4 de abril de 2018
por Eugênio Aragão
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Há 3 anos, servidores protestavam contra os “deputados do camburão” nas bases


No dia 04 de abril de 2015, um sábado, véspera da Páscoa, os professores e servidores estaduais protestavam contra os deputados da “bancada do camburão” nas bases. Eles faziam pressão para que os parlamentares rejeitassem os projetos do governador Beto Richa (PSDB) contra a educação. Relembre. ... 

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22 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Ao vivo: Band TV realiza 1° debate democrático na eleição pela Prefeitura de Curitiba

A Band TV realiza na noite desta segunda (22) o primeiro democrático com todos os nove candidatos à Prefeitura de Curitiba. Leia mais

17 de março de 2016
por Esmael Morais
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Coluna do Requião Filho: O novo regramento das PCHs e mais um golpe contra os paranaenses

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Requião Filho*

Está em trâmite na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) uma manobra para facilitar novas concessões de Pequenas Centrais Hidrelétricas — PCHs à iniciativa privada. Trata-se de Emenda Constitucional, de autoria da Deputada Maria Victória (PP), que pretende alterar a redação do artigo 209 da Constituição Estadual, com o objetivo de retirar da Assembleia Legislativa a possibilidade de autorizar, ou não, novas concessões.

Com o fim da necessidade de autorização da Assembleia Legislativa, o processo de novas concessões, por óbvio, fica mais célere e menos burocrático, porém, perigosamente livre do controle do Poder Legislativo.

A autorização da Alep serve como verdadeiro sistema de freios e contrapesos ao ato do Poder Executivo que traz impactos significativos para a fauna e flora do Estado, bem como aos recursos hídricos. O argumento dos defensores do Projeto é que para obter a concessão continua sendo necessário o atendimento de todos os requisitos da legislação ambiental e que isto colocaria freio em eventuais desmandos.

Lembrando que, em 2015, o Poder Executivo conseguiu aprovar o PL nº549/2015 na Assembleia, que autorizava a construção de várias PCHs.

Ocorre que há mais interesses por trás da proposta de retirar a autorização da Assembleia do que a simples diminui Leia mais

21 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Coluna da Maria Victória: A importância do ensino do Inglês nos primeiros anos de uma criança

Maria Victoria Borghetti Barros*

Há algumas semanas falei aqui sobre a necessidade de se ampliar os investimentos na primeira infância, pois é a fase em que as crianças de 0 à seis anos definem a sua personalidade. Nesta semana, venho defender um projeto que tenho trabalhado há alguns anos, que é a implantação do ensino da língua inglesa nas escolas municipais, ou seja, do 1º ao 5º ano de ensino, pois nesta etapa é que as crianças têm mais facilidade no aprendizado.

Uma pesquisa realizada entre os professores, municipais e estaduais, da Regional de Maringá, mostrou que 90% deles apoiam a implantação do inglês em sala de aula já no primeiro ano escolar. Desde 2014, isso é uma realidade nas escolas municipais de Maringá, e os números comprovam que a inclusão do inglês nos primeiros anos do ensino fundamental influenciou na melhora das notas das demais disciplinas.

A cidade de Maringá alcançou no último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) a meta prevista para ser atingida no ano de 2021. E é isso que pretendemos levar a diversas cidades do Paraná, pois sabemos que somente com a educação será possível criar uma nova cultura, uma nova sociedade para as futuras gerações.

Tenho conversado com diversos prefeitos sobre a implantação deste projeto. Recentemente, me reuni com os prefeitos da região da Amusep. Pude apresentar a eles a forma utilizada em Maringá para incluir a disciplina na grade curricular e os avanços que o município teve na educação, pois o ensino de uma segunda língua é fundamental para aumentar o desenvolvimento cognitivo das crianças e adolescentes .

Estou convencida de que no mundo em que vivemos hoje, as crianças tem que ter a oportunidade de aprender uma segunda língua, e no sexto ano o ensino do inglês já é tarde, a facilidade de aprender não é a mesma. Vamos junto trabalhar pra que esse sonho de ter o inglês nas escolas municipais se torne uma realidade.

Desejo a todos um Natal abençoado.

