21 de dezembro de 2015
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Coluna da Maria Victória: A importância do ensino do Inglês nos primeiros anos de uma criança

Maria Victoria Borghetti Barros*

Há algumas semanas falei aqui sobre a necessidade de se ampliar os investimentos na primeira infância, pois é a fase em que as crianças de 0 à seis anos definem a sua personalidade. Nesta semana, venho defender um projeto que tenho trabalhado há alguns anos, que é a implantação do ensino da língua inglesa nas escolas municipais, ou seja, do 1º ao 5º ano de ensino, pois nesta etapa é que as crianças têm mais facilidade no aprendizado.

Uma pesquisa realizada entre os professores, municipais e estaduais, da Regional de Maringá, mostrou que 90% deles apoiam a implantação do inglês em sala de aula já no primeiro ano escolar. Desde 2014, isso é uma realidade nas escolas municipais de Maringá, e os números comprovam que a inclusão do inglês nos primeiros anos do ensino fundamental influenciou na melhora das notas das demais disciplinas.

A cidade de Maringá alcançou no último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) a meta prevista para ser atingida no ano de 2021. E é isso que pretendemos levar a diversas cidades do Paraná, pois sabemos que somente com a educação será possível criar uma nova cultura, uma nova sociedade para as futuras gerações.

Tenho conversado com diversos prefeitos sobre a implantação deste projeto. Recentemente, me reuni com os prefeitos da região da Amusep. Pude apresentar a eles a forma utilizada em Maringá para incluir a disciplina na grade curricular e os avanços que o município teve na educação, pois o ensino de uma segunda língua é fundamental para aumentar o desenvolvimento cognitivo das crianças e adolescentes .

Estou convencida de que no mundo em que vivemos hoje, as crianças tem que ter a oportunidade de aprender uma segunda língua, e no sexto ano o ensino do inglês já é tarde, a facilidade de aprender não é a mesma. Vamos junto trabalhar pra que esse sonho de ter o inglês nas escolas municipais se torne uma realidade.

Desejo a todos um Natal abençoado.

*Maria Victoria Borghetti Barros é deputada Leia mais

14 de dezembro de 2015
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Coluna da Maria Victória: Pelo corte no programa Bolsa Família

“A pior ditadura não é aquela que aprisiona o homem pela força,
mas sim pela fraqueza, fazendo-o refém das próprias necessidades”
Júlia Lícia

Maria Victoria Borghetti Barros*

Sou suspeita em falar sobre esse assunto, já que a proposta do corte no programa assistencialista Bolsa Família no orçamento do Governo Federal para o ano de 2016 é do deputado federal Ricardo Barros, meu pai. Mas sinto que devo emitir minha opinião: É triste ver o Governo Federal dando o peixe, ao invés de ensinar a pescar, ainda mais para mim, totalmente favorável ao investimento em educação a longo prazo no Brasil, acreditando ser a única salvação para o futuro de uma geração mais preparada e digna de ser brasileira.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome afirma que 72% da população adulta beneficiada pelo Programa possui renda declarada, seja com emprego de carteira assinada ou com trabalho no mercado informal. O cartão Bolsa Família funciona como complemento de renda, ou seja, é demagogia dizer que as pessoas beneficiadas voltarão à miséria.

Significa somente que o PT perderá parte de seu eleitorado, amarrado e costurado por assistencialismo, populismo puro. Ao invés de dar condições dessas pessoas se capacitarem profissionalmente, e assim, caminharem com as próprias pernas, o Governo faz com que elas fiquem na dependência de tal benefício.

O Governo Federal precisa colocar as contas em ordem para sair da crise. É preciso permitir que investimentos voltem a ser realizados para gerar empregos e renda, fazendo o país voltar a crescer. Só assim, e sem a corrupção que escandaliza a cada dia, poderemos ver o Brasil e sua população receber e ser o que, de fato, merece.

Temos um déficit no orçamento da União superior a R$ 30,5 bilhões. Cortes tem que ser feitos e não tem mágica, e não é com cortes vultosos na Educação, como os R$ 7 bilhões anunciados no início do ano, além da diminuição de turmas do Pronatec, programa voltado para o ensino técnico e profissional, é que o problema será resolvido.

*Maria Victoria Borghetti Barros é deputada estadual, pré-candidata a prefeita de Curitiba pelo PP, vice-presidente da Comissão de Educação na Assembleia Legislativa do Paraná. Ela escreve às segundas-feiras no Leia mais

7 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna da Maria Victória: A importância do investimento na primeira infância

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Maria Victoria Borghetti Barros*

Recentemente concluí um curso na Universidade de Harvard em parceria com a Fundação Maria Cecília Vidigal, Núcleo de Ciência pela Primeira Infância (NCPI) e o Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) sobre o desenvolvimento na primeira infância.

Gostaria de compartilhar meu aprendizado e espero poder conquistar seu apoio para esta causa tão nobre e importante para as futuras gerações.

Um estudo de Hofstade sobre Diferenças Culturais, modelo usado para facilitar a compreensão e adaptação de administradores estrangeiros no Brasil, permite comparar países baseados em seis dimensões, sendo elas: power distance, individualism, masculinity, high uncertainty avoidance, long-term orientation e indulgence.

De acordo com o gráfico (abaixo), conclui-se que o Brasil é imediatista e pensa a curto prazo, enquanto países como Alemanha e China, obtiveram um crescimento econô Leia mais

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