23 de julho de 2016
por Esmael Morais
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Ricardo Barros, do PP, partido mais citado na Lava Jato, homenageou Sérgio Moro

moro_barrosCoube ao ministro interino da Saúde, Ricardo Barros (PP), a honra de entregar ao juiz federal Sérgio Moro a comenda ‘Ordem do Mérito do Comércio do Paraná’, da Fecomércio-PR, durante jantar realizado na noite desta sexta-feira (22) em Curitiba. De 50 investigados pela Lava Jato, 32 são filiados ao PP do ministro; 7 são filiados ao PMDB; 6 seis no PT. Leia mais

9 de julho de 2016
por Esmael Morais
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Richa recebeu carta de entidades escravocratas contra reajuste de professores no Paraná

escravidao_modernaAntes de as entidades patronais do sistema S defenderem publicamente aumento da jornada de trabalho para 80 horas semanais, na presença do interino Michel Temer (PMDB), elas enviaram carta aos deputados estaduais do Paraná defendendo que o governo Beto Richa (PSDB) desse calote no reajuste dos salários de servidores públicos no estado. Leia mais

29 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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‘Aumento de 29% na energia empobrece mais trabalhador rural’

O governador Beto Richa (PSDB) editou pela terceira vez um decreto que regulamenta a cobrança do ICMS da energia elétrica para o produtor rural. Na essência, a medida do tucano deixa o insumo ficou 29% mais caro para agroindústria e o homem do campo.

Na semana passada, o tema rendeu polêmica em virtude das ausências nos debates de Ágide Meneguette, o presidente da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP), e do presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski.

O Blog do Esmael pediu para um produtor rural analisar o conteúdo do decreto 3531/2016, de 24 de fevereiro de 2016, assinado pelo tucano sobre o diferimento da tarifa da Copel. Leia:

“Não mudou nada. Até ficou mais restritivo. O produtor rural com atividade mais tecnificada foi terrivelmente penalizado. É uma transferência brutal da renda bruta dos produtores, que têm baixa margem de lucro, para o tesouro do Estado.

“Será que estamos entrando numa fase de enriquecimento do Estado e empobrecimento dos trabalhadores que labutam na produção rural?

“Taxar como movimentação de mercadorias o insumo estratégico para a produção rural (ENERGIA ELÉTRICA) é estratégia de resultado duvidoso para o produtor e para a sociedade (sendo o cidadão urbano o mais castigado, pois vai pagar ainda mais pelos alimentos que demandam pelo uso do insumo energia elétrica).

“Nosso Estado é constituído de pequenas propriedades rurais que buscaram na produção de proteína animal uma forma de verticalizar a cadeia produtiva dos grãos, construindo principalmente aviários e transformando o Paraná no maior exportador de carne de frango. Como prêmio pelo seu trabalho e dedicação recebe mais uma oneração através da conta de energia elétrica agora com um custo adicional de 29% de ICMS.”

A seguir, a leia a íntegra do novo decreto de Beto Richa:

Publicado no Diário Oficial nº. 9643 de 25 de Fevereiro de 2016

Súmula: Introduz alteração no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestaçõe Leia mais

23 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Beto Richa aplica tarifaço de 29% na conta de luz dos produtores rurais

O governador Beto Richa (PSDB) acabou com diferimento na tarifa da energia elétrica para os agricultores paranaenses. Com isso, a produção agropecuária teve aumento de 29% na conta deste mês de fevereiro. Uma pancada.

O governador tucano alterou o regulamento da cobrança do ICMS da energia para o produtor rural por meio do decreto 1600/2015, de junho do ano passado. (Note o caro leitor que não foi Dilma ou Gleisi que fizeram mais essa maldade).

Richa limitou o desconto de 29% do ICMS à faixa de consumo de mil quilowatts/horas, equivalente ao de uma casa de tamanho médio. Ou seja, na prática, o tucano revogou a isenção do imposto que era concedida desde o governo de Roberto Requião (PMDB).

O fim do desconto foi adiado de junho de 2015 para este mês de fevereiro de 2016 em virtude de pressões políticas, mas, ao final, o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, venceu a queda de braço.

A medida do governo do estado pode inaugurar uma era de quebradeiras no campo, como pequenas granjas e empreendimentos agropecuários, a exemplo do que já ocorre no comércio urbano com o aumento do ICMS e a substituição tributária.

Diversos prefeitos do interior paranaense avaliam que o novo tarifaço inviabiliza a permanência do homem no campo, levando muitas famílias a abandonar a vida em chácaras no entorno dos municípios.

