João Arruda: vereadores serão cobaias em 2020

O deputado federal João Arruda (PMDB-PR), em artigo especial, afirma que a falta de coragem da Câmara para fazer a reforma política transformará, em 2020, os vereadores em cobaias. “É como combater a corrupção, aprovar um novo modelo tributário ou, até mesmo, rejeitar o projeto da cura gay, mas só a partir de 2020”, ironiza.

Comissão aprova parecer de PEC que prevê fim das coligações eleitorais

A comissão especial da Câmara que analisa Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 282/2016, que trata do fim das coligações partidárias para as eleições, aprovou hoje (23), em votação simbólica, o parecer elaborado pela relatora deputada Sheridan (PSDB-RR). Os deputados ainda vão analisar os destaques ou sugestões de alteração no texto que foram apresentados.

Romanelli: Reforma política e covardia

O deputado Luiz Claudio Romannelli (PSB) afirma em sua coluna desta segunda-feira (21) que os deputados federais não tiveram coragem de votar uma PEC que pudesse levar o Brasil a uma reforma política verdadeira. “A covardia, definitivamente, tomou conta de Brasília”, escreve.

Reforma política prevê federação de partidos e propaganda na internet

A Reforma Política em discussão na Câmara, a princípio, prevê alterações nas regras eleitorais, sistema eleitoral e modelo de financiamento de campanhas. O diabo é que esse debate não envolveu em nenhum momento o povo brasileiro. Somente a elite e os atuais congressistas estão à frente dessa “mudança” visando deixar tudo como está.

Congresso Nacional terá semana com noites de “facas longas” contra o povo brasileiro

congresso_facas_longasA Câmara e o Senado deverão votar esta semana uma série de projetos e emendas constitucionais prejudiciais à Nação. Portanto, é correto afirmar que o Congresso Nacional terá uma semana com noites de “facas longas” nas costas do povo brasileiro.

O ILEGÍTIMO GOVERNO DE MICHEL TEMER RESISTIRÁ À PRIMAVERA BRASILEIRA?

temer_protesto_canalhasO primeiro dia do ilegítimo governo de Michel Temer (PMDB) foi marcado por maciços protestos em todo o país. A jornada pode ser chamada de ‘Primavera Brasileira’ tal sua similitude com os movimentos que derrubaram governos despóticos na ‘Primavera Árabe’ de 2010.

Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Independência e democracia

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Em sua coluna semanal, o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) faz um breve histórico dos períodos de democracia da nossa república e analisa o momento atual, em que, segundo ele, a intolerância está se sobrepondo ao diálogo democrático. Romanelli também fala da necessidade da reforma política avançar, diminuindo o custo proibitivo das campanhas eleitorais que afastam quadros qualificados da atividade política. Leia, ouça, comente e compartilhe. 

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Luiz Cláudio Romanelli*

Pensem nas crianças mudas telepáticas, pensem nas meninas cegas inexatas,
pensem nas mulheres rotas alteradas, pensem nas feridas como rosas cálidas”
Vinicius de Moraes

Como não podia deixar de ser, o atual momento político do país induz a uma reflexão nesta segunda-feira, 7 de setembro, dos 193 anos da independência do Brasil. De todo processo histórico, e das análises que podem ser feitas, chega-se à filha mais nova da independência, a incipiente democracia brasileira.

A democracia, como sistema de governo, pode se dizer que começou a ser construída no país, no primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1934), marcado pela conhecida revolução de 1930 que acabou com a República velha, com a derrubada do ex-presidente Washington Luís, e teve um corte abrupto e violento, que deixou sequelas na vida brasileira, entre 1964 e 1985. O meu primeiro voto para governador, por exemplo, foi para José Richa em 1982 e eu já militava na juventude do PMDB.

Desde então, foram nove eleições de governadores e sete eleições presidenciais. Neste período, de 1982 para cá, foram ainda nove eleições de deputados e senadores e oito eleições de prefeitos e vereadores. Eu participei de todas essas campanhas e de forma direta, como candidato a vereador e deputado, disputei seis eleições e venci cinco delas.

Confesso que tenho certa saudade, de forma positiva, e vou explicar mais adiante, das primeiras campanhas, dos comícios, do engajamento da militância partidária e de setores da própria sociedade em todo processo político e até hoje levo a máxima que uma campanha se faz com muita sola de sapato e conversando diretamente com os eleitores, expondo suas ideias, apresentando propostas.

