15 de março de 2015
por Esmael Morais
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Manifestantes encerraram protesto em frente ao Palácio Iguaçu

Manifestantes pediam a saída de Dilma e intervenção militar no país; também sobrou para a Rede Globo e o governador Beto Richa.

Manifestantes pediam a saída de Dilma e intervenção militar no país; também sobrou para a Rede Globo e o governador Beto Richa.

Contrariando a direção que havia encerrado o movimento de hoje à s 16 horas, milhares de pessoas marcham rumo ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, em Curitiba.  ... 

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14 de março de 2015
por Esmael Morais
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Quem vai bater panela neste domingo ao lado de Beto Richa?

Em baixa nas pesquisas de opinião, Beto Richa é

Em baixa nas pesquisas de opinião, Beto Richa é “articulador oculto” no Paraná do panelaço deste domingo 15 contra Dilma. Será que alguém, em sã consciência, seguirá um dos piores governadores do país? Será que o feitiço não se voltará contra o feiticeiro? Quantos baterão panelas a soldo do tucano? Faça sua aposta.

De promessa política, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), é pior avaliado do país. Esse dado é da Paraná Pesquisas, que semana passada mostrou o tucano com a popularidade despencando. Apenas 20% dos eleitores do estado o apoiam frente os 76% que o reprovam (clique aqui para relembrar). ... 

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1 de março de 2015
por Esmael Morais
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Sob cerco no Paraná, perde força no país o movimento anti-Dilma

à€s vezes é preciso recorrer à  História para que percebamos a importância estratégica do Paraná na geopolítica brasileira. Voltemos a 1894, na cidade da Lapa, onde forças republicanas e legalistas, os pica-paus, resistiram heroicamente 26 dias à  ofensiva militar dos maragatos (os federalistas) que tentavam derrubar a nascente República. Os defensores não tinham munição nem homens suficientes para conter os atacantes. O tempo de resistência foi imprescindível para que o presidente Marechal Floriano Peixoto reunisse força para combater os golpistas de antanho.

Outro episódio histórico, agora em 1930, também passou pelo no Paraná: a revolução comandada por Getúlio Vargas, que pôs fim à  República Velha, rompeu com o modelo agrário e semi-escravista para iniciar o processo de industrialização do país. O comboio getulista permanecera estacionado no município de Ponta Grossa, Campos Gerais, à  medida que as tropas revolucionárias avançavam rumo a São Paulo.

Nos dois fatos acima, o Paraná teve participação preponderante e decisiva. No primeiro, conteve o avanço de golpistas contra a República. No segundo, 36 anos depois, deu passagem para o sepultamento da envelhecida República.

Novamente, em 2015, o Paraná se posiciona contra golpismo contra a presidenta Dilma Rousseff (PT). Armou uma trincheira anti-PSDB em todos os 399 municípios.

Surge aqui no estado um movimento pelo impeachment do governador Beto Richa (PSDB). Mesmo que legalmente não prospere o impedimento, a pressão das ruas serve como antídoto para o tapetão tucano e a palavra de ordem pelo retorno dos militares ao poder.

O movimento de massas paranaense assusta o tucanato local e nacional, pois, de acordo com o próprio senador Aécio Neves (PSDB-MG), em contato com o governador Beto Richa (PSDB), pode atrapalhar em todo o país as manifestações de 15 de março contra Dilma.

Até mesmo a greve dos caminhoneiros estancou-se por aqui, na região Sul. Os bloqueios de rodovias estão agora restritos ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina, pois, não consegue avançar para outros estados. Perdeu força porque se trata de um locaute (paralisação organizada por empresas), que afeta o suprimento dos cidadãos e a economia das localidades. Trata-se de um movimento contra Dilma, organizado por forças ligadas ao PSDB e setores do empresariado e do agronegócio mais atrasados.

A questão do pedágio cuja tarifa é a maior do país, permitida por Beto Richa, arrefece o ânimo do protesto dos caminhoneiros contra Dilma. Pelo contrário. Várias carretas foram vistas nas estradas com a inscrição Fora Richa!. Além disso, conjunturalmente, o governador tucano aplicou nos paranaenses tarifaços no IPVA, no ICMS de 95 mil produtos e nas contas de água e luz.

A greve dos educadores entrou hoje no vigésimo dia, sem que o tucano consiga sair dela. As manifestações de professores e funcionários de escolas transformaram em pó, em um mês, a musculatura que Richa conquistou na reeleição. Outras categorias do serviço público também estão paralisadas, enfim, o modelo do PSDB é o modelo do próprio inferno no Paraná e ninguém quer essa maldade para os brasileiros. Nem para o mais ferrenho inimigo.

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1 de março de 2015
por Esmael Morais
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Em Apucarana (PR): Fora, Richa. Impeachment, já!!; assista ao vídeo

apucarana_fora_richa.jpgProtesto ocorrido sábado, dia 28 de fevereiro, em Apucarana, Norte do Paraná. Movimento organizado por servidores públicos do estado foi à s ruas centrais da cidade com uma palavra de ordem: “Fora Richa, impeachment já!”.

O vídeo de Rafael Silva, publicado no site Apucarana Notícias, mostra que o governador Beto Richa (PSDB) foi alvo de intenso protesto no pacato município do Vale do Ivaí.

Assista ao vídeo:

Em várias outras partes do Paraná também crescem movimentos de hostilidades a parlamentares ligados ao governador do PSDB. Ontem à  noite, em Londrina, o deputado federal Luiz Carlos Hauly, ex-secretário de Estado da Fazenda, levou uma estrondosa vaia durante formatura no Ginásio de Esportes Moringão.

Com medo dos constantes protestos na educação, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Richa estaria espionando “perigosas” professoras acampadas há 20 dias em frente ao Palácio Iguaçu.

O deputado Alex Canziani (PTB), que indicou o secretário do Ensino Superior (as universidades estaduais também estão em greve), igualmente entrou na linha de tiro de manifestantes na noite de sexta (27).

O deputado Cobra Repórter (PSC), mais desbocado, acusou os professores de ganharem R$ 30 mil ao mês de querem a sua bunda. Querem que eu dê a bunda?!, perguntou ontem a professoras que o pressionavam em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro. Leia mais