23 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Temer anuncia candidatura mesmo com 94% de desaprovação

Temer anuncia candidatura mesmo com 94% de desaprovação

Candidato é um bicho iludido mesmo. Vide o caso de Michel Temer. Mesmo com 94% de desaprovação, ele anunciou finalmente que disputará a eleição de outubro. À IstoÉ ele afirmou que seria covardia não ser candidato. Para o Blog do Esmael o golpista é corajoso porque terá muito a explicar. Leia mais

7 de Fevereiro de 2017
por esmael
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Enio Verri: O novo brado brasileiro

O deputado Enio Verri (PT-PR) afirma nesta terça (7), em sua coluna semanal, que até junho “todo o arcabouço jurídico de Estado de bem-estar social estará acabado” por esse Congresso Nacional golpista. Ou seja, a partir de hoje, em ritmo acelerado, ganhará corpo a supressão de direitos, com o fim das aposentadorias, a redução do Estado com privatizações e, portanto, o fim da indução do desenvolvimento da nação.

20 de dezembro de 2016
por esmael
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Agências de classificação de risco preveem derrota de Beto Richa em 2018

As corretoras de capitais que atuam no eixo Rio-São Paulo-Brasília-Nova Iorque dão como certa a derrota de Beto Richa (PSDB) na disputa pelo Senado em 2018.

17 de setembro de 2016
por esmael
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Cunha faz a primeira delação contra governo Temer

moreira_temer_cunhaO ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) fez neste sábado (17) o que pode ser considerada a primeira ‘delação pública’ contra o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB).

2 de setembro de 2016
por esmael
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Sem legitimidade, golpe de Temer empurra país para a guerra civil

fora_temerAs breves horas pós-golpe foram suficientes para provar que o ilegítimo Michel Temer (PMDB) não tem condições para governar o país.

22 de agosto de 2016
por esmael
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Se passar o impeachment, maldades de Temer vão desagravar Dilma e PT nas eleições

temer_fatura_golpeSe o interino Michel Temer (PMDB) for confirmado no cargo, no dia seguinte chega a fatura para liquidar direitos trabalhistas e sociais.

21 de agosto de 2016
por esmael
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Se passar o impeachment, Temer vai elevar para 70 anos a idade de aposentaria

dilma_julgamentoReportagem do Estadão neste domingo (21) reafirma que Michel Temer (PMDB), caso consiga o impeachment de Dilma Rousseff, elevará a idade mínima para se aposentar somente aos 70 anos.

10 de agosto de 2016
por esmael
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Por 59 votos a 21, Senado aprova fim das férias, do 13º salário e privatizações

senado_golpe_trabalhadoresNa calada da noite, por 59 votos favoráveis e 21 contra, o Senado deu mais um passo rumo à aprovação do fim das férias, do 13º salário, aumento da idade para aposentadoria, congelamento de salários por 20 anos, privatizações de empresas públicas e troca do nome do Brasil de República Federativa do Brasil para “República Golpista das Propinas do Brasil”.

3 de junho de 2016
por esmael
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O bicho vai pegar neste sábado na “República de Curitiba”. Vai ter mega “Fora Temer” e “Fora Supreminho”

fora_temer

Os movimentos sociais querem deter nas ruas a marcha do golpe de Estado. Por isso a “República de Curitiba” realiza neste sábado (4), às 15 horas, a quarta edição do “Fora Temer” e, ineditamente no país, “Fora Supreminho”. A concentração do protesto plural e suprapartidário será na Reitoria da UFPR (Rua Dr. Faivre, 405, Centro).

27 de junho de 2015
por esmael
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Coluna do Jorge Bernardi: Governo Richa é exemplo da corrupção tucana

Jorge Bernardi*

“Ou restaure-se a moralidade, ou nos locupletemos todos”. A frase Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo do jornalista e humorista Sérgio Porto, nunca refletiu tanto a realidade brasileira como nos dias atuais. A corrupção é a mãe de todos os males da nação, vai da administração pública ao futebol. Só nos primeiros cinco meses deste ano cerca de 250 mil trabalhadores perderam seus empregos.

