16 de dezembro de 2017
por esmael
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Após 40 anos, Justiça determina reintegração de perseguida política na Itaipu Binacional

A secretária Sônia Lúcia Castanheira, de 71 anos, demitida pela Itaipu Binacional no longínquo fevereiro ano de 1977, foi reintegrada à empresa por decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR). Na época dos “anos de chumbo”, ela foi acusada de terrorismo.

16 de novembro de 2016
por esmael
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Câmara dos Deputados é ocupada por manifestantes de extrema-direita, que dão vivas a Sérgio Moro; assista ao vídeo

O plenário da Câmara Federal foi ocupado por manifestantes na tarde desta quarta (16). No momento, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA) presidia a sessão.

5 de outubro de 2016
por esmael
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Constituição Federal chega aos 28 anos sob intenso ataque… de parte do Judiciário

constituicao_moroA Carta Cidadã promulgada em 5 de outubro de 1988 pelo então presidente do Congresso Nacional, Ulysses Guimarães, chega aos 28 anos nesta quarta-feira sob intenso ataques, pasme, de parte do Judiciário.

2 de setembro de 2016
por esmael
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Lula e PT querem reeditar as ‘Diretas Já’ para restabelecer a democracia no país

lula_diretasO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Partido dos Trabalhadores, nesta sexta (2), aprovaram resolução em apoio à realização de eleições diretas para presidente da República.

22 de Maio de 2016
por esmael
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Globo repete 1984 ao esconder protestos pelo ‘Fora Temer’ no país

Ao esconder 40 mil belorizontinos recepcionando a presidente Dilma Rousseff (PT) e gritando ‘Fora Temer’, na sexta (20), a TV Globo repetiu 1984 quando, em plena ditadura militar, a emissora escondeu 300 mil pessoas na Praça da Sé, em São Paulo, no comício das ‘Diretas Já’ para presidente da República.

A Globo e os jornalões que compõem a velha mídia golpista também têm escondido outros eventos que pedem a saída do governo precário Michel Temer (PMDB). Ao logo dos últimos 10 dias, foram incontáveis protestos pela democracia e pelo ‘Fora Temer’.

A censura às manifestações populares e artísticas remonta há 32 anos, numa época que era proibido discordar do regime fardado. Agora, a liberdade de expressão segue ameaçada por uma ditadura civil jurídica-política-midiática.

Em Porto Alegre, ocorreram diversos protestos contra os retrocessos do interino Temer. A ilegitimidade do governo provisório também mobilizou

16 de dezembro de 2014
por esmael
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Coluna do Enio Verri: Homofóbico e machista, deputado Bolsonaro é o porta-voz dos fascistas na Câmara

bolsonaro_enio.jpgEnio Verri*

Na última semana, a Comissão Nacional da Verdade (CNV) entregou a presidente, Dilma Rousseff, o relatório final com 4.328 páginas que apontam os responsáveis diretos ou indiretos pelas torturas e assassinatos durante a ditadura militar entre 1964 e 1985. Leia mais

10 de dezembro de 2014
por esmael
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Dilma vai à s lágrimas ao receber relatório final da Comissão da Verdade

do Brasil 247
dilma_CVA presidente Dilma Rousseff se emocionou nesta manhã ao discursar durante a cerimônia de entrega do relatório dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, que aponta a responsabilidade de mais de 300 militares por crimes cometidos no período da ditadura. Dilma defendeu que o Brasil tem direito a saber a verdade sobre esse período, e que “a verdade não significa a busca de revanche. A verdade não precisa ser motivo para ódio ou acerto de contas”.

“A verdade produz consciência, aprendizado, conhecimento e respeito. A verdade significa a oportunidade de apaziguar cada indivíduo consigo mesmo e um povo com a sua história. A verdade é uma homenagem a um Brasil que já trilha três décadas de um caminho democrático. Tornar público este relatório nesta data é um tributo a todas as mulheres e homens do mundo que lutaram pela liberdade pela democracia e, com essa luta, ajudaram a construir marcos civilizatórios e tornaram a humanidade melhor”, afirmou, em referência ao Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Dilma chorou e fez uma pausa no discurso ao dizer que os parentes das vítimas da ditadura “continuam sofrendo como se eles morressem de novo, e sempre, a cada dia”. Nesse momento, foi aplaudida de pé pelos presentes.

1 de dezembro de 2014
por esmael
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Autópsia para determinar causa da morte de Jango é inconclusiva

da Agência Brasil

jango_comicio.jpgA autópsia dos restos mortais do ex-presidente João Goulart, morto há 38 anos na Argentina, não identificou a presença de medicamentos tóxicos ou veneno que pudessem ter causado a morte de Jango, como era conhecido. O laudo final da perícia dos restos mortais concluiu que o ex-presidente, deposto pela ditadura miliar, realmente pode ter sido vítima de um enfarte, como foi informado à  época por autoridades do regime militar, devido a histórico de cardiopatias.

A negativa da presença de medicamentos tóxicos ou veneno, no entanto, não significa que Jango não tenha sido assassinado. De acordo com peritos que participaram das investigações, as análises foram prejudicadas pela ação do tempo.

