17 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Oposição define data para ‘intervenção militar’ dos EUA na Venezuela

Oposição define data para ‘intervenção militar’ dos EUA na Venezuela

Pela primeira vez na história da humanidade agendou-se publicamente uma ‘intervenção militar’. O inédito fato ocorreu na Venezuela, onde a oposição ao presidente Nicólas Maduro marcou data para o início da intervenção dos Estados Unidos sob a rubrica de “ajuda humanitária”. ... 

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15 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Oposição já ensaia pedir impeachment de Bolsonaro: ele não tem condições de governar

Oposição já ensaia pedir impeachment de Bolsonaro: ele não tem condições de governar

Na penúltima crise, o ministro Gustavo Bebianno ficou com a fama de mentiroso e o presidente Jair Bolsonaro com a de medroso. Os panos quentes desta sexta (15) apenas disfarçam o mal-estar de todos os envolvidos no conflito surgido com o laranjal do PSL. ... 

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14 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em PT propõe revogação das maldades de Bolsonaro; assista ao vídeo

PT propõe revogação das maldades de Bolsonaro; assista ao vídeo

O PT no Senado tomou a iniciativa política ao propor nesta quinta-feira (14) um pacote de projetos que revogam todas as maldades do governo Jair Bolsonaro (PSL). ... 

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9 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em PT comemora 39 anos prometendo marchar sobre Bolsonaro; assista

PT comemora 39 anos prometendo marchar sobre Bolsonaro; assista

A deputada Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, comandou neste sábado (9), em São Paulo, ato político pela passagem de 39 anos do partido. ... 

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15 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em PT vai monitorar ataques de Bolsonaro à democracia

PT vai monitorar ataques de Bolsonaro à democracia

O PT se reuniu nesta segunda-feira (14) na Câmara dos Deputados para definir ações de monitoramento e oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

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2 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Milton Alves vê traços ‘bonapartistas e autoritários’ em Bolsonaro

Milton Alves vê traços ‘bonapartistas e autoritários’ em Bolsonaro

O ativista social Milton Alves, filiado ao PT de Curitiba, após analisar o discurso de posse, vê ‘traços bonapartistas e autoritários’ em Jair Bolsonaro (PSL).

Resistência ativa para derrotar o governo Bolsonaro, de neoliberais, generais e tribunais! Por Lula Livre!

Milton Alves*

Em artigo publicado em 4 de novembro, uma semana depois do resultado do segundo turno, escrevi sobre a necessidade de um eixo tático de resistência que agrupasse a esquerda em torno da palavra de ordem ‘Por Lula Livre’. Republico o texto novamente acrescentando, porém, duas notas: uma sobre a decisão do PT , PSOL e frações do PCdoB de não participar da solenidade de posse do governo Bolsonaro. A segunda, com base nos discursos de posse e das primeiras medidas anunciadas pelo novo governo, acerca do tipo e do caráter da oposição que o PT e a esquerda devem construir a partir da nova conjuntura política pós-eleições.

O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) acertaram politicamente quando decidiram não participar da solenidade de posse do novo governo no Congresso Nacional. O show de horrores e as provocações de Bolsonaro explicitaram, mais uma vez, que está em curso uma tentativa de mudança de regime, um novo modo de governar com traços bonapartistas e autoritários. Um regime de democracia limitada e tutelada pelo alto comando das Forças Armadas (FFAA). Além do ultraliberalismo entreguista na economia e do esmagamento dos direitos sociais e econômicos dos trabalhadores e dos pobres.

Desde o golpe, via impeachment, que derrubou o governo da presidente Dilma Rousseff segue uma disputa polarizada na sociedade brasileira centrada em duas narrativas básicas que disputam os rumos políticos do país, os corações e as mentes dos brasileiros. A polarização é um fato objetivo e segue ditando o comportamento dos atores políticos decisivos e do conjunto de classes e categorias sociais.

A prisão política de Lula e a vitória eleitoral de Bolsonaro são faces do mesmo e único processo. Se temos essa compreensão de conjunto, a questão nos remete, inevitavelmente, para a natureza do combate político que deveremos travar contra o governo dos neoliberais, generais e tribunais.

Logo, as altissonantes proclamações por frentes amplas e de união da esquerda com o centro tem pouca valia, se não identificarmos quem serão os nossos aliados fundamentais e as forças motrizes e centrais para derrotar o projeto dominante em curso.

