17 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Fim do horário de verão prova tragédia de Bolsonaro na economia

Fim do horário de verão prova tragédia de Bolsonaro na economia

Voltou forte este ano a notícia sobre o fim – definitivo – do horário de verão, ou seja, de que não haverá mais o adiantar do relógio em 1 hora durante os meses de verão. ... 

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9 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Prefeitura de São Paulo “entrega” Pacaembu por R$ 111 milhões

Prefeitura de São Paulo “entrega” Pacaembu por R$ 111 milhões

A prefeitura de São Paulo, conduzida por Bruno Covas (PSDB), “entregou” o Pacaembu para a iniciativa privada lucrar por 35 anos pelo valor de R$ 111 milhões. Muito abaixo dos R$ 900 milhões previstos inicialmente.  ... 

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15 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em PT vai monitorar ataques de Bolsonaro à democracia

PT vai monitorar ataques de Bolsonaro à democracia

O PT se reuniu nesta segunda-feira (14) na Câmara dos Deputados para definir ações de monitoramento e oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

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10 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro perde todas as batalhas ideológicas, diz Datafolha

Bolsonaro perde todas as batalhas ideológicas, diz Datafolha

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) perde todas as batalhas ideológicas que seu governo representa, diz pesquisa do Datafolha.

De acordo com levantamento do instituto, divulgado ao longo deste início de janeiro, os brasileiros não deram ‘carta branca’ para o capitão reformado do Exército como ele imagina ter. Pelo contrário.

O Datafolha pontua a derrota ideológica de Bolsonaro da seguinte forma:

* 60% são contra privatizações;
* 57% são contra o corte de direitos trabalhistas;
* 61% são contra a liberação da posse de arma de fogo;
* 66% são contra a submissão aos Estados Unidos;
* 54% são a favor da educação sexual na escola; e
* 71% são a favor do debate político nas escolas.

Aí, Bolsonaro, tomou? Leia mais

9 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Levy, que ‘afundou’ Dilma, vai colocar BNDES a serviço das privatizações

Levy, que ‘afundou’ Dilma, vai colocar BNDES a serviço das privatizações


O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, anunciou que o banco vai garantir o suporte e apoio às privatizações. “Vamos ser parceiros e proporcionando exatamente o apoio técnico e o que for necessário para fazer acontecerem essas privatizações”, disse Levy, em coletiva de imprensa na sede do banco na quarta-feira (8).

Levy defende também que o programa de privatizações seja ampliado para os estados como uma forma de combater os déficits fiscais e realizar o saneamento financeiro. “Para muitos estados, a desestatização pode ajudar a não só gerar um valor imediato, mas também reduzir perdas e ineficiências que se arrastam por muitos anos”.

A transformação do BNDES numa espécie de “agência reguladora” das privatizações é mais um retrocesso do governo Bolsonaro, que retira a principal finalidade da instituição que atua na área do fomento e em projetos de alavancagem da economia nacional.

Joaquim Levy, que foi ministro da Fazenda no início do segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, comandou um ajuste fiscal regressivo, que reduziu direitos, investimentos, e detonou o processo de recessão econômica que vivemos até hoje. Leia mais

5 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Datafolha: maioria da população rejeita agenda de Bolsonaro de privatizações e fim da CLT

Datafolha: maioria da população rejeita agenda de Bolsonaro de privatizações e fim da CLT

Pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha divulgada neste sábado (5) mostra que a maioria da população rejeita a agenda neoliberal e privatista do governo Bolsonaro (PSL).  O levantamento apontou que 60% das pessoas rejeitam as privatizações e 57% são contra o fim dos direitos trabalhistas contidos na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Segundo a pesquisa, apenas 34% da população concorda que o governo deve vender o maior número possível de suas empresas. Outros 5% afirmaram não ter opinião formada e 1%, neutro.

As privatizações encontram maior aprovação entre os mais ricos, na faixa de renda superior a dez salários mínimos (56%). Homens, pessoas com curso superior e moradores do Centro-Oeste e do Norte também são mais favoráveis à venda das estatais, afirma o Datafolha. Mulheres, pessoas com escolaridade média, moradores do Sul e do Nordeste e os mais pobres rejeitam majoritariamente as privatizações.