Do ponto de vista científico, as duas possibilidades [morte natural e envenenamento] se mantêm!, disse o perito cubano Jorge Perez, indicado pela família Goulart para participar das investigações. Foram investigadas 700 mil substâncias químicas, de um universo de mais de 5 milhões conhecidas.

25 de novembro de 2014
por esmael
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Anticomunismo e saudade da ditadura põem em risco a democracia no Brasil

por Marcos Coimbra*, via CartaCapital

O ano de 2014 caminha para terminar de forma preocupante na política. Não era para ser assim. Há menos de um mês, realizamos uma eleição geral na qual a população escolheu o presidente da República, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal, um terço do Senado, a totalidade da Câmara dos Deputados e das Assembleias estaduais.

Mesmo em democracias consolidadas, momentos como aquele, em que todos são convocados a participar diretamente das grandes escolhas de um país, são esporádicos e precisam ser respeitados e valorizados. As eleições não são situações triviais, cujos resultados podem ser ignorados ou questionados por qualquer um, no dia seguinte. São solenes.

Por isso, é comum que o clima político se desanuvie depois de uma disputa eleitoral. Que cesse o embate entre os partidos e correntes de opinião e a sociedade tenha ambiente para meditar a respeito do pronunciamento dos cidadãos, para avaliá-lo e com ele aprender.

No Brasil, a normalidade democrática sempre foi exceção. O período atual, iniciado há não mais de 25 anos, já é o mais longo sem rupturas ditatoriais ou colapsos institucionais. A eleição geral de 2014 foi apenas a sétima em sequência, mas é feito inédito em nossa história.

E foi uma bela eleição. Quase 120 milhões de eleitores compareceram à s urnas e depositaram seu voto em paz. Ninguém se queixou de haver sido coagido. Não houve irregularidades. Foi rápida e segura. E contemporânea em relação ao que de melhor existe em termos de transparência, lisura e correção nos processos eleitorais.

Em quase tudo, o Brasil mostrou-se capaz de igualar ou superar as mais sólidas democracias na capacidade de fazer eleições legítimas. Menos no comportamento de parte das oposições à  direita. Ao contrário do eleitorado e das instituições, reagiram de forma arcaica e atrasada aos resultados.

Desde a hora em que ficou clara a derrota, insurgiram-se. Seu inconformismo em aceitar o simples fato de não contarem com o apoio da maioria da sociedade o levou a posições descabidas.

O primeiro sinal de sua inaptidão para o convívio democrático partiu do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em declaração que deveria envergonhar alguém com sua biografia, colocou em dúvida a reeleição da presidenta Dilma Rousseff pela desqualificação daqueles que nela teriam votado. Valeu-se dos mais antiquados e reacionários preconceitos contra pobres e nordestinos (como se ele próprio não tivesse ficado muito feliz em receber o voto desses eleitores nas eleições nas quais disputou).

A seguir, o lastimável episódio da solicitação feita pela campanha tucana à  Justiça Eleitoral de uma auditoria! dos resultados da eleição (algo que a legislação nem sequer admite). No fundo, apenas outra forma de expressar a rezinga de FHC.

O terceiro passo do esforço de desqualificar a

19 de novembro de 2014
por esmael
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Militares frustram radicais de direita: ‘O Brasil é uma democracia’

do Brasil 247
miltares_dilmaDepois das manifestações de grupos radicais no último dia 15, que chegaram a pedir a volta da intervenção militar no Brasil, em protestos que atraíram até ex-guerrilheiros, como o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), a jornalista Monica Bergamo decidiu ouvir os chefes das Forças Armadas. Os três, o general Enzo Peri, o brigadeiro Juniti Saito e o almirante Julio Soares de Moura Neto, falaram num ambiente de absoluta normalidade institucional.

“Os militares estão totalmente inseridos na democracia e não vão voltar. Isso eu garanto”, disse o almirante Julio Soares de Moura Neto, comandante da Marinha. “Os militares só voltam em seu papel institucional, que é o que têm hoje”, afirmou.

Saito, por sua vez, criticou os radicais. “São opiniões de extremistas”, afirma, antes de sentenciar. “à‰ algo impossível de acontecer. Só quem poderia tentar fazer isso é o pessoal da ativa. E, como nós não queremos nada nesse sentido, não há a menor chance de essas ideias evoluírem.”

15 de novembro de 2014
por esmael
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Gazeta do Povo na campanha pelo impeachment de Dilma?

gazeta_golpe.jpg“Meia dúzia de gatos pingados”, informou um orelha seca do Blog do Esmael que acompanhou de perto um segundo protesto pelo impeachment da presidenta Dilma em Curitiba. Leia mais

13 de novembro de 2014
por esmael
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Há 46 anos ‘AI-5’ endurecia a ditadura

ditadura_ai5.jpgDireita, volver! Volte para as tumbas, direita reacionária, e nunca mais saia de lá!

