10 de maio de 2016
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Carli e Yared

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O recente debate público, através de vídeos gravados pelo ex-deputado estadual Carli Filho, e pela atual deputada federal Christiane Yared (PR), trouxe um novo capítulo para a história do “acidente” de trânsito que envolveu Carli e vitimou um filho de Christiane e outro jovem em 2009. O advogado Marcelo Araújo analisa o desenrolar desses fatos em sua coluna semanal. Leia e ouça a seguir.  Leia mais

3 de maio de 2016
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Guardanapo ou papel higiênico?

papel

Para onde vai o dinheiro arrecadado com as multas de trânsito aplicadas em Curitiba. O advogado Marcelo Araújo explica em sua coluna semanal a legislação sobre o tema e comenta a destinação dada pela Prefeitura de Curitiba para os recursos. Leia e ouça a seguir.  Leia mais

26 de abril de 2016
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Sonorizadores no trânsito da cidade

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Mais uma vez a prefeitura de Curitiba promove alterações no trânsito da cidade ignorando o que prevê o Código Brasileiro de Trânsito (CTB). Isso já ocorreu com as “calçadas verdes”, agora a novidade são os sonorizadores; pequenos saliências aplicadas na pista com o objetivo de alertar os motoristas através do barulho. O problema é que o prefeito Gustavo Fruet (PDT) ignorou a restrição do uso desse equipamento em áreas residenciais e aplicou-o justamente na região central da cidade. Os detalhes estão na coluna do advogado Marcelo Araújo. Leia e ouça a seguir.   Leia mais

12 de abril de 2016
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Coluna do Marcelo Araújo: Gustavo Fruet; nosso Midas ao avesso

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Marcelo Araújo*

Imagine comigo uma pessoa posando na frente de um quadro de medalhas e troféus, defronte a um pano azul, todo sorridente e se vangloriando da realização. Mas você olha com mais atenção e vê que essas honrarias não são do personagem, pois sua única obra foi pendurar o pano azul no fundo!

Dia desses eu não acreditei ao ver aquele que dizem ser o prefeito de Curitiba numa propaganda partidária mostrando as realizações de sua gestão, e não é que me aparece a imagem da trincheira da Rua Chile, com seus inconfundíveis ladrilhos azuis!

Eu estava lá! No dia 24 de março de 2012 o prefeito Luciano Ducci inaugurava a dita trincheira no primeiro período da manhã daquele sábado, e logo em seguida, na mesma manhã, inaugurava a trincheira do Bacacheri/ Bairro Alto, obras de R$ 23 milhões para atender diretamente 200 mil pessoas de sete grandes bairros da cidade, além da estrutura viária como um todo.

Nas redes sociais pipocaram algumas postagens indignadas mostrando fotos da época e desmentindo o que havia acabado de ser mostrado. Estranhamente a tal propaganda sumiu, mas tem gente que viu! O Gustavo é o personagem do primeiro parágrafo. Ele aparece diante das grandes obras herdadas e quando você vê com mais atenção descobre que na imagem mostrada a única obra que ele realizou foi o reforço da pintura no asfalto, naturalmente desgastada depois de quatro anos. Leia mais

29 de março de 2016
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Coluna do Marcelo Araújo: ‘Calçadas verdes’; um novo conceito sem definição legal

Marcelo Araújo*

A implantação das ‘Calçadas Verdes’ em Curitiba continua rendendo comentários e questionamentos. Conforme noticiado pela prefeitura, Curitiba não é pioneira, pois a inspiração teria vindo de Nova Iorque e Buenos Aires. Ainda que Curitiba esteja assumindo a condição de ‘República de Curitiba’, a divisão político-administrativa de um país deve ser considerado, o que tem relevância quando se fala em legislação. Coincidentemente ambas as cidades estão dentro de estados do mesmo nome, na verdade província de Buenos Aires no caso da cidade de Buenos Aires e estado confederado de Nova Iorque, no caso de Nova Iorque.

No caso do Brasil a legislação de trânsito deve ser uniforme em todas as unidades ‘federadas’ e suas respectivas cidades, cabendo à União privativamente legislar sobre a matéria. Ainda que o trânsito uma matéria multidisciplinar (engenharia, psicologia, medicina, etc.), a engenharia de tráfego de uma cidade deve se utilizar de sinalização e regras nacionais. No caso de iniciativas pioneiras ainda não amparadas pela legislação, devem ser implantadas mediante autorização e de forma muito restrita a um local determinado para avaliação de comportamento e resultados, que poderão servir de base para mudanç Leia mais

23 de março de 2016
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Coluna do Rafael Greca: Basta de xepa; Curitiba merece muito mais

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Rafael Greca*

O atual prefeito Gustavo Fruet (PDT) é prova viva da contradição. Dizem que estaria deprimido com a recente proclamação, pelo ex-presidente Lula, da “República de Curitiba”! E que isto estaria se refletindo na sua caótica desprefeitura. Fruet já teria vislumbrado que suas escolhas de 2012 inviabilizaram 2016.