Somente uma resistência ativa e de massas, impulsionada a partir das bases sociais dos trabalhadores organizados, do precariado dos grandes centros urbanos, da juventude e das camadas médias profissionais -, será capaz de criar uma muralha política para derrotar o projeto da extrema-direita. Sem essa base social mobilizada e em luta por um projeto alternativo, a esquerda será cada vez mais batida e isolada.

O maior desafio, portanto, é como vamos atrair, reunir e mobilizar esses setores e segmentos sociais para uma efetiva e sólida resistência: a forma e o conteúdo político ganham importância nesse novo cenário. Ao mesmo tempo, as dificuldades que se apresentam são imensas: os sindicatos e centrais seguem distantes dos trabalhadores na base; as organizações estudantis tradicionais estão esvaziadas e sem poder de mobilização; as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo ainda operam no circuito restrito das camadas mais mobilizadas de ativistas sociais. MST e MTST ameaçados de criminalização. Ou seja, a esquerda precisa reinventar novas formas organizativas de protesto social, explorar com habilidade e inteligência os novos recursos de mobilização social aberto pelas redes sociais (os “coletes amarelos” da França, são um exemplo positivo nesse sentido).

Nesse sentido, para romper o círculo de ferro imposto pela extrema-direita, que compõe o núcleo duro do novo governo, a esquerda vai precisar agir com mais audácia política, com mais vigor militante e assertividade organizativa, fortalecendo as ações extra-parlamentares, de rua – atuando de fora para dentro das atuais instituições – tensionando no limite a legalidade institucional do novo bloco dominante, das instituições parlamentares e dos tribunais.

É uma rota de acumulação de forças, que demarca com qualquer tentativa de acomodação e adaptação ao governo da extrema-direita.

Serão tempos de sangue, suor e lágrimas…

*****

A seguir artigo publicado em 04 de novembro:

Ainda estão crepitando as brasas da disputa eleitoral encerrada no último domingo (28), que, segundo os analistas políticos, foi a eleição presidencial mais polarizada na história do País. Grosso modo, dois projetos se defrontaram nas urnas, nas ruas e redes sociais. A vitória do candidato da extrema direita, Jair Bolsonaro (PSL), encerra um ciclo político iniciado com o processo de redemocratização, que aposentou os governos da ditadura e formulou o pacto político e social da Constituinte de 1988.

Aqui neste breve texto, o objetivo não é a realização de nenhum exame das causas da derrota do projeto democrático e popular, representado pelo candidato do Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad, mas, sim, prospectar os caminhos da necessária e inevitável resistência popular.

A vitória de Jair Bolsonaro (PSL), candidato de uma coalização de setores empresariais, banqueiros, militares, de segmentos do aparelho judiciário, do agronegócio mais reacionário, igrejas pentecostais e de grupelhos neofascistas, alcançando 57, 7 milhões de votos (55,13% dos votos válidos) contra 47,03 milhões (44,87%) de Fernando Haddad (PT), abre uma etapa de novos desafios políticos para a esquerda e redesenha o mapa da correlação de forças no país. Candidatos conservadores também venceram as eleições para os governos estaduais de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Ou seja, uma nova situação que vai exigir do conjunto da esquerda, em particular do PT, um esforço para a construção de uma frente política de resistência ao novo governo, tendo como núcleo central os partidos de esquerda e os movimentos sociais, para impulsionar uma potente oposição de caráter popular, construída pela base e unificada na defesa dos trabalhadores e dos pobres, da democracia, dos direitos sociais e da soberania nacional.

Nesse contexto, a retomada com todo vigor da campanha nacional e internacional por “Lula Livre” é um dos eixos centrais do combate ao governo autoritário, ainda mais agora com a nomeação do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça. Além disso, avulta a luta em defesa das liberdades democráticas e da soberania nacional. O que demanda também o debate mais aprofundado na esquerda da palavra de ordem de convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte – bandeira demonizada pela direita e a mídia monopolizada.

Por último, a experiência de toda uma geração de militantes da esquerda, incluindo os petistas, se deu num quadro de ascenso de massas, de grandes mobilizações populares, de vitórias eleitorais e de ocupação de espaços no aparelho de Estado em diversos níveis. Mesmo durante o período de hegemonia neoliberal dos governos de FHC, a luta social avançou e o PT se fortaleceu, acumulando sempre mais força. Porém, a situação mudou de qualidade. Há uma evidente defensiva entre as camadas de trabalhadores organizados, a classe média se deslocou para o conservadorismo e temos um cenário internacional e latino-americano de avanço da direita.

É nessa conjuntura adversa que estamos chamados a travar o combate em defesa de nosso projeto civilizatório de nação, com audácia, resiliência e com o otimismo da esperança.