A corrupção não é privilégio dos governos do PT, mas de vários partidos. Ela comeu solta no governo de FHC (leia o Príncipe da Privataria, de Palmério Doria). Mas nos governos do PT, pela primeira vez, empresários e políticos foram e estão na cadeia. Em termos de corrupção, os governos do PT e do PSDB são as duas faces da mesma moeda: a cara e a coroa.

O mensalão foi uma invenção tucana em Minas Gerais, aperfeiçoado pelo PT de José Dirceu. Marcos Valério, operador dos dois mensalões, foi condenado a 37 anos de prisão pelo mensalão petista. No mensalão do PSDB mineiro, ainda não foi julgado. O processo tramita há mais de 10 anos sem previsão de julgamento.

Os dois partidos que governaram o Brasil nos últimos anos, disputam entre si, com acusações mútuas, o privilégio de serem campeões na corrupção. Calcula-se que a corrupção custa à nação R$ 200 bilhões por ano. Enquanto isto, os brasileiros torcem ora por um partido ora para o outro como num jogo de futebol: no Atletiba, Grenal ou Fla-Flu da corrupção.

Os governos do PT estão manchados pelo Mensalão e Petrolão, os dois maiores casos de corrupção da política nacional. Diante deste quadro, Lula chegou a dizer que ele e a presidenta Dilma estão no volume morto, e o PT abaixo do volume morto, envelheceu, só pensa em cargos.
Os governos do PSDB colecionam escândalos, como o cartel do metrô em São Paulo, desde o governo Mario Covas, ao mensalão mineiro. Mas ainda não fizeram a autocritica.

O governo Beto Richa, está enlameado na corrupção. A quadrilha dos fiscais da Receita Estadual, comandada pelo primo do governador Luiz Abi, desmantelada na Operação Publicano, que se locupletavam em R$ 50 milhões por ano, e exploravam sexualmente menores, é o exemplo recente da corrupção tucana. Agora surge o escândalo no Instituto Ambiental do Paraná, IAP. Outros mais (o melhor) estão por vir.

O Brasil do jeitinho, dos privilégios, das mordomias, da propina, e da roubalheira, não tem mais espaço neste século 21. Os brasileiros querem apenas viver e trabalhar em paz. Basta de corrupção.

*Jorge Bernardi, vereador de Curitiba pelo PDT, é advogado e jornalista. Mestre e doutorando em gestão urbana, ele escreve aos sábados no Blog do Esmael.

19 de Maio de 2015
por esmael
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Secretário da Fazenda de Beto Richa afirma que governo estuda vender ‘fatias’ da Copel e Sanepar

privatiza

Não bastasse o confisco da previdência dos servidores, os sucessivos calotes em fornecedores e nos próprios servidores, agora o governo Beto Richa (PSDB) fala em retomar as privatizações das duas principais empresas do Estado, a Copel e a Sanepar. Leia mais

10 de novembro de 2014
por esmael
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Denúncias ligadas à  Petrobras resgatam relação antiga de doleiro Alberto Youssef com tucanos

via Jornal do Brasil
privataria_tucana.jpgO uso de depoimentos vazados à  imprensa sobre denúncias de corrupção na Petrobras durante o governo Lula e Dilma fez ressuscitar também a ligação do doleiro Alberto Youssef, importante personagem de um dos casos mais abordados nos debates eleitorais pela oposição, com a campanha de políticos tucanos como Fernando Henrique Cardoso e José Serra. O livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Jr, publicado em 2011, mostra com base em documentos públicos o que seria um esquema de evasão de divisas para paraísos fiscais e também irregularidades na privatização de teles durante o governo FHC. O autor, no entanto, já revelava detalhes do suposto esquema bem antes, como em matéria publicada na Istoà‰ em 2003, intitulada “Conta tucano”.

11 de outubro de 2014
por esmael
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Coluna do Gomyde: Quando penso no futuro, não esqueço do passado

Ricardo Gomyde*

A sabedoria popular consagrou a verdade de que não se decide pelo futuro sem pensar no passado. Nessa fase final das eleições presidenciais, esse sábio conselho ganha ainda mais importância. Afinal, o Brasil estará simplesmente dizendo se quer o progresso ou o retrocesso. A opção pelo progresso está aí, aos olhos de todos !” como venho apontando aqui neste espaço. Já o retrocesso não é tão visível. Para vermos melhor a sua face precisamos fazer um breve passeio pelo tempo, voltando precisamente ao ano de 1993, quando a proposta de governo do PSDB ganhou sujeito, predicado e objeto direito.

