22 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em URGENTE: Justiça Federal determina fechamento de pedágio no Paraná

URGENTE: Justiça Federal determina fechamento de pedágio no Paraná

O juiz Rogério Dantas Cachichi, da 1ª Vara Federal de Jacarezinho (PR), determinou a desinstalação imediata da praça de pedágio no município de Jacarezinho, Norte Pioneiro, e a redução de 26,75% no preço da tarifa praticados pela concessionária ECONORTE. ... 

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26 de setembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Beto Richa derreteu

Beto Richa derreteu

Adversários do ex-governador Beto Richa (PSDB), que estão de olho na 2ª vaga do Senado, monitoram diariamente — via tracking — o derretimento do tucano. ... 

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22 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Após lava jato, Osmar Dias repensa apoio de Beto Richa

O ex-senador Osmar Dias (PDT) deverá declinar o apoio do governador Beto Richa (PSDB) após a Operação Integração, da lava jato, que prendeu integrantes do governo tucano e de concessionárias de pedágio no Paraná. ... 

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11 de setembro de 2017
por Esmael Morais
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Romanelli: Uma empresa pública para administrar os pedágios

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), em tempo de neoliberalismo, destoa da sanha privatista ao propor que os pedágios sejam estatizados nas rodovias do Paraná. “Sou favorável à criação de uma empresa pública para ser a nova concessionária das rodovias do Paraná, a ser administrada pelo governo do Estado, a partir do vencimento dos atuais contratos”, escreve. Leia mais

13 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: Governo Richa e o cartel do pedágio

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Jorge Bernardi*

Pior que os capitalistas que nos compram são os governantes que nos vendem. Em várias setores da administração pública, onde serviços, deveriam ter caráter público, são explorados por grupos financeiros empresariais, que formam cartel, com só um objetivo: o lucro fácil.

O pedágio é um destes exemplos. Com pode os valores serem tão inconsistentes? De Curitiba a Paranaguá, R$ 18 reais, percurso 90 km; Curitiba a Balneário Camboriú, R$ 1,90 x 3, ou R$ 5,80, percurso 200 km (Rodovias 376 e 101). Há algo de estranhos e incompreensível nesta equação.

O transporte coletivo, a coleta do lixo, iluminação pública são outros exemplos desta exploração a que estão submetidos os brasileiros. O objetivo destes grupos não é oferecer aos usuários serviços de qualidade, mas usufruir lucros e mais lucros.

Em todo o Brasil, o pedágio mais caro e o mais predatório a economia popular, é do Paraná, que foi implantado em 1997, pelo Governo Jaime Lerner. O chamado “Anel de Integração” foi um verdadeiro engodo à população paranaense, com 2.500 km de rodovias federais e estaduais concedidas a um grupo de seis empresas que, por 24 anos, estão a explorar milhares de usuários.

Os governos que sucederam a Lerner, começando com Requião, nada fizeram para mudar esta realidade a não ser discursos. Os órgãos que deveriam fiscalizar, pouco fazem para defender os interesses dos usuários: DENIT e DER-PR, não possuem a menor credibilidade junto a opinião pública. Frequentemente estes entes são envolvidos em denúncias de corrupção.

As obras de manutenção executadas pelas pedageiras não terminam nunca. São executadas numa velocidade de fazer inveja as tartarugas, principalmente às vésperas de feriados, quando aumenta o tráfego. As concessionárias fazem questão que interromper a rodovia, causando transtornos a milhares de pessoas, para demonstrar que estão trabalhando. Me engana que eu gosto.

Faltando 5 anos para o fim da concessão no Paraná, as empresas e o Governo Beto Richa, querem prorrogar o pe Leia mais

26 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O pedágio e a demagogia

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Luiz Cláudio Romanelli*

“Não fosse isso e era menos.
Não fosse tanto e era quase”
Paulo Leminski

Durante anos eu acreditei que a única solução em relação ao desastrado modelo de pedagiamento das rodovias paranaenses era a do enfrentamento e anulação dos contratos. Pela minha opinião, quando Roberto Requião assumiu o governo em 2003, ele deveria ter decretado no primeiro dia, na primeira manhã de trabalho no Palácio Iguaçu, a nulidade dos contratos com as concessionárias de pedágio. Tinha legitimidade para isso, até porque havíamos feito a campanha com o meta-discurso: ‘pedágio, baixa ou acaba’.