O dinheiro do novo tarifaço da Copel vai direto para o Caixa Único (CU) do governo Beto Richa, que é um buraco sem fim.

O agronegócio entrou na linha de tiro do tucanato em virtude de o setor responder pela geração de riquezas (35% do PIB) e ajudar elevar o Paraná à condição de quarta economia do país. Além disso, a agroindústria ou agropecuária respondem por 15% dos empregos formais no estado.

Mas a pergunta que não quer calar é: cadê Ágide Meneguette, o presidente da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP)? Onde está o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski?

Enquanto isso, no Palácio Iguaçu, Richa e Mauro Ricardo são vistos com frequência cantarolando: “♪♪  O melhor está por vir ♫♫”.

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24 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Requião Filho: Com impostos descontrolados, Beto Richa desagrada ‘gregos e troianos’

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Requião Filho*

Amigos leitores, queria eu me valer deste espaço para contar-lhes as maravilhas do “Paraná que Acredita”, do “Paraná que segue em Frente”, ou seja, do Paraná das lindas propagandas eleitorais e institucionais do governo.

Como eu gostaria que esta fosse a realidade, mas basta ter o mínimo de discernimento para ver que a real situação do Estado é bem diferente… Ninguém mais acredita no governador Beto Richa (PSDB) e o Paraná está parando.

Nesta coluna já me referi a expressão “freios e contrapesos” que, grosso modo, se refere a fiscalização e controle do Estado; mas o que se percebe é que o atual governo quer exterminar esses mecanismos. Ignora pareceres, espanca servidor, sangra o bolso do contribuinte, acaba com o empresariado, deixa a Defensoria Pública na mendicância e impõe suas vontades sobre a maioria da Assembleia em troca de ambulâncias e favores políticos.

Sejamos diretos: se o Estado fosse uma carreta, o motorista teria de propósito cortado o freio e jogado o caminhão ladeira abaixo.

O Paraná vive em um manicômio tributário!!! A cada pacotaço, o governo supera qualquer expectativa!!! Já sabemos que a política é arrecadar custe o que custar, mas a criatividade é surpreendente! É interminável a “Caixa de Pandora” contra o paranaense!!!

Poderíamos imaginar um governo com políticas voltadas para o empresariado, ou um outro, com políticas que priorizem a população, embora saibamos que o ideal seria harmonizar ambos os grupos. Porem, vejam Senhores, o governo Beto Richa, consegue o que parece impossível, ele desagrada o povo e o empresário; ou seja, se vale ao contrário da máxima: “impossível agradar a gregos e a troianos”. Assim, o Governo Beto Richa consegue desagradar a todos!

Notem, além de protestos e manifestações da população, agora são os empresários que se unem contra os desmandos do Governo do Estado. A perda do poder de compra anual, de quem possui renda de até 5 (cinco) salários mínimos chegou a 956 milhões, o que desagrada toda a população. As famílias têm menos dinheiro e o comércio vende menos! Todos perdem!

O denominado G7 (Fiep, Faep, Fecomercio, Faciap, Fetranspar, Fecoopar e ACP) publicamente deixou bem claro ser totalmente contrário ao aumento Leia mais

1 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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“Dor de pedágio”: Em carta, presidente da Faep diz que “está de mal” com presidente da Fiep

meneguette_carta_campagnoloComo nos contos de amor, o presidente da FAEP, Ágide Meneguette, rompeu com o presidente da Fiep, Edson Campagnolo, conforme a carta abaixo: ... 

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17 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Entidades do G7 devolvem a Beto Richa batata quente da prorrogação do ‘pedágio mais caro do mundo’

campagnolo_pedagio_richaAs entidades do setor produtivo que compõem o G7 — Fiep, Faep, Fecomercio, Faciap, Fetranspar, Fecoopar e ACP — emitiram nota de esclarecimento, nesta sexta-feira (17), negando que tenham passado uma procuração para o governador Beto Richa (PSDB) discutir em nome delas a prorrogação dos contratos de pedágio nas rodovias do Paraná até 2050.

Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, porta-voz das agremiações empresariais, não há consenso no G7 sobre o tema.

“Por conta dessa ausência de consenso, não devem ser emitidas opiniões ou informações que deem a entender que se tratam de posicionamentos de todo o grupo”, desautorizou o presidente da Fiep, que também coordena o G7.

Na quarta-feira, Richa deixou o G7 e integrantes do governo com a broxa na mão ao dizer que “ninguém estava tratando do assunto”. No entanto, o chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), e a vice-governadora Cida Borghetti (PROS), até foram a Brasília justamente para discutir a prorrogação do ‘pedágio mais caro do mundo’ levando, inclusive, algumas entidades do grupo a tiracolo.

