Coluna do Rafael Greca: Curitiba vira sapolândia punk; fada madrinha de Fruet cai no buraco da Lava Jato

Rafael Greca* Visitei uma Curitiba sobre palafitas que Fruet, ao tentar enganar a torcida, chama de novo “Parque do Bugio”. Nada mais do que um segmento, não urbanizado, do Parque do Iguaçu dos mapas dos prefeitos Jaime Lerner e Saul Raiz. Descubro que esta parte da cidade precisa mais do que um prefeito. Precisa de … Read more

Coluna do Bruno Meirinho: Uma cidade refém dos empresários do transporte coletivo

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Em sua coluna semanal, Bruno Meirinho (PSOL) volta a falar do imbróglio do transporte público municipal e metropolitano de Curitiba. Para ele, a cidade é refém dos empresários que exploram o transporte com contratos irregulares e sem transparência. Estamos diante de mais uma chantagem para o aumento dos repasses às empresas, e consequente aumento da tarifa, enquanto a prefeitura age com passividade e conivência. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Bruno Meirinho*

A atual situação da gestão do transporte coletivo em Curitiba é emblemática: de um lado, temos todos os elementos demonstrando a absoluta irregularidade dos contratos com as empresas, dos benefícios indevidos aos empresários e uma tarifa abusiva; de outro, os empresários dizendo o funcionamento é “deficitário” e que a tarifa precisa aumentar mais ainda.

Talvez nenhuma outra conjuntura teria permitido dizer, com tanta clareza, como essas empresas de transporte formam uma verdadeira máfia. E o mais grave: talvez nunca sentimos de forma tão evidente como a cidade é refém dessa máfia.

Por um lado, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) faz muito pouco para enfrentar o esquema das empresas do transporte. É vergonhosa a resistência meramente cenográfica da prefeitura e da Urbs frente às empresas. Simulam “enfrentamentos”, entram com ações perdidas na justiça, mas ignoram a parte mais importante: as pessoas na rua. Diante das manifestações de 2013, Fruet preferiu a passividade, desperdiçando a energia de todos que naquele momento se indignaram contra o cartel.

Por outro lado, é preciso ter clareza de como a cidade é refém das empresas de transporte coletivo. Mesmo que tivéssemos uma prefeitura mais corajosa e disposta a enfrentar as empresas, seguramente as consequências do enfrentamento seriam os locautes frequentes e outras condutas criminosas dos empresários do transporte coletivo.

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‘Urbs faz terrorismo e atrasa pagamento dos trabalhadores’

urbsA Urbanização de Curitiba (Urbs), empresa que administra o transporte público municipal da Capital, atrasou, sem qualquer aviso prévio ou justificativa, o pagamento de seus funcionários.

O Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) firmado entre a Urbs e o SindiUrbano, prevê que o pagamento deve ser feito sempre no dia 25 de cada mês. Esse pagamento é feito sempre pela manhã, mas até agora os valores não foram creditados na conta dos 1,5 mil trabalhadores.

Segundo o presidente do SindiUrbano, Valdir Mestriner, não há nenhum motivo para o atraso, pois não existe corte em nenhuma receita da Urbs. “Tudo nos leva a crer que se trata de puro terrorismo contra os trabalhadores para intimidar nossas mobilizações e reivindicações”, completou Valdir.

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Coluna do Jorge Bernardi: “A herança maldita de Beto Richa para Curitiba vai até 2035”

herancaJorge Bernardi*

Quando Prefeito de Curitiba Beto Richa fez a licitação do transporte coletivo de Curitiba. Uma reivindicação antiga da população que, em tese, deveria diminuir o preço da tarifa, já que permitiria a disputa entre interessados pela prestação do serviço.

Infelizmente a licitação se transformou num jogo de cartas marcadas em que, as mesmas empresas que operavam o sistema a décadas, dividiram os lotes entre si. A passagem de ônibus da capital paranaense, que sempre foi uma das mais baratas das capitais, após a concorrência, ficou entre as três mais do Brasil, e continua no preço atual de R$ 3,30.

A licitação garantiu contrato por 25 anos, para as empresas que formaram um cartel, no valor de R$ 1 bilhão por ano, ou seja R$ 25 bilhões no período. Dinheiro este que está sendo sugado do bolso dos trabalhadores e da economia de Curitiba, pois a metade deste custo é arcado por toda a sociedade através do vale transporte.

Ao assumir a Prefeitura de Curitiba, em 2013, Gustavo Fruet afirmou que iria abrir a CPI da URBS, empresa de economia mista de controle municipal que gerencia o transporte coletivo. Todos acreditaram na promessa do prefeito e passaram a trabalhar neste sentido.

Foram constituídas várias comissões entre elas a CPI do Transporte Coletivo da Câmara Municipal e a Auditoria do Tribunal de Contas. Os resultados do trabalho convergiram as mesmas conclusões: a licitação foi fraudada e a tarifa esta superfaturada.

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Prefeituras de Araucária e Curitiba dão “chapéu” na inoperância de Ratinho Jr

A novela do transporte público da Região Metropolitana de Curitiba tem um novo episódio e, tudo indica, traz um final menos infeliz para os usuários. Após o revolta de passageiros ocorrida no Terminal Vila Angélica, em Araucária, que teve a Polícia usando bombas e balas de borracha para conter os usuários do sistema, as prefeituras … Read more

UGT promete aliança com estudantes pela redução da tarifa de ônibus

A União Geral dos Trabalhadores (UGT), seção Paraná, indignada com aumento na tarifa do ônibus, que saltou nesta terça-feira (11) de R$ 2,70 para R$ 2,85, promete infernizar a vida do prefeito Gustavo Fruet (PDT) nos próximos meses. A entidade sindical avisa que fará uma aliança com o movimento estudantil para reduzir o preço da … Read more

Curitiba não é Paris, mas é uma festa para a máfia do transporte coletivo

Eu sei que Curitiba não é Paris nem fica na França, mas a comparação é um método fantástico de aferição de políticas públicas. Para diminuir a poluição do ar, o transporte público em Paris e nas cidades de Caen e Rouen será gratuito. A intenção é diminuir o número de carros circulando pelas ruas. Quase … Read more