Como todos sabem não foi o que aconteceu. Ao contrário, o governo resolveu adotar a estratégia de judicializar a questão e o resultado: foram oito anos de derrotas na justiça, obras suspensas e o pedágio mais que dobrou de preço.

Há 18 anos, desde que o modelo perverso de concessão de rodovias foi implantado no Paraná, luto para abrir a caixa preta do pedágio. Desde sempre, insisto em trazer mais luz sobre os contratos.

O tempo mostrou que eu tinha razão quando dizia que o “Anel de Integração” imaginado pelo governador Jaime Lerner não passava de uma ficção – e que traria mais malefícios do que benefícios à economia paranaense.

A licitação do pedágio foi fruto de um conluio havido entre o governo de então e as empreiteiras participantes, e prova disso é que depois foi revisto. As tarifas foram reduzidas em 50% em 1998 para que Jaime Lerner pudesse ser reeleito. Reeleição garantida, as tarifas foram reajustadas suprimindo obras essenciais ou postergando-as para o final do contrato e ainda se criou os “degraus” tarifários que aumentaram ainda mais a tarifa.

As investigações feitas pelo Ministério Público Federal e pelo Tribunal de Contas da União mostraram que os aditivos nos contratos de concessão de rodovias foram feitos de forma unilateral e beneficiaram apenas as concessionárias.

Uma de minhas frustrações como líder do governo Requião na Assembleia Legislativa foi não ter conseguido convencer o DER a implantar um “pedagiômetro” para que pudéssemos saber, não pelas informações prestadas pela ABCR (associação das pedageiras), mas por um banco de dados público, por meio de um sistema eletrônico que pudesse monitorar o volume e a evolução do tráfego nas praças de pedágio.

É o que prevê o projeto de lei 754/15, que apresentei na semana que passou na Assembleia Legislativa, com a coautoria de mais 26 deputados e que tramitará em regime de urgência.

Com o monitoramento, teremos um instrumento eficaz para analisar o número de veículos que passam diariamente pelas praças de pedágio e saberemos o faturamento real das concessionárias. Estamos trazendo mais transparência ao sistema.

Um estudo da Ocepar (federação das cooperativas do Paraná) revela que o preço médio praticado no país, para automóveis, a cada 100 km percorridos, é de R$ 3,41, enquanto no Paraná chega a R$ 11,05 para cada 100 km.

O mesmo estudo mostra que a tarifa de pedágio no Paraná Leia mais

10 de setembro de 2015
por admin
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Prefeitura confirma que concessionárias são obrigadas a emitir nota fiscal do pedágio

pedagiosA Prefeitura de São José dos Pinhais, município da região metropolitana de Curitiba, onde está situada a praça de pedágio que cobra dos veículos que trafegam pela rodovia BR-277, entre Curitiba e o Litoral, confirmou que as concessionárias devem emitir nota fiscal pelo serviço prestado aos consumidores. ... 

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14 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Enio Verri: Governo Richa perdeu o pudor em defender a renovação do pedágio

pedagioEnio Verri*

O governo do Paraná perdeu o pudor de defender publicamente a renovação dos contratos de pedágio. Durante o primeiro mandato, até a campanha à reeleição do governador Beto Richa (PSDB), o assunto foi tratado sob fogo brando para não comprometer o capital político do tucano. No entanto, os desdobramentos das últimas semanas indicam que o primeiro escalão do Palácio Iguaçu trabalha arduamente pela renovação dos termos.

A história da renovação do pedágio começa no dia 13 de novembro de 2013, quando Richa se reuniu com a presidenta Dilma Rousseff em Brasília. Na ocasião, o governador levou ao Palácio do Planalto a proposta de renovação das concessões por mais 25 anos, mediante desconto nas tarifas de 30%. A proposta foi imediatamente descartada por Dilma.

Quando as informações sobre a proposta do tucano vieram a público em entrevista da então candidata ao governo estadual, senadora Gleisi Hoffmann (PT), ao jornal Gazeta do Povo em outubro de 2014, Richa negou com veemência que articulasse a prorrogação e qualificou a notícia como uma mentira orquestrada pelos ministros do PT.

Entretanto, poucos meses depois de ter garantido nas urnas a permanência por mais quatro anos no comando do Executivo estadual, o governador e seus auxiliares adotam postura exatamente oposta.

