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O Supremo provou nesses últimos dias que cadeia é para petista, preto, pobre e puta

Primeiramente, uma consideração: cadeia não é lugar para gente, nem recupera ninguém. Dito isto, vamos à soltura do ex-deputado Rocha Loures (PMDB-PR) autorizada pelo ministro Edson Fachin.

Requião compara Cunha a Beto Richa: “Cara dum, focinho doutro”

Espectro do impeachment volta a rondar o Palácio Iguaçu

richa_impeachment_profsNa última segunda-feira, dia 29 de junho, dois meses após o covarde massacre dos professores no Centro Cívico, em Curitiba, promotores do Ministério Público do Paraná (MP) concederam entrevista coletiva para anunciar que ofereceram à Justiça denúncia contra o governador Beto Richa (PSDB) por improbidade administrativa, ou seja, crime de responsabilidade que pode cassar-lhe o mandato e os direitos políticos por 8 anos.

Dito isto, cada vez mais o espectro do impeachment ronda as imediações do Palácio Iguaçu, mesmo local que serviu para a ação violenta da polícia que deixou saldo de 213 feridos.

O blogueiro e advogado Tarso Violin Cabral, no último dia 25 de maio, protocolou o primeiro requerimento na Assembleia solicitando o impedimento do governador tucano. Para ele e um grupo de juristas, que subscreveram o documento, a ação de improbidade administrativa anunciada pelo Ministério Público contra Beto Richa, o ex-secretário da Segurança Pública, Fernando Francischini, e o alto comando da PM à frente das decisões do Massacre de 29 de abril, reforça a tese do impeachment.

Nesta sexta-feira (3) veio mais um elemento que poderá ser apensado a denuncia de improbidade do inquilino do Palácio Iguaçu: a Justiça determinou que Richa cessasse de mentir e fazer campanha contra professores no site oficial Agência Estadual de Notícia; o tucano vinha abusando da máquina pública para denegrir a imagem dos educadores que ainda lutam por melhores condições de trabalho e reposição inflacionária.

Garganta Profunda de Londrina: ‘Beto Richa teme ir para a cadeia com a volta de Roberto Requião’

De olho na cadeira de Dilma, Barbosa age para manter Dirceu na prisão

do Brasil 247

Tirania de Joaquim Barbosa à  frente do Supremo Tribunal Federal ultrapassa todos os limites; em mais uma decisão unilateral, ele reviu a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que determinou ao juiz Bruno Ribeiro que decidisse sobre o pedido de trabalho de José Dirceu; o motivo para não analisar o pedido de trabalho era um suposto uso de telefone celular na Papuda, já negado por sindicância da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal; Barbosa, no entanto, pode tudo e o Brasil assiste impassível aos desmandos de um ditador togado, que estuda se lançar à  Presidência da República.
Tirania de Joaquim Barbosa à  frente do Supremo Tribunal Federal ultrapassa todos os limites; em mais uma decisão unilateral, ele reviu a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que determinou ao juiz Bruno Ribeiro que decidisse sobre o pedido de trabalho de José Dirceu; o motivo para não analisar o pedido de trabalho era um suposto uso de telefone celular na Papuda, já negado por sindicância da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal; Barbosa, no entanto, pode tudo e o Brasil assiste impassível aos desmandos de um ditador togado, que estuda se lançar à  Presidência da República.
O Judiciário brasileiro acaba de ser transformando em uma única pessoa: Joaquim Barbosa.

à‰ a sua vontade, e apenas ela, que determina os destinos dos brasileiros submetidos a um suposto Estado de Direito, a cada dia mais vilipendiado.

Em mais uma decisão unilateral, ele acaba de revogar outra decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que obrigava o juiz Bruno Ribeiro, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, a examinar o pedido de trabalho de José Dirceu, que havia sido suspenso em razão do suposto uso de um telefone celular na Papuda.

Como a sindicância da Secretaria de Segurança do Distrito Federal apurou que não houve uso de celular, Lewandowski determinou que o pedido de trabalho fosse avaliado (relembre aqui).

Dirceu está preso desde 15 de novembro em regime fechado, embora tenha sido condenado ao semiaberto.

A lei, para ele, não existe. Dirceu é objeto da vingança de Joaquim Barbosa, que estuda se candidatar à  presidência da República, tendo como plataforma sua atuação na Ação Penal 470.

O Judiciário brasileiro está entregue a um tirano, que age como se estivesse acima de tudo e de todos.

E a sociedade assiste impassível à  destruição do Estado de Direito.

A única forma de conter a ascensão de um tirano é um processo de impeachment, já defendido por juristas respeitados como Celso Bandeira de Mello.

Haverá reação?

Abaixo, reportagem da Agência Brasil sobre a decisão: