido inspirado em Nova York, São Paulo ou Cornélio Procópio vamos a uma análise com a seriedade que o caso merece.

Pelo Anexo I do Código de Trânsito, ‘Calçada’ é parte da via, normalmente segregada e em nível diferente… , portanto ‘calçada’ não é. O Anexo II do CTB estabelece a sinalização de trânsito e não há qualquer previsão de uso da cor ‘verde’ para nenhuma finalidade que objetive dar signifi Leia mais

18 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: Para onde vai Curitiba

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Bruno Meirinho*

O novo Plano Diretor (PD) de Curitiba, sancionado essa semana pelo prefeito Gustavo Fruet (PDT), poderia ter celebrado a grande festa da democracia urbana, poderia ter sido um instrumento não só para organizar a cidade, mas também as novas e latentes forças políticas que depositaram nesta administração uma vontade de mudança.

No entanto, essas oportunidades foram desperdiçadas. O prefeito teve a faca e o queijo na mão, mas, ao deixar tarefa tão importante nas mãos de um IPPUC pouco preocupado com as tarefas importantes da cidade, permitiu que se realizasse um trabalho medíocre, insosso, sem orientação central.

De fato, o processo político de elaboração, discussão e votação do PD revela dois aspectos fundamentais do planejamento urbano contemporâneo de nossa cidade. Primeiro, que os principais agentes do planejamento não estão dispostos nem preparados a planejar a cidade de forma democrática. Segundo, a atuação técnica dos principais órgãos municipais − com destaque ao IPPUC − está consumida por uma ideologia autoritária e elitista que já morreu há muito tempo.

Enumeramos, por comodidade narrativa, os principais fatos pelos quais concluímos que o processo do PD foi excludente e autoritário:

1) Deveria o processo de revisão do PD, por força de lei, ter sido coordenado pelo Concitiba (Conselho da Cidade de Curitiba, formado por membros do executivo, legislativo e da sociedade civil), mas foi conduzido exclusivamente pelo IPPUC. O IPPUC deve ser órgão de assessoramento, mas é fonte de vontade política, de defesa de interesses consolidados, sobretudo dos capitais imobiliários e dos empresários do transporte coletivo. Em ambiente realmente democrático, o conhecimento técnico põe-se a serviço da vontade política, e não o contrário, como ocorre por aqui.

2) Pois bem, como a Prefeitura apresentou sua proposta do PD apenas ao fim do processo, em janeiro de 2015, quando toda as audiências e eventos ocorreram durante o ano de 2014, as discussões e sugestões da sociedade civil ocorreram sem parâmetros concretos, sempre em relação ao antigo PD, e nunca em relação a propostas do IPPUC e demais órgãos, já que não estavam sendo divulgados. Neste sentido, tanto faz se foram 50 encontros ou 5000 com a comunidade, já que o objeto discutido era desconh Leia mais

9 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: Pela Betânia, minha recém-nascida filha, pelo futuro de Curitiba

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Bruno Meirinho*

Hoje publico meu primeiro artigo para a coluna no Blog do Esmael, onde espero contribuir para o rico e democrático debate proporcionado nesse blog. A você que me lê, quero dizer que sua leitura é um sinal de prestígio, e desde já agradeço pela atenção.

Nessa semana, a Câmara de Vereadores de Curitiba discutiu e votou várias partes do projeto de lei de revisão do plano diretor, que está sendo discutido, pelo menos, desde março de 2014.

Participamos ativamente do processo de revisão do plano diretor, e começamos nossa organização em novembro de 2013, quando diversas entidades da sociedade civil criaram a Frente Mobiliza Curitiba.

Mobilizamos nossas propostas em 4 temas principais: democracia; moradia; mobilidade; e combate à especulação imobiliária.

Nós dedicamos nossa energia em construir um plano com visão social.

Não nos conformamos com a grave desigualdade existente na cidade de Curitiba e acreditamos que é urgente que sejam planejadas medidas que reduzam o fosso entre os ricos e os pobres.

Os planos diretores devem ter visão estratégica, estabelecendo diretrizes urbanas para o prazo de, pelo menos, 10 anos. Instrumento básico para a política urbana, o plano diretor é uma das leis mais importantes para a cidade, e sua visão de longo prazo merece a atenção de todos.