Naquele ano ocorreu a nomeação de Fernando Henrique Cardoso (FHC) para o cargo de ministro da Fazenda. O presidente da República, Itamar Franco, estava sob pressão de setores conservadores que exigiam a aplicação de programa econômico mais radical. A posse de FHC foi saudada até por ninguém menos que o secretário de Estado norte-americano, Warrem Cristopher, que ligou para parabenizar o novo ministro. Ele chegou dizendo que precisava botar a casa em ordem!. Isso não significa intervenção no mercado!, ressaltou. Estava dada a senha.

O novo ministro afirmou que não reduziria os juros, que não alteraria o Programa Nacional de Desestatização !” ele manteve o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como comitê de administração das privatizações até o último dia do seu governo, em 31 de dezembro de 2002 !” e que não incluiria em sua política econômica qualquer item de política social, chamada por ele de populismo!. Dias terríveis aguardavam a nação.

Investida contra o Estado

A arrumação da casa! começou com o chamado Plano Verdade!, que consistia basicamente em arrochar investimentos públicos. Os direitos sociais e trabalhistas eram o principal alvo. A primeira investida de FHC contra os trabalhadores foi a ferrenha oposição à  lei salarial aprovada pelo Congresso Nacional. Para ele, o reajuste mensal era uma esquisitice que serve de âncora para a taxa de inflação!.

Em 1994, FHC seria o principal personagem do país. Já em janeiro, ele ocupou a televisão para pressionar o Congresso Nacional a aprovar seu programa econômico e iniciar sua indisfarçável campanha à  Presidência da República. Logo após lançar o Plano Real!, ele deixou o Ministério da Fazenda para oficializar sua candidatura. O trator neoliberal não poupava ninguém. Nem o presidente da República, Itamar Franco, que ousou opinar sobre algumas medidas anunciadas pela equipe econômica.

A mídia atacou Itamar violentamente quando ele disse que o Congresso Nacional deveria regulamentar o artigo da Constituição que determina o limite de 12% ao ano para a taxa de juros !” antevendo o estrago que a turma de FHC promoveria. O presidente, no entanto, já era quase uma voz isolada no país. Mas logo se veria que sua preocupação tinha razão de ser !” no primeiro dia útil do Real, a taxa de juros, puxada pelo Banco Central (BC), disparou, chegando aos 12%. Até o fim da era FHC!, o país nunca mais viu juros abaixo deste patamar. Um ano depois, já estava em 60%. O passo seguinte seria a investida contra o Estado !” abrangendo a União, os estados e municípios. O estrago que a confraria neoliberal promoveria no país estava apenas começando.

São Francisco de Assis

Com toda essa mobilização conservadora, o neoliberalismo venceu as eleições !” ganhadas por FHC já no primeiro turno. O novo presidente agregou em sua pasta figuras notórias do conservadorismo econômico brasileiro !” classificadas por ele como notáveis! !” e promoveu um festival de arbitrariedades assim que a poeira da posse abaixou.

A pretexto de domar a inflação, uma necessidade que unia o país, ele deu sinal verde para o Banco Central fazer dos juros astronômicos a âncora da estabilidade, promovendo uma verdadeira orgia financeira à s custas no arrocho da produção (gerando desemprego elevadíssimo), dos serviços sociais (saúde, educação e segurança, basicamente) e dos direitos dos trabalhadores. Tudo isso amarrado por um pacote para escorar o Plano Real! e descarregar mais um pouc

19 de agosto de 2014
por esmael
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Apertado por Bonner, Pastor Everaldo ataca PT e promete privatizar o Brasil

"O petróleo é nosso, mas a Petrobras não. Vou privatizar a Petrobras, Caixa e Banco do Brasil", disse o pressionado Pastor Everaldo, que acabou "saindo do armário" para atacar o PT. Enfim, William Bonner e Patrícia Poeta ficaram felizes. Candidato do PSC também se posicionou a favor da família! e contra o casamento gay.