Na última semana o governo do Paraná constituiu um grupo de trabalho formado pela vice-governadora, Cida Borguetti (Pros), secretário da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSDB) e secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, para discutir junto ao Ministério dos Transportes a renovação da delegação de 1,8 mil quilômetros de rodovias federais ao Paraná. A renovação da delegação é o primeiro passo para a prorrogação dos atuais contratos de pedágio. Leia mais

11 de março de 2015
por Esmael Morais
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MST e movimentos sociais liberam cancelas de pedágio e bloqueiam mais de 10 rodovias no Paraná

mst.jpgDesde as 9h desta terça-feira (11), cerca de 38 organizações e movimentos sociais do Paraná encabeçados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizam manifestações com fechamento de rodovias estaduais e federais. Pelo menos quatro praças de pedágio foram ocupadas e tiveram as cancelas liberadas.

A mobilização faz parte da Jornada Nacional Unitária de Lutas dos Trabalhadores do Campo e da Cidade!, e tem como objetivo cobrar dos governos municipais, estadual e federal maiores investimentos na produção, industrialização e venda de alimentos.

Eles pedem também a retomada das compras com doação simultânea do Programação Nacional de Alimentação (PAA), e Programação Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Além disso, os trabalhadores exigem maior agilidade na realização da Reforma Agrária, maiores investimentos na educação e o não fechamento de escolas; a realização de uma Reforma Política com participação popular, políticas públicas de inclusão e desenvolvimento social !“ habitação, assistência técnica, etc; garantia dos direitos dos trabalhadores atingidos por barragens, diminuição de impostos para os trabalhadores e a taxação das grandes fortunas. Leia mais

17 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Requião na RPC TV: “Essa bagunça não pode continuar”; assista ao vídeo

O senador Roberto Requião (PMDB) foi o entrevistado de hoje (17) no programa Paraná TV da RPC (Globo), fechando a série de entrevistas com os três principais candidatos ao governo do Estado.

Requião iniciou sua participação falando sobre a expectativa horrorosa! com o que está acontecendo com o sistema prisional do Estado, com 22 rebeliões somente neste ano. O peemedebista citou a “festa” promovida pelo PCC na penitenciária de Piraquara.

Questionado sobre preço da energia elétrica, Requião falou que está faltando administração e gestão, e é simples reduzir a tarifa, basta acabar com a roubalheira na Copel!. Leia mais

6 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Supersincero!, Marcelo Almeida diz não ver saída para o pedágio no PR

O empresário Marcelo Almeida, candidato ao Senado pelo PMDB, o supersincero!, nesta quarta-feira (6), em entrevista ao repórter Ivan Santos, do Bem Paraná, confessou não ver saída para o problema das altas tarifas do pedágio.

Além de ser o candidato mais rico com patrimônio declarado de R$ 800 milhões, o peemedebista é herdeiro da CR Almeida e “dono do pedágio mais caro do mundo”, que liga Curitiba ao Litoral.

“Eu não vejo saída. Eu não vejo uma movimentação. Virou um assunto político. Porque tem pedágio? à‰ muito fácil o pessoal do PT, do PSDB me criticar”, esquivou-se.

Leia a íntegra da entrevista com Marcelo Almeida:

Marcelo Almeida tem na ponta da língua a resposta para os críticos que o vêem apenas como o candidato mais rico do Brasil! e dono do pedágio!. Primeiro, diz que justamente por ser herdeiro da CR Almeida !“ uma das maiores empreiteiras do País !“ e um patrimônio pessoal declarado de quase R$ 800 milhões, é um dos poucos que pode dizer que está nesta eleição não por dinheiro, mas por um ideal. Segundo: As pessoas que me criticam pelo pedágio são as primeiras a bater na CR Almeida para pegar dinheiro!.

Com uma franqueza incomum para os políticos tradicionais, ele confessa não ver saída para o problema das altas tarifas. E aponta que o problema do pedágio é fruto da falta de recursos públicos para investimentos nas estradas provocada pela corrupção, que na sua avaliação, envolve governos de todos os partidos nas últimas décadas.

Candidato ao Senado pelo PMDB ao lado do senador e candidato ao governo, Roberto Requião, Almeida também garante não ver contradições nessa parceria, apesar de seu companheiro de chapa ter sido eleito governador em 2006 sob o slogan do abaixa ou acaba! contra o pedágio. E diz ainda que o Paraná precisa ter Leia mais

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