28 de dezembro de 2017
por Esmael Morais
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Araucária (PR) dá exemplo para São Paulo ao reduzir tarifa do ônibus

A velha mídia informa nesta quinta-feira (28) que São Paulo vai aumentar a tarifa de ônibus de R$ 3,80 para R$ 4,00 a partir da semana que vem. Na contramão das gestões dos tucanos Geraldo Alckmin e João Doria, que combinaram o aumento, o município de Araucária, na região metropolitana de Curitiba (PR), concedeu a gratuidade do transporte para todos os estudantes e reduziu a tarifa para os demais usuários de R$ 4,25 para R$ 2,90. Aos domingos, ninguém paga a passagem de ônibus. As catracas ficam livre, inclusive para quem vai para Curitiba. ... 

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14 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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“Barbudinhos e lobos maus atacam Greca”

O jornalista Celso Nascimento postou uma foto no blog Gazeta do Povo, nesta terça (14), sugerindo que o prefeito Rafael Greca (PMN) estaria mancomunado com o empresário Donato Gulin, dono de 70% da frota de ônibus de Curitiba. Leia mais

13 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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TCE obriga Greca baixar tarifa de ônibus

O prefeito Rafael Greca (PMN) sofreu um duro revés nesta segunda-feira (13) no Tribunal de Contas do Estado, que determinou a suspensão imediata do aumento na tarifa de ônibus em Curitiba. Leia mais

9 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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Greca enfrentará novo protesto contra aumento do ônibus na sexta-feira

O prefeito de Curitiba Rafael Greca (PMN) poderá torrar seu capital político bem antes que imaginava, pois, em menos de uma semana, haverá na sexta (10) uma nova manifestação contra o aumento abusivo na tarifa de ônibus. Leia mais

6 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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Ué, cadê o subsídio do Richa?

Pela primeira vez na história deste Paranazão de meu Deus, um governador, Beto Richa (PSDB), criou um subsídio que eleva o preço das coisas. Leia mais

18 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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‘Ou cai o preço da tarifa do ônibus ou cai o prefeito Fruet’, diz movimento contra R$ 3,70

protesto_fruetO Movimento Contra o Roubo na Tarifa do Ônibus de Curitiba promete novo protesto nesta quinta-feira (18), às 18 horas, na Boca Maldita, com o objetivo de baixar o preço da passagem no transporte coletivo.

“3,70 nem tente” é o bordão do protesto de hoje, cuja organização é da Frente de Luta pelo Transporte — que reúne várias entidades.

‘Ou cai o preço da tarifa do ônibus ou cai o prefeito Gustavo Fruet’, irão reivindicar logo mais os manifestantes, numa clara radicalização do movimento contra o pedetista. Leia mais

4 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: Uma cidade refém dos empresários do transporte coletivo

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Bruno Meirinho*

A atual situação da gestão do transporte coletivo em Curitiba é emblemática: de um lado, temos todos os elementos demonstrando a absoluta irregularidade dos contratos com as empresas, dos benefícios indevidos aos empresários e uma tarifa abusiva; de outro, os empresários dizendo o funcionamento é “deficitário” e que a tarifa precisa aumentar mais ainda.

Talvez nenhuma outra conjuntura teria permitido dizer, com tanta clareza, como essas empresas de transporte formam uma verdadeira máfia. E o mais grave: talvez nunca sentimos de forma tão evidente como a cidade é refém dessa máfia.

Por um lado, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) faz muito pouco para enfrentar o esquema das empresas do transporte. É vergonhosa a resistência meramente cenográfica da prefeitura e da Urbs frente às empresas. Simulam “enfrentamentos”, entram com ações perdidas na justiça, mas ignoram a parte mais importante: as pessoas na rua. Diante das manifestações de 2013, Fruet preferiu a passividade, desperdiçando a energia de todos que naquele momento se indignaram contra o cartel.

Por outro lado, é preciso ter clareza de como a cidade é refém das empresas de transporte coletivo. Mesmo que tivéssemos uma prefeitura mais corajosa e disposta a enfrentar as empresas, seguramente as consequências do enfrentamento seriam os locautes frequentes e outras condutas criminosas dos empresários do transporte coletivo.

É claro que condutas criminosas dos empresários poderiam ser punidas, mas isso levaria tempo, e, ainda que durassem apenas alguns dias, o maior dano já teria sido causado à cidade: o caos no transporte coletivo.

O mais trágico é que já não estamos muito longe do caos. Com a desintegração metropolitana, as tarifas abusivas, o descumprimento dos itens contratuais pelos empresários (como a renovação da frota), a burocracia kafkiana do cartão transporte, entre outros elementos do bizarro serviço de transporte coletivo da cidade, como ainda podemos temer o caos? Tem como ficar pior?

Já foi notado por muita gente, na CPI do transporte coletivo – com a atuação corajosa dos vereadores Bruno Pessuti (PSC) e Jorge Bernardi (REDE) – e na investigação do Tribunal de Contas do Estado, que a licitação do transporte coletivo de Curitiba teve uma série de absurdos. Entre eles, o episódio em que a cidade pagou, “voluntariamente”, uma “indenização” aos empresários do transporte coletivo que ganharam a licitação.