“O petróleo é nosso, mas a Petrobras não. Vou privatizar a Petrobras, Caixa e Banco do Brasil”, disse o pressionado Pastor Everaldo, que acabou “saindo do armário” para atacar o PT. Enfim, William Bonner e Patrícia Poeta ficaram felizes. Candidato do PSC também se posicionou a favor da família! e contra o casamento gay.

O candidato do PSC à  Presidência da República, Pastor Everaldo, apertado por William Bonner, prometeu em entrevista ao Jornal Nacional que vai privatizar a Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Leia mais

22 de Maio de 2014
por esmael
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Coluna do Requião Filho: Pelo fim da enganação na política

A possibilidade de o eleitor ser enganado por políticos carreiristas nestas eleições, a exemplo das anteriores, é muito grande; com esse alerta, Requião Filho, nesta quinta, faz um apelo apaixonado e poético pela valorização do voto; "O novo pelo novo de nada vale. O que têm os novos a oferecer? Qual a posição deles nos temas que deverão ser decididos nos próximos 4 anos? O novo que nada fala nem posições toma não merece seu voto", sentencia o colunista, ao defender a tese de que quem pretende apoiar as privatizações que procure um partido com orientação ideológica em nome da "higienização da política"; Requião Filho pede ainda para que o eleitor seja exigente e descarte os fisiológicos de sempre; leia o texto e compartilhe.

A possibilidade de o eleitor ser enganado por políticos carreiristas nestas eleições, a exemplo das anteriores, é muito grande; com esse alerta, Requião Filho, nesta quinta, faz um apelo apaixonado e poético pela valorização do voto; “O novo pelo novo de nada vale. O que têm os novos a oferecer? Qual a posição deles nos temas que deverão ser decididos nos próximos 4 anos? O novo que nada fala nem posições toma não merece seu voto”, sentencia o colunista, ao defender a tese de que quem pretende apoiar as privatizações que procure um partido com orientação ideológica em nome da “higienização da política”; Requião Filho pede ainda para que o eleitor seja exigente e descarte os fisiológicos de sempre; leia o texto e compartilhe.

Requião Filho*

Já parou para pensar que neste ano você detém o poder de mudar tudo? Agora é o eleitor quem manda! O voto, o famoso sufrágio popular, tem, sim, esta força toda. Leia mais

16 de Maio de 2014
por esmael
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Caravana “Volta Requião” vai a Pitanga neste sábado

Senador Roberto Requião, pré-candidato ao governo do Paraná, nesta sexta (16), teve "agenda secreta" em Cascavel e amanhã, em Pitanga, participa de um almoço promovido pela Caravana "Volta Requião"; requianistas fizeram circular nas redes sociais uma carta de delegado à  convenção estadual do partido incorruptível!, contra a coligação com o PSDB de Beto Richa; confiante na candidatura própria e na vitória em outubro, peemedebista disse ao Blog do Esmael que não acredita em pesquisas, criticou o jornal Gazeta do Povo e alertou Richa sobre sua fome por privatizações: isto vai acabar em cadeia!.

Senador Roberto Requião, pré-candidato ao governo do Paraná, nesta sexta (16), teve “agenda secreta” em Cascavel e amanhã, em Pitanga, participa de um almoço promovido pela Caravana “Volta Requião”; requianistas fizeram circular nas redes sociais uma carta de delegado à  convenção estadual do partido incorruptível!, contra a coligação com o PSDB de Beto Richa; confiante na candidatura própria e na vitória em outubro, peemedebista disse ao Blog do Esmael que não acredita em pesquisas, criticou o jornal Gazeta do Povo e alertou Richa sobre sua fome por privatizações: isto vai acabar em cadeia!.

O movimento “Volta Requião” chegará ao município de Pitanga, na região Central do estado, onde o senador Roberto Requião almoça com correligionários que apoiam a candidatura própria do PMDB ao governo do Paraná. Leia mais

4 de Maio de 2014
por esmael
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Requião declara voto em Dilma, “apesar das privatizações”; assista ao vídeo

