24 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Pedro Parente, o ministro do “apagão” e do “paradão” neoliberal

Pedro Parente, o ministro do “apagão” e do “paradão” neoliberal

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, é um velho conhecido do mundo político. Com sua obsessão neoliberal, durante o governo FHC, levou o Brasil ao apagão no início dos anos 2000. Agora, emprestado para Michel Temer, Parente promove o “paradão” com a greve dos caminhoneiros. ... 

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27 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em “Sistema S” joga contra os industriais

“Sistema S” joga contra os industriais

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, anunciou nesta terça (27) que jogará contra os interesses do setor produtivo ao defender a privatização da Eletrobras. Até um vegetal é capaz de saber que as tarifas de energia dobrarão de preços se a estatal for vendida. ... 

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22 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em O ministro do apagão

O ministro do apagão

Um apagão pegou de calça curta o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, durante uma coletiva à imprensa na manhã desta quinta (22). Ele falava aos jornalistas no Rio de Janeiro. ... 

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12 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Richa dá novo calote em professores para garantir salário de comissionados

richa_comissionados_calote_professor.jpgNa calada da noite, o governo Beto Richa (PSDB) rebaixou o nível dos educadores paranaenses para garantir caixa para garantir o pagamento de salários dos servidores com cargo de comissão (sem concurso). ... 

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15 de abril de 2014
por Esmael Morais
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Apagões no governo Richa fizeram Copel despencar 11 posições no ranking nacional da ANEEL

O deputado estadual Nelson Luersen (PDT), nesta terça (15), subiu à  tribuna da Assembleia para denunciar sistemáticos apagões durante o governo Beto Richa (PSDB). Segundo o parlamentar, a Companhia Paranaense de Energia (Copel), outrora a melhor empresa de energia do país, perdeu onze posições em ranking da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Em 2012, na Nota Técnica n!º 0054, de 25 de abril, a Copel ocupava a 5!ª posição no mesmo ranking de eficiência na das Concessionárias de Distribuição de Energia Elétrica do Brasil.

A energética registrou lucro líquido de R$ 1,072 bilhão em 2013, alta de 53,0% sobre o lucro líquido de R$ 700,688 milhões de 2012. O diabo é que a apropriação do resultado tem sido cada vez mais privado ao invés de investido na melhoria dos serviços. Por isso a decadência e os apagões constantes.

A Copel vem deixando a desejar com apagões constantes, cortes de energia e falta de pessoal para reestabelecer a distribuição normal de energia!, denunciou o pedetista, alarmado com a queda brusca em apenas um ano.

Luersen disse que há mais de um ano vem pedindo a elaboração de uma Política de Eletrificação Rural no Paraná.

Em recente discurso em plenário, Luersen lembrou que o setor rural tem enfrentado prejuízos por conta dos apagões que chegam durar 14 horas no Sudoeste, região dependente de energia em virtude da avicultura.

No Litoral, não são raros os casos de falta de energia em temporada.

O deputado do PDT também ressaltou que a estatal energética desmontou o acervo técnico ao estimular a terceirização e o programa de demissão voluntário.

“O incentivo à  aposentadoria dos atuais quadros funcionais para reduzir despesas, corte de benefícios aos servidores com a retirada de horas extras e a redução de investimentos nas linhas de distribuição de energia de todo o Paraná” contribuíram para que a Copel despencasse no ranking nacional.

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22 de março de 2014
por Esmael Morais
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Em tempos de escassez e risco de apagão, país opta pela privatização da água e da energia

àgua e Energia: opção triunfante do Brasil pela poluição

Jose Roberto Borghetti e Antonio Ostrensky*

Em um tempo em que o fantasma do apagão assombra o já pouco eficiente e bamboleante setor industrial brasileiro e, ainda que em menor grau, assusta os incautos cidadãos comuns, estamos prestes a “comemorar” mais um Dia Mundial da àgua.

Justiça seja feita, o Estado Brasileiro faz sua parte para espantar esse fantasma. E faz isso como pode: rezando todos os dias – e com muita fé – para que São Pedro mande o único antídoto que pode,de fato, impedir que esse espectro da falta de planejamento provoque um colapso energético no país, a chuva.

O Brasil possui uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo. Entre 80% e 90% da geração elétrica vem de fontes renováveis. Segundo o Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2012, da Agência Nacional de àguas (ANA) – o País possui cerca de 1.000 empreendimentos hidrelétricos, sendo que mais de 400 deles são pequenas centrais hidrelétricas (PCH). Até 2011, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 70% dos 117 mil megawatts (MW) da capacidade instalada da matriz energética brasileira eram gerados por PCH!´s, usinas hidrelétricas e centrais de geração hidrelétrica. Entretanto, não adianta muito se produzir energia de forma relativamente limpa (pois há, sim, uma série de impactos advindos da geração de energia hidrelétrica), se a energia produzida é insuficiente para fazer o país crescer.

