26 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Membro Comissão da Verdade critica Michel Temer por decreto que autoriza uso das Forças Armadas contra caminhoneiros

Membro Comissão da Verdade critica Michel Temer por decreto que autoriza uso das Forças Armadas contra caminhoneiros

O advogado Daniel Godoy Junior, membro da Comissão Estadual da Verdade do Paraná, neste sábado (26), se manifestou contrário ao decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), de Michel Temer, que autoriza o emprego das Forças Armadas contra os caminhoneiros em greve há seis dias. ... 

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21 de março de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Moradores de favelas organizam Comissão Popular da Verdade no Rio

Moradores de favelas organizam Comissão Popular da Verdade no Rio

Uma Comissão Popular da Verdade para acompanhar a atuação das forças de segurança no Rio de Janeiro está sendo articulada por moradores de favelas, movimentos sociais, organizações de direitos humanos, universidades, centros de pesquisas e diversos mandatos parlamentares. Uma das maiores preocupações da futura Comissão da Verdade é com o aumento da restrição de liberdades aos moradores das favelas. Com a intervenção militar, as populações de comunidades pobres são alvos de constantes operações de contingentes das Forças Armadas. A morte da vereadora e ativista social, Marielle Franco, funcionou como um “gatilho” para um maior ativismo em defesa dos direitos humanos nas favelas do Rio.

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20 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Senado votará decreto da intervenção militar no Rio às 18 horas; acompanhe aqui

Senado votará decreto da intervenção militar no Rio às 18 horas; acompanhe aqui

O 2º vice presidente do Senado, João Alberto Souza (MDB-MA), avisou que o Decreto 4/2018, referente à intervenção militar no Rio de Janeiro, será votado na sessão extraordinária marcada para as 18 horas. O Blog do Esmael vai transmitir ao vivo para o Brasil e o mundo. ... 

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20 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em O “abacaxi’ da intervenção militar no Rio de Janeiro já chegou ao Senado

O “abacaxi’ da intervenção militar no Rio de Janeiro já chegou ao Senado

Acabou de chegar ao Senado da República o decreto de Michel Temer sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro. O “abacaxi” foi aprovado na calada desta madrugada pela Câmara dos Deputados por 340 votos favoráveis, 72 votos contrários e 1 abstenção. ... 

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20 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Cappelli: A complexidade da questão Militar

Para o jornalista Ricardo Cappelli, Temer fez dos militares peça de seu jogo político. “Resolveu brincar com fogo”, escreve, para então observar: “Militares [estão sendo] usados por políticos de direita e atacados por políticos de esquerda.” ... 

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20 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Exército pede o que o golpe não pode garantir: ‘segurança jurídica’ para matar no Rio

Exército pede o que o golpe não pode garantir: ‘segurança jurídica’ para matar no Rio

Se o futuro pertencesse ao coordenador da Comissão da Verdade, o procurador de Justiça Olympio de Sá Sotto Maior Neto, do Ministério Público do Paraná, após a pirotecnia da intervenção militar no Rio de Janeiro, membros das Forças Armadas e o próprio Michel Temer seriam julgados pelo tribunal de júri por eventuais crimes dolosos. ... 

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4 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Comissão da Verdade fará audiências em Londrina e Maringá

via Folha de Londrina

A Comissão Estadual da Verdade-PR Tereza Urban e o Fórum Paranaense de Resgate da Verdade, Memória e Justiça, realizam a partir desta terça (5) Audiências Públicas em Maringá e Londrina, no norte do Paraná. Os eventos têm parceria com diversas instituições locais e, conforme a CEV/PR, foram agendados para investigar graves violações de direitos humanos ocorridas nas duas cidades e região, no período de 1946 a 1988, em especial, durante a vigência da Ditadura Militar brasileira instaurada a partir de 1964.

Em Londrina, a Audiência terá duração de dois dias. Na quarta (6), será das 9h à s 18h , na Câmara Municipal. Na quinta (7) será no Centro de Estudos Sociais Aplicados, da Universidade Estadual de Londrina(UEL), das 9h à s 21h.

Em Maringá, a Audiência será na terça (5), na Prefeitura Municipal, Auditório Hélio Moreira, das 9h à s 18h, tendo três focos: serão colhidos depoimentos de militantes políticos, sindicais e estudantis que viviam na região Norte do estado e que tiveram seus direitos políticos e civis cassados e/ou foram presos e torturados durante a Ditadura Militar; serão colhidos depoimentos de lideranças indígenas dos povos Kaigang e Xetá, que sofreram violações dos seus direitos, durante a Ditadura Militar e; por fim, em sessão solene e simbólica, na Câmara de Vereadores, será restituído o mandato do vereador Bonifácio Martins.

