17 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Intervenção militar no Rio de Janeiro não é consenso nem na velha mídia golpista

Intervenção militar no Rio de Janeiro não é consenso nem na velha mídia golpista

Reina o dissenso acerca da intervenção militar de Michel Temer no Rio de Janeiro. Além de dividir o STF e o Congresso, o ‘Vampiro Neoliberalista’ também semeou a discórdia na velha mídia golpista.  ... 

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13 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em O grito da Tuiuti e o silêncio da mídia golpista

O grito da Tuiuti e o silêncio da mídia golpista

O deputado federal Enio Verri (PT-PR) escreve que do começo ao fim do desfile, no Carnaval do Rio, a Globo se desconcertava na transmissão ao vivo à medida que se enxergava refletida no samba-enredo da Paraíso do Tuiuti.  ... 

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20 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Nassif denuncia “poder de chantagem” que Lava Jato conquistou contra adversários políticos até no Supremo

nassif_veja_moroO jornalista Luis Nassif, no portal GGN, se solidarizou com o ministro do STF Dias Toffoli que foi alvo do “poder de chantagem” que a Lava Jato conquistou em conluio com a mídia golpista. Leia mais

26 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Senado sob cerco da velha mídia golpista

bonner_globo_dilmaEngana-se quem acha que a última operação da Polícia Federal, a Custo Brasil, era para atingir o PT. Foi apenas um meio para iniciar o cerco ao Senado, de fora para dentro, na tentativa de assegurar o resultado favorável ao impeachment no mês de agosto. Leia mais

9 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Temer e mídia bandida fazem ‘operação abafa’ contra pedido de Janot

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O interino Michel Temer lançou uma ofensiva midiática para impedir que a cúpula do PMDB vá para a cadeia. Estão no bico do corvo os senadores Renan Calheiros (AL), presidente do Senado; Romero Jucá (RR), ex-ministro do Planejamento; o ex-presidente da República, José Sarney (AP), e Eduardo Cunha (RJ), presidente afastado da Câmara. Ou seja, “tutti buona gente…”. Leia mais

5 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Temer e mídia golpista ficam ensandecidos com iminente derrota no Senado

michel_temerO presidente interino Michel Temer (PMDB) e a mídia golpista ficaram ensandecidos esta semana diante da iminente derrota do impeachment no Senado e, consequentemente, a volta da presidente eleita Dilma Rousseff. Leia mais

10 de maio de 2016
por Esmael Morais
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Golpistas planejam volta de Cunha

richa_cunhaNão passou batido ontem (9) a volta do presidente “afastado” da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como voz “sensata” na velha mídia reprovando o sucessor Waldir Maranhão (PP-MA) que anulou o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Cunha disse que a decisão do colega era “absurda, irresponsável, antirregimental e feita à revelia do corpo técnico”.

O diabo é que 72 horas antes, a mesma velha mídia golpista reverberara o voto do ministro Teori Zavascki, do STF, que aponta o mesmo Cunha como bandido, chantagista, vigarista, que se utilizou do cargo de presidente da Câmara para atrapalhar as investigações da Lava Jato.

O corre-corre dos golpistas tinha como objetivo desqualificar Maranhão em virtude da invalidação das sessões da Câmara nos dias 15, 16 e 17 de abril que culminaram com a votação do impeachment e, consequentemente, anulação do processo que chegou ao Senado.

O “retorno” de Cunha aos holofotes como agente do equilíbrio prova o tamanho da hipocrisia da velha mídia golpista. Antes, porém, o presidente “afastado” havia se reunido secretamente com a Globo. Leia mais

11 de abril de 2016
por Esmael Morais
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‘Comissão da vingança’ tenta aprovar hoje relatório pró-golpe

Daqui a pouco, a partir das 10 horas, com transmissão ao vivo aqui no Blog do Esmael, o Brasil e o mundo assistirão a reinstalação da ‘comissão da vingança’ na Câmara, que tentará aprovar hoje o relatório pró-golpe contra a democracia.

É chover no molhado dizer que a presidente Dilma Rousseff, uma mulher honesta, está sendo julgada por um bando de achacadores. A imprensa norte-americana tipificou a maioria dos parlamentares da comissão da vingança como sendo integrantes do “Sindicato dos Ladrões”.

A comissão da vingança, também conhecida como comissão do impeachment, foi denunciada pela primeira vez pelo ministro José Eduardo Cardozo, advogado de defesa de Dilma.