Fiz esse rápido passeio pelas eleições, uma contextualização, para chegar a atual quadra política do país em que as instituições funcionam perfeitamente, mas que precisam avançar e aperfeiçoar seus métodos para melhorar a democracia brasileira em todos os seus aspectos.

Vejo de forma clara o sentimento de todas as manifestações, nas ruas ou nos legislativos, e a vontade de setores mais engajados da sociedade de ter uma voz mais ativa no controle e uso dos recursos públicos e nos serviços prestados pelos agentes públicos. Há uma insatisfação e uma desconfiança generalizadas por tudo que é da coisa pública. O que cobram, o que pedem, o querem, é muito positivo para todos nós, políticos e sociedade.

Ao vivo de BH: Fórum Popular e Democrático; pela renúncia de Levy e por uma Constituinte Exclusiva

O Blog do Esmael, em parceria com a TVT (geradora) e a TV 15 (repetidora), desde Belo Horizonte, transmite ao vivo para o Brasil e o mundo mais um comício da Frente Nacional Popular e Democrática.

O evento deste sábado tem como figuras centrais o governador mineiro Fernando Pimentel (PT) e os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (PMDB-PR).

Dentre as bandeiras que serão discutidas hoje serão a demissão imediata do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e a mudança na política econômica do governo Dilma; contra o golpe, instalação de uma Constituinte Exclusiva para a reforma política.

O lançamento nacional da Frente Popular e Democrática ocorreu no último dia 28 de agosto, em Curitiba (clique aqui). Na capital paranaense a palavra de ordem também foi “Fora Levy” e mudança na política econômica

Veja como votou cada senador na lei que proíbe doação privada às campanhas eleitorais

financiamento_serraO Blog do Esmael publica abaixo o relatório da votação nominal no Projeto de Lei da Câmara (PLC 75/2015), ocorrida ontem à noite, no Senado Federal, que põe fim ao financiamento de pessoa jurídica aos partidos políticos e campanhas eleitorais.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), relator do texto, afirmou que essa proibição significa um “adeus ao pixuleco” e uma espécie de cláusula de barreira na corrupção.

Pelo relatório de votação, fica evidente que o PSDB firmou convicção pelo financiamento privado — ou seja, queria manter tudo como está — onde as empreiteiras e bancos deitam e rolam.

Os senadores tucanos votaram em peso a favor do “financiamento” eleitoral por empresas, ou como é conhecida, a favor da corrupção legalizada.

Leia a íntegra do relatório do Senado Federal:

Câmara aprova doação de empresas a partidos e conclui reforma política

da Agência Câmara

cunha_camaraO Plenário da Câmara dos Deputados concluiu as votações, em segundo turno, da proposta de emenda à Constituição da reforma política (PEC 182/07). Na votação desta quarta-feira (12), os deputados aprovaram o financiamento de campanhas com doações de pessoas físicas a candidatos e a partidos e de empresas a partidos. O texto foi aprovado por 317 votos a 162.

Inicialmente, destaques do PT e do PPS pediam a retirada apenas da parte do texto que permite a doação por empresas. No entanto, esses destaques foram indeferidos após decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, na qual acatou questão de ordem dos deputados Leonardo Picciani (PMDB-RJ) e Mendonça Filho (DEM-PE).

Para garantir a votação em dois turnos do tema, o artigo todo foi votado novamente e não somente a parte pretendida pelos partidos contrários ao financiamento privado de campanhas.

No primeiro turno, a matéria foi aprovada por 330 votos a 141. Com o encerramento das votações em segundo turno, a PEC será enviada ao Senado.

Após 25 anos na Câmara Federal, Bolsonaro aprova sua 1ª emenda

bolsonaroJair Bolsonaro (PP-RJ) acaba de completar 25 anos ininterruptos como deputado federal em Brasília. O experiente parlamentar, na noite de terça-feira, comemorou pela primeira vez na vida a aprovação preliminar de uma proposta de emenda constitucional (PEC) de sua autoria.

“Sou completamente discriminado porque eu sou um homem de direita”, afirma. “Alguns projetos eu dou para (outro) deputado apresentar porque, se pintar meu nome, não vai para frente” – ele não informou quais teriam sido estes projetos.

Por 433 votos a favor e 7 contra, a Câmara dos Deputados aprovou ontem uma PEC que prevê emissão de “recibos” junto ao voto nas urnas eletrônicas. O texto, que precisa passar novamente pela Câmara e depois pelo Senado para ser promulgado, permite a recontagem manual dos votos em caso de suspeita de fraude.