*Maria Victoria Borghetti Barros é deputada Leia mais

7 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Coluna da Maria Victória: A importância do investimento na primeira infância

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Maria Victoria Borghetti Barros*

Recentemente concluí um curso na Universidade de Harvard em parceria com a Fundação Maria Cecília Vidigal, Núcleo de Ciência pela Primeira Infância (NCPI) e o Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) sobre o desenvolvimento na primeira infância.

Gostaria de compartilhar meu aprendizado e espero poder conquistar seu apoio para esta causa tão nobre e importante para as futuras gerações.

Um estudo de Hofstade sobre Diferenças Culturais, modelo usado para facilitar a compreensão e adaptação de administradores estrangeiros no Brasil, permite comparar países baseados em seis dimensões, sendo elas: power distance, individualism, masculinity, high uncertainty avoidance, long-term orientation e indulgence.

De acordo com o gráfico (abaixo), conclui-se que o Brasil é imediatista e pensa a curto prazo, enquanto países como Alemanha e China, obtiveram um crescimento econô Leia mais

27 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Deputado quer tirar do Bolsa Família para engordar o Fundo Partidário

O deputado federal Ricardo Barros (PP) apresentou emenda ao orçamento da União para que seja triplicado o fundo partidário, que é a verba para sustentação dos partidos políticos. Caso aprovada, a verba destinada às legendas teria um acréscimo de R$ 600 milhões.

Seria uma forma de compensar em parte a dificuldade de financiamento da atividade política com as “perdas” ocasionadas pelo fim do financiamento privado das campanhas.

Acontece que o mesmo Ricardo Barros (PP) propôs um corte de cerca de R$ 10 bi no programa Bolsa Família, principal programa social do País desde os governos do ex-presidente Lula.

Novamente o “Leitão Vesgo”, que é como Barros como ficou conhecido por “mamar em uma teta de olho na outra”, deixa claro que para ele e boa parte dos políticos tradicionais, é preferível sempre cortar dos mais pobres do que reduzir os próprios benefícios.

Essa também é a lógica do governo de Beto Richa, que por sinal tem a esposa de Barros, Cida Borguetti (PROS), como vice; e o apoio da filha, Maria Victoria (PP), na “Bancada do Camburão”.

Com informações da Coluna Poder da Folha de São Paulo.

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15 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Richa se isola em debate sobre eleição para diretor de escola; “Retira ou rejeita!”, gritam educadores; assista

audiencia

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) realizou na noite de ontem (14) uma concorrida audiência pública sobre o projeto de lei do governador Beto Richa (PSDB) que ‘cassa’ o voto de pais, alunos, professores e funcionários de 2,1 mil escolas ao propor novas regras para a eleição de diretor.

A audiência foi convocada pela Comissão de Educação da Alep e conduzida pelo presidente da comissão, deputado Hussein Bakri (PSC), que logo no início da sessão lamentou a ausência da secretária de Estado da Educação (SEED), Ana Seres Trento Comin, representada pela superintendente do órgão, Fabiana Campos.

A audiência pública foi transmitida ao vivo pelo Blog do Esmael com imagens da TV 15. Fizemos um compacto com os momentos mais marcantes do debate. Confira o vídeo a seguir:

O deputado federal João Arruda (PMDB) fez uma série de sugestões ao texto do projeto para que a lei tenha um caráter mais democrático, conferindo mais responsabilidades para as comunidades escolares.

Já o deputado Nereu Moura (PMDB) elogiou o esforço do correligionário João Arruda, mas adiantou que a posição da bancada da oposição na Alep será a de apoiar e encaminhar a posição decidida pela APP-Sindicato.

Nem os deputados governistas presentes na audiência tentaram defender o projeto do governo. Maria Victória (PP), que também integra a comissão de educação, foi bastante vaiada mas tentou sair pela tangente dizendo que sua vontade era fazer o melhor para as crianças do Paraná e que estava ali para aprender; no entanto, saiu logo após discursar.

O deputado Felipe Francischini (SD) fez uma fala positiva(!) tocando em pontos importantes do projeto, como a necessidade de se garantir a ampla defesa aos diretores antes de qualquer determinação de afastamento. Marcio Pacheco (PPL) e Chico Brasileiro (PSD) se manifestaram contra o projeto governista e em apoio à posição dos professores.

O deputado Nelson Luérsen (PDT) abordou a teimosia do governador Beto Richa, que não desiste de perseguir servidores públicos e professores do Paraná. Ele defendeu a retirada do projeto da pauta. Leia mais

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