Segundo o ministro da Advocacia Geral da União (AGU), o colegiado fora instalado como vingança do presidente da Câmara contra Dilma porque ela — revelou Cardozo — não garantiu a Eduardo Cunha (PMDB-RJ) os votos dos deputados petistas na comissão de ética que o investiga por corrupção.

Pelo sim pelo não, os contendores na ‘guerra parlamentar’ que será retomada logo mais terá aliados externos. Do lado de Cunha, por exemplo, além do PSDB, a velha mídia golpista. Do lado da democracia, os movimentos sociais, os trabalhadores, o povo, e intelectuais.

O roteiro desta segunda-feira (11) promete ser bastante cansativo, pois 27 líderes partidários estão inscritos para fazer o uso da palavra, bem como o relator da comissão da vingança, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), e o próprio ministro Cardozo.

A comissão da vingança tem 65 membros. Entretanto, quem esperar condenação ou absolvição unânime da presidente sairá frustrado. O resultado será apertado de um lado ou de outro.

Caso a comissão da vingança decida pelo acolhimento do relatório feito sob encomenda de Cunha, o mesmo seguirá para votação em plenário. É aí é que são elas, pois o quórum qualificado na Câmara para impedir a presidente da República – dois terços ou 342 votos de parlamentares – põe o golpe tão distante da realidade quanto o é a Terra do Céu, ou seja, matematicamente impossível, segundo a própria velha mídia golpista.

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10 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Apoio à parceria golpista Globo-Moro se esmilingue, segundo a Veja

Nem mesmo a golpista Veja consegue esconder que seu pupilo e principal ferramenta golpista, o juiz Sérgio Moro, da Vaza Jato, se esmilingue aceleradamente em termos de popularidade.

Moro recebeu ontem (9) a notícia da Abril, nos Estados Unidos, de que o apoio às suas estripulias, dentre quais a de bisbilhotar conversas alheias, caiu de 90% para 60%.

Aos poucos, os brasileiros vão acordando do pesadelo fascista, que se materializa no golpe jurídico-midiático em curso no país.

A parceria Globo-Moro vem na “chón” simultaneamente com a notícia da liderança do ex-presidente Lula na corrida presidencial de 2018.

A pesquisa que mostra o apoio a Moro esmiliguir-se foi encomendada pelos patos da “insuspeita” Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), uma das financiadoras do golpe de Estado — com dinheiro público, é claro.

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9 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Escândalo Andrade Gutierrez/PSDB: veja como a mídia golpista manipula a informação da Vaza Jato

estadao_aecio_AG_dilmaO mau-caratismo e seletividade da velha mídia golpista e de seus miquinhos amestrados da Vaza Jato podem ser explicados — e detalhados — pela própria velha mídia golpista. A manipulação é tosca e escandalosa ao mesmo tempo.

O Blog do Esmael resgatou do fundo do baú neste sábado (9) uma reportagem do Estadão, datada de 7 de outubro de 2015, sobre troca de mensagens no WhatsApp entre a cúpula da empreiteira Andrade Gutierrez.

O distinto leitor ficará chocado com os conteúdos machistas, sexistas e misóginos dos diálogos que têm como alvo a presidente Dilma Rousseff na véspera e no dia do segundo turno — 26 de outubro de 2014.

As conversas abaixo foram resgatadas pela Polícia Federal na Vaza Jato.

“É agora… O tema corrupção….A mulher está nervosa demais….Agora o homem moeu a gorda de perna aberta”, disse Anuar Caram, que foi logo respondido por Ricardo Sá: “Fora sapa com cara do satanás!!!”. Leia mais

28 de março de 2016
por Esmael Morais
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Feito bobo da corte, Aécio manda recado a Moro: ‘eu sou você amanhã’

O senador hexadenunciado Aécio Neves (PSDB-MG), tal qual uma laranja, foi cuspido fora pela velha mídia golpista como se fosse um bagaço. Depois de sugado, agora é execrado em público.

O tucano que ainda não se conformou com a derrota para Dilma Rousseff, em 2014, vai sendo forçado a “renunciar” em nome de Michel Temer (PMDB) e do ódio ao PT.

Não há dúvida de que, caso haja deposição de Dilma, os golpistas marcharão sobre o atual aliado juiz Sérgio Moro, o todo-poderoso da Lava Jato.