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), em entrevista na Band News TV, neste domingo (4), declarou que vota em Dilma Rousseff porque a presidenta, na comparação, seria melhor que os adversários Eduardo Campos e Aécio Neves; entretanto, são todos iguais na esteira do neoliberalismo, mas as políticas sociais sobrevivem à  anarquia do PT!, observou; sobre a disputa no Paraná, o peemedebista disse que é pré-candidato por causa da "bagunça" muito grande no estado governado pelo tucano Beto Richa; Requião também minimizou sondagem realizada pela Paraná Pesquisas, em dezembro de 2013: "é antiga, eu nem era candidato"; assista ao vídeo.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), em entrevista na Band News TV, neste domingo (4), declarou que vota em Dilma Rousseff porque a presidenta, na comparação, seria melhor que os adversários Eduardo Campos e Aécio Neves; entretanto, são todos iguais na esteira do neoliberalismo, mas as políticas sociais sobrevivem à  anarquia do PT!, observou; sobre a disputa no Paraná, o peemedebista disse que é pré-candidato por causa da “bagunça” muito grande no estado governado pelo tucano Beto Richa; Requião também minimizou sondagem realizada pela Paraná Pesquisas, em dezembro de 2013: “é antiga, eu nem era candidato”; assista ao vídeo.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) foi entrevistado na madrugada deste domingo (4) no programa Ponto a Ponto, da Band News TV, por Mônica Bergamo e Antonio Lavareda. Leia mais

13 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Coluna do Requião Filho: “O Paraná é uma festa para Gleisi e Beto, que só pensam em privatizar e voar”

Requião Filho, nesta quinta, anota que Richa e Gleisi são parecidos nos gostos extravagantes e na farra com aviões e helicópteros; Richa cruza nosso estado em jatos e helicópteros alugados pelo Estado. A Senadora Gleisi viaja em jatinhos e helicópteros pagos pelo PT. Grandes campanhas, grandes financiadores!, critica; colunista também vê semelhanças entre petista e tucano no que diz respeito à  falta de projetos para o estado; mas, segundo ele, que é especialista em políticas públicas, o governador e a senadora são mais parecidos ainda na questão das privatizações; Estes dois candidatos [Richa e Gleisi] não têm identidade, não tem projeto, não defendem o interesse público!, detona Requião Filho, que ainda cutucou acerca da liminar conseguida ontem no STF, pelo Palácio Iguaçu, liberando! empréstimos: decisão precária!; leia o texto.

Requião Filho, nesta quinta, anota que Richa e Gleisi são parecidos nos gostos extravagantes e na farra com aviões e helicópteros; Richa cruza nosso estado em jatos e helicópteros alugados pelo Estado. A Senadora Gleisi viaja em jatinhos e helicópteros pagos pelo PT. Grandes campanhas, grandes financiadores!, critica; colunista também vê semelhanças entre petista e tucano no que diz respeito à  falta de projetos para o estado; mas, segundo ele, que é especialista em políticas públicas, o governador e a senadora são mais parecidos ainda na questão das privatizações; Estes dois candidatos [Richa e Gleisi] não têm identidade, não tem projeto, não defendem o interesse público!, detona Requião Filho, que ainda cutucou acerca da liminar conseguida ontem no STF, pelo Palácio Iguaçu, liberando! empréstimos: decisão precária!; leia o texto.

Requião Filho*

O Paraná deve perto de R$ 1,1 bilhão, tão quebrado que as viaturas da polícia estão sem combustível, fornecedores sem receber, até mesmo os fornecedores do programa Leite das Crianças! levaram calote, entre outros tantos que esperam o pagamento que nunca chega. Para uma coisa não falta dinheiro: o governo está gastando R$ 600 milhões em publicidade, além de sustentar milhares de cargos comissionados vinculados a gabinetes de deputados. Leia mais

12 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Veja essa: em artigo, Delfim Netto elogia privatizações de Gleisi

Em sua coluna semanal no jornal Folha de S. Paulo, o economista Delfim Netto, conhecido pela célebre frase segunda qual “é preciso crescer o bolo para depois repartir”, quando ministro da ditadura militar, rasgou elogios à  atuação de Gleisi Hoffmann na Casa Civil.

Delfim destacou hoje a alegria do setor privado com as privatizações conduzidas pela ex-ministra e ainda cutucou a cultura do estatismo do PT, que, na opinião do colunista, Gleisi combateu em nome da “entrega de resultado” das organizações.