Contudo, se olharmos por um outro lado e considerarmos toda a matriz energética do Brasil (e não apenas a energia elétrica), veremos que nossa matriz energética está muito longe de ser limpa. Mais de 52% da energia que move o país vem do petróleo e seus derivados (óleo, gasolina, gás…), empurrando a energia elétrica para um modesto terceiro lugar, com apenas 13% do total, ficando atrás da energia gerada através do uso de álcool/biomassa (com 19,3%).

Se você vivia no Brasil antes de 2007, deve ter lido ou ouvido que o governo brasileiro estava investindo pesadamente em biocombustíveis e em fontes energéticas renováveis e limpas. Pelo discurso oficial, o Brasil se tornaria em uma potência energética limpa do terceiro milênio.

Mas, em 2007, Deus, por ser brasileiro, resolveu dar uma mãozinha para o país e então nos deu de presente o pré-sal, rapidamente vendido (sem trocadilhos) como a redenção de todos os problemas do país. O que se viu a partir daí foi uma verdadeira batalha política entre os estados “com pré-sal” e os estados “sem pré-sal” pelos royalties do tesouro recém descoberto.

A face menos perceptível desse fenômeno foi que, como mágica, sumiram os projetos de desenvolvimento tecnológico e de inovação para aprimoramento e popularização de fontes energéticas limpas.

Hoje, apenas em meia dúzia de estados (se tanto) ainda compensa abastecer o carro com álcool. A capacidade instalada para a geração de energia eólica no país mal chega a 1% da geração hidroelétrica e a capacidade de geração de energia solar é virtualmente zero.

Mas, voltando a São Pedro, ele deve ter recebido alguma orientação superior para fechar as torneiras, pois se agora somos um país riquíssimo em petróleo, precisamos usar essa nossa nova riqueza. Com isso, as caras e poluidoras termoelétricas (movidas principalmente a gás, mas também a carvão) precisaram ser acionadas. O resultado, um rombo bilionário nas contas das empresas distribuidoras de energia e uma conta que, mais cedo ou mais tarde, vai ser cobrada do agora riquíssimo consumidor brasileiro !“ sem falar, é claro, na conta ambiental, mas essa será paga pelos condôminos deste planeta chamado Terra.

O fato é que parece que todo o discurso de sustentabilidade, de geração de energia limpa, de produção de biocombustíveis, era apenas e tão somente discurso, desses com aquela robustez e credibilidade que acompanham todo e qualquer discurso eleitoral.

A realidade, porém, mostra um país sem planejamento estratégico na área de energia; reservatórios super explorados e minguando, mesmo em um cenário Leia mais

19 de março de 2014
por Esmael Morais
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PT x PSDB: Gleisi boa de briga agora encara Aloysio Nunes

do Brasil 247Boa de briga, a senadora Gleisi Hoffmann encarou na manhã desta quarta-feira 19, em plena Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o tucano Aloysio Nunes Ferreira. Diante de gritos e do dedo em riste dele em direção a ela, a ex-ministra e pré-candidata ao governo do Paraná não perdeu a fleugma e ensinou que “a educação tem de fazer parte do nosso debate”.

Foi assim: com um discurso duro, o senador paulista afirmava que o governo da presidente Dilma Rousseff havia “destroçado” o setor elétrico. Na semana passada, o governo anunciou um pacote de ajuda de R$ 12 bilhões para as distribuidoras de energia elétrica. Com a estiagem, o preço da energia disparou e há mais de um mês está no teto permitido pelo governo, de R$ 822 por megawatt/hora (MWh), penalizando as companhias.

Ao ouvir a palavra “destroçado”, Gleisi fez o que se esperava de alguém do governo: entrou no debate. Ela retrucou Aloysio dizendo que a afirmação era “leviana”. O tucano, então, ficou mordido.

– “A senhora, por favor, não queira me policiar. A senhora não tem nenhum tipo de autoridade para me policiar. Eu falo o que eu quiser. O que a presidente fez no setor elétrico, e a senhora participou como ministra, foi uma pauta bomba que o destroçou”.

Mas Gleisi estava mesmo “policiando” o líder do PSDB no Senado? Ou apenas fizera um aparte como tantos feitos no dia a dia da Casa?

O certo é, transtornado, Aloysio acusou Gleisi de tentar ser “superior” aos outros senadores e, ainda, “ditar normas” sobre os pronunciamentos.

Mostrando que está afiada, a senadora petista não aceitou o nivel proposto e, para muito, deu uma aula de bons modos ao tucano:

– A educação faz parte do nosso debate. Tenho todo o direito de questionar declaração que considero leviana, que não tem base na realidade. Não tem números que comprovem que a presidente desestruturou o setor elétrico. Nós pegamos um setor desestruturado.