‘Eu sou você amanhã, transformado em um bobo da corte’, avisa Aécio ao magistrado lava-jatista.

Evidentemente, a manobra que defenestra o senador tucano hoje — e cuspirá Moro adiante — tem como objetivo a “salvação do couro” de mais de 300 picaretas citados no listão da Odebrechet.

PS: o recado de Aécio a Moro é uma previsão do bruxo Chik Jeitoso, macumbeiro do Paraná que nunca errou uma adivinhação em 30 anos de “trabalho” espiritual.

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23 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna do Enio Verri: Massacre midiático e ódio seletivo contra o PT

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Enio Verri*

Propagadas por uma elite midiática e uma parcela da sociedade, em sua maioria, pertencente às classes mais abastadas, as incoerências e inconsequências do conservadorismo e ódio seletivo beiram o ridículo, quando não, a insanidade e irresponsabilidade com os brasileiros

Sem a menor preocupação com provas ou com o respeito ao direito de defesa de qualquer brasileiro, o caça às bruxas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, forjado sob mentiras e boatos presentes nos meios de comunicação, revela-se cada vez mais como uma tentativa de criminalização do Partido dos Trabalhadores do que propriamente uma investigação judiciária.

Enquanto as manchetes tentam incriminar o ex-presidente, baseando-se em boatos, mentiras e opiniões individuais, buscando a todo custo ligá-lo a denúncias de corrupção, os tucanos continuam impunes ao massacre midiático e protegidos no judiciário.

Aécio Neves, delatado como beneficiado de propinas de Furnas e responsável pela construção de um aeroporto, com dinheiro público, na fazenda de seu tio; e Fernando Henrique Cardoso, também ex-presidente, acusado de um esquema de beneficiar empresas, de mandar dinheiro ao exterior de forma ilegal e de garantir emprego de uma funcionária fantasma no mandato de José Serra, parecem não ter com que se preocupar.

Escondido na grande mídia e de pouca importância para aqueles com ódio seletivo e para setores do judiciário, casos como dos tucanos não ganham a mesma conotação, nem os mesmos esforços para investigar denúncias de corrupção envolvendo a oposição – os boatos e supostos “amigos” nunca envolvem lideranças do PSDB.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, a jornalista Mirian Dutra, ex-amante de FHC, Leia mais

13 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Desmandos do PSDB esvaziam protestos anti-Dilma no Paraná

coxinhaApesar do esforço da velha mídia para convocar as manifestações contra a presidenta Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores, bem como das tentativas de mostrar atos maiores do que realmente foram, ficou claro que os protestos deste domingo murcharam em todo o País e ainda mais no Paraná. ... 

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3 de março de 2015
por Esmael Morais
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Luiz Manfredini: “À luta, Dilma!”

Luiz Manfredini*

Em 1991, o colapso da URSS produziu dramática repercussão em Cuba, que há 30 anos já sofria a perversidade do bloqueio dos EUA. O impacto foi tão grande que logo o PIB cubano acabou reduzido em mais de 35%. Por falta de combustível, boa parte dos transportes voltou à  tração animal e o duro racionamento de alimentos obrigou o governo a distribuir pílulas de vitaminas e sais minerais para o povo subsistir. Diante de tão severas circunstâncias, Fidel Castro foi à s ruas explicar aos cubanos os desafios que viriam pela frente e conclamá-lo à  resistência.

No segundo semestre de 2005, a partir da CPMI que investigava o (impropriamente) chamado mensalão, a bandeira do impeachment do então presidente Lula ganhava corpo no parlamento e em setores da sociedade influenciados pelos bombardeios das elites e pela gritaria da classe média, todos amplamente reverberados pela mídia. Em dezembro daquele ano, o índice de ruim e péssimo de Lula atingia seu nível mais alto: 29%. Foi então que o presidente declarou publicamente que não teria o fim que tiveram dois ex-presidentes !“ Getúlio, suicidando-se, e Jango, deixando o país.!  Lutaria. Nós vamos para as ruas para defender o mandato que o povo nos deu!, garantiu. E foi. E ao povo, nas diversas ocasiões em que teve oportunidade, explicou os acontecimentos, pediu apoio para seu governo e o projeto de ampla significação social que defendia. Em poucos meses, as pesquisas mostravam uma excepcional recuperação.