Em 13 de dezembro de 1968 o então presidente Arthur da Costa e Silva baixou o Ato Institucional n!º 5, o famigerado ‘AI-5’, que fechava o Congresso Nacional e endurecia a ditadura militar cassando mandatos eletivos, suspendendo diretos políticos e matando adversários. Leia mais

18 de setembro de 2014
por esmael
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Garotinho questiona sonegação da TV Globo em entrevista ao vivo na Globo

O candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR), fez nesta quinta-feira (18) o que muita gente gostaria de fazer, mas não teve oportunidade ou coragem de fazê-lo: questionou a Rede Globo de TV e o papel da mídia na política nacional ao vivo na própria emissora. Leia mais

5 de setembro de 2014
por esmael
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Volkswagem monitorou Lula durante a ditadura militar

via Brasil 247

A Volkswagen espionou ativistas sindicais brasileiros na década dos anos 1980 e passou informações sobre reivindicações salariais e outras discussões privadas à  ditadura militar do país, de acordo com documentos recentemente descobertos que foram vistos pela Reuters.

A montadora monitorou secretamente seus próprios trabalhadores, bem como dirigentes sindicais proeminentes da época. Um dos alvos da Volkswagen foi Luiz Inácio Lula da Silva, que viria a ser presidente do Brasil de 2003 a 2010 e continua sendo um dos políticos mais influentes na cena nacional.

Os documentos foram recentemente descobertos em arquivos do governo por pesquisadores que estão contribuindo com os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade (CNV), que investiga abusos ocorridos durante o regime militar de 1964 a 1985 a pedido da presidente Dilma Rousseff.

A Reuters informou no mês passado que a comissão encontrou indícios de que diversas empresas, incluindo a Volkswagen e outras montadoras estrangeiras, ajudaram os militares a identificar ativistas sindicais na década de 1980 para suprimir a agitação trabalhista.

Agora, de acordo com líderes da CNV, 20 páginas de documentos marcados como “confidencial” que a Volkswagen deu aos militares em 1983 e 1984 fornecem a prova ainda mais clara de que algumas empresas foram mais longe, ao recolher de sua própria inteligência informações sobre atividades sindicais para então compartilhar esse material com autoridades.

Nos documentos, a Volkswagen forneceu dados extensos de mais de uma dezena de reuniões sindicais na Grande São Paulo. A empresa retransmitia planos de trabalhadores sobre greves, bem como suas demandas por melhores salários e condições de trabalho.

A empresa divulgou alguns nomes de trabalhadores da Volkswagen que participaram de eventos de sindicato e, em pelo menos dois casos, forneceu a marca e a placa de veículos presentes em atos sindicais.

A Volkswagen também relatou a exibição de um filme com temática socialista na sede de um sindicato; o conteúdo de folhetos distribuídos do lado de fora de sua fábrica e os nomes daqueles que distribuíram os panfletos; e um incidente em que “vários funcionários viciados foram surpreendidos fumando maconha”.

Tais informações foram tipicamente usadas pela polícia para monitorar, constranger e deter sindicalistas na esperança de desencorajar agitações trabalhistas futuras, disse Sebastião Neto, membro da CNV. Ele citou o material que a comissão reuniu a partir do depoimento de trabalhadores que sofreram esse tipo de tratamento.

“Os documentos mostram com clareza excepcional como as empresas esperavam que o governo as ajudasse

16 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Gomyde: A soberania do voto contra o poder econômico

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, discorre sobre a teoria da ditadura militar segunda qual o povo brasileiro não estava apto para votar; "[Ernesto] Geisel deu ao autoritarismo histórico da elite brasileira uma formulação mais elaborada ao dizer que em primeiro lugar deve vir o crescimento econômico, depois o bem-estar social", analisa o colunista; Gomyde destaca ainda que uma reforma política democrática, a soberania do voto e a vontade popular certamente mandariam para casa velhas raposas que se encastelaram em postos eletivos. E promoveriam uma renovação na política brasileira, que seria oxigenada com novas lideranças e ideias avançadas!; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, discorre sobre a teoria da ditadura militar segunda qual o povo brasileiro não estava apto para votar; “[Ernesto] Geisel deu ao autoritarismo histórico da elite brasileira uma formulação mais elaborada ao dizer que em primeiro lugar deve vir o crescimento econômico, depois o bem-estar social”, analisa o colunista; Gomyde destaca ainda que uma reforma política democrática, a soberania do voto e a vontade popular certamente mandariam para casa velhas raposas que se encastelaram em postos eletivos. E promoveriam uma renovação na política brasileira, que seria oxigenada com novas lideranças e ideias avançadas!; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde*

Ao dizer que o povo é soberano, as constituições democráticas determinam que o fundamento da democracia é o voto individual de cada um dos cidadãos legalmente habilitados a votar. Se essa singela constatação fosse levada em consideração por todas as forças políticas, muitos equívocos poderiam ser evitados. Um eles é dizer que o exercício do voto deve ser condicionado a outros fatores. Na fase final do regime militar de 1964, por exemplo, o então presidente Ernesto Geisel proclamou, sem meias palavras, a tese da imaturidade! do eleitorado brasileiro – opinião reafirmada por seu sucessor, o general João Batista Figueiredo. Leia mais