Há dois modelos de concessão de serviços públicos a empresas privadas, Leia mais

11 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Jorge Bernardi: “A herança maldita de Beto Richa para Curitiba vai até 2035”

herancaJorge Bernardi*

Quando Prefeito de Curitiba Beto Richa fez a licitação do transporte coletivo de Curitiba. Uma reivindicação antiga da população que, em tese, deveria diminuir o preço da tarifa, já que permitiria a disputa entre interessados pela prestação do serviço.

Infelizmente a licitação se transformou num jogo de cartas marcadas em que, as mesmas empresas que operavam o sistema a décadas, dividiram os lotes entre si. A passagem de ônibus da capital paranaense, que sempre foi uma das mais baratas das capitais, após a concorrência, ficou entre as três mais do Brasil, e continua no preço atual de R$ 3,30.

A licitação garantiu contrato por 25 anos, para as empresas que formaram um cartel, no valor de R$ 1 bilhão por ano, ou seja R$ 25 bilhões no período. Dinheiro este que está sendo sugado do bolso dos trabalhadores e da economia de Curitiba, pois a metade deste custo é arcado por toda a sociedade através do vale transporte.

Ao assumir a Prefeitura de Curitiba, em 2013, Gustavo Fruet afirmou que iria abrir a CPI da URBS, empresa de economia mista de controle municipal que gerencia o transporte coletivo. Todos acreditaram na promessa do prefeito e passaram a trabalhar neste sentido.

Foram constituídas várias comissões entre elas a CPI do Transporte Coletivo da Câmara Municipal e a Auditoria do Tribunal de Contas. Os resultados do trabalho convergiram as mesmas conclusões: a licitação foi fraudada e a tarifa esta superfaturada. Leia mais

21 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Marcelo Araújo: “Transporte metropolitano só voltará ser integrado com renúncia do prefeito Fruet”

marcelo_rit_ratinho_fruetMarcelo Araújo* ... 

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26 de março de 2014
por Esmael Morais
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Fruet: “Não podemos mais alimentar a lógica do reajuste da tarifa do ônibus”

"Estamos fazendo todo esforço na busca por alternativas para manutenção da tarifa do usuário em R$ 2,70", afirmou hoje Gustavo Fruet; na sexta 21, decisão judicial frustrou tentativa de retirar impostos e taxa de risco do hibribus do cálculo tarifário; "Não podemos mais alimentar a lógica do reajuste da tarifa e do subsídio, sob pena de perder mais usuários e inviabilizar o sistema", pregou o prefeito.

“Estamos fazendo todo esforço na busca por alternativas para manutenção da tarifa do usuário em R$ 2,70”, afirmou hoje Gustavo Fruet; na sexta 21, decisão judicial frustrou tentativa de retirar impostos e taxa de risco do hibribus do cálculo tarifário; “Não podemos mais alimentar a lógica do reajuste da tarifa e do subsídio, sob pena de perder mais usuários e inviabilizar o sistema”, pregou o prefeito.

O prefeito Gustavo Fruet (PDT), nesta quarta (26), se pronunciou sobre decisão da Justiça que rejeitou tutela antecipada da ação declaratória na qual a Prefeitura de Curitiba questiona itens da planilha que compõe a tarifa do transporte coletivo. ... 

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20 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Exclusivo: TJPR suspende liminar do TCE que obriga redução da tarifa do ônibus em Curitiba

Tribunal de Justiça anulou liminar do TCE, nesta quinta, que obrigava a Prefeitura de Curitiba reduzir tarifa técnica em R$ 0,43, cujo valor cheio é de R$ 2,99; por conta de subsídios, usuários do sistema pagam hoje R$ 2,70; empresários do setor reivindicam reajuste ao prefeito Gustavo Fruet; motoristas e cobradores pressionam por aumento salarial; Fruet identificou repasse de R$ 600 mil mensais ao Sindimoc que, de acordo com sua equipe técnica, podem ser cortados da planilha visando baixar a tarifa.

Tribunal de Justiça anulou liminar do TCE, nesta quinta, que obrigava a Prefeitura de Curitiba reduzir tarifa técnica em R$ 0,43, cujo valor cheio é de R$ 2,99; por conta de subsídios, usuários do sistema pagam hoje R$ 2,70; empresários do setor reivindicam reajuste ao prefeito Gustavo Fruet; motoristas e cobradores pressionam por aumento salarial; Fruet identificou repasse de R$ 600 mil mensais ao Sindimoc que, de acordo com sua equipe técnica, podem ser cortados da planilha visando baixar a tarifa.

O desembargador Robson Curi, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), nesta quinta (20), suspendeu os efeitos da liminar do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que mandava a Prefeitura de Curitiba reduzir a tarifa do ônibus em 43 centavos. ... 