Em outro recorte, apenas entre partidários da sigla de Bolsonaro, o PSL, o apoio às privatizações é majoritário: 65% defendem a medida. Entre simpatizantes do PSDB – partido historicamente ligado às privatizações de estatais federais, estaduais e municipais –, o número de apoiadores atualmente é 41%. Já entre petistas estão os que expressam menor apoio à venda de empresas públicas (29%).

Já em relação à reforma trabalhista, a redução ou flexibilização das leis que regulamentam as relações entre setores patronais e os trabalhadores é apoiada por 40% dos brasileiros. A pesquisa indicou que 3% dos ouvidos disseram disseram não ter opinião sobre o assunto.

Homens, mais ricos e moradores do Sul são os mais favoráveis à reforma. Novamente, são os apoiadores do PSL de Bolsonaro que lideram, com 50% dos que querem reduzir a proteção aos trabalhadores. Em posição contrária estão os mais pobres, mulheres, moradores do Centro-Oeste e do Norte e simpatizantes do PT —estes com 65% de discordância.

Nos últimos dias, evidenciou-se que as privatizações são alvo de controvérsia dentro do primeiro escalão do governo Bolsonaro. Na sexta-feira (4), o próprio presidente levantou dúvidas sobre a compra da divisão de aviação civil da Embraer pela Boeing, ao afirmar que vê ameaças ao que ele chamou de “patrimônio nosso”.

A pesquisa ouviu 2.077 pessoas em 130 cidades, em 18 e 19 de dezembro A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos.

*Com informações de RBA/Folha de São Paulo

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5 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Datafolha: o povo é contra privatizações e reforma trabalhista

Datafolha: o povo é contra privatizações e reforma trabalhista

Deu ruim para o presidente Jair Bolsonaro (PSL), informa pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (5). A maioria dos brasileiros é contra redução de leis trabalhistas e privatizações.

De acordo com o instituto, 60% abominam as privatizações de empresas públicas e 57% preferem o capeta a reduzir mais garantias trabalhistas.

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27 de novembro de 2018
por Esmael Morais
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Enfrentar a nova escravidão é vital

O deputado Enio Verri (PT-PT) afirma que houve uma marcha à ré de mais de 100 anos nas relações entre capital e trabalho. “Somente a união da classe trabalhadora é capaz de barrar o retrocesso que se instalou no Brasil, desde o golpe de 2016”, escreve.

Enfrentar a nova escravidão é vital

Enio Verri(*)

Para este ano, é bem possível que os golpistas de 2016 não consigam aprovar a reforma da Previdência. Porém, mulheres, servidores públicos, professores e trabalhadores rurais, principalmente, se quiserem se aposentar, será necessária união em torno de uma agenda em defesa da Seguridade Social. Ela não foi privatizada, em 2018, devido à aguerrida e bem organizada resistência dos partidos de esquerda, no Congresso Nacional. Porém, em 2019, o número de parlamentares comprometidos com a agenda do mercado financeiro será maior e, portanto com maior poder de voto. O apoio da classe trabalhadora é fundamental para impedir a privatização de um dos mais modernos sistemas de seguridade social do mundo.

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20 de novembro de 2018
por Esmael Morais
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Paulo Guedes vai criar a Secretaria de Privatizações para torrar o patrimônio do Brasil

O futuro ministro “posto Ipiranga”, Paulo Guedes, anunciou nesta terça-feira (20) a criação da Secretaria de Privatizações no seu ministério da Economia. Ele planeja “torrar” o que sobrar ao final do mandato do ilegítimo Michel Temer (MDB).

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5 de novembro de 2018
por Esmael Morais
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Joaquim Levy cotado para o BNDES bolsonarista

Ex-ministro da Fazenda no primeiro ano da segunda gestão de Dilma Rousseff (PT), Joaquim Levy, foi sondado para presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na futura gestão de Jair Bolsonaro (PSL). As informações são do Valor Econômico.

