11 de Janeiro de 2018
por esmael
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MBL “afrouxou o sutiã” em Maringá

A propalada Batalha de Maringá, cujo comandante-em-chefe é o deputado Delegado Francischini (SD-PR), tal qual a de Itararé, pode não acontecer neste sábado (13). É que o MBL “afrouxou o sutiã”, segundo organizadores do comitê pró-Lula que será lançado na Câmara Municipal. Leia mais

10 de Janeiro de 2018
por esmael
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Bota o retrato do velho na urna

Luiz Inácio Lula da Silva terá o retrato nas urnas eletrônicas deste ano. A informação e do jornalista Elio Gaspari, da Folha, que corrobora o parecer do jurista e professor paranaense Luiz Fernando Pereira, emitido em outubro passado, segundo qual o petista poderá disputar 2018 mesmo que condenado pelo TRF-4 — a segunda instância. Leia mais

24 de agosto de 2016
por esmael
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Há 62 anos suicidava-se Getúlio Vargas contra o golpe de Estado. A História se repete?

getulio_dilmaO velho Karl Marx, em O 18 Brumário de Luis Bonaparte, ensina que “a História se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”. Nada mais atual.

No dia 24 de agosto de 1954, portanto há 62 anos, suicidava-se no Catete – antigo palácio presidencial no Rio — o presidente Getúlio Vargas contra os golpistas da época que eram liderados por Carlos Lacerda, UDN, uma espécie de Michel Temer (PMDB) de antanho.

1 de Março de 2015
por esmael
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Sob cerco no Paraná, perde força no país o movimento anti-Dilma

à€s vezes é preciso recorrer à  História para que percebamos a importância estratégica do Paraná na geopolítica brasileira. Voltemos a 1894, na cidade da Lapa, onde forças republicanas e legalistas, os pica-paus, resistiram heroicamente 26 dias à  ofensiva militar dos maragatos (os federalistas) que tentavam derrubar a nascente República. Os defensores não tinham munição nem homens suficientes para conter os atacantes. O tempo de resistência foi imprescindível para que o presidente Marechal Floriano Peixoto reunisse força para combater os golpistas de antanho.

Outro episódio histórico, agora em 1930, também passou pelo no Paraná: a revolução comandada por Getúlio Vargas, que pôs fim à  República Velha, rompeu com o modelo agrário e semi-escravista para iniciar o processo de industrialização do país. O comboio getulista permanecera estacionado no município de Ponta Grossa, Campos Gerais, à  medida que as tropas revolucionárias avançavam rumo a São Paulo.

Nos dois fatos acima, o Paraná teve participação preponderante e decisiva. No primeiro, conteve o avanço de golpistas contra a República. No segundo, 36 anos depois, deu passagem para o sepultamento da envelhecida República.

Novamente, em 2015, o Paraná se posiciona contra golpismo contra a presidenta Dilma Rousseff (PT). Armou uma trincheira anti-PSDB em todos os 399 municípios.

Surge aqui no estado um movimento pelo impeachment do governador Beto Richa (PSDB). Mesmo que legalmente não prospere o impedimento, a pressão das ruas serve como antídoto para o tapetão tucano e a palavra de ordem pelo retorno dos militares ao poder.

O movimento de massas paranaense assusta o tucanato local e nacional, pois, de acordo com o próprio senador Aécio Neves (PSDB-MG), em contato com o governador Beto Richa (PSDB), pode atrapalhar em todo o país as manifestações de 15 de março contra Dilma.

Até mesmo a greve dos caminhoneiros estancou-se por aqui, na região Sul. Os bloqueios de rodovias estão agora restritos ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina, pois, não consegue avançar para outros estados. Perdeu força porque se trata de um locaute (paralisação organizada por empresas), que afeta o suprimento dos cidadãos e a economia das localidades. Trata-se de um movimento contra Dilma, organizado por forças ligadas ao PSDB e setores do empresariado e do agronegócio mais atrasados.

A questão do pedágio cuja tarifa é a maior do país, permitida por Beto Richa, arrefece o ânimo do protesto dos caminhoneiros contra Dilma. Pelo contrário. Várias carretas foram vistas nas estradas com a inscrição Fora Richa!. Além disso, conjunturalmente, o governador tucano aplicou nos paranaenses tarifaços no IPVA, no ICMS de 95 mil produtos e nas contas de água e luz.

A greve dos educadores entrou hoje no vigésimo dia, sem que o tucano consiga sair dela. As manifestações de professores e funcionários de escolas transformaram em pó, em um mês, a musculatura que Richa conquistou na reeleição. Outras categorias do serviço público também estão paralisadas, enfim, o modelo do PSDB é o modelo do próprio inferno no Paraná e ninguém quer essa maldade par

23 de novembro de 2014
por esmael
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“Cerco a Dilma lembra Getúlio”, diz jornalista Ricardo Kotscho

kotschodo Brasil 247
“Dilma não é Getúlio, eu sei, o Brasil e o mundo não são os mesmos de 60 anos atrás, mas há muitas circunstâncias e personagens bem semelhantes nestes distintos períodos da vida nacional”, escreve o jornalista Ricardo Kotscho, em seu blog.

Ex-secretário de Imprensa no governo Lula, o jornalista enumera os fatos em comum das duas épocas e lembra que é no terceiro volume da biografia do ex-presidente que o jornalista cearense Lira Neto “mostra o cerco formado por forças civis, militares e midiáticas contra Getúlio Vargas”. Era este o livro que a presidente Dilma Rousseff carregava na mão ao descer do helicóptero no Alvorada, quando retornou a Brasília, depois de alguns dias de folga numa praia da Bahia, observa Kotscho.

