15 de Fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em ALEP pode barrar supersalários de R$ 100 mil no governo Beto Richa

ALEP pode barrar supersalários de R$ 100 mil no governo Beto Richa

Que tal ser secretário no governo Beto Richa (PSD), no Paraná, ganhando mais de R$ 100 mil por mês sem se preocupar com o teto constitucional que limita os salários a R$ 33,7 mil? Leia mais

14 de Janeiro de 2018
por esmael
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76,3% defendem redução nos salários de juízes, diz pesquisa nas vésperas de julgamento de Lula

A Paraná Pesquisas, um dos mais importantes institutos do país, afirma que a maioria dos brasileiros é a favor da redução nos salários de juízes como solução para o déficit nas contas do governo federal. Leia mais

5 de Janeiro de 2018
por esmael
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PM escravizada no RN

Embora não sejam classificados como “trabalhadores”, os policiais militares estão sendo escravizados no Rio Grande do Norte. Há três meses eles não recebem os salários porque o estado está atolado numa dívida impagável. Leia mais

4 de Abril de 2017
por esmael
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Vem aí o congelamento de salários e privatizações nos estados

O deputado Enio Verri (PT-PR) denuncia em sua coluna de hoje que o ilegítimo Michel Temer tentará beneficiar outra vez o “mercado financeiro”, em caráter de urgência, se aprovar na Câmara o projeto que institui o Regime de Recuperação Fiscal dos Estados, cuja adesão proíbe concurso público, eleva a taxação aos aposentados de 11% para 14%, congela salários dos servidores públicos e privatiza empresas de água e energia. Ou seja, a farra será liberada para Beto Richa (PSDB) e outros tantos governadores que não têm compromissos com o povo. Um horror!

28 de novembro de 2016
por esmael
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Temer cada vez mais perto da cassação no TSE; novos cheques põem ilegítimo na marca do pênalti

dilma_temer_tseA tese segunda a qual a campanha do ilegítimo Michel Temer (PMDB) seria independente da de Dilma Rousseff (PT) não tem como prosperar no TSE, que analisa a cassação da chapa eleita em 2014.

26 de setembro de 2016
por esmael
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Gleisi: O modelo perverso de Temer

gleisi_graficoA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda (26), diz que o ilegítimo Michel Temer (PMDB) adota o modelo neoliberal na economia que não deu certo em nenhum lugar do mundo. “Até mesmo o FMI, queridinho de Vossa Excelência e de seus aliados de ocasião, já deu a mão à palmatória e reconheceu que o receituário neoliberal do próprio Fundo para o crescimento econômico sustentável em países em desenvolvimento pode ter efeitos nocivos de longo prazo”, escreve a parlamentar.

11 de setembro de 2014
por esmael
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Argentina defende salário mínimo maior para promover crescimento

A chefe da delegação argentina na reunião ministerial de Trabalho e Emprego do G20 (grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia), Marta Novick, defendeu hoje (11), em Melbourne, na Austrália, o aumento do salário mínimo como estratégia de crescimento econômico e de garantia social.

A tese é a mesma defendida e aplicada pelo ex-presidente Lula na crise mundial de 2008, em que apostou no incentivo ao consumo. No Paraná, o ex-governador Requião fez a política de valorização do salário mínimo regional virar lei, garantindo sucessivos aumentos reais, agora combatidos pelos empresários via Fiep (Federação das Indústrias do Paraná).

O salário mínimo argentino, que teve este ano um aumento de 31%, figura como uma contribuição para a macroeconomia porque os recursos que chegam aos mais pobres traduzem-se em uma maior procura, produção e crescimento!, disse Marta Novick.

A reunião ministerial, que termina nesta quinta-feira, conta com a presença dos ministros do Trabalho e do Emprego dos países do G20, de representantes da União Europeia e das principais organizações internacionais, incluindo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial.

via Agência Brasil, com adendos.! 

11 de outubro de 2013
por esmael
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Salário de educadores apresenta queda em 2012, aponta Ministério do Trabalho

da Agência BrasilOs salários dos profissionais que prestam serviços em ensino – como professores, pedagogos, coordenadores, assistentes, vigilantes, secretárias, merendeiras, porteiros, entre outros – tiveram redução quantitativa e percentual de 2011 a 2012. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, os salários no setor de ensino caíram de R$ 2.884 para R$ 2.852 !“ redução de 1,1%, o que representa R$ 32 a menos na folha de pagamento.

Entre os setores elencados pela Rais, o de serviços está entre os três que tiveram os menores aumentos no período avaliado !“ 2,1%, taxa inferior à  média nacional (2,97%). Entre os subsetores elencados pela relação do Ministério do Trabalho, em que estão incluídos os serviços em ensino, o de produção de materiais de transporte também teve redução, de 0,34%.

A informação de que os salários dos profissionais em educação apresentaram redução em 2012 vai de encontro com outro dado também da Rais: o setor de serviços foi o que mais gerou empregos no mesmo ano, cerca de 794 mil. Um dos destaques nesse setor foi justamente o de prestação de serviços em educação, responsável por 5,67% do total, aproximadamente 45 mil postos de trabalho.

De acordo com o Ministério do Trabalho, a geração de emprego demonstra o aumento do consumo das famílias em saúde e educação !“ o que, economicamente, deveria provocar alta dos salários, motivado pelo crescimento da demanda por esses serviços. No entanto, o que ocorre é a escassez de profissionais.

Esse dado [redução salarial] mostra uma realidade que, infelizmente, denunciamos há muito tempo. O decréscimo mostra que a educação não está sendo valorizada, em uma dinâmica em que não há a valorização do trabalhador!, disse à  Agência Brasil o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão.

Segundo Leão, o fato de a demanda por profissionais ser grande e os salários baixos intensifica ainda mais escassez de mão de obra. Há cursos de licenciatura nas universidades que estão fechando porque não há alunos. Ninguém quer seguir carreira que não tem perspectiva de futuro, em que se ganha pouco!, explicou o presidente da CNTE, em relação à  formação de professores.

Atualmente, o piso salarial dos professores do magistério público é R$ 1.567. Para Roberto Leão, o fato de o piso n