 

Bolsonaro ainda não definiu vários cargos na área econômica, considerados importantes, como o do presidente do Banco Central. A expectativa é de que eles sejam definidos esta semana.

Atualmente, Lewy é diretor financeiro do BC, e defende a necessidade da “reforma” da Previdência Social e a privatização das estatais.  Duas medidas da agenda prioritária do governo bolsonarista. ... 

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30 de outubro de 2018
por Esmael Morais
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General Mourão: Preocupações com o futuro da democracia é “choro de perdedores”

Em entrevista à BBC News Brasil, o vice-presidente eleito general Hamilton Mourão (PRTB) disse que preocupações com o futuro da democracia brasileira são “choro de perdedores”.

Mourão disse que as preocupações com o futuro da democracia são, na verdade, “choro de perdedores”, acredita que jornais e personalidades estrangeiras que criticaram Bolsonaro (PSL) e externaram preocupação com a democracia brasileira fazem parte de uma “rede de contatos” ligadas à campanha do petista Fernando Haddad, que “prestam um desserviço à nação”.

Entre outros assuntos, o militar fala sobre privatizações de empresas públicas brasileiras, política externa e sua participação no futuro governo.

A seguir, a íntegra da entrevista de Mourão à BBC News Brasil:

BBC News Brasil – O sr. disse ao longo da campanha que não pretende ser um “vice decorativo” e pretende ter uma sala próxima à do presidente para trabalhar. De quais áreas o sr. pretende se ocupar?

General Hamilton Mourão – Quando o presidente Bolsonaro me convidou para ser o vice, ele me disse que eu teria outras tarefas, foi bem no começo da nossa campanha. Ao longo desse período, nós fomos afinando o nosso discurso.
Eu vejo que sou um assessor privilegiado. Privilegiado porque fui eleito junto com ele. Os demais assessores que forem escalados podem ser mandados embora a qualquer momento. Eu permaneço. Nós somos irmãos siameses.
Então, a minha visão é cooperar em tudo aquilo que ele julgar necessário dentro do meu conhecimento, da minha expertise. Se pudermos coordenar alguns trabalhos, projetos que ele julgue necessário, eu estarei pronto pra isso.
Vou ocupar a área que a vice-presidência tem, que acho mais coerente, e estarei ali sempre próximo dele e irei apoiá-lo em todas as suas decisões.

BBC News Brasil – Essa coordenação inclui, de alguma forma, o Gabinete de Segurança Institucional ou isso permanece como está?

Mourão – Não, isso (o GSI) permanece como está. A coordenação que eu falo é, por exemplo, a gente poder montar pequenos conselhos para projetos que envolvam mais de um ministério onde a gente tenha uma forma de controlar o desenvolvimento desse projeto, reorganizar aquilo que for necessário e aí apresentar linhas de ação para que o presidente decida.

BBC News Brasil – Já existe algum plano específico neste sentido, algum conselho já planejado?

Mourão – Não. Nós temos aquele Conselhão (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), né? Ele pode ser “explodido” em pequenos conselhos. Isso é uma ideia que tanto o Paulo Guedes quanto eu temos.

BBC News Brasil – O presidente eleito já disse que não é simpático à ideia de privatizar áreas estratégicas, como Petrobras ou Eletrobras, por exemplo. O que o senhor pensa do assunto?

Mourão – Sobre a Petrobras, o presidente Bolsonaro já disse que as áreas de refino e distribuição poderiam ser privatizadas e eu concordo com ele.
Em relação à Eletrobras, tem que haver um estudo claro e, ser for possível, (privatizar) tudo que pode ser privatizado. Nós temos que ter, vamos dizer, não haver dúvida nisso aí.

BBC News Brasil – Houve uma série de manifestações em jornais estrangeiros e também de alguns artistas demonstrando preocupação com o futuro da democracia no Brasil. O que o sr. diz em relação a isso?