Bonifácio Martins exerceu o mandato de vereador em Maringá por duas legislaturas (1956/60 e 1960/64). Com o golpe militar de 1!º de abril/64 e a instauração do Primeiro Ato Institucional, em 9 de abril/64, Martins foi indiciado no Inquérito Policial Militar (IPM) conhecido como “Zona Norte do Paraná”, onde dezenas de militantes de esquerda, sindicalistas e estudantes foram presos e processados.

Frente ao quadro de insegurança então existente no país e sabendo que seu nome era visado, o vereador evadiu-se de Maringá em abril/64, acompanhado da esposa e de duas filhas, uma delas ainda criança de colo. Deixou para trás sua empresa de prestação de serviços, uma residência que havia construído, localizada no antigo aeroporto, e uma vida de lutas políticas e cidadãs.

Cinquenta anos depois, por iniciativa da Câmara de Vereadores e de pesquisadores de História da Universidade Estadual de Maringá (UEM), com o aval e participação da CEV/PR, haverá a restituição simbólica do mandato do Vereador. Estarão presentes na ocasião as duas filhas do Vereador, Ilvana Martins da Costa Neves e Ildene Martins Scola, que receberão a homenagem póstuma pelo pai.

Para a audiênci Leia mais

12 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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“Limpinhos” do PPS, Roberto Freire e Rubens Bueno, pedem investigação contra Lula

do Brasil 247
Partido presidido pelo deputado federal Roberto Freire (SP), o PPS solicitou nesta quinta-feira 12 que a Comissão Nacional da Verdade investigue se o ex-presidente foi colaborador do regime militar no período da ditadura militar no Brasil. A acusação foi feita pelo delegado e ex-secretário nacional da Justiça Romeu Tuma Júnior em seu novo livro, Assassinato de reputações !“ Um crime de Estado, definido como um “livro bomba” pela revista Veja.

O requerimento foi entregue hoje pelo líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), ao coordenador da Comissão da Verdade, Pedro Dallari. No ofício (veja abaixo a íntegra), ele afirma esperar que “sejam tomadas as providências cabíveis para que sejam os fatos devidamente averiguados, a fim de que seja estabelecida a verdade histórica”. Se a verdade envolve Lula como vítima, e não como colaborador da ditadura, isso deve ser esclarecido, acrescenta Bueno.

Em entrevista à  revista Veja para divulgação do livro, Tuma afirma que Lula foi “informante da ditadura”. “Eu e o Lula vivemos juntos esse momento. Ninguém me contou. Eu vi o Lula dormir na sala do meu pai. Presenciei tudo”, disse o delegado aposentado. Ele sugeriu ainda que existem documentos nos arquivos que podem comprovar sua versão do fato. “Não excluo a possibilidade de algum relatório do Dops da época registrar informações atribuídas a certo informante de codinome Barba”.

Rubens Bueno disse que “o Brasil precisa saber se é verdade que o ex-presidente era um informante da polícia política da ditadura militar e, ainda, com qual finalidade. Teria sido Lula um delator de seus companheiros? Quem ele teria delatado? Quando isso teria ocorrido?”, questionou. O PPS e o PSDB analisam promover um evento no Congresso para convidar Tuma Júnior a dar suas declarações. Ontem, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado rejeitou Leia mais

18 de setembro de 2013
por Esmael Morais
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Comissão da Verdade pode convocar religiosos que apoiaram a ditadura militar

da Agência BrasilO grupo de trabalho da Comissão Nacional da Verdade dedicado a apurar a atuação das igrejas cristãs durante a ditadura militar (1964-1985) poderá convocar a depor religiosos que de alguma forma apoiaram a repressão. O coordenador do grupo, o ex-preso político metodista Anivaldo Padilha, informou que está sendo apurada a atuação, por exemplo, dos capelães militares, ministros autorizados por padres ou pastores a fazer celebrações e prestar assistência em quartéis.

“A medida que nós conseguirmos identificar pessoas das igrejas que tiveram uma ligação direta com a repressão, nós vamos chamá-las para depor. Um exemplo de algo que estamos investigando é o papel dos capelães militares. Sabemos que eles acompanharam e estavam lá nos quartéis do DOI-Codi [Destacamento de Operações de Informações-Centro de Defesa Interna]. Certamente tinham informação sobre o que ocorria nos porões da ditadura, e alguns deles chegaram a acompanhar presos políticos”.

Segundo Padilha, a falta de documentação sobre os encontros desses religiosos com os presos é um dos principais obstáculos. “à‰ uma informação que não é registrada em nenhum documento. Não tem um que diz que o capelão fulano de tal esteve presente com o preso fulano de tal. Tem que ser por meio dos depoimentos dos presos que podemos identificá-los”.

O grupo de trabalho ouviu na manhã de hoje (18) mais dois depoimentos sobre a atuação das igrejas durante a ditadura. “Os depoimentos confirmaram a visão que nós já temos no grupo sobre o papel das igrejas, que foi um papel contraditório. Tivemos setores que participaram ativamente na criação do c Leia mais