Mas o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba – IPPUC menosprezou a importância do plano diretor. Desconsiderou as contribuições da sociedade e fechou-se na sua crença, atrasada, de que o plano diretor é apenas um trabalho técnico, privilégio de arquitetos iluminados.

Por tudo isso, o projeto de lei enviado pelo IPPUC aos vereadores precisou de muitas mudanças. Vários vereadores propuseram emendas que poderão tornar o plano diretor mais justo e democrático, entre elas, diversas emendas sugeridas pela Frente Mobiliza Curitiba. Ainda assim, há muito para ser feito, já que o plano diretor de Curitiba ainda é muito genérico. Leia mais

15 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: Os três patetas e o ‘Centro Acalmado’

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Marcelo Araújo*

Curitiba parece que é um grande reduto de pessoas ansiosas, nervosas e irritadas, de tanto que se fala em calma, calma, calma.

Nosso prefeito quando não sabe o que fazer ou não tem opinião já inicia sua fala dizendo que tal assunto (qualquer assunto) precisa ser visto com calma, sem pressa, com muita prudência, e chega a confundir o público se é cauteloso ou ‘covardão’.

No trânsito a moda começou com a Via Calma da Avenida Sete de Setembro, que na minha opinião poderia ser Via com Faixas Calmas, vez que na mesma via a canaleta do ônibus tem velocidade superior, o que é fator de risco aos pedestres diante da aproximação distinta dos veículos.

Agora a novidade seria o ‘Centro Acalmado’, que é uma área no centro da cidade (ou um polígono pra ficar mais bonitinho) cujas vias teriam sua velocidade limitada a 30, 40 ou 50Km/h. Não, não significa que haverá vias de 30, outras de 40 e outras de 50 e sim que até agora não se decidira qual dessas velocidades seria implantada no tal polígono.

O legislativo municipal está curioso sobre os critérios e estudos que não chegaram a um consenso, mas que o prefeito pediu encarecidamente que isso ocorresse até o início da Semana Nacional de Trânsito ainda deste ano (18 a 25 de setembro).

Ao que me parece as velocidades de 40 ou 50Km/h sequer são atingidas pela maioria dos motoristas, e as exceções ocorreriam apenas com aqueles que arrancam bruscamente ou que aceleram quando se forma uma ‘clareira’ em meio ao trânsito intenso, pois de outra forma dificilmente a velocidade média de 15Km/h é ultrapassada nessa área.

Da mesma forma seria necessária uma intensa fiscalização em praticamente todas as vias com equipamentos fixos, ou em todas aleatoriamente com radar estático.

De qualquer maneira, é estranha essa indefinição pois a fiscalização de velocidade implica na realização de estudos técnicos prévios nos termos da Resolução 396 do Contran, além da colocação de placas de velocidade máxima quando o veículo adentra por uma transversal, bem como do encaminhamento de tais estudos às JARI e ao Conselho Estadual de T Leia mais

28 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Marcelo Araújo: “Muda de cidade”, recomenda time de Fruet

Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda-feira, acusa o governo municipal de Gustavo Fruet de "extremismo" que lembra a ditadura militar; segundo o colunista, representante do IPPUC teria sido ríspido com ativista da ciclomobilidade ao ser questionado sobre a ausência de cronogramas, prazos e fontes financeiras em projetos: se não gosta de nada disto, se nada é muito sério para você, muda de cidade, muda de país, companheiro!; especialista de trânsito e multa vê complacência! e frouxidão! na gestão do prefeito curitibano; leia o texto e compartilhe.

Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda-feira, acusa o governo municipal de Gustavo Fruet de “extremismo” que lembra a ditadura militar; segundo o colunista, representante do IPPUC teria sido ríspido com ativista da ciclomobilidade ao ser questionado sobre a ausência de cronogramas, prazos e fontes financeiras em projetos: se não gosta de nada disto, se nada é muito sério para você, muda de cidade, muda de país, companheiro!; especialista de trânsito e multa vê complacência! e frouxidão! na gestão do prefeito curitibano; leia o texto e compartilhe.

Marcelo Araújo* ... 

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