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7 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Especialista vê “vacilo” de Fruet em relação à  redução da tarifa de ônibus

por Lafaiete Neves*

A decisão do TCE ,em manter a liminar que determina a redução da tarifa em R$ 0,43, caiu como uma bomba no colo do prefeito Gustavo Fruet. O que o prefeito mais queria e agora teme foi essa decisão do TCE. Em julho de 2013, após quatro meses de trabalho intensivo, a Comissão nomeada pelo prefeito para analisar os parâmetros tarifários, em uma audiência na Prefeitura Municipal de Curitiba, entregou o relatório ao prefeito, onde comprovava o superfaturamento da tarifa em R$ 0,43, apresentando todos os parâmetros que deveriam ser expurgados da tarifa ou reduzidos em seu valor projetado pela URBS para o pagamento as empresas de ônibus e propondo para resolver o problema a anulação da licitação dadas as denuncias de fraude no edital de 2010. Essa licitação questionada posteriormente pelo relatório dos Sindicatos, do TCE e pela CPI do Transporte Coletivo, na mesma posição da Comissão da URBS, indicaram a anulação dos contratos gerados pela licitação que legitimou as distorções.

O prefeito não acatou as indicações dos quatro relatórios e a todos repetia a mesma coisa: Não vou pedir a anulação da licitação, vou aguardar uma decisão da Justiça!.

As jornadas de junho de 2013, reunindo milhares de pessoas em Curitiba clamava pela redução da tarifa e pela anulação da licitação. Mais uma vez o prefeito ignorou o clamor das ruas. As entidades sindicais, estudantis e populares foram várias vezes ao Ministério Publico do Paraná, solicitar a sua pronta intervenção ajuizando uma ação civil pública para anular os atuais contratos. Essa instituição até agora não tomou nenhuma iniciativa na defesa de milhares de usuários. E o povo defendeu nas ruas a não aprovação da PEC37 que reduzia os poderes de investigação do Ministério Público, derrotada por pressão das ruas sobre o Congresso Nacional . Para que?

Várias reuniões foram feitas com os Secretários do Prefeito, com a Procuradoria da Prefeitura de Curitiba, com a Vice-prefeita, solicitando uma ação junto ao prefeito para convencê-lo a pedir a anulação dos contratos do transporte coletivo de Curitiba. Também foram ações infrutíferas.

As entidades populares , sindicais e estudantis foram então a OABPR, onde tiveram uma ótima receptividade. Esta entidade representativa dos advogados do Paraná, encaminhou para uma Comissão de Políticas Públicas, que elaborou um relatório corroborando os quatro relatórios anteriores, encaminhado ao Prefeito Municipal, solicitando também a anulação da licitação.

Até agora não entendemos essa resistência do prefeito Gustavo Fruet em tomar uma atitude jurídica para anular os contratos, com tanto apoio que teve das entidades e da sociedade curitibana e paranaense.

Essa indecisão do prefeito está custando politicamente muito caro a sua gestão e economicamente muito pesada para os usuários do transporte coletivo.

O governador está assistindo de camarote o desgaste do prefeito e irá contribuir ainda mais para isto, pois tal decisão do TCE dá cobertura para o governador Beto Richa, que na ocasião do inicio do processo de licitação em 2009, era prefeito de Curitiba, tendo encaminhado a Câma Leia mais

13 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Requião emplaca CPI dos à”nibus e promete devassa nas tarifas

da Agência Senado

Como manda a tradição no Congresso Nacional, a presidência da CPI do à”nibus caberá ao proponente, senador Roberto Requião (PMDB-PR); embora a investigação da máfia no transporte coletivo tenha alcance nacional, parlamentar paranaense deverá convocar o prefeito Gustavo Fruet (PDT) e o governador Beto Richa (PSDB) para explicarem o preço abusivo da tarifa do ônibus na Grande Curitiba; "Nada é pior que a complacência e autocomplacência com a corrupção. Firmeza na CPI dos à”nibus", tuitou nesta sexta Requião, dando ideia de como agirá na comissão.

Como manda a tradição no Congresso Nacional, a presidência da CPI do à”nibus caberá ao proponente, senador Roberto Requião (PMDB-PR); embora a investigação da máfia no transporte coletivo tenha alcance nacional, parlamentar paranaense deverá convocar o prefeito Gustavo Fruet (PDT) e o governador Beto Richa (PSDB) para explicarem o preço abusivo da tarifa do ônibus na Grande Curitiba; “Nada é pior que a complacência e autocomplacência com a corrupção. Firmeza na CPI dos à”nibus”, tuitou nesta sexta Requião, dando ideia de como agirá na comissão.

A Secretaria-geral da Mesa do Senado confirmou no início da madrugada desta sexta-feira a criação da CPI do Transporte Público, após certificar o apoio de 28 senadores, um a mais do que o mínimo necessário. Até as 23h59 desta quinta-feira (12), prazo final para a confirmação dos apoios, foram retiradas 14 das 40 assinaturas que constavam inicialmente do requerimento apresentado pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), o que inviabilizaria a criação. No entanto, outras duas assinaturas foram apresentadas a cinco minutos do prazo fatal. ... 

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