O silêncio

Penso nessas duas circunstâncias que, embora distantes no tempo, mantém expressiva similaridade política, quando me detenho no atual cenário brasileiro. Após as eleições de outubro último a direita, certa de que as venceria, desencadeou um movimento – que só faz crescer – de cerco e aniquilamento da presidente eleita. Tanto na erosão da maioria que, teoricamente, o governo ainda mantém no parlamento (impondo-lhe, no entanto, derrotas importantes, como a eleição de Eduardo Cunha para a Presidência da Câmara dos Deputados), quanto no superdimensionamento das dificuldades econômicas (no que conta com o inestimável apoio da mídia), assim como na manipulação oportunista da operação Lava Jato, o conservadorismo procura criar na opinião pública a impressão de um país caótico, mergulhado na corrupção, politicamente apodrecido e com sua economia em frangalhos.

Mas enquanto a direita move-se, competente e diligente para ampliar sua base social de apoio, procurando com isso criar as condições políticas para o impeachment de Dilma, a presidente manteve-se reclusa nos primeiros 45 dias segundo governo, sem dizer palavra à  Nação, salvo em breves entrevistas ao final de eventos, quando disparou disc Leia mais

4 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Manipulação descarada de delação busca golpe contra Dilma

via Brasil 247
golpe

O esforço dos meios de comunicação para encontrar de qualquer maneira! uma ligação da campanha de Dilma Rousseff com os recursos da operação Lava Jato superou um novo limite na fronteira que separa a boa fé da manipulação mais descarada.

Tenta-se, agora, aproximar a delação premiada do executivo Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, da Toyo Setal, da campanha presidencial de Dilma em 2010. Todos os jornais destacaram que parte da propina paga para o ex-diretor de Engenharia e Serviços da Petrobras Renato Duque eram doações oficiais ao Partido dos Trabalhadores!.

O que se esconde é um aspecto essencial. Mendonça Neto esclareceu no depoimento que não havia informado ao PT do motivo das doações.

à‰ verdade que o executivo admitiu ter mantido em 2008 uma reunião com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, na sede do diretório estadual do PT em São Paulo, quando disse que gostaria de fazer contribuições! ao partido. Mas Mendonça Neto também disse no depoimento que não mencionou a Vaccari que as doações seriam feitas a pedido de Renato Duque! e que seriam fruto de propina. Leia mais

17 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Oposição aposta suas fichas no impeachment de Dilma

do Blog da! Tereza Cruvinel

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Quantos manifestantes havia no ato pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff no sábado, 15/11, em São Paulo? Alguns veículos falaram em 1.500, outros em três mil, os mais excitados em dez mil. Não importa. Certo é que foram muito mais que os 20 gatos pingados que compareceram ao ato pró-impeachment de Lula chamado pelos adversários em 2005, no estouro do mensalão. Está clara a aposta da oposição num terceiro turno da disputa presidencial através do pedido de impeachment de Dilma. Ainda que não tenha condições de levá-lo adiante mas para sangrá-la, minar seu segundo mandato e selar o fim da era dos governos do PT. Recordemos 2005.

Um impeachment exige condições jurídicas e políticas. Em outras palavras, prova e povo. Indícios ou provas de culpa ou omissão do governante, e apoio popular para seu afastamento.

Em agosto de 2005, logo depois do depoimento de Duda Mendonça à  CPI dos Correios, confessando ter recebido no exterior pagamentos por serviços prestados à  campanha de Lula em 2002, houve uma reunião no gabinete da liderança do PSDB no Senado, comandada pelo senador pefelista Jorge Bornhausen. Nela, o pedido de impeachment voltou a ser discutido e foi descartado diante da constatação de que lhe faltaria apoio popular. Um ato fora tentado em Brasília e reunira apenas 20 pessoas. No Rio, menos de 30. Uma voz discordante, na reunião, foi a do senador àlvaro Dias, que depois, em entrevista a Josias de Sousa, lamentaria o erro histórico da oposição!. Ainda que o impeachment não vingasse, disse ele, Lula teria sofrido um desgaste enorme e não teria se reelegido.