Mourão – Eu acho que isso é choro de perdedores. Esse grupo que esteve no poder por tanto tempo não admite um dos princípios básicos da democracia que se chama alternância de poder. Então, ele não pode querer nos criticar como sendo antidemocratas.
E prestam um desserviço à nação no momento em que buscam com seus contatos internacionais apresentar o presidente Bolsonaro como um homem antidemocrata, com todos esses pejorativos que foram colocados.
Acho que muito em breve nós teremos que ir ao exterior e mostrar quem nós somos.

BBC News Brasil – O presidente eleito falou em ter um Itamaraty “livre de ideologias”. O que isso significa na prática?

Mourão – É um relacionamento entre os países de Estado, não de governo. Nós tivemos muito aqui no passado recente relacionamento de governo. “Ah, aquele governo me é simpático, eu vou me relacionar com aquele país”.
O relacionamento tem que ser de Estado. A gente sabe muito bem que os interesses entre os países ora coincidem, ora não. E nós temos que ter essa visão pragmática que sempre foi a característica do nosso Ministério das Relações Exteriores.

BBC News Brasil – A Embaixada na Coreia do Norte permanece, por exemplo?
Mourão – Eu acho que ela poderá ser deslocada para outro local. Mas essa é uma decisão posterior.

BBC News Brasil – Tanto o senhor quanto o presidente eleito já falaram de uma aproximação com os EUA. Isso não esfriaria o relacionamento com a China, que é um parceiro comercial quase tão importante?

Mourão – Não. Nós temos que saber balancear. O Brasil tem que se apresentar como um “global partner”, um “global trader”, e não como um mero vendedor de quinquilharias.
Nós temos que ter esse relacionamento buscando não só o relacionamento comercial mas, principalmente, o relacionamento estratégico com ambos os países, cada um com suas características.

BBC News Brasil – O presidente fez um discurso antes da eleição dizendo que pretendia ver ou poderia ver Fernando Haddad na cadeia em Curitiba. Também houve menções a “varrer os vermelhos” e outras coisas nessa linha. As coisas vão continuar nesse nível de tensão? O presidente tem algum motivo para falar de Fernando Haddad na cadeia?

Mourão – O presidente foi muito claro no discurso que ele fez ontem na rede aberta de televisão, foi um discurso de estadista colocando todas aquelas ideias que vão nortear a administração dele, principalmente a forma como ele enxerga o futuro do país e a própria pacificação do país. Ele foi muito claro nisso.
Em relação ao caso do Fernando Haddad estar na cadeia ou não, ele responde aí a uns trinta processos, mais ou menos. Se comprovarem que sejam verdadeiros, ou provarem realmente alguma culpa dele, ele terá que pagar. Mas, por enquanto, ele está apenas respondendo aos processos.

. BBC News Brasil – Sobre pacificação: alguns aliados falam em “kit gay” e outras coisas que já foram muito criticadas. Isso vai continuar? Essa pressão em redes sociais em relação à comunidade LGBT, por exemplo…

Mourão – Na realidade, o que houve foi um projeto ideológico levado às escolas e você não pode querer ultrapassar os limites que a família estabelece dentro do seu lar. A forma como você educa seus filhos é uma prerrogativa…
Isso aqui não é um Estado totalitário. Na antiga União Soviética, os filhos eram retirados dos pais e eram educados pelo Estado, assim como em outros países que viveram sob esse regime. Então, a escola precisa saber dos limites e o nosso Ministério da Educação, em determinado momento, não entendeu isso.

BBC News Brasil – Mas no momento em que esse combate ao que vocês classificam como doutrinação na escola extrapola para, por exemplo, ameaças a homossexuais nas ruas isso não acende uma luz vermelha?

Mourão – Eu não vejo ameaça. Eu ando nas ruas e vejo casais homossexuais andando de mãos dadas tranquilamente, sem problema nenhum, tenho amigos que assim são.
Essa é uma questão de escolha de vida. Apenas ninguém deve procurar impor seu modo de vida aos outros. Viva sua vida, aquela velha frase, “viva e deixe viver”.

BBC News Brasil – Vai haver algum movimento para transferir o ex-presidente Lula da Superintendência da PF?