A seguir, leia a íntegra da coluna de Delfim Netto publicada nesta quarta no jornal Folha de S. Paulo:

ANTONIO DELFIM NETTO

Gleisi

Gleisi Hoffmann reassumiu sua cadeira no Senado depois de ter se desincumbido muito bem de suas funções na espinhosa Casa Civil. Testemunhos de importantes interlocutores do setor privado são a prova de que sua inteligência e seu comportamento foram importantes para melhorar suas relações com o governo.

O sucesso dos recentes processos de concessões deve muito à  sua ação e à  dos ministros Mantega e César Borges, no convencimento dos potenciais concorrentes de que a defesa da “mocidade tarifária”, na transferência de monopólios públicos para o setor privado, estava longe de ser o desejo ideológico de construir um “capitalismo sem lucro”.

Numa entrevista concedida à  competente jornalista Débora Bergamasco, publicada no domingo pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, Gleisi revela, por um lado, humildade e coragem e, por outro, que captou as dificuldades da administração pública que o PT ainda não entendeu. Por conta da humildade, temos sua réplica à  pergunta “por que as respostas do governo são lentas?” Diz ela: “porque dependem da articulação das três esferas da Federação e de vários órgãos”.

E acrescenta sem rebuços: “Claro que eu gostaria que tivesse maior celeridade. Claro que se eu tivesse, no início, a experiência e o conhecimento que tenho agora, acho que eu teria conseguido fazer isso”.

Mais importante é a sua corajosa reflexão em resposta à  pertinente, mas incômoda, pergunta da arguta jornalista: “Qual é a maior dificuldade do governo em fazer o Brasil andar?” Vale a pena transcrever, para iluminar alguns ideólogos das virtudes do estatismo. Ela responde: “Ainda é a falta de cultura da máquina pública de agir por resultado. Temos uma baixa cultura de comprometimento de entregas. O serviço público não está acostumado a isso, então quando nós cobramos resultados muitas vezes tem reação. Quando cobramos metas, or

13 de dezembro de 2013
por esmael
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Privatizações de Beto Richa vão acabar em prisões, alertam servidores

O Fórum das Entidades Sindicais de Servidores Públicos Estaduais, que reúne 16 organizações, nesta sexta (13), emitiu “Nota Pública” denunciando o governador Beto Richa (PSDB) de privatizar serviços essenciais à  sociedade paranaenses, tais como a saúde, no “apagar das luzes” de 2013.

O documento diz que o governo agoniza financeiramente e que a proposta tucana é criar fundações visando a precarização dos trabalhadores nas áreas de Cultura, Turismo, Desporto, Comunicação Social, Assistência Social e Ciência e Tecnologia.

O Fórum, coordenado pela APP-Sindicato, recorda que a privatização dos serviços públicos em Londrina, Norte do estado, terminou na polícia com prisões efetuadas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

“Por isto o FES pede aos parlamentares que deixem esse assunto para o próximo ano”, apela a organização que representa mais de 200 mil servidores públicos paranaenses.

Abaixo, leia o documento do Fórum das Entidades Sindicais:

Nota Pública do Fórum das Entidades Sindicais

O governo Beto Richa encerra seu terceiro e último ano de mandato. à‰ público que o governo agoniza financeiramente. Talvez em busca de soluções para sua própria incompetência, o objetivo de Richa é fazer uma profunda modificação da modelagem do Estado por meio dos projetos de lei 22 e 762. A proposta é privatizar os serviços públicos, a começar pela saúde, de forma a facilitar que a iniciativa privada fique com mais dinheiro público.

O projeto de lei 762 atinge o coração da saúde pública paranaense. A Funaes – Fundação Estatal de Atenção à  Saúde – terá autonomia financeira, dinheiro público, imóveis doados e servidores cedidos. Fará seu próprio planejamento, ou seja, escolherá onde e como atuar.

O projeto de lei 22 prevê a criação de fundações nas áreas de Cultura, Turismo, Desporto, Comunicação Social, Assistência Social e Ciência e Tecnologia. Isso significa que quase todo o funcionalismo pode ir pras fundações. A privatização é quase total!

Na questão da privatização da saúde, a legislação diz que ações complementares podem ser feitas por entidades filantrópicas por meio de convênios. Mas por ser uma atividade fim, o Estado tem a titularidade na execução dos serviços.

Outras experiências em municípios e estado demonstram que pr