Em 2005, na mesma semana de agosto, em discurso na reunião do Conselhão (o CDES), Lula disse que não se mataria como Getúlio, não renunciaria como Jango nem sofreria impeachment como Collor. Logo depois fez uma reunião com sindicalistas e avisou que teriam de ir para a rua e mobilizar o povo caso tentassem derrubá-lo. Veio o depoimento de Duda mas a oposição recuou, antevendo que ficaria isolada. A aposta passou a ser em deixar Lula sangrar! até o final do primeiro mandato para que não se reelegesse. Mas ele deu a volta por cima, venceu em 2006 e ainda elegeu Dilma em 2010. Leia mais

7 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma: Qualquer setor tem regulação, e a mídia não pode ter?!

via Brasil 247

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Em entrevista concedida à  mídia do Palácio do Planalto, presidente Dilma Rousseff encarou temas do que considera centrais de sua próxima gestão. Prometeu reduzir gastos! e apertar o controle da inflação!. Além disso, comentou a questão da regulação da mídia e de comparações de seu governo com o bolivarianismo.

Sobre a mídia, negou qualquer ideia de regulação de conteúdo, mas defendeu o que considera regulação econômica: “Eu defendo a liberdade de expressão e ela não é só liberdade de imprensa, mas é o direito de todo mundo que tiver uma opinião, mesmo que você não concorde com ela, ele tem direito de expressar. Tem direito de se expressar até contra a democracia.

Outra coisa diferente é confundir isso aí com regulação econômica, que diz respeito a processo de monopólio ou oligopólios que pode ocorrer em qualquer setor econômico, onde se visa o lucro. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) está aí para isso em qualquer setor. Mas qualquer outro setor, como transportes, energia, petróleo… tem regulações e a mídia não pode ter? Estou falando sobre o que ocorre em muitos países do mundo. Centros democráticos. Ou alguém desconhece a regulação que existe nos Estados Unidos? Desconhece a regulação na Inglaterra? Do meu ponto de vista, é uma das mais duras. Estou dando dois exemplos de situações que não temos que ser iguais. Não quero para nós uma regulação tal qual a americana!, disse. Leia mais

6 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Capa da Veja é a “bala de prata” das eleições de 2014?

via Brasil 247

A capa da revista Veja deste fim de semana, que traz a delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, tem a mesma estratégia !“ e até a estética, com fundo vermelho !“ já usada com Marcos Valério, em setembro de 2012. O objetivo da “edição memorável”, como chama a própria publicação em carta ao leitor, é fazer com que o escândalo atual tenha, no imaginário nacional, o mesmo peso do chamado mensalão e mude o rumo das eleições de 2014.

Costa, que foi preso duas vezes durante investigação da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, começou a falar na sexta-feira 29, depois de um acordo de delação premiada com a Justiça para diminuir sua pena. Os depoimentos têm sido longos, os primeiros de cerca de quatro horas, relatou ontem o serviço Broadcast da Agência Estado. De um homem eficiente a todos na diretoria de Abastecimento e refino da petroleira entre 2004 e 2012, Costa contou temer, quando soube que a delação estava sendo noticiada na imprensa, ser uma espécie de ‘arquivo vivo’.

O esquema partia de grandes empresas !“ a maior citada por ele é a Camargo Corrêa !“ que, para fechar contratos milionários com a Petrobras, transferiam parte do lucro a funcionários da estatal, a partidos da base do governo e a políticos. Estes, antes de receber, tinham o dinheiro lavado por doleiros. Por envolver nomes que, na Justiça, teriam foro privilegiado, o assunto passou a ser acompanhado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Nas mais de 40 horas de depoimento à  Polícia Federal, Paulo Roberto Costa menciona, segundo a revista, governadores, como Sergio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e o falecido Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco; seis senadores, o ministro Edison Lobão, de Minas e Energia, e pelo menos 25 deputados federais como parte do esquema. Nesta sexta-feira 5, a imprensa divulgou que o número de deputados poderia chegar a 62.

Entre os deputados estão Cândido Vanccarezza (PT-SP) e João Pizzolatti (PP-SC); entre os senadores, Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR). O ex-ministro das Cidades e ex-deputado federal Mário Negromonte, do PP, é citado como destinatário da propina.

O texto de Veja compara o esquema atual com o chamado mensalão !“ “lembrará em muito outro grande escândalo recente da política” !“ e envolve o ex-presidente Lula, que teria conversas diretas com Paulo Roberto Costa. A verdade é que, como um diretor importante da maior estatal do País, nada há de anormal em tratar com o presidente da República. E apesar dos depoimentos, nenhuma prova do envolvimento dos políticos mencionados foi apresentada até aqui.

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