Mourão – Ele tá cumprindo a pena dele lá na sala, digamos assim, de “Estado maior” a que ele tem direito por ser ex-presidente, porque, na realidade, por não ter curso superior, ele poderia estar é numa prisão comum mesmo.
Mas, em virtude de ter sido ex-presidente, algo que me envergonha muito e envergonha ao País ter um ex-presidente preso por desvio de recurso público.

BBC News Brasil – Em relação à flexibilização do acesso às armas, nós temos dados mostrando que, de 2008 para cá, quintuplicou o número de armas registradas, armas legais. Mesmo assim, a violência explodiu. Então, por que o acesso mais fácil a armas reduziria a violência a partir de agora?

Mourão – Na realidade, esse aumento do número de armas legais foi uma via de escape que as pessoas encontraram dentro daquela sigla CAC – caçadores, atiradores e colecionadores. São essas as armas legais que estão aí.
O que o Bolsonaro tem colocado é o direito de o cidadão ter arma em casa. O porte da arma nas ruas entra na regra de teste psicotécnico e teste de tiro. Isso atinge muito a comunidade rural, onde a pessoa fica numa fazenda, num sítio, e tem que ter uma arma para se defender.

BBC News Brasil – O governo Bolsonaro defenderia uma medida que ampliasse a marcação de cartuchos também para os vendidos aos civis?
Mourão – Eu acho importante isso aí, até porque facilita qualquer investigação que tenha de ser feita por parte da polícia.

BBC News Brasil – O sr. já se manifestou contra uma intervenção militar na Venezuela. Se a ONU resolver compor uma força de manutenção ou imposição da paz, o Brasil participaria?

Mourão – Sim. Pela posição que o Brasil ocupa aqui na América do Sul, pela importância que nós temos, pela vizinhança com a própria Venezuela, qualquer problema que esteja atingindo a Venezuela respinga aqui no nosso país.
Então, tudo aquilo que nós pudermos fazer para buscar uma solução que pacifique a Venezuela, que ela volte a entrar no rumo de um sistema democrático como nós entendemos, acho que a gente tem que participar.

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29 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Força Sindical divulga nota sobre a eleição de Bolsonaro e a necessidade da defesa dos direitos dos trabalhadores

Força Sindical divulga nota sobre a eleição de Bolsonaro e a necessidade da defesa dos direitos dos trabalhadores


A direção da central Força Sindical, reunida nesta segunda-feira(29), divulgou nota pública a respeito da eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a presidente da República. A entidade sindical reafirmou no documento o seu “papel institucional de defesa dos trabalhadores, a luta pelo emprego decente, por uma aposentadoria justa e a retomada do crescimento”. Leia.

Nota da Força Sindical

O Brasil falou por meio das urnas e elegeu Jair Bolsonaro presidente da República. A Força Sindical é uma central sindical que sempre defendeu a democracia, e a alternância no poder é um dos seus pilares.

Neste sentido, respeitamos o resultado eleitoral e desejamos que o eleito, em cumprimento aos primados democráticos da nossa Constituição, possa recolocar o País no rumo do desenvolvimento, do respeito aos direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores, aos direitos individuais e à imprensa livre passando a falar para todos os brasileiros, e não somente para o seu eleitorado, posição esta que deve ser, também, das forças de oposição.

Para tanto, a Força Sindical vai cumprir seu papel histórico e institucional: vai representar os trabalhadores e sua luta por emprego decente, por uma aposentadoria justa, pela retomada do crescimento e em defesa do patrimônio nacional.

Reafirmamos a necessidade da unidade de ação das centrais sindicais, buscando fortalecer o diálogo com as forças institucionais constituídas na construção de um País mais justo e igualitário.</div

Miguel Torres - presidente da Força Sindical
João Carlos Gonçalves (Juruna) - Secretário-geral da Força Sindical Leia mais

24 de outubro de 2018
por Esmael Morais
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Equipe econômica e ministros de Temer na campanha de Bolsonaro


O candidato da extrema-direita Jair Bolsonaro (PSL) não esconde mais o jogo, caso ele vença as eleições, pretende convidar integrantes da equipe econômica de Michel Temer, que já foram sondados, para que fiquem em seus cargos na área econômica.