A posição dúbia do governador teria irritado o deputado federal Ricardo Barros (PP), marido da vice-governadora, que estava à frente das negociações no Ministério dos Transportes.

Desde o princípio, a Fiep e a Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) se posicionaram contrárias à continuidade do pedágio.

O documento de Campagnolo é importante porque ajuda afastar a nuvem negra sobre esse tema, pois em qualquer lugar no mundo entidade de classe que joga contra os interesses dos associados seria defenestrada.

Pedágio é contraproducente para dizer o mínimo. Faz os produtos paranaenses perderem competitividade perante os de fora. Só é bom para quem faz lobby e nada produz.

A seguir, leia a íntegra da nota reparadora do G7: Leia mais

6 de junho de 2014
por Esmael Morais
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Síndrome de Regina Duarte invade a Federação da Agricultura do Paraná

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) é uma entidade que representa as forças do atraso, embora se beneficie dos avanços do presente proporcionados pelo Estado de Bem-Estar Social dos governos do PT. O problema é ideológico, não da ordem econômica, como mostra o “recibo” que a entidade passou em forma de “boletim” (leia abaixo).

A sociedade e principalmente as entidades representativas não podem mais silenciar à  escalada de medidas que estão conduzindo o país ao padrão político e econômico falido do bolivarismo venezuelano, ou pior, de Cuba!. à‰ o que diz o material da FAEP, assinado por àgide Meneguette, saudoso dos tempos da guerra fria.

A FAEP não escreve no documento oficial, mas possivelmente sua ira contra o governo Dilma tenha a ver com a aprovação — e promulgação pelo Congresso Nacional — da lei que pune o trabalho escravo com o confisco das terras. Para o consumo dos mais desavisados, a organização agrária diz que a bronca é com o decreto que possibilita a sociedade decidir em conselhos populares os destinos do país.

A FAEP veste a carapuça de extrema-direita, a mesma da velha mídia, para destilar ódio ideológico, pois vê as consultas do governo como recriação dos sovietes! da Revolução Bolchevique na Rússia de 1917.

Está na hora de lideranças mais modernas, sintonizadas como progresso social, tomarem conta de entidades importantes como a FAEP. Seus atuais dirigentes fazem-nos passar vergonha alheia. à‰ um horror.

A seguir o boletim da FAEP, que chegou com 50 anos de atraso:

http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2014/06/nota_faep.pdf

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29 de novembro de 2013
por Esmael Morais
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Beto Richa: “Eduardo Campos é o melhor gestor do país”

A primeira facada nas costas do senador mineiro Aécio Neves veio nada mais nada menos de onde mais se esperava (sic): do próprio ninho.

O tucano Beto Richa, governador do Paraná, em evento promovido pela Faep (Federação de Agricultura do Paraná), hoje (29), diante de 2 mil agricultores, afirmou que o colega pernambucano Eduardo Campos (PSB), candidato à  presidência da República, “é o melhor gestor do país”.

Não é o primeiro flerte entre Richa e Campos. O namorico vem sendo intermediado pelo ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), pupilo do governador paranaense, e pelo presidente do PSB no Paraná, Severino Araújo, amigo do falecido ex-governador Miguel Arraes — avô do pernambucano presidenciável.

Com dificuldades em alçar voo e com desempenho sofrível nas pesquisas, Aécio tem sido tratado no PSDB como “corno” — o último a ficar sabendo quando traído. Note que tomo emprestada a expressão “corno” do próprio tucano que a utilizou para descartar a ideia de palanques duplos nos estados com o Campos (clique aqui para relembrar).

Em sua visita ao Paraná, nesta sexta, Campos prometeu apoio do PSB à  reeleição de Richa. Em contrapartida, é óbvio, Richa dará uma força para Campos. Nessa jogada, Aécio fica literalmente na mão, ou seja, vai sendo “cristianizado” pelo próprio PSDB.

Para quem não sabe ou não se lembra, “cristianização” em política é sinônimo de abandono. A expressão remete à  eleição presidencial de 1950, quando o também mineiro Cristiano Machado (1893-1953) lançou sua candidatura à  presidente da República pelo PSD !“ Partido Social Democrático !“ maior legenda da época.

Entretanto, a proximidade da vitória de Getúlio Vargas ( que concorria pelo velho PTB) fez com que o PSD em peso abandonasse Machado em apoio a Vargas. Portanto, quando se diz em política que alguém está sendo cristianizado, isso significa que esse candidato está sendo deixado pelos próprios companheiros.

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