O que precisa de reparos, não repara. E o que não precisa, repara. O que precisa de conserto, não conserta. E o que não precisa, desconserta. O que precisa de conservação, não conserva. O que precisa de finalização, não termina.

Os serviços públicos da nossa Prefeitura, outrora modelo, hoje parecem xepa.

O dicionário diz que “xepa” é sobra. Coisa pouca, coisa ruim. O nome dado às últimas mercadorias das feiras livres, produtos de menor qualidade, por isso oferecidos a pouco valor.

Xepa é também o nome dado àquela comida que sobrou do almoço, e será servida no jantar, requentada, sem o mesmo sabor.É gíria de jornalheiros a referir folha lida e desgastada, que foi colocada novamente a venda.

Xepa, no sentido de sobra de propinas, foi o nome dado pela Polícia Federaç à 26ª fase da Operação Lava Jato. Flagrou o marqueteiro de Gustavo Fruet (PDT), Gleisi Hoffmann (PT) e Enio Verri (PT) em transações com propinas que podem levar aos verdadeiros beneficiários do caso, os candidatos.

Conforme o bem informado blog “O Antagonista”, Oliveiros Marques é Leia mais

22 de setembro de 2015
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Coluna do Marcelo Araújo: ‘Área Calma’ em Curitiba, novidade ou engodo?

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Marcelo Araújo*

Hoje não poderia ser outro o assunto: Área Calma de Curitiba. E ao final do texto haverá duas conclusões possíveis: ou nosso prefeito é extremamente inteligente, perspicaz e manipulador ou é um retardado.

Se ele de fato acredita piamente que inventou uma coisa nova ele é retardado, por pensar que está retardando a velocidade. Se ele sabe que não inventou nada e mesmo assim conseguiu uma manchete na Gazetona de sábado com metade da primeira página, mais um artigo na página 2 do mesmo periódico e colocou uma população inteira discutindo a invenção da roda, o cara é esperto.

Vamos analisar friamente: todas as vias do polígono chamado de Área Calma é de vias coletoras ou vias locais, conforme definição do anexo I do Código Brasileiro de Trânsito (CTB) por sua característica de distribuição numa região da cidade. Pelo artigo 61 do CTB, quando não há sinalização regulamentadora de velocidade, nas vias coletoras a velocidade será 40Km/h e nas locais 30Km/h. A via local é aquela destinada apenas ao acesso local ou áreas restritas, como o caso da Rua Monsenhor Celso embaixo do focinho da Gazeta, e que não tem saída para a Pedro Ivo. Portanto, em vias como essa a velocidade não reduziu nem se manteve, ela aumentou!

O substrato para implantação da Área Calma seria o número de acidentes com pedestres, atropelamentos que resultam l Leia mais

15 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Marcelo Araújo: Os três patetas e o ‘Centro Acalmado’

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Marcelo Araújo*

Curitiba parece que é um grande reduto de pessoas ansiosas, nervosas e irritadas, de tanto que se fala em calma, calma, calma.

Nosso prefeito quando não sabe o que fazer ou não tem opinião já inicia sua fala dizendo que tal assunto (qualquer assunto) precisa ser visto com calma, sem pressa, com muita prudência, e chega a confundir o público se é cauteloso ou ‘covardão’.

No trânsito a moda começou com a Via Calma da Avenida Sete de Setembro, que na minha opinião poderia ser Via com Faixas Calmas, vez que na mesma via a canaleta do ônibus tem velocidade superior, o que é fator de risco aos pedestres diante da aproximação distinta dos veículos.

Agora a novidade seria o ‘Centro Acalmado’, que é uma área no centro da cidade (ou um polígono pra ficar mais bonitinho) cujas vias teriam sua velocidade limitada a 30, 40 ou 50Km/h. Não, não significa que haverá vias de 30, outras de 40 e outras de 50 e sim que até agora não se decidira qual dessas velocidades seria implantada no tal polígono.

O legislativo municipal está curioso sobre os critérios e estudos que não chegaram a um consenso, mas que o prefeito pediu encarecidamente que isso ocorresse até o início da Semana Nacional de Trânsito ainda deste ano (18 a 25 de setembro).

Ao que me parece as velocidades de 40 ou 50Km/h sequer são atingidas pela maioria dos motoristas, e as exceções ocorreriam apenas com aqueles que arrancam bruscamente ou que aceleram quando se forma uma ‘clareira’ em meio ao trânsito intenso, pois de outra forma dificilmente a velocidade média de 15Km/h é ultrapassada nessa área.

Da mesma forma seria necessária uma intensa fiscalização em praticamente todas as vias com equipamentos fixos, ou em todas aleatoriamente com radar estático.

De qualquer maneira, é estranha essa indefinição pois a fiscalização de velocidade implica na realização de estudos técnicos prévios nos termos da Resolução 396 do Contran, além da colocação de placas de velocidade máxima quando o veículo adentra por uma transversal, bem como do encaminhamento de tais estudos às JARI e ao Conselho Estadual de Trânsito.

Toda essa indefinição entre IPPUC, SETRAN e o Prefeito faz lembrar do antigo seriado dos Três Patetas. Adivinha quem seria o Larry?

De multa eu entendo!

*Mar Leia mais