Nesse ponto, o senador tucano preferiu encerrar a Leia mais

5 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Antipetismo de direita em festa com apagão, cubana e Pizzolato

do Brasil 247No calendário dos anti-petistas, a quarta-feira 5 merece ser assinalada com uma estrela dourada !“ ou marca equivalente que signifique um dia especialmente feliz. Praticamente espetacular. Não é mesmo para menos. Enquanto na Itália era preso o foragido Henrique Pizzolato !“ um dos quadros mais poderosos do PT nos tempos do governo Lula –, em Brasília a médica cubana era recebida no gabinete da liderança do DEM, na Câmara dos Deputados, com honras de primeira exilada de uma potencial fila para dar volta em quarteirão. O deputado Ronaldo Caiado apressou-se em dizer que todos o que quiserem se colocar em formação, sem exceção, serão bem-vindos.

No campo da economia, a quarta 5 registrou nova queda das ações da Petrobras, que anunciou o adiamento da divulgação do balanço da companhia. E as explicações técnicas para o apagão energético ocorrido na véspera em seis Estados não convenceram de que, no atual quadro de estiagem, com elevação da temperatura e de consumo, não vá ocorrer novamente.

A mídia tradicional e familiar, que vem ampliando os espaços para a cobertura da crise econômica entre os países emergentes, terá muito assunto para tratar. Uma cobertura que aponta, na luta de muitos rounds em torno da eleição presidencial, para uma semana inteira que os petistas não gostarão de lembrar.

Entre os presidenciáveis da oposição, Aécio Neves, do PSDB, aprovou o apagão para bater duro na política energética do governo. Pelo PSB, Eduardo Campos, um dia antes, aumentara em vários graus o tom de suas críticas ao governo, atacando especialmente o toma-lá-dá-cá de troca de cargos por apoio político.

Até a quarta 5, o sucesso das vaquinhas feitas pelo PT para José Genoino e Delúbio Soares, que arrecadaram somas superiores à s multas aplicadas pelo STF, emprestaram à  militância um sopro de ar vitorioso sobre as adversidades. Mas a chuva de confetes e serpentinas que irrigou os ânimos dos anti-petistas na quarta 5 nem espaço houve para a deterimação judicial de trabalho para José Dirceu. Ele terá de esperar, para regalo dos adversários de seu partido.

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5 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Apagão e a velha mídia: o que é fato e o que é torcida contra o Brasil?

do Brasil 247Nesta quarta-feira 5, os principais jornais do País, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo, dedicam suas manchetes à  falha de energia ocorrida ontem em várias cidades do País. Com tom pessimista, a mídia retoma as previsões de apagão e dissemina a informação de que o Brasil opera no limite de sua capacidade de energia.

Num passado recente, colunistas da grande imprensa previram um apagão na virada de 2012 para 2013, o que não aconteceu. Depois, mesmo desmentida pelas termelétricas e pelas chuvas, a mídia anteviu, há um ano, que haveria corte de energia também em 2014. A mesma torcida parece agora ter voltado.

Colunistas como Merval Pereira, do Globo, ressaltam até que “os deuses estão do lado do [pré-candidato à  presidência] Eduardo Campos”, ao comentar que a luz acabou enquanto o socialista criticava o governo (leia aqui). Com a declaração, Merval leva um debate que é técnico para o campo político e sugere que o candidato teve sorte ao poder comprovar seus ataques, apesar do prejuízo à  população.

O presidenciável do PSDB, senador Aécio Neves, foi um dos primeiros políticos a responsabilizar a gestão petista pela falha de energia. “Estamos agora colhendo, infelizmente, os frutos da má-gestão do governo federal na área de energia. O governo federal afugentou os investimentos”, atacou o tucano.

O governo esclareceu, no entanto, que a interrupção ocorrida nesta terça “não tem a ver com estresse do sistema”. A afirmação foi do secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann. O sistema interligado brasileiro de distribuição de energia, segundo ele, “trabalha com tranquilidade, dentro do equilíbrio estrutural normal entre oferta e demanda”.

Zimmermann afirmou que não há perigo de falta de energia do ponto de vista estrutural. “O sistema elétrico brasileiro tem capacidade instalada de cerca de 127 mil megawatts (MW) e o recorde da demanda de energia ontem (segunda-feira) foi de cerca de 84 mil MW”, disse Zimmermann, descartando a possibilidade de racionamento de energia.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, também presente à  coletiva de imprensa convocada pelo MME, ressaltou que “riscos dessa natureza existem”, como aconteceu no Nordeste no ano passado. No último caso, os representantes do governo esclareceram que “as causas ainda estão sob análise”.

O risco é de que a análise sobre o assunto seja novamente contaminada pela p Leia mais