O guru econômico de Bolsonaro, economista Paulo Guedes, um entusiasta do modelo econômico pinochetista, tem manifestado que vai manter os atuais quadros do governo golpista de Temer no Ministério da Fazenda, Planejamento e Banco Central.

Guedes se aproximou de Mansueto Almeida (secretário do Tesouro) e de Marcos Mendes (secretário especial do Ministério da Fazenda). Também tem mantido contatos com os atuais dirigentes do Banco Central.

Na Esplanada dos Ministérios, diversos ministros e secretários executivos fazem campanha aberta para o ex-capitão, um deles, o atual ministro da Cultura Sergio Sá Leitão, é pródigo em elogiar o candidato do PSL nas redes sociais.

Ou seja, Bolsonaro é mais Temer, é mais privatização, mais desemprego, retirada de direitos dos mais pobres, arrocho fiscal e vinda mansa para os banqueiros.

Com informações de Agências Leia mais

17 de agosto de 2018
por editor
Comentários desativados em Pastorais e órgãos da CNBB voltam a denunciar a tragédia do golpe de 2016

Pastorais e órgãos da CNBB voltam a denunciar a tragédia do golpe de 2016

Organismos e pastorais que integram a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresentaram na terça-feira (14) o manifesto público

“Resistência democrática, Unidos pela Justiça e Paz” ... 

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28 de junho de 2018
por Esmael Morais
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FHC lança hoje manifesto para tentar salvar candidatura Alckmin

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lançará hoje, em São Paulo, um manifesto do “centrão” (partidos de centro-direito) na tentativa de salvar a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) ao Palácio do Planalto.

O movimento liberado por FHC contará com a participação, hoje, de políticos do PSDB, PPS e MDB. A ideia é reunir essas agremiações em torno da candidatura única de Alckmin e evitar a polarização eleitoral entre Lula e Jair Bolsonaro.

O PSDB deverá ainda reforçar a tese da necessidade das privatizações em um virtual governo do “centrão”, qual seja, a farra entreguista continuaria com o grupo de FHC.

A três meses da eleição de outubro, Geraldo Alckmin, na melhor das hipóteses, sem Lula, patina em quinto lugar nas pesquisas. Com 7% no Datafolha, o ex-governador de São Paulo tem índice mais baixo do PSDB em quase 30 anos.

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5 de junho de 2018
por editor
Comentários desativados em Privatização da Eletrobras é suspensa pela Justiça do Trabalho

Privatização da Eletrobras é suspensa pela Justiça do Trabalho

A Justiça do Trabalho determinou a suspensão do processo de privatização da Eletrobras e de suas subsidiárias. Segundo decisão da 49ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, a empresa precisa apresentar, em 90 dias, estudos sobre o impacto da privatização nos contratos de trabalho.

A medida atinge tanto a empresa principal quanto as subsidiárias Amazonas Energia, Centrais Elétricas de Rondônia, Eletroacre, Companhia Energética de Alagoas e Companhia Energética do Piauí.

A informação foi divulgada nesta terça-feira (5) pela própria Eletrobras, em comunicado ao mercado.

Com informações da

Agência Brasil ... 

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28 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Ciro Gomes entrevistado no Roda Viva desta segunda-feira

Ciro Gomes entrevistado no Roda Viva desta segunda-feira

O ex-governador Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência da República, será o entrevistado ao vivo, às 22h15, no programa Roda Viva desta segunda-feira (28), na TV Cultura.

Ciro deverá ser questionado sobre alianças com o PT, a prisão política de Lula, privatizações, e a greve dos caminhoneiros que paralisa o Brasil há oito dias.

Participam da bancada de entrevistadores, José Roberto de Toledo, editor da versão online da revista Piauí; Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo; Brad Hynes, diretor da agência Reuters no Brasil; Débora Freitas, apresentadora e repórter da rádio CBN; e André Perfeito, economista-chefe da corretora de valores Spinelli.