Resistir é o primeiro passo…

*Milton Alves é ativista político em Curitiba e filiado ao PT. (

Artigo publicado originalmente no Blog do Esmael ... 

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26 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro começará governo como ‘preso’ de Queiroz e ‘refém’ de Lula

Bolsonaro começará governo como ‘preso’ de Queiroz e ‘refém’ de Lula

Não são nada bons os prognósticos para o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) cujo governo começará em 1º de janeiro. Ele tende a continuar ‘

preso ... 

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20 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro terá posse esvaziada pela oposição

Bolsonaro terá posse esvaziada pela oposição

A oposição que anunciou nesta quinta (20) a formação de um bloco de oposição – PDT, PCdoB e PSB — também antecipou o esvaziamento da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

“PDT, PSB e PCdoB confirmam bloco de oposição a Bolsonaro na Câmara. Se me apoiassem é que preocuparia o Brasil!”, ironizou Bolsonaro.

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21 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em PT no bloco de esquerda. Vem aí a Frente Ampla Antifascismo

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Errou quem apostou na divisão da esquerda após a eleição presidencial e vitória de Jair Bolsonaro (PSL). Está nascendo a Frente Ampla e Democrática Contra o Fascismo.

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1 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cappelli: À oposição resta a unidade ou a cadeia

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O jornalista Ricardo Cappelli afirma que à oposição resta apenas duas opções ou a unidade ampla ou aniquilamento [cadeia]. “É só escolher”, escreve.

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31 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro não terá votos para aprovar reformas

Bolsonaro não terá votos para aprovar reformas

Nem assumiu, o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já subiu no telhado. Isto porque, feitas as contas, ele não terá votos suficientes para aprovar reformas — como da previdência — na Câmara.

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31 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Senado pauta lei antiterrorismo. Já começou a ditadura de Bolsonaro?

Senado pauta lei antiterrorismo. Já começou a ditadura de Bolsonaro?

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) denuncia que lei criminaliza movimentos sociais e sindical está na pauta da CCJ do Senado, desta quarta-feira (31), e pode ser votada a partir das 10h. Para a senadora Glesi Hoffmann (PT-PR), projeto é um ataque à democracia e aos brasileiros.

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28 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em “Fora Bozo!”, já pedem petistas

“Fora Bozo!”, já pedem petistas

Jair Bolonaro (PSL) nem bem foi eleito nem ainda sentou na cadeira já imagina o tamanho da oposição que terá pela frente.

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22 de maio de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Governo recua de MP da privatização da Eletrobras

Governo recua de MP da privatização da Eletrobras

A resolução foi anunciada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na tarde desta terça-feira (22), após uma reunião de pauta de trabalho com Eunício Oliveira (MDB-CE), que preside o Senado. Maia afirmou que o governo ainda enviará um projeto de lei sobre o tema ao Legislativo. A oposição organizou uma forte obstrução para impedir a votação da MP 814/17 , que privatizava a Eletrobras.

A comissão especial que tratava do tema já havia aprovado o texto no início deste mês de maio. Mas uma massiva obstrução vinha sendo conduzida pela oposição para evitar que a MP chegasse à apreciação do Plenário.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), vice-líder da Minoria na Câmara, salientou que as alterações nas leis nº 12.111 e nº 10.438, previstas pela Medida Provisória 814, culminariam na privatização e na entrega do sistema elétrico brasileiro.

“Seria uma profunda agressão à soberania do país, na medida que ela facilitava, como demonstramos durante os debates na comissão especial, a privatização da Eletrobras, com impacto tarifário ao povo e ao setor produtivo nacional. Isso significaria uma remodelagem sem debate e sem discussão para facilitação do capital estrangeiro”, defendeu.

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30 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Requião Filho: “Vi o Estado do Paraná se desmanchar em corrupção”

Requião Filho: “Vi o Estado do Paraná se desmanchar em corrupção”

O deputado Requião Filho (MDB) elenca uma série de perguntas acerca da área da saúde e afirma que viu o Estado do Paraná se desmanchar em corrupção durante a gestão do ex-governador Beto Richa (PSDB).

Por que ser oposição? ... 

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17 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Requião Filho: Por que ser oposição?

Requião Filho: Por que ser oposição?

O deputado Requião Filho (MDB) escreve que é oposição ao grupo político que está no governo do Paraná porque defende tarifas congeladas da Copel e da Sanepar. “Empresa pública é para gerar crescimento do Estado, não lucro para acionistas”, fundamenta.

Por que ser oposição? Porque quero um Paraná para todos! ... 

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14 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Depois de fazer Lula preso político, mídia e judiciário querem amordaçar a oposição

Depois de fazer Lula preso político, mídia e judiciário querem amordaçar a oposição

O judiciário e a velha mídia golpistas conseguiram fazer de Lula um preso político. Agora, para completarem a obra, querem amordaçar a crescente oposição à violência contra o ex-presidente com o fim de afastá-lo da disputa eleitoral de outubro.

O ministro Gilmar Mendes, do STF, disse acertadamente na quinta (12) que o juiz Sérgio Moro, que mantém Lula preso em Curitiba,

comete “tortura” contra velhos e idosos ... 

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10 de abril de 2018
por Redacao
1 Comentário

Oposição faz obstrução política em defesa de Lula na Câmara

Líderes de partidos de Oposição – PT, PSOL, PDT. PSB e PCdoB – anunciaram na noite dessa terça-feira (10) que farão obstrução política em protesto pela prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no último sábado (7). Os parlamentares oposicionistas obstruíram a sessão de hoje que pretendia votar o projeto que estabelece um confuso “Sistema Único de Segurança Pública”, apresentado pelo deputado da “bancada da  bala”, Alberto Fraga (DEM-DF).

O líder do PT, Paulo Pimenta (RS), enfatizou o caráter político da prisão do ex-presidente. Segundo ele, “Lula não está acima da lei, mas também não está abaixo”.

Os líderes do PCdoB, Orlando Silva; da Minoria, Weverton Rocha (PDT-MA); da Oposição, José Guimarães (PT-CE); do PT, Paulo Pimenta; do PSB, Júlio Delgado (MG); do PDT, André Figueiredo (CE); e do PSol, Ivan Valente (SP) também apresentaram um requerimento ao presidente da Câmara para que fosse criada uma comissão externa para verificar in loco as condições em que se encontra Lula na superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR).

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29 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Beto Richa não deixou legado positivo no Paraná, diz líder da oposição

Beto Richa não deixou legado positivo no Paraná, diz líder da oposição

A oito dias de deixar o governo do Paraná para concorrer ao Senado, Beto Richa (PSDB) foi desafiado pelo líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Antônio Anibelli Neto (MDB), a apontar um único legado positivo nos 7 anos e meio de gestão tucana.

O parlamentar faz uma ressalva ao dizer que há sim um “legado”, pois Richa quebrou o Paraná: “O governador foi reeleito com o discurso de que o melhor estava por vir. Mas do ponto de vista prático os impostos, taxas e serviços aumentaram, os servidores públicos ficaram sem reajustes e o governo passou a utilizar o dinheiro da previdência do funcionalismo. Todo mês o Estado usa R$ 147 milhões de recursos que são da previdência dos servidores.”

Não é nem preciso lembrar que o governador do PSDB surrou os servidores no fatídico 29 de abril de 2015 para tomar-lhes a poupança previdenciária. Naquele triste dia, 213 pessoas ficaram feridas pelas balas de borracha, gás lacrimogêneo, cassetetes, cães, bombas, etc.

Dito isto, Anibelli prossegue na busca de mais legados de Beto Richa. O líder oposicionista lembrou do “tarifaço” do Detran, que aumentou em até 271% as taxas dos serviços; do aumento do ICMS sobre diversos itens, entre eles a gasolina, e da retirada da isenção do ICMS sobre 95 mil produtos de consumo popular, como alimentos, medicamentos, roupas, calçados, gás de cozinha; e da taxação em 11% dos aposentados e pensionistas do regime próprio de previdência que recebem acima de R$ 5,6 mil.

“Como o governo pode dizer que aumento na qualidade de vida da população se houve aumento do ICMS de diversos produtos e a retirada da isenção do ICMS de mais de 95 mil itens de consumo popular? Um cálculo feito pela Fiep revelou que esta medida representou uma redução R$ 800 milhões no poder de compra da população. Ao mesmo tempo, houve um aumento de 132% na conta de água, enquanto a inflação no período foi de 57%, e também um aumento de 64% na conta de energia”, questionou.

A lista de legados negativas é enorme. Há muitos outros que serão suscitados nos próximos meses. Entretanto, o principal legado de Beto Richa será a renúncia ao cargo no próximo dia 6, às 11 horas. Servidores e demais paranaenses prejudicados pelos tempos sombrios do tucano planejam levar champanhe para comemorar o “Fora Beto Richa” em frente ao Palácio Iguaçu.
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