6 de setembro de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Gomyde: Para onde vai o Brasil?

Ricardo Gomyde*

Boa parte dos problemas econômicos brasileiros se deve ao fato de o país nunca ter investido de verdade em um caminho definido de desenvolvimento. Nunca instituímos, para valer, uma economia planejada e um Estado de bem-estar-social. Em 2002, elegemos Luis Inácio Lula da Silva e começamos a experimentar a sensação de que havíamos enfim atravessado aquele deserto. Desde então, o Brasil avançou em muitos setores essenciais para o progresso social. Hoje, aquele tempo em que o povo não era levado em conta parece distante. Parece!

Digo parece porque surgiram, no debate eleitoral atual, os que propõem o retrocesso, o retorno ao longo inverno antidemocrático !” primeiro com a ditadura militar e, depois, mais mitigado, com a “era FHC” !”, em que o povo era chamado apenas para pagar as contas dos desastres provocados pela administração do Estado voltada para os privilégios de uma ínfima minoria da sociedade. O debate, resumidamente, tem sido assim: de um lado, estão os que veem a questão social como prioridade; de outro, estão os defensores do “mercado”.

à‰ óbvio que quando se fala em mercado! o conceito tem pouco a ver com aqueles de Adam Smith, considerado um dos principais pais! da economia moderna; as estruturas de classes nas sociedades já não são nem sombra do que foram quando o capitalismo dava seus primeiros passos. Hoje, mercado!, para os que sonham em levar o Brasil para o retrocesso, é sinônimo de ciranda financeira, especulação à s custas do suor do povo. No fundo, esse debate traduz os conflitos sociais que atravessaram praticamente todo o século XX no Brasil.

Recentemente, em 24 de agosto, completaram-se 50 anos da morte de Getúlio Vargas, uma marcante figura da nossa história por ter liderado um processo fundamental para o desenvolvimento do país. Com a Revolução de 1930, iniciamos o aumento e a distribuição da renda nacional. Predominou, enquanto Vargas governou, a tese de que o Estado poderia estimular !” e mesmo condicionar !” o desenvolvimento econômico. Na margem oposta, estava outra corrente ponderável, com os professores Eugênio Gudin e Otávio de Bulhões à  frente, que negava a capacidade prática planejadora do Estado.

Desde então, esse debate passou a constituir um campo fértil de análises. No ciclo militar, contudo, o país sangrou e, do ponto de vista econômico, foi uma mediocridade (altos os índices de inflação e de desemprego e baixos os níveis de crescimento do PIB) em cujo legado é difícil encontrar qualquer coisa de positivo. Depois desse período, no rol da ruindade presidencial Fernando Henrique Cardoso (FHC) não foi muito diferente (reforma do setor público e estado mínimo). E chegamos à  eleição de Lula, que possibilitou a construção de sociedade relativamente harmônica, ou pelo menos equilibrada. Era uma boa premissa para se trabalhar em um projeto nacional, que avançou consideravelmente com a reeleição de Lula em 2006 e a eleição de Dilma Rousseff em 2010.

Hoje, na atual campanha eleitoral, sob o pretexto de que a economia é uma ciência exata, próceres da oposição difundem a esmo análises que são verdadeiras metafísicas, contendo uma falsa e vaga representação do mundo real. Querem, novamente, fazer ressoar pelo país aquelas ideias das campanhas publicitárias promovidas para vender as privatizações, as reformas que tiram direitos do povo e métodos autoritários para lidar com as reivindicações populares. Em seus prognósticos, questões como a melhoria dos níveis de renda, dos investimentos e do consumo popular não devem entrar como a alma da economia brasileira.

A experiência desse ciclo Lula-Dilma mostra que à  medida que problemas sociais são resolvidos outros surgem e exigem soluções efetivas. E essa contradição se reflete na luta política !” um relevante aspecto da disputa entre as forças interessadas no desenvolvimento do país e os agrupamentos ligados aos interesses financeiros. Daí a prioridade para a união de todas as forças comprometidas com o comb

27 de junho de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: Richa cometeu o mesmo erro de Ducci

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, comemora resultado dos jogos da Copa e sugere que o governador Beto Richa comece a limpar as gavetas no Palácio Iguaçu; "de novo o Beto Richa comete o mesmo erro de Luciano Ducci ao tentar, por meios republicanos e não republicanos, contar com o PMDB e seu tempo de televisão", compara o capitão do time do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet; segundo o colunista, a tentativa de assalto no PMDB enfraqueceu o tucano e fortaleceu Requião; secretário Municipal de Governo recorre à  História para ironicamente fulminar o governador do PSDB:

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, comemora resultado dos jogos da Copa e sugere que o governador Beto Richa comece a limpar as gavetas no Palácio Iguaçu; “de novo o Beto Richa comete o mesmo erro de Luciano Ducci ao tentar, por meios republicanos e não republicanos, contar com o PMDB e seu tempo de televisão”, compara o capitão do time do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet; segundo o colunista, a tentativa de assalto no PMDB enfraqueceu o tucano e fortaleceu Requião; secretário Municipal de Governo recorre à  História para ironicamente fulminar o governador do PSDB: “saiu à  caça com cachorros alheios”; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald*

Com o término das partidas da Copa do Mundo em Curitiba, afastada a onda de pessimismo e sinistrose que corria solta, e a nossa Cidade fazendo boa figura com as melhores notas na avaliação da FIFA, é hora de olhar um pouco para o cenário que se descortina mais a frente, em outubro. Leia mais