Assista:

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16 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Se eleito, Ratinho Junior pode privatizar até ‘cemitérios’ no Paraná

Se eleito, Ratinho Junior pode privatizar até ‘cemitérios’ no Paraná

O deputado Ratinho Junior (PSD), se eleito ao governo do Paraná, promete privatizar estatais. A declaração do parlamentar do campo governista [Ratinho foi secretário do Desenvolvimento no governo Beto Richa, do PSDB] ocorreu nesta terça (15) durante sabatina promovida pela UniCuritiba.

Usando a máxima da equipe econômica do deputado Jair Bolsonaro (PSL), segunda qual o candidato vai privatizar até os ‘cemitérios’, Ratinho também se encanta com o liberalismo tardio ao defender a radicalização nas privatizações e, consequentemente, a participação do capital privado nos negócios públicos. Aqui no Brasil e em outras partes do mundo, a exemplo da Argentina, a redução da esfera pública tem se mostrado uma tragédia para os mais pobres.

“O Estado não deve interferir na vida das pessoas”, repete Ratinho o surrado clichê neoliberal.

Se Ratinho Junior promete privatizar tudo, incorporando Adam Smith, de outro lado, o ex-senador Osmar Dias (PDT), mais para John Keynes, afirma que manterá as estratégicas Copel e Sanepar sob controle do povo paranaense. O pedetista, que se apresenta como único candidato de oposição, também propõe maior controle estatal nas 27 praças de pedágios que cortam as estradas do Paraná.

Quanto à governadora Cida Borghetti (PP), além de ensaiar uma “limpeza” numa cruzada anticorrupção, herdada do governo de Richa, ela ainda quase nada falou sobre o projeto econômico que pretende. Sua pauta principal tem sido “moral”, portanto, pode até render alguns votos, mas não enche barriga de ninguém.

*Em tempo: embora caiba ao governo do Paraná o licenciamento para o funcionamento de cemitérios, não consta, por ora, esses locais de descanso eterno no patrimônio do estado; o termo privatizar ‘até cemitérios’ foi usado em sentido figurado para mostrar o radicalismo liberal do pré-candidato.

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25 de abril de 2018
por editor
Comentários desativados em Oposição quer sustar venda da Eletrobras

Oposição quer sustar venda da Eletrobras

Deputados do PT, PSB, PDT e PSol apresentaram um Projeto de Decreto Legislativo para sustar o decreto do ilegítimo Michel Temer (MDB) liberando a privatização da Eletrobras.

O decreto do ilegítimo serviria para começar os procedimentos de privatização mesmo antes que o Projeto de Lei 9463/18, em tramitação na Câmara, seja aprovado. Só assim seria possível concretizar a entrega da megaestatal elétrica ainda este ano.

Já o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 918/18, que é assinado pelo deputado Henrique Fontana (PT-RS) e mais 13 parlamentares visa barrar essa privatização. Os deputados de oposição alegam que o governo não pode privatizar a estatal porque a lei de criação da Eletrobras (Lei 3.890-A/61) estabelece que a União deve participar das emissões de ações ordinárias, mantendo o mínimo de 51% do capital votante.

Para os deputados, ainda que o projeto de desestatização preveja a revogação do dispositivo da Lei 3.890-A/61, o governo não pode editar “um decreto que determina medidas privatizantes” antes a aprovação definitiva do PL 9463/18. Eles afirmam ainda que condicionar a inclusão da Eletrobras no PND à prévia aprovação do projeto em debate na Câmara “coloca no mundo jurídico norma aparentemente sem validade”.

Por fim, os deputados dizem que o decreto presidencial impõe ao Legislativo “a agenda e o tempo” do Executivo, violando o princípio constitucional da separação dos Poderes.

Com informações da

Agência Câmara ... 

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23 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer anuncia candidatura mesmo com 94% de desaprovação

Temer anuncia candidatura mesmo com 94% de desaprovação

Candidato é um bicho iludido mesmo. Vide o caso de Michel Temer. Mesmo com 94% de desaprovação, ele anunciou finalmente que disputará a eleição de outubro. À IstoÉ ele afirmou que seria covardia não ser candidato. Para o Blog do Esmael o golpista é corajoso porque terá muito a explicar.

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