A verdade precisa ser dita sobre o Auxílio Brasil de R$ 600

O Auxílio Brasil com valor de R$ 600 é sucessor do Auxílio Emergencial aprovado durante a pandemia.

Originalmente, o presidente cessante Jair Bolsonaro (PL) e o ‘sinistro’ da Economia, Paulo Guedes, defendiam apenas R$ 200 de ajuda para milhões de pessoas que perderam o emprego na pandemia e passavam fome.

Na época, o Palácio do Planalto socorreu primeiro os bancos em detrimento do povo.

Graças à oposição, o Auxílio Emergencial de R$ 600 foi aprovado no Congresso Nacional.

Depois, na prorrogação, o governo federal baixou o benefício para R$ 400.

Agora, nas vésperas das eleições, Bolsonaro propôs o aumento de R$ 200 no valor pelos próximos cinco meses.

Que a verdade seja dita:

Voltou à proposta original da oposição.

Oposição e situação se uniram pela aprovação da medida na Câmara dos Deptuados.

A Proposta de Emenda à Constituição, a PEC do Desespero, foi aprovada por 469 votos a favor e 17 contra.

Praticamente, uma unanimidade.

Sobre o Auxílio Brasil, que começará a ser pago em agosto, há três posições acerca disso:

1- A oposição defende a perenidade do benefício, qual seja, propõe sua efetivação como política pública duradoura;

2- O governo só concordou no aumento de R$ 200 por causa da eleição, após 31 de dezembro, volta a dura realidade para os milhares de beneficiados; e

3- Os governistas querem que metade dos R$ 41 bilhões resevados para os benefícios sociais sejam transferidos aos bancos a título de empréstimo consignado para velhos, doentes, viúvos e deficientes.

O Auxílio Brasil poderá beneficiar mais de 18 milhões de famílias brasileiras.

Além do Auxílio Brasil, a PEC autorizou o governo a dobrar o valor do Vale Gás, que passará a R$ 120, entre agosto e dezembro.

Cerca de 6 milhões de famílias recebem a ajuda para comprar o botijão de gás de 13 kg.

Já os caminhoneiros autônomos e donos de furgões e outros transportadores de veículos menores serão agraciados com R$ 1.000.

O Ministério da Infraestrutura está preparando uma lista de beneficiários com base no cadastro de transportadores autônomos da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Se você ainda não fez o cadastro único, o CadÚnico, o governo adiou o prazo fatal para os benefícios sociais entre